Hopeless Love

30 Olhos Negros Semicerrados de Desejo.


Notas iniciais
O capitulo é leve, mas contém sexo, tá. Desculpem pela demora. Boa leitura.

Quatro dias depois...

Respiro com certa dificuldade, sentindo minha racionalidade ir se esvaindo a cada lambida que o mesmo dava em meu seio direito.

Agarro os lençóis da cama, buscando me fixar em algo que não fosse o prazer absurdo que o mesmo estava me proporcionando naquele momento.

Não posso ceder... Não Posso ceder... Não posso... Merda. Que delicia !

Seus dedos abeis escorrem por minha barriga e enroscam-se no elástico de minha calcinha – minha única peça de roupa. E quando seus lábios abocanham de uma só vez o bico de meu seio, seus dedos puxam o elástico da calcinha, rasgando-a ao meio.

Arqueio o corpo completamente extasiada e rendida aos seus truques sexuais.

Merda ! Exclamo mentalmente, sentindo sua grande mão acariciar minha coxa, bem perto de minha intimidade molhada. Desse jeito não vou conseguir dizer não para ele.

Engulo em seco, fitando seus olhos negros semicerrados de desejo.

Ele sorri, mostrando os dentes brancos e perfeitamente alinhados. Seu sorriso era maldoso e cheio de promessas obscenas.

E isto, esta promessa obscena implícita, envia uma descarga elétrica para o ponto úmido entre minhas pernas, fazendo-me ficar com mais desejo.

– Sasuke-kun... – Gemo, preparando-me para falar algo que pudesse convence-lo a me deixar investigar o caso “Karin Uzumaki”, juntamente com ele, é claro.

Antes que eu possa falar algo, o mesmo beijar-me com urgência.

Retribuo ao beijo com a mesma urgência, inserindo minha mão por dentro de sua blusa, arranhando de leve seu peitoral. O desejo estava me consumindo toda.

O mesmo se afasta de mim e retira rapidamente sua blusa preta, para logo livra-se da calça e da cueca. Ele não desvia sua atenção de mim um único instante sequer, e isto só faz com que eu fique ainda mais excitada

– Desista dessa ideia, Sakura. Não quero que corra perigo. Você está grávida, caramba – Rosna, cobrindo meu corpo nu com o seu.

Acomodo-o entre minhas pernas, sentindo seu ereção entrar em atrito com a minha intimidade.

Gemo, deliciando-me com os beijos que o mesmo dava em meu pescoço e no vale entre meus seios.

– Sei me cuidar – Afirmo, aproximando minha boca de seu ouvido.

Mordo o lóbulo de sua orelha e o mesmo se arrepia.

Em um gesto rápido e bem planejado, Sasuke segura minhas mãos com uma das suas e as põe acima de minha cabeça. Imobilizando-me.

Ele sorri de lado.

Sua mão livre agarra meu maxilar para que eu não mova a cabeça, então o mesmo me dar um selinho rápido, para logo prender meu lábio inferior entre os dentes, aproveito-me disso e chupo seu lábio superior.

Gememos juntos em coral.

Assim que ele solta meu maxilar, o mesmo agarra meu quadril com as duas mãos.

Respiro profundamente, já sabendo quais seriam os seus próximos movimentos.

Sem cerimônia alguma ele arqueia meu quadril e penetra-me de uma vez só, com força e rapidez.

Grito em deleito, sentindo seu membro pulsar dentro de mim.

O mesmo iniciando uma cadencia rápida e certeira, atingindo sempre os lugares onde eu mais sentia prazer.

Envolvo sua cintura com minhas pernas e abraço-o com força, enterrando meu nariz no vão de seu pescoço, já sentindo meu corpo convulsionar, pronto para liberar meu gozo.

Sinto as paredes de minha vagina irem comprimindo ainda mais seu membro, fazendo meu baixo ventre se contrair com força. Sinais claros de que meu orgasmo estava mais que perto.

Sorriu, pronta para gozar ruidosamente, mas como que para me tortura, ele diminuí a cadencia.

– Sasuke... – Choramingo, sentindo meu corpo protesta pela interrupção de meu orgasmo.

– Prometa que não vai se meter no caso da Karin – Ordena, com a voz rouca de desejo.

Seu hálito refrescante bate contra meu rosto e isso desarmas minhas defesas.

– Sasuke... Eu... Quero ajudar.

Ele move-se rapidamente, pegando-me de surpresa.

Aperto-o contra meu corpo, recebendo os impactos de suas estocadas furiosas.

Sinto que irei gozar logo. Até que ele diminuí mais uma vez o ritmo das estocadas.

– Nãooo – Protesto, frustrada.

– Você só irá gozar quando prometer não se envolver no caso da Karin – Diz, retirando e colocando lentamente seu membro dentro de mim.

Puta merda, penso, irritada com ele e com suas artimanhas para conseguir o que quer.

– Isso não é justo ! – Exclamo, separando meu corpo um pouco do dele.

Percebo que estamos suados, quentes e bem grudentos.

– Eu sei que não é justo, agora prometa.

Faço cara de choro e graças a isso o mesmo me dar um belo tapa na bunda.

– Sasuke – Exclamo surpresa e com um lado de minha bunda doendo, remexo-me rapidamente, mais paro bruscamente, sentindo seu pénis mover-se ao ritmo que tento mexer-me.

Ele dá seu famoso sorriso de lado, mas no mesmo instante fica sério.

Beijo seu ombro, pescoço, bochecha e por último seus lábios. Sua língua invade minha boca com agressividade.

O mesmo estava tão ou mais faminto que eu, mas graças ao seu orgulho e a sua superproteção ele não me deixaria sair vencedora, então, minha única saída era ceder por hora.

Assim que nos separamos, beijo mais uma vez sua bochecha e então aproximo minha boca de seu ouvido.

– Eu prometo...

Antes que possa continuar, sinto o mesmo sair de dentro de mim e entrar com tudo. Nossos corpos se chocam, fazendo aquele barulhinho sensual.

Jogo a cabeça para trás e permito-me gemer seu nome repetidas vezes, arranhando suas costas com minhas unhas bem feitas.

Eu tinha planejado seduzi-lo e faze-lo aceitar que eu me envolvesse no caso “Karin Uzumaki”, já que nestes dias que se passaram ele evitava falar comigo sobre esse assunto, mas como o tiro saiu pela culatra, graças a essa sua obsessão de me manter sempre em segurança, meu plano fora por água abaixo. Então eu ter passado 2 horas no SPA daqui não valeu de muita coisa, a não ser para me deixar bonitinha.

Com cinco estocadas rápidas, profundas e bem certeiras, gozamos juntos, um chamando pelo nome do outro.

Eu amo demais esse homem !

[...]

Acordo um pouco enjoada, então levanto mais cedo, deixando na cama um Sasuke nu, incrivelmente gostoso.

Coloco um roupão de seda verde musgo.

E assim que saio da cama percebo que o mesmo agarra meu travesseiro e o cheiro, este pequeno ato aquece meu coração.

Vou em direção a cozinha sorrindo bobamente.

Estava tudo escuro, mas mesmo assim consigo não esbarrar em nada.

Acendo a luz da cozinha e com cuidado pego a chaleira que estava dentro do armário, na parte superior. Encho-a de água e coloco-a no fogo, afim de fazer o chá que Amaya me ensinou para melhorar meu enjoou.

Caminho de um lado para outro, pegando ervas para o chá, geleia e pães para fazer torradas.

Se vou tomar chá, acho melhor comer algo também, penso preparando as torradas e lembrando-me que sexo abre o apetite e que é bom eu está bem disposta para enfrentar minha ida ao hospital hoje, para iniciar meu pré-natal com Tsunade.

Estou tão distraída quem nem percebo quando Sasuke entra na cozinha.

Seus braços fortes envolvem minha cintura, fazendo com que eu me sobressalte, mas assim que sinto seu cheiro, relaxo.

– Tudo bem ? – Pergunta, depositando seu queixo em meu ombro, olhando atentamente o que eu fazia.

– Sim, só com um pouco de enjoou.

Viro-me e encaro intensamente o mesmo, principalmente por causa de sua quase nudez – ele estava só com uma boxe vermelha.

Sorriu e dou-lhe um selinho caloroso.

– Posso fazer algo para melhorar seu enjoo ?

Sorriu marotamente, acariciando seu rosto de contornos marcantes.

– Sim. Fica aqui comigo – Peço fazendo bico.

Ele sorri e afirma positivamente.

A chaleira apita, então afasto-me dele relutantemente e coloco as ervas na água fervente.

– Você me acompanha no meu lanchinho da madrugada ?

– Mais é claro – Responde.

Retiro a chaleira do fogo e coloco-a na pia.

Pego no armário xicaras de porcelana, pratos também de porcelana e vejo pelo canto de meus olhos Sasuke se sentar à mesa.

– Não quero açúcar no meu chá – Resmunga, encarando-me.

Reviro meus olhos, para logo sorri.

– Já sei Senhor-Não-Gosto-De-Doce. Pode ficar tranquilo que não sei eu quem irá adoçar sua vida – Brinco.

Ele sorri e vem em minha direção com passadas verdadeiramente felinas. Exalando sensualidade.

Fixo minha atenção em seu peitoral definido, onde se tinha alguns arranhões, arranhões esses que fora eu quem causei, puramente para dar-lhe mais prazer na hora do sexo. E pelas expressões que ele fazia, o mesmo com certeza gostava dessa minha “selvageria”.

– Você já adoça minha vida, então não precisa adoçar meu chá também – Retruca, envolvendo-me em seus braços.

– Hum... Se você falar mais meia dúzias de coisas assim, eu vou acabar me apaixonando.

Ele solta uma risada brincalhona que é mais contagiante do que risada de bebê.

E naquele momento, sem brigas, sem Karin, sem inimigos, eu me permito esquecer tudo isso e me focar no homem maravilhoso, ciumento, possessivo e incrivelmente controlador que me abraçava apertadamente.

Ele como todo ser humano tem milhares de defeitos, mas também milhares de qualidades. E eu como a uma mulher apaixonada que sou, amo cada defeito e cada qualidade dele.

Notas finais
Espero que tenham gostado. Fiz com carinho para vcs, meus amados leitores *-* Mais uma vez desculpem pela demora. Beijinhos !!