Hope to find my way

9 You the better half of me


Notas iniciais
Hello my Sunshine, como vão? Bem, como viram e perceberam demorei para posta, peço desculpas, problemas complexos que não podiam ser desviados e nem burlados. Bom vocês me surpreenderam mais uma vez 19 comentários dessa vez, estou muito contente. Tive tantos favoritos que perdia a conta, e bem eu sempre dedico um obrigado especial a quem favoritou e com eu não tenho nomes exatos vai ficar em anônimo, mas saibam que esse obrigado é para todas que favoritaram sem exceções. Um obrigada especial a " Duda Tinista e Sweet Seduction" pelas recomendações, com elas ganharam 2 capítulos bônus. Infelizmente só vão ter dois bônus, pois não tem mais nada para colocar em outros, não dá mais para prolongar o fim. Esse ainda não é o capitulo bônus, só a partir do próximo. . . Good read.

Os dias passaram rápido. A neve que a um mês atrás caia cedeu lugar ao sol quente de verão.
A cada dia que se passava Leon e eu ficavamos mais unidos e mais fortes. Continuavamos os mesmos de antes, somente o sorriso que se desenhava e marcava visivelmente nossos rostos era diferente. Quem diria que a garota desiludida no amor, convivesse tão bem com ele.
A alguns dias atrás, no noticiario local, uma das reportagens nos chamou a atenção: O afogamento de alguns pessoas enbreagadas no rio de uma das chacaras da cidade, e com elas, se encontrava German, que estava desaparecido desde uma semana antes do Natal, como previamos não nos surpreendeu. Todos dentro daquele casa respiraram fundo, como se um enorme peso tivesse sido tirado. De certa forma, isso poderia ser considerado um ato horrivel, ficar aliviado com a morte de alguém, mas essa talvez seria a unica forma de nos vermos finalmente livres, uma liberdade que esperavamos a tempo, e com muito custo chegou.
(...)
Agora, perante ao começo das aulas, cada vez mais pavoroso com o passar dos anos e séries e ainda me pergunto o que vem depois, depois do terceiro colegial, e até agora sem nenhum sinal da resposta. O tempo não passa, ele simplesmente evapora, ainda me lembro como se fosse ontem eu começando o ensino fundamental, e ele não para, passa cada vez mais rápido e cada vez mais dificil de ser acompanhado.
Escola nunca foi um problema, com Leon agora iria se tornar um passa tempo. Iriamos ser os quietos invisiveis, com sempre, com nossas próprias conclusões, e questionariamos os professores até nos darem as respostas que queremos ouvir. Amizades escolares não eram minha especialidade, nunca fui sociavel, porém preferia assim, várias vezes pude analizar como seria minha estadia na escola se me juntasse a algum grupo e realmente não foi de se empresionar, falsidade rolava solta.
Dificilmente se encontra alguém que te entende, Leon era minha outra metade,a metade que eu nunca vou ser, a melhor metade de mim, a metade que eu sempre vou precisar.

Better In Stereo
Leon e eu éramos inseparáveis, grandes amigos e fortes paixões.
*(...) meses depois.
Desanimo e despero, com uma ano a mais arcava antecipadamente com as responsabilidades que estariam por vir daqui a um ano. Meu aniversário que planeja esquecer e deixa-lo passar em branco, porém Leon não. Encabulado veio e me entregou um skate com um laço preto dourado. Ele não mudava sua maneira envergonhada de ser, talvez com custo eu o faça se sentir seguro e a vontade, ou esse era só mais uma de sua qualidades meigas de ser, mesmo assim conseguia ao menos tirar um sorriso pleno de seu rosto e olhando nos olhos dele via-se o mesmo sorriso completo. Olhando nos minimos detalhes, os olhos sempre lhe entregam e era imprecionante como algumas pessoas, pessoas raras conseguem sorrir com os olhos e isso me encanta.
Durante toda minha vida fui uma pessoa madura, centrada e pé no chão, vivia na realidade, um simples rosto bonito não era o bastante para me amolecer e em um repentino momento de fraqueza um par de olhos Hazel me desmanchou e me fez esquecer , por um momento, a pressão que vinha de todos os lados nos meus plenos 17 anos.
A hora de descidir e com minha mãe me precionando e me contrariando, começava a ficar nervosa e estressada.
Era claramente obvio que eu não estava pronta para tal decisão, nem sabia se queria ou não toma-la.
Eu, no momento, me encontrava no sofá com minha mãe ao meu lado me dizendo sobre as vantagens das melhores profissões promissoras. "Promisor", sempre odiei essa palavra.
Naquela situação tudo que eu via se tornou, aos poucos, cinza e embaçado, tudo que eu ouvia eram murmurios, uma tontura que já estava me enjoando.
Sem intensão, mas por necessidade, deixei-a falando sozinha e meio zonza subi as escadas rápidamente — um ato imbecilpara todos os efeitos pois tudi piorou, mas precisava me deitar no escuro e selencioso quarto trancado.
Eu tinha enchaqueca intoleravel e grave desde meus 12 anos, quando começei com meus problemas mais complexos e a passar mais nervoso. Era também intoleravel a claridade, e agora com o sol escaldante ficava com dor com mais frequencia.
Depois de minutos , menos tonta, me levantei e calmamente e sem fazer movimentos bruscos para abrir as portas da varanda juntamente com as cortinas bege.
A noite estava fria e no ar havia uma brisa carregando consigo o cheiro de grama molhada. A pouco tempo, eu havia tomado banho quente, e me agasalhei com meu simples pijama de calsa leguie, regata de renda preta e um moletom creme.
Voltei para cama e minutos depois quase nem percebi meu Leon discreto pular para dentro da varanda . Com uma olhada leve, percebi o mesmo com um sorriso estranho e mão na nuca, meio que se desculpando silênciosamente pelo barulho. Leon estava com seu tipico pijama de calça de moleton e camiseta, seus cabelos molhados se destacavam, uma aparencia angelical que impossivelmente passaria despercebida.
Ele se aproximou e sentou-se encostado na cabeçeira da cama sorrindo, e eu só o olhava com espressão vazia, quando se encostou em mim ficou sério e juntou as sobrancelhas de preocupação.
Leon voltou foi e voltou de seu quarto com um raio, trazendo consigo um termometro e o colocando prontamente na minha boca sem me deixar protestar.
Cinco minuntos depois ele o retirou e arregalou os olhos. Minha intensão era fazer uma espressão confusa mais acabou se contorcendo em uma cara de dor.
– Quarenta graus de febre — Leon disse baixo, e meolhou ainda mais preocupado, se levantou e desceu as escadas, eu estava vegentando, não podia me mexer que um dor horrivel me atingia na cabeça, permaneci quieta e podia ouvir Leon conversando com minha mãe no andar de baixo. Logo ele voltou trazendo uma bolsa termica de gelo e anagésicos. Ele me deu, se sentou de novo e me puxou para deitar minha cabeça em seu colo, e o mesmo apoiava de leve a bolsa de gelo sobre minha testa.
– Tire a blusa de moleton, você está ensopada de tanto suor.- disse-me preocupado, porém eu estava tremendo.
–Mas estou com frio — disse e Leon preocupou-se mais.
– O que você aprontou?- ele disse baixo, em um tom que não fazia minha cabeça latejar.
– Eu tenho enchaqueca, e acho que tive uma crise, acontece quando fico muito na luz forte do sol, ou por estress...- sussurando, contei a ele todo o ocorrido de mais cedo.

Notas finais
You have a good Reading? Bem, queridos, comentem bastante, tenho uma meta para terminar essa história com mais de cem comentários, realizem essa bobeira minha, com pelo menos 15 coment's. Favoritem também e mesmo que com recomendações não venham capítulos bônus, recomendem okay, me deixem saltitante. Leitoras fantasma, deixem de preguiça e comentem, seus dedos não irão cair. Até mais my honey.