Notas iniciais
Agradeço quem acompanhou a historia, mesmo quem não enviou o review rsrs
Beijos ♥

Após deixarem a Maternidade, Byakuya convidou Kori para almoçar em um restaurante ali perto que ele costumava ir quando era mais jovem. Ele não quis dizer que era com a ex-mulher, mas Kori entendia que poderia ser isso. O que era bobagem, pois ela não sentia ciúmes do passado dele. Talvez somente um pouquinho. Mas o que interessa não era o presente? E claro, o futuro também.

E era justamente isso que estava preocupando-a agora.

Eles ficaram um tempo no bar aguardando uma mesa ser liberada. Kori pediu um suco de maçã. O que era totalmente fora do comum, ela sempre pedia alguma bebida alcoólica. Byakuya questionou sobre isso, mas a ruiva desconversou. No almoço, ela pediu sopa e salada. Além de peixe. Se o moreno antes estava curioso, agora ele ficou preocupado. Kori insistiu que não era nada importante. Apenas estava com vontade de comer algo saudável. Ele não quis ser insistente, por tanto, aceitou a resposta dela.

– Preciso fazer uma viagem. – Byakuya disse quando a sobremesa chegou. Ele aceitou apenas acompanhar Kori numa taça de sorvete com creme. – Vou para a China. Talvez fique lá algumas semanas. Um prédio será implodido para ser construído outro mais moderno. É muito importante para a empresa esse negócio.

– Entendo. – A ruiva ficou mexendo a colher no sorvete, sem ao menos colocar um pouco na boca. Byakuya perguntou se havia algo errado com a sobremesa, porque para ele estava muito boa. Mesmo não gostando muito de doce. – Está ótima.

– Você sequer experimentou. – Ele deixou a colher de sobremesa. – O que está acontecendo? Você nem parece mais a mesma.

– Não gosta de mim assim?

– Eu não quis dizer isso. – Ele pediu café e Kori desistiu do sorvete. – Parece distante. Ainda é sobre o escritório? Seu consultório?

– Não. Não é. Eu estou bem. – Ela sentiu-se enjoada. Não queria passar mal naquele lugar. Pediu para Byakuya levá-la para casa então. Mas a casa dela e não o apartamento dele.

Quando chegaram, a sala já estava limpa. Aquele foi o último dia da reforma. O cheiro de tinta fresca a deixou enjoada, e quando retornou do banheiro, Byakuya insistiu para que ela ficasse em seu apartamento até o local ficar mais agradável para morar. Kori recusou. Queria ficar sozinha.

Mesmo contra vontade, Byakuya foi embora. Kori deitou na cama, acariciando sua barriga. Passou a noite na mesma posição, sem dormir. Pela manhã ela dormiu, quando o telefone tocou. Ela deixou a secretária eletrônica atender.

Era Ayame, desesperada para saber notícias de Mariko e também se Kori iria mesmo trabalhar na mudança, pois conseguiu uma empresa para fazer o transporte.

A ruiva se levantou rapidamente da cama para atender a ligação. Pediu desculpas diversas vezes a secretária. Pois durante toda essa confusão ela deixou o celular desligado e esqueceu-se do mundo. Afinal, passou tanto tempo ocupada com o problema dos outros, que nunca tinha uma chance para realmente cuidar de si própria.

Tomou um banho e saiu de casa. Encontrou Ayame na portaria do prédio.

– Chegou antes de mim?

– Sim. Eu achei melhor vir logo para ajudar no que for preciso.

– Me lembre de aumentar seu salário quando isso tudo passar?

– Com certeza eu lembrarei.

Elas subiram as escadas porque o elevador estava em manutenção aquela manhã. Kori e Ayame desembalaram os livros que a ruiva havia guardado. Organizaram a recepção também. A mulher que era responsável pela limpeza e estaria de folga aquele dia para ir ao médico. Kori agradeceu novamente Ayame por resolver mais um problema.

No hora do almoço, Kori decidiu ir no restaurante ali próximo. Eles faziam ótimas saladas, além de ter frutos do mar. No caminho de volta ela sentiu-se mal. Kori até conseguiu chegar ao consultório, deixando Ayame muito preocupada. A secretária ligou para um médico.

Mariko achou estranho que o celular de Kori estava caindo sempre na caixa postal e que o telefone de sua casa ou do consultório só chamava, ninguém atendia. Ela mandou Grimmjow ligar para Byakuya. Mas Kori não estava com ele.

– Vai ver ela não quer atender o telefone.

– Não seja idiota! Ela sempre atende o telefone. Kori não iria abandonar o trabalho à toa. – Mariko tentou novamente, e nada. Grimmjow foi tomar um café, estavam aguardando a liberação do médico para irem para casa. Assim que o médico assinou a alta, eles foram embora. Mariko pediu para Grimmjow passar na casa de Kori antes.

– Eu levo vocês dois para casa e depois vou lá ver como a Kori está.

– Mas eu quero agora. – Mariko fez bico. Makoto dormia no seu colo, ambos no banco de trás do carro.

– Nem adianta fazer chantagem. Quero vocês dois em casa agora!

Eles não discutiram mais. Como prometido, depois de deixá-los em casa, Grimmjow foi até o apartamento de Kori, mas ninguém o atendeu. A essa altura, Byakuya já estava preocupado. Eles se encontraram em um café próximo ao apartamento dela. Decidiram se separar para procurar em vários lugares. Mariko no celular tentava dar palpites de onde Kori poderia estar.

– O que ela falou na ultima vez que se viram? – Grimmjow estava dirigindo com o viva voz do celular ligado. – Brigaram?

– Não. Pelo menos eu acho que não. Ela queria ficar sozinha. Estava estranha.

– Estranha do tipo, vou me jogar da ponte? Ou estranha como alguém que precisa de um gato?

– Nada do que você disse faz sentido. – Byakuya estacionou o carro e saiu do veículo. Estava de frente a loja de doces que Kori mais gostava. – Ela não esta aqui. Eu não sei mais onde procurar. Vou a polícia.

– E eu nos hospitais.

Byakuya não respondeu nada. Ele não esperava que fosse algo grave o suficiente para ter que recorrer a policia, mas era necessário. Já estava pronto para ser recebido pelo oficial responsável quando recebeu a ligação da secretária de Kori.

Ayame explicou que estava até agora no hospital com a chefe. Ela passou algumas horas em observação até os exames ficarem pronto e que agora já estavam na casa dela. Byakuya pediu desculpas para o policial e esclareceu a situação toda. Ele ligou para Grimmjow e informou que estava indo imediatamente para a casa de Kori. Chegando lá, Ayame abriu a porta e pediu desculpas por não avisar antes, já que foi um pedido da própria chefe.

Byakuya entregou um dinheiro para Ayame pegar um táxi, porque ela estava dirigindo o carro de Kori. Assim que a secretária foi embora, o moreno foi até o quarto onde Kori estava deitada na cama descansando.

– Posso entrar?

– Já entrou. – Ela disse, com a voz baixinha.

– Eu fiquei tão preocupado. Por que não me avisou onde estava? – Byakuya sentou-se na cama, devagar para não incomodá-la.

– Não queria te atrapalhar.

– Você não me atrapalha. – Byakuya observou os exames sobre a mesa de cabeceira, mas achou indelicado pegá-los. – O que aconteceu para você ir até um hospital?

Ela se virou, ate então estava de costas para ele, encarando o guarda roupa.

– Pegue o envelope e veja.

Ele pegou e abriu o envelope. Alguns exames eram de imagens. Byakuya não entendia muita coisa, senão que aquilo era uma ultrassonografia. Os outros exames eram de sangue e alguns papéis apenas do hospital. Ele leu com atenção o exame.

Quando Byakuya terminou a leitura, Kori não pode ver como foi a reação dele. Sentia medo de ver decepção em seus olhos, por isso continuou deitada, dessa vez puxou o travesseiro para apertá-lo. Ela fechou os olhos, aguardando o que quer que ele fosse falar.

No entanto, Byakuya nada disse. Kori sentiu a mão de Byakuya tocar seu ombro e depois as cotas. Ele a abraçou e deitou na cama, acariciando a barriga de Kori. Ficaram assim, em silêncio. Kori acabou dormindo nos braços de Byakuya. Ele a cobriu com o cobertor e foi até a cozinha. Preparou um chá e ligou para Grimmjow, já havia mais de dez chamadas não atendidas.

– Ela está bem. – Depois de ouvir a voz ameaçadora de Mariko que cortava a de Grimmjow, ele desligou. Voltou ao quarto e após tirar os sapatos, deitou novamente ao lado de Kori. Byakuya a abraçou, demorou para dormir. Em sua cabeça, os pensamentos eram rápidos. Era ansiedade, medo, mas principalmente felicidade. Ele queria muito dizer isso a Kori. O quanto a amava por lhe dar um filho.

De manhã, quando Kori acordou, ouviu um barulho vindo da sala ou cozinha. Ela não conseguia saber o que era. Foi ao banheiro e se olhou no espelho, ao contrário do dia anterior, pálida e com olheiras, agora ela estava corada. Sentia-se muito bem. Ouviu Byakuya lhe chamar e ela saiu do banheiro.

O moreno estava segurando uma bandeja cheia de coisas para comer.

– Fiz ovos mexidos, torrada, suco e chá.

– Eu nem sabia que tinha ovos na geladeira. – Kori pulou na cama e Byakuya arregalou os olhos pedindo para ela tomar cuidado. – Um pulinho a toa não vai me fazer mal.

O moreno deixou a bandeja sobre a mesa de cabeceira. Ajeitou os travesseiro para Kori ficar mais confortável. Ela riu de tudo aquilo, mas não podia negar que estava gostando do tratamento.

– Li uma vez que é muito importante o café da manhã, para a mãe não ficar enjoada.

– Quando andou lendo sobre maternidade?

– Foi um artigo no jornal mesmo. – Ele voltou a cozinha para buscar os bolinhos que estavam no micro-ondas. Kori estava cheia, mas comeu tudo. Era o mínimo que poderia fazer com todo aquele agrado. E como era de se esperar, ela vomitou tudo depois.

Byakuya queria levá-la novamente ao médico, mas Kori conseguiu tranquilizá-lo.

Os dois estavam sentados no chão da sala, assistindo televisão. Na verdade, Kori prestava atenção na televisão e Byakuya assistia a barriga dela.

– Pare de me olhar assim. Estou me sentindo uma extraterrestre sendo estudada. – Kori se levantou, iria tomar banho para trabalhar. Os clientes da manhã foram cancelados, mas ela não poderia cancelar com mais ninguém, ou perderia seus clientes.

– Será que é prudente continuar trabalhando? – Byakuya a seguiu até o quarto. Ele estava apenas preocupado com a saúde de ambos. Kori entendeu isso.

– Gravidez não é uma doença contagiosa. Eu vou trabalhar até quando puder. – Kori ligou o chuveiro. Ela não queria ser grossa, era melhor evitar discussão. – Prometo reduzir minhas horas. Talvez eu contrate mais alguém. Tem uma colega da faculdade que entrei em contato há alguns dias. Posso ver se ela ainda está disponível.

– Assim eu fico mais tranquilo.

Byakuya deixou o banheiro e fez algumas ligações importantes e desligou o celular quando Kori já estava pronta. Levou-a até o consultório prometendo voltar para buscá-la. Como prometido, ele estava lá às seis horas em ponto. Ainda teve que aguardar mais um pouco porque Kori estava arquivando alguns documentos de pacientes.

– Me prometeu que iria reduzir as horas de trabalho. – Ele entrou na sala com um copo de café, entregando para a ruiva.

– Sim. Eu vou. Mas somente quando contratar alguém para ajudar. Falei com Mariko hoje, e ela disse que em três meses já estará pronta para trabalhar, porque não aguenta mais ficar em casa. Apesar de querer ficar grudada no Makoto.

– Imagino que eles vão contratar uma boa babá para ficar com ele.

– Sim. Uma velha e feia de preferência. Sabe como é. – ela riu, recordando-se de Mariko no telefone.

– Nós teremos também uma babá velha e rabugenta? – Ele a abraçou e tocou em sua barriga, aquele já estava sendo um gesto incontrolável.

– Não se você for bonzinho. – Kori afastou-se dele e caminhou até sua cadeira para buscar a bolsa. Ela vestiu o casaco e pegou as chaves. Apagou as luzes da sala e Byakuya a acompanhou até a saída. – Mariko nos convidou para jantar essa noite na casa dela.

– Você quer ir direto para lá, ou passar em casa antes?

– Quando você diz “ir em casa” quer dizer a minha ou a sua? – Eles entraram no elevador.

– Como assim? – Byakuya pegou a bolsa das mãos de Kori, ela girou os olhos, porque nem estava pesada para que ele pegasse. Mas não recusou a ajuda.

– A sua casa ou a minha casa.

– A nossa casa. – Ele disse quando saíram do elevador.

– Certo. Vamos para a nossa casa e depois compramos uma sobremesa para levar ao jantar.

Ela o beijou no rosto e eles caminharam até o estacionamento. Foram para o apartamento dele, deles. Kori tomou um banho e saiu do banheiro enrolada numa toalha. Como ela não levou muitas roupas para lá, não havia tantas opções para escolher. Vestiu um vestido e penteou os cabelos, prendendo-os com uma fivela de cabelo.

Já estava pronta, em menos de uma hora. Byakuya a aguardava na sala. Estava no telefone e Kori pode ouvir só um pouco da conversa. Ele dizia algo sobre a China.

Quando sentiu sua presença, o moreno desligou. A ruiva desceu as escadas e foi até a poltrona onde Byakuya estava. Ela sentou-se no seu colo e o acariciou no rosto, mexendo nos fios de cabelo negro.

– Você está bem para sair?

– Sim. Nada iria me prender aqui. Quero ver meu sobrinho. Abraçar ele e mimar muito.

Byakuya segurou a mão de Kori, e beijou-a. Ela adorava todo aquele cavalheirismo dele. Acreditava que jamais conheceria um homem assim, apenas em sonhos, na sua imaginação. Mas ele era real e estava ali para realizar seus sonhos.

– Antes de ir. Eu tenho uma pergunta a fazer.

– Diga.

Byakuya fez um pouco de suspense e não disse nada. Kori não gostava de surpresas, não as que ela não organizava.

– Veja no bolso do meu paletó.

– O que tem nele? – Ela enfiou a mão por dentro do paletó do moreno e caçou o que quer que fosse nos bolsos. – Para que tantos bolsos?

Ela o amassou completamente durante sua caça, mas Byakuya não reclamou. Até que finalmente encontrou. Kori não sabia o que falar, segurando o anel com uma pedra brilhante. Byakuya pegou o anel e colocou-o no dedo anelar.

– Você disse que ia me perguntar algo. – Ela ergueu a sobrancelha, aguardando o pedido oficial.

– Sim. É verdade. – Byakuya continuou segurando sua mão. – O que você acha de nos mudarmos para uma casa? Apartamento não é um lugar muito seguro para crianças. Eu cresci em uma casa com quintal e jardim. Acho mais saudável também. Apesar de termos um parque do outro lado da rua.

– Tá brincando comigo? – Ela lhe deu um tapa no ombro. – Só isso você tem para me perguntar?

– Você quer casar comigo? – Perguntou, beijando-a na mão.

– Agora eu não quero mais. – ela fez bico.

– Assim terei que devolver o anel.

– Por quê?

– Precisa aceitar para ficar com ele.

– Ok. Ok! Eu aceito.

– Só pelo anel?

– Não. Claro que não. – Ela o beijou nos lábios. – Esse apartamento é lindo também.

Byakuya sorriu. – Mas dessa vez, nada de ilha paradisíaca.

– Certo. Posso me contentar com Paris.

Mariko ligou para avisar que a comida queimou no forno e por isso iriam jantar algo que Grimmjow ia comprar num restaurante lá perto. Kori se levantou apressando Byakuya, já que estavam atrasados. E claro, deveriam antes comprar a sobremesa.

Mariko abriu a porta com Makoto no colo. Grimmjow não estava lá.

– Mandei ele fumar bem longe daqui. – Kori colocou a torta na geladeira e voltou para a sala, pegou o bebê no colo. Ele começou a chorar. A ruiva fez bico, triste e entregou Makoto para a mãe. – Se vocês quiserem beber algo, fiquem a vontade e podem se servir. Eu estou proibida de chegar perto de álcool.

Kori serviu Byakuya com whisky, ela preferiu pegar suco de melão na geladeira.

Grimmjow chegou alguns minutos depois, com algumas sacolas na mão. Colocou tudo em cima da mesa. Mariko brigou com ele, porque não era para bagunçar a mesa e sim para arrumá-la para o jantar.

Makoto voltou a chorar e Kori decidiu pegá-lo novamente no colo. Ele se acalmou.

A ruiva sentou-se ao lado de Byakuya no sofá.

– Quer pegar ele?

– Acho que eu não saberia como fazer isso.

– É só segurar com cuidado. – Ela estendeu os braços. Byakuya não estava muito seguro de fazer isso, mas o fez. O bebê voltou a dormir. – Viu? Não é difícil. Se até o Grimmjow consegue.

– Hey! Eu ouvi isso. – Ele resmungou com os pratos na mão, arremessando-os depois na mesa. Mariko levou Makoto para o quarto, colocou-o no berço com cuidado e retornou.

– Finalmente um descanso. – Ela sentou-se na cadeira. Estava faminta, lembrando que não comeu nada durante todo o dia. – Trouxe o meu de camarão?

– Não. Não tinha camarão.

– Eu só peço uma coisa para você. E você não traz?

– Acabei de falar que não tinha camarão. O que você quer que eu faça? Vá pescar um camarão?

– Deveria. Afinal eu mereço. Depois de toda aquela dor que senti. E olha que ainda dói.

– Você vai passar o resto da vida falando nisso?

– Vou!

– Ótimo. – Grimmjow olhou para Byakuya. – Eu quero ir para a China com você!

– O QUÊ? – A loira gritou. E começou uma discussão. – Você não pode me deixar aqui com o Makoto. Largar a gente e ir para a China. E depois? Para onde vai? Mongólia? Paquistão? Por que você não vai pro inferno?

Kori se levantou e foi para o quarto ao ouvir o choro de Makoto. Byakuya achou melhor ficar na companhia de Kori, já que não teria nenhuma chance de ajudar a apaziguar os ânimos do casal. Ele entrou no quarto e encontrou Kori sentada na cama com Makoto em seus braços, cantando uma música. Ela não parou de cantar. Byakuya sentou-se ao seu lado.

– Quando nos conhecemos. Você disse que eles formavam um casal perfeito.

– E eu continuo achando que formam.

– Kori. – Ele sussurrou. – Você é tão otimista minha querida. Mas eu a amo mesmo assim.

– Mesmo se eu ficar igual a Mariko depois que nossa filha nascer?

– Filha? Como pode saber se será mulher?

– Intuição. – Ela sorriu.

Byakuya não respondeu a outra pergunta, afinal, não sabia a resposta.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!