Honeymoon

6 A tempestade


Notas iniciais
Vocês não sabem como foi difícil escrever um hentai do Byakuya. Eu só consigo ver ele com o Renji. Mas a personagem Kori conseguiu dar um jeito nessa visão. Vai lá ruivona, uhuuu!

Byakuya seguiu em direção as luzes do hotel, o qual ainda dava para visualizar perfeitamente, mesmo sob aquela chuva. Os chalés ficavam logo na beira da praia então só precisavam encontrar o que eles estavam hospedados. Por sorte, não foram muito longe. Além de que, havia algo que diferenciava dos demais. Era o único com o teto virado para a praia, enquanto os outros eram arredondados.

Os dois pararam na varanda, e olharam para a praia, mas desse lado da ilha não dava para enxergar nada, senão a luz do farol numa ilha próxima, que sinalizava para os navios.

Byakuya virou-se para Kori. Ela estava completamente molhada, a camisa que emprestara colava em seu corpo, a essa altura totalmente transparente, deixando os seios a mostra, além das pernas de fora e parte do quadril também. Ela tremia, mais ainda da vez que entrara no mar. Os lábios arroxeados, mas sorridentes. Estava se sentindo bem, mesmo com frio.

Kori passou as mãos nos cabelos, espremendo-os para tirar o excesso de água, assim não molharia tanto o chão quando entrasse. Byakuya fez o mesmo com seus cabelos negros, porém sem a mesma facilidade. Estava também com frio, e o corpo congelado, as calças ensopadas, coladas nas pernas. O peito desnudo, a pele fria e arrepiada.

O moreno tirou o sapato que usava, e deixou-os no canto. Olhou para Kori, que já estava descalça, dizendo um sinto muito pelas sandálias dela, reforçando a promessa de que lhe daria outras.

A ruiva pediu para que ele esquecesse disso, mesmo ela lamentando por dentro a perda da sua sandália nova e abriu a porta com cuidado para não incomodar o casal que aproveitava a noite de núpcias. Ou, era o que deveriam estar fazendo, porém estava tudo escuro lá dentro. Se não fossem as lâmpadas da varanda acesas, acreditariam que a energia havia ido embora.

Kori foi na frente, andando nas pontas dos pés, como se amenizasse algum som, mas o barulho da tempestade no telhado provocava mais barulho que outra coisa, abafando a sua chegada.

Ela parou na frente da porta do quarto que hospedava, o do outro lado era a porta do quarto de Byakuya. Ficaram alguns segundo estáticos, um olhando para a cara do outro, como se estivessem esperando algo acontecer, não dava para ignorar o que acontecera há pouco. Byakuya pareceu fazer tudo aquilo se tornar mais fácil, até mesmo para ele. Abraçou novamente a ruiva, encostando-a na porta, roubando-lhe novamente um beijo. Mas agora era possível sentir com mais prazer os lábios dela, sem a chuva para atrapalhar.

Roçou os lábios nos dela. Já fazia algum tempo que não se entregava tanto num simples gesto de carinho, como um beijo. Pressionou mais o corpo dela contra a porta, quando o beijo já não mais parecia ser suficiente para acalmá-lo. Sentia um gosto salgado e o cheiro do mar ainda impregnado na mulher. As línguas se moviam sensualmente dentro e fora da boca. Byakuya a beijou no rosto, passeando com a língua na pele fria, até o pescoço.

Ouviram um barulho vindo da cozinha, uma luz se acendeu. Até agora estavam sobre a luz dos relâmpagos do céu que iluminava as janelas do chalé. Byakuya olhou pelo pequeno corredor que dividia os dois quartos da sala e o restante do ambiente.

Grimmjow abriu o frigobar da cozinha, e ficou olhando o que tinha lá dentro. Algumas frutas, garrafas de água e uma de champanhe, outra cortesia do hotel pelo casamento. Ele não pensou nem um segundo, abriu a garrafa de champanhe, ainda bem que estava trovejando, assim Mariko não ouvia o estouro que se fez. Ele bebeu metade da garrafa de uma vez só, precisava mesmo era de algo forte, como não tinha, ia aquilo mesmo. Separou algumas frutas para a mulher, numa bandeja. Até o final daquela viagem, com certeza, ela o deixaria louco.

Ele ouviu um barulho de porta batendo, deixou as coisas em cima da bancada de mármore e foi até a sala. A porta da varanda batia. Ele soltou um palavrão, reclamando da tempestade, que molhou todo o chão da sala e quase escorregou, fechando a porta e trancando-a em seguida. Pegou as coisas da cozinha, antes bebeu todo o resto da champanhe, esperava que Mariko já estivesse dormido pra não sentir o cheiro da bebida em sua boca, ou ia escovar os dentes antes de deitar de novo.

Assim que ouviram a porta da varanda abrir com a força do vento, Kori abriu a porta de seu quarto e puxou Byakuya para dentro. Virando e empurrando o moreno de encontro à cama macia. Ele caiu, e tencionou se levantar, porque iria molhar todo o colchão, mas a ruiva não parecia se importar com isso.

Ela ajoelhou na cama, engatinhando pra cima dele, impedindo-o de erguer o corpo. Inclinou então o rosto, beijando-o no queixo, depois no pescoço. O calor do corpo de ambos retornava. Kori mordiscou o peito de Byakuya, ele não reclamou, mas a ruiva sentiu um movimento involuntário, sorriu, estava conhecendo os pontos fracos dele.

As mão de Byakuya bem presos ao quadril feminino, apertando os dedos na carne ainda um pouco fria. Moveu o próprio corpo um pouco para cima, assim ajudava Kori, que tirava suas calças com certa dificuldade, porque como o tecido estava molhado, ficava mais difícil de puxar.

Ela comemorou com um até que enfim. Sorrindo para o moreno que se sentou na cama, desconfortável com a ideia dela começar tudo sozinha. Kori ficou de pé, em frente à cama, que era bem alta, então os olhos de Byakuya alcançavam a altura dos seios dela. A camisa branca transparente deixava as formas dos seios grandes ainda mais evidentes e convidativos. Por último ele notou que ela abotoara a camisa totalmente errado, o primeiro botão na casa debaixo, deixando a peça torta no corpo dela. Estava engraçadinho. Mas não riu, nem chamou sua atenção para isso. Não precisava, ela iria tirar.

Não é?

Kori abriu o primeiro botão, em seguida os outros. A camisa era grande em seu corpo, ia até um pedaço de seu quadril. Jogou a peça no chão, junto com a calça molhada.

Byakuya levou uma das mãos, tocando-a no pescoço, e a outra na cintura, experimentando a sensação da maciez da pele dela. Abraçou-a apoiando a cabeça entre os seios da ruiva, que mexeu nos fios negros, acarinhando-o com os dedos.

Kori não queria dar uma de psicóloga naquele momento, mas fazia parte dela. E Kuchiki Byakuya era um experimento e tanto. Ele não parecia mais aquele homem sério e distante de antes. Agora era como um garoto, que só queria sentir-se amado talvez. E não podia negar que aquela nova visão do homem, a deixava entusiasmada. Não para tratar dele como paciente, longe disso.

Ela sentou-se no colo de Byakuya, quando teve a oportunidade. Não sentia pressa de nada, estava tão bom conhecê-lo aos poucos, que poderia passar a semana toda trancada ali dentro do quarto.

Eles se beijaram demoradamente, as bocas se completavam de forma assustadoramente boa. Como se já fizessem isso várias vezes. Kori tocou-o no peito, explorando o corpo do homem por completo, ela o deitou na cama novamente. Beijando-o, e arranhando a pele branca com as unhas deixando marcas, com certeza ficaria bem vermelho. Moveu o corpo sobre o dele, instigando-o. Desceu as mãos até a boxer tocando-o com mais afobação, impaciente, porque já deviam estar ali há quase uma hora, e o sangue ferveu.

Byakuya fechou os olhos, precisando respirar um pouco mais devagar, soltou as mãos dos cabelos de Kori, quando ela beijava-o no abdômen, não querendo parecer abusado ou dar a impressão errada de forçá-la a alguma coisa. Mas era só ele que estava pensando nisso.

Kori tirou a boxer, ajoelhando no chão, e ergueu a cabeça, só para ver se ele a olhava, mas não. Estava ainda de olhos fechados. O que será que estava pensando? Ela riu, e em seguida acariciou o pênis por um tempo, até tocá-lo com a língua, lambendo todo o membro, e colocando dentro da boca só por um instante, e daí sim. Byakuya mexeu o corpo involuntariamente, soltando o ar pela boca, discretamente.

– Gosta assim? Byakuya. – O moreno ergueu um pouco a cabeça, meio constrangido com a pergunta, nunca sabia o que responder. Geralmente parecia que queriam apenas agradá-lo a qualquer custo. Fazendo elogios ou falando coisas exageradas. Mas não precisou falar nada, porque Kori não olhava mais para ele, só chamou a atenção naquela hora mesmo para que ele a olhasse, e se mexesse na cama.

Ele hesitou por um tempo, mas depois apoiou os cotovelos na cama, dando mais sustentação ao corpo para olhá-la. Os cabelos da ruiva estavam quase secos, com as pontas enroladas, dava um ar mais descontraído.

Kori não estava preocupada com os cabelos, embora os fios caíssem por conta da posição que estava, e ela odiava quando eles iam parar na sua boca. Mas ela jogava de volta para trás, voltando as mãos ao membro, e a língua, para o desespero de Byakuya, ela sabia muito bem o que estava fazendo.

O moreno apertou as mãos no lençol, olhando o que a ruiva fazia, e que às vezes erguia a cabeça com um sorriso carregado de malícia para ele. O que mais o deixava constrangido talvez, fossem as perguntas descaradas dela, só para desconcertá-lo e os elogios que o ruborizava. Não estava acostumado com uma mulher tão falante e sincera. E o melhor era sentir a sinceridade nas palavras.

O Kuchiki soltou um gemido baixo, parecia segurar a todo custo todas as sensações que estava sentindo, mas Kori ouviu o suficiente para parar. Queria poder olhar aquele homem todo sério torturando-se para manter a postura.

A ruiva jogou novamente os cabelos já secos, e enrolados para trás, sentando-se sobre as coxas dele. Byakuya ergue mais o corpo, sentindo já um incomodo nos cotovelos. Kori aproximou a cabeça, para um beijo, mas ao invés disso, ela o mordeu no lábio inferior. Byakuya apertou os dedos nas coxas dela, como resposta, que arqueou o corpo num gemidinho de dor. Ela sentiu a ereção chocar-se com seu sexo, ainda que protegido pela fina renda que vestia. Agarrou-se a ele, sendo levada a mover intencionalmente para frente e para trás. Sorriu, mordiscando o lábio inferior.

Ele subiu as mãos pela cintura dela, apertando-lhe depois os seios, sem muita força. Byakuya mostrava-se ansioso, chupando e lambendo os bicos rijos dos seios, porém ainda mantinha-se delicado, tocando-a suavemente, mas ainda com desejo. Era uma experiência nova para Kori. Talvez não houvesse tantos homens como aquele no mundo.

Ele era gentil e voraz, ao mesmo tempo.

O moreno a deitou na cama, queria poder beijá-la o corpo todo. Acariciava ainda um dos seios, enquanto a outra mão, tirou a última peça que Kori ainda vestia. A ruiva só precisou levantar um pouco o quadril e pernas. Roçando a ponta do pé direito no peito dele.

A chuva ainda caía, não com a mesma força de antes e as luzes dos relâmpagos iluminavam a janela, trazendo luz para os dois na cama.

Byakuya deitou sobre Kori, que o enlaçou pelas pernas, fazendo-o cair de uma vez por cima de seu corpo. Ela riu com o desconforto do homem, ao por as mãos no colchão para se apoiar, mas nem era assim tão pesado, ela poderia aguentar sem reclamar.

– Byakkun? – Kori o chamou, jogando os braços para cima do travesseiro que estava mais acima da sua cabeça. – Pode abrir aquela gaveta ali do lado? – Ele olhou para o criado mudo, dava pra ver uma bolsa ali em cima, e um celular, esticou o braço para abrir a tal gaveta. – Escolhe uma.

O moreno apertou mais os olhos, forçando a visão para enxergar o que tinha ali, quando o relâmpago veio e ajudou a enxergar melhor as embalagens de camisinha guardadas. E aquilo não era cortesia do Hotel, né? Kori fez um bico, perguntando por que ele estava fazendo aquela cara pra ela.

Byakuya fechou os olhos, balançando a cabeça, negando que fazia alguma cara estranha. Ele pegou a primeira que veio a sua mão.

– Quer que eu coloque? – Kori ofereceu ajuda, com aquele sorriso malicioso para o moreno que se sentou ao lado dela, ela até tentou pegar o pacotinho das mãos dele, mas não conseguiu. – Deixa eu fazer.

– Kori-chan. – Byakuya estreitou os olhos, não estava bravo, só um pouco desacostumado, por assim dizer. Quem sabe as mulheres que ele conhecera eram muito frias, ou apenas interesseiras. Talvez eram apenas personagens.

– Ok! Você é o gostosão aqui. – Kori relaxou jogando o corpo na cama, batendo os pés no colchão, balançando tudo. E talvez até dificultando o trabalho de alguém ali do lado, que acabou se levantando. – Sabe do que eu gosto? – Perguntou, despretensiosamente, batendo as mãos no travesseiro.

Byakuya entendeu que ela gostava de falar, e falar bastante.

– O quê? – ele já havia colocado a camisinha, virou-se para ela, ajoelhando na cama. Observou a ruiva a vontade no colchão, o corpo não era magro, ao contrário, tinha formas. Mesmo com pouca claridade, ele ainda podia ver os seios grandes, o quadril largo e as coxas grossas. Ela não era nem de longe parecida com as mulheres que um dia se relacionou, nem por uma noite. Tinha sua independência, liberdade. Não se prendia a contra-gosto.

– Transar na chuva. – Disse por fim, rindo com a falta de resposta. – Calma, não quero ir lá fora não. Tá bom aqui. Eu to falando do barulho da chuva. Vem. – Estendeu a mão, chamando por ele. Byakuya suspirou, ela sempre conseguia desconcertá-lo tão facilmente.

– Vai me pedir alguma coisa impossível? – Ele ouviu a gargalhada, e não se intimidou dessa vez, deitando sobre o corpo da ruiva. Ela estava quente.

– Relaxa. Acho que não vai ser tão difícil você fazer o que eu quero agora.

Kori novamente atou as pernas ao redor dele, mexendo nos cabelos negros, deu algum comentário sobre o fios serem perfeito mesmo depois de uma tempestade, mas Byakuya parecia bem mais concentrado no que acontecia entre seus corpos, apertando-a nas coxas, sentindo os pés dela roçarem suas pernas, mexendo o corpo. Estava louco para possuí-la. Eufórico para sentir o corpo dela contrair embaixo do seu. Ouvir os gemidos deliciosos que soltava por vezes quando a apertava com mais força, e sua voz carregada de malícia, provocando-o.

Byakuya explorou novamente o corpo da mulher, tocando-a intimamente, ela estava excitada o bastante para fazê-lo crer que poderia tomá-la de uma vez. Beijou-lhe os seios e lambeu, enquanto seu corpo era pressionado por ela, como num convite nada sutil para não demorar mais. Mas era mais discreto do que o pedido em voz alta. Só que ao invés de perder tempo, ruborizando com as palavras ousadas da ruiva ao pé do ouvido, achou melhor acatar o pedido.

Kori desprendeu suas pernas do corpo de Byakuya, entreabrindo um pouco mais para deixá-lo à vontade, a fim de ajudar ele, além de erguer também o quadril. Queria rir, mas achou que iria acabar brochando ele caso perguntasse se ele queria mais ajuda. Ah! Era só pra descontrair, ela é boba mesmo.

Mas a vontade de sorrir passou rapidinho, ou aumentou, dependendo do ponto de vista, emoção, etc. Byakuya a abraçou completamente, e penetrou-a, tão cheio de vontade. Enterrando a cabeça na curvatura do pescoço dela, beijando a pele macia, mordicando-a levemente, movendo o corpo para senti-la plenamente.

Kori fechou os olhos, aquele arrepio bom que subiu a espinha lhe causou tremor. Ela puxou os cabelos de Byakuya, arremessando a sua própria para trás no travesseiro, deixando o pescoço totalmente livre para ele passar a ponta da língua. Tão excitado com os gemidos dela, que forçou mais o corpo, queria tê-la completamente, sentir o corpo colar ao dele.

À medida que os movimentos aceleravam, Kori soltou os fios negros, forçando-o a virar com as mãos espalmadas no peito de Byakuya.

O moreno então virou na cama, conforme era dominado pelas mãos dela. Kori sentou sobre ele, apertando os dedos sobre o peito masculino, deixando marcas. Ela só precisou erguer um pouco o corpo, para novamente ser penetrada, numa sucessão de movimentos desenfreados. Assim, sentada sobre ele, poderia controlar os movimentos, mas Byakuya não a controlava. Aí era um problema, estava há uns meses sem praticar, e por cima conseguia controlar melhor seus impulsos. Diferente de agora.

Estava vulnerável aos caprichos dela.

Mas era muita bobagem pensar nisso, ele a viu tão provocativa, jogando os cabelos para trás e apertando os seios com as mãos, enquanto rebolava. Poderia perder horas vendo-a daquela forma. Sentou então na cama, lançando os braços sobre a cintura dela, num abraço apertado. Eles se beijaram novamente, com voracidade, as línguas explorando as bocas um do outro. Kori foi tomada por uma onda de energia e prazer, ela não queria esperar mais, anunciando por meio de gemidos que iria gozar. Talvez toda aquela ousadia pouco vista pelo Kuchiki já fosse um estímulo e tanto para ele se perder e também gozar no mesmo instante, mas ainda não era o suficiente. Ele ainda amparou o corpo da ruiva, após ela ter jogado todo o peso para trás, totalmente sem fôlego. E só então conseguiu liberar todo aquele prazer comprimido, gozando sem tanto barulho como ela, mas na mesma intensidade.

Ele a deitou na cama, com cuidado, e a abraçou.

Kori deu uns tapinhas nas costas de Byakuya, que estava sobre ela. Não que pesava, já foi dito que pra ruiva isso não era um problema. Mas era outra coisa.

– Não vai dormir agora né? – Resmungou, suspirando ainda. Não havia recuperado completamente o fôlego, estava agitada e a voz um pouco embargada. – Kuchiki-san, não dorme não. – Disse manhosa, fazendo bico, até ele olhar para ela.

– Você quer que eu pegue água, ou alguma coisa? – Byakuya realmente pensou que ela queria alguma coisa, por isso a agitação.

– Vamos pra chuva agora? – Kori se animou, sentando-se na cama. Byakuya virou para o outro lado, olhando para as sobras estranhas que a luz de fora fazia no teto. – Ou a gente pode ir na piscina do hotel. Que tal?

– Na piscina?

– É. Nunca nadou pelado numa piscina? – Kori sentou-se novamente nas pernas dele, deitando o corpo sobre o moreno. – É gostoso.

– Mas as pessoas podem olhar.

– Deixa elas olharem. – Byakuya fechou os olhos, mas não para dormir. Só que Kori não entendeu isso. – Eu não estou dormindo, só um pouco cansado.

A ruiva deu um suspiro desanimado. Fazer o que.

– Então vamos tomar banho, vou encher a banheira. – Ela se levantou da cama, dando uns pulinhos, e foi para o banheiro.

Byakuya continuou deitado, ele ficou imaginando como seria nadar lá na piscina do hotel. Pelado. Era algo incomum dele. Praticamente impossível. Só ficou preocupado se aquilo fosse interferir de alguma forma no que estava acontecendo entre ele e Kori. Seja lá o que for que esteja iniciando ali.

Ele ouviu Kori gritar, falando que a água estava boa e que tinha uma surpresa para ele lá no banheiro. Byakuya sentou na cama por alguns segundos, até se levantar para ir ao banheiro, mas ficou bem constrangido de chegar lá sem roupa. É coisa dele, melhor não querer mudar.