Notas iniciais
Minha primeira fic, espero que gostem. E Belle minha Mestra, me desculpe a demora. Fiquei muito enrolada com o lemon.
A fic foi betada, mais não se preocupem, o enredo não mudou. Negrito é as falas. O resto é a narração do Camus.
APROVEITEM! XD

*10:00*


Finalmente a nossa querida Deusa, nos liberou para podermos sair um pouco desse santuário. Acreditem, quando a piralh... , quer dizer, nossa querida Deusa convocou uma reunião hoje cedo, pensei que teríamos que enfrentar algum Deus maluco, que por algum motivo igualmente maluco, estaria querendo dominar o mundo. Pois bem, aqui estou eu, na décima primeira casa, arrumando minhas malas. Pretendo ficar um mês num local calmo e longe, bem longe desse santuário.



–Então você também vai embora. Essa voz... Eu não queria vê-lo antes de ir. –Primeiro o Dite e o Máscara, depois o Saga, o Kanon, o Shura e o Deba, agora você... Eu estou começando a achar que estão fugindo de mim.



–Por que você acha isso Milo?



–É que ultimamente todos estão me evitando, inclusive você Camus.



–Não estou te evitando, é só que eu gosto de ficar sozinho.



–Aham, pelo menos posso saber para onde você irá?



–Irei para Sibéria, no vilarejo que treinei quando pequeno. Preciso colocar os pensamentos em ordem.



–Não pode colocá-los em ordem aqui no santuário?


Ah seu escorpião idiota, mal você sabe que perto de você perco todo o meu raciocínio, toda a capacidade de pensar em algo que não seja você.



–Não Milo, não posso.



–Mas você vai voltar rápido né?



–Não sei.


*Muxoxo* – O que esse lugar tem que aqui não tem?



–Paz, alem de ser meu antigo lar.


–Mas aqui é seu lar agora.


–Eu não tenho tempo para discutir com você.


–Nos não estamos discutindo, e sim conversando. Ou você acha que eu só sei discutir?


–Milo, por favor. Eu tenho que terminar isso para pegar o vôo ainda hoje.


–Se você prefere ir para o meio do nada do que ficar com seu amigo...


– Cher...


Não pude nem terminar de falar, pois esse escorpião teimoso saiu batendo o pé irritado.



*12:30*



Até que enfim, terminei de arrumar as malas. Tenho que me preparar, afinal, vou ficar um mês longe. Estou preocupado com o Milo, desde nossa pequena discussão mais cedo, eu não o vejo. Acho que ele ficou triste com o fato de eu ir para a Sibéria. Camus pare de sonhar, ele é homem que nem você. E alem do mais é seu amigo.



*TOC TOC* –Camus?



Ele de novo... O que será dessa vez?



–Estou no quarto Milo, entre!



Ai meu Zeus. Esse homem quer me seduzir. Vocês devem estar se perguntando por que né? E simples, esse Deus grego apareceu no meu quarto com uma calça bem apertada, que deixa suas pernas bem definidas, e uma camisa super justa.



–Camus, você está bem?



–Ãnh? Ah... Estou sim, por que a pergunta?


–É que você estava com uma cara estranha e me deixou falando sozinho.


–Eu estava distraído.


Porra Camus, que mancada você deu agora.


–Ta...



–O que você estava dizendo?



–É que... Eu... Eu queria me desculpar pelo que eu fiz hoje cedo. Hum, o venenoso escorpião está arrependido ou é impressão minha? Cale-se e escute-o Camus. –Você é meu melhor amigo, não iria querer perder sua amizade por besteira. Eu... Gosto muito de você.


Ah? O que esta acontecendo com ele? Eu ouvi isso mesmo? Ele disse que gosta de mim? Ah seu idiota, ele gosta de você como amigo, não seja tolo. Ele parece meio envergonhado... O rosto dele está um pouco vermelho...



–Eu também gosto muito de você amigo. Parece que ele ficou meio triste com a resposta, melhor mudar de assunto. –Você irá ficar por aqui mesmo?



–Pois é... Não tenho lugar nenhum para ir, então ficarei.



–Você pode ir comigo, se quiser.


–Mas... Você não queria ficar sozinho para poder pensar?


–É, mas... Até que uma companhia não seria uma má idéia. Sorri para ele meio tímido.


–Não quero te atrapalhar, e também, eu não gosto de frio.


–Tudo bem então... Um silêncio pairou no ar. Fala algo Camus. –Se... Se você quiser... Nos podemos ficar no lago essa tarde... Sabe... Como fazíamos quando éramos aspirantes a cavaleiros.


–Sério?


–Aham. O que me diz?


Um sorriso de uma criança que acabara de ganhar um doce se formou nos lábios dele, o deixando ainda mais belo. Zeus, estou apaixonado pelo meu melhor amigo.



–Claro! Deixa-me colocar uma roupa mais confortável. Eu volto aqui para te chamar.



Nem pude responder, pois o escorpião saiu correndo na velocidade da luz para o seu templo. Sorri e fui trocar de roupa. Desci pra frente do meu templo para esperá-lo. Mal cheguei à porta e vi um escorpião eufórico subindo as escadas com um sorriso bobo no rosto.



–Camus?



–Oui Milo.


–Você estava com aquela cara de bobo de novo, sem me escutar.


–Estava pensando...


–Eu queria saber no que você tanto pensa. Riu


Isso Camus, continua dando mancada. O que falta agora meu Zeus? Daqui a pouco eu vou ficar babando em cima dele que nem um cachorro faminto.



–Se você ficar pensando tanto, não vamos aproveitar nada antes de você ir. Ele disse e ficou meio triste.



–Não vamos mais perder tempo aqui. Vamos aproveitar essa bela tarde.



Saímos andando, conversando em direção ao lago, que fica na parte baixa do santuário. Chegamos ao mesmo, sentei embaixo de uma das arvores do local, e peguei um livro que havia levado pra ler.



–Bem que você disse que poderíamos ficar aqui, como ficávamos antigamente.



–Ora Milo, você queria o que? Que ficássemos nadando nus neste lago como se fossemos adolescentes? Acho que o calor subiu para minha cabeça. Que diabos de idéia foi essa?


–Ate que não seria uma má idéia...



Ta, eu irei ignorar esse olhar malicioso e fingir que não ouvi isso. Conserte agora essa merda que você fez idiota. -Se pelo menos tivéssemos com um vinho por aqui...



–Não seja por isso.



Esse escorpião esta me surpreendendo cada vez mais.



–Onde você arranjou esse vinho?



–Ah... Eu peguei com o Mascara. Sorriu travesso.



–Milo. Repreendi-o.



–Ta bom... Eu passei na casa dele antes de me trocar, e peguei o vinho para nos dois.



–Você não devia ter feito isso.


–Relaxa, ele nem vai perceber.


*Suspiro* –Se você tem certeza...



–Tenho. Pegue, tome um pouco.


Peguei a taça na mão dele e tomei um gole.



–Huum... Muito bom esse aqui.



–Oui, realmente magnific.


–Sabe Camie... Ele se sentou ao meu lado. –Eu gostava muito quando fugíamos dos treinos para ficar aqui, só nos dois... Encostou a cabeça em meu ombro. –Você gostava de ficar aqui comigo?


Ah mon ange, eu não só gostava como ainda gosto de ficar sozinho ao seu lado, só conversando.



–Gostava... Coloquei meu braço no ombro dele.–Gostava muito.



*Suspiro* –Você se lembra daquela vez que eu cai desta arvore?



Ri. -Claro que lembro, você ate caiu em cima de mim.



Riu. –Apesar de você ter amortecido minha queda, eu fiquei uma semana sem poder treinar, e meu mestre ficou no meu pé esse tempo todo.



*19:00*



Ficamos bastante tempo lembrando de nossa época de aspirantes, as fugas, as brincadeiras, as broncas... Era uma boa época, apesar do rigoroso treinamento. Ah esse escorpiano, ele foi o primeiro e o único que conseguiu e ainda consegue quebrar essa mascara de gelo que coloco. À noite esta caindo, tenho que voltar para minha casa, pegar as malas para pode ir...



–Milo... Já esta anoitecendo, tenho que pegar meu vôo. Ótimo, ele dormiu... Sabe, ele fica tão inofensivo quando dorme. Nem parece aquele encrenqueiro, impulsivo e irresponsável de sempre. Com esses cabelos loiros e cacheados, ele parece... Um anjo.



Sai do meu pequeno pensamento quando ele se mexeu. Peguei-o no colo e comecei a subir as escadas do santuário. Cheguei a sua casa, que é a oitavo do santuário, fui para seu quarto e depositei-o em sua cama. Zeus, pudera eu poder ficar a velar o sonho dele. Toquei de leve em seu rosto, e ele abriu levemente os olhos.



–Camus... Sua voz saiu sonolenta.



–Shhh... Descanse petit, você bebeu demais hoje. Aproximei meu rosto ao dele e lhe beijei.



Afastei-me dele receoso com o que poderia acontecer, porem o que aconteceu realmente me surpreendeu. Ele estava de olhos fechados, com o rosto meio rubro e os lábios entreabertos.



–Camus... Eu... Te... Amo...



O que? Meus olhos estavam arregalados e em meu rosto havia feições de espanto e surpresa. Esperava uma reação diferente dele. Deve ser por causa do vinho...



–Eu também te amo, e muito. Agora descanse. Levantei-me para sair de seus aposentos, mas sou impedido por sua mão que segurava meu pulso.



–Não vá... Por favor... Seus olhos estavam marejados. –Fique aqui comigo.



–Não se preocupe, eu sempre estarei ao seu lado. O cobri e beijei sua testa. –Boa noite ange. Rumei em direção a minha casa sem olhar pra trás.



*Uma semana depois*



–Droga, droga, droga!!!



–Esta tudo bem senhor?


–Está sim Lyu. E me chame só de Camus, oui?


–Certo sen... Digo, Camus. Sorriu tímida.


Lyubit é uma jovem que conheci a pouco na vila. Ela estava à procura de emprego, e como estava meio enrolado para arrumar as coisas lá no chalé que estou hospedado, chamei-a para ajudar. Com o dinheiro que a Saori deixou para as despesas estou pagando-a. É muito gentil e carinhosa. Peguei certa amizade com a garota. Ela tem longos cabelos loiros e cacheados. Seu jeito brincalhão me faz lembrar... O Milo. Ah Milo, desde aquela noite que não durmo, só pensando em ti. Seus lábios... Como quero senti-los novamente...



–Deseja alguma coisa?



–Não Cher, merci.


Ela sorriu e ia deixando o quarto.


–Er... Lyu... Posso falar com você um pouquinho?



–Oui. Caminhou em minha direção.


–Sente-se, por favor. Apontei-lhe um lugar ao meu lado na cama. Sentou-se e ficou a me olhar confusa.



–Bem eu... O que queria lhe dizer... É que... Estava nervoso e não conseguia formular uma frase completa.



–Camus, eu não lhe conheço há tanto tempo, e nem sei direito quem você é. Mas se quiser me contar algo pode contar, estou aqui para ajudá-lo. Pode confiar em mim senhor. Zeus, o sorriso dela e igual o dele...



*Suspiro* –Tudo bem. Não tem aquele amigo meu que lhe falei?



–O grego?


–Oui. Bem, ele e um grande amigo e gosto muito dele... Só que eu estou começando a achar que esse gostar vai alem da amizade.


Ficou a fitar-me com um semblante pensativo. Ajeitou-se na cama aproximando-se de mim.


–Você sempre teve esse sentimento por ele?



–Eu não tenho certeza... Eu... Sempre ficava a pensar nele... Já perdi noites de sono só com ele no pensamento... Mas pensei que era só amizade.


–A amizade de vocês era tão grande, que deve ter mascarado esse sentimento mais profundo. Você já contou ou conversou com ele sobre isso? Neguei com a cabeça. –Mas deveria.


–Não posso... Não vou perdê-lo. É melhor tê-lo feliz longe de mim do que triste ao meu lado. Em meus olhos uma lágrima começara a brotar.



–Mas, você nem sabe se ele gosta ou não de você.



–Não posso perdê-lo. Depois do... Beijo... Eu percebi que não suporto ficar longe dele.


–Você o beijou? Afirmei. Ele falou ou fez algo?


–Não. Neguei –Ele... Falou que me amava... Só que estava bêbado, e fico na duvida. Era ele falando ou a bebida falando por ele?


*Suspiro*–Vai por mim, fale com ele. Só saberá o que Milo sente se conversar com ele.


Ela esta certa... Só assim saberei a verdade. Ah Milo, só você mesmo pra me deixar assim, e me fazer ficar confuso com esse sentimentos antes desconhecidos por mim.


–Vou contar. Merci petit. Abracei-a


–Rien. Retribuiu-me.


•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°



Já passaram-se três dias desde que conversei com Lyu sobre meus sentimentos em relação à Milo. Mon Dieu, como sinto falta de meu grego idiota.


Aqui estou, em minha cama, sem vontade alguma de levantar e fazer algo.

Este silencio esta agonizante. Ela saiu mais cedo para a vila, sei lá, acho que precisava comprar algo. A solidão nunca incomodou-me antes, porem, do tempo que percebi que realmente gosto dele, me tornei meio que... Carente.


–Venha, entre. É a Lyu, mas com que estará falando?–Camus? Chamou-me.–Deve estar dormindo ainda. Irei chamá-lo, fique a vontade.



A porta abriu lentamente e pude vê-la entrar.


–Mon Dieu, que cara é essa? Perguntou espantada aproximando-se de mim.



–Não dormi direito de novo...



–Ele de novo né? Acenei com a cabeça um sim.–Bem, mais agora você não pode ficar assim. Vai tomar um banho pois tem visita.


–Visita? Mais quem será essa hora?


–Levante-se, se arrume e veja você mesmo. Algo me diz que ela esta aprontando. Saiu do quarto e fui para o banheiro tomar um banho. Volto para o quarto e ouço batidas na porta. –Pode entrar.


Ela entra com uma bandeja de café da manha e me sento na cama. – Não precisava trazer, já estava indo. Chegou perto de mim com um sorriso maior ainda nos lábios.



–Sua visita pode entrar? Afirmei. –Senhor, pode entrar.



Logo na porta aparece quem eu menos esperava ver naquele lugar... –Milo?



–Ola Camus. Como vai? Pisquei varias vezes. Era impossível acreditar, Milo veio para Sibéria...



–Vou deixá-los a sós. Falou ela, e em seguida me deu um beijo na bochecha e abraçou-me. –Bonne chance cher. Sussurrou ao meu ouvido. Passou por ele sorrindo e deixou o quarto fechando a porta atrás de si.



Ficamos um tempo em silencio, só encarando um ao outro. De repente, a cena do beijo veio em minha mente, e abaixei a cabeça envergonhado. Meu rosto no mínimo já começara a ficar rubro.



–Vejo que já encontrou alguém nesse tempo que esta aqui. Olhei pra ele confuso. –A jovem...



–Não. É só uma amiga que conheci. Longa história. Mas... O que veio fazer aqui Milo?



–Ora, não foi você que me convidou para vir te fazer companhia nessa viajem? Sorriu.


–Pensei que você tinha dito que não viria...



–E não ia vir... Só que senti sua falta... Pareceu-me envergonhado. –Você não sabe o quanto eu tive que andar nesse frio pra achar alguém que soubesse onde você estava.


–Milo... Eu queria falar com você algo sério. Ele olhou-me confuso. –Senta por favor. Sentou me fitando. Era a hora de falar a verdade.



–Sabe é que... Primeiro eu queria me desculpar por aquele beijo na sua casa. Seu rosto ficou vermelho como uma maçã.



–Pensei que tinha sido um sonho... Sussurrou tocando seus lábios.



–E segundo é que eu tenho que lhe confessar algo... Só me prometa que não importa o que aconteça aqui, não importa o que eu diga ou faça, você não ira deixar de ser meu amigo.



Olhou-me confuso. –Eu prometo Camus.


–Eu gosto de você... Mas não como amigo... Além disso... E nesse tempo que estive longe de ti, senti uma dor profunda por não te ter aqui... Comigo...



Aproximei dele e lhe dei um beijo calmo e carinhoso. Segurou-me pela nuca e aprofundei o beijo, pedindo passagem com a língua. Cedeu espaço e pude sentir o seu gosto. Oh Zeus como eu sonhei com isso. Me afastei e o encarei. Seu olhos estavam fechados, sua boca entreaberta com o rosto levemente corado.



–Milo... Colocou seu dedo em meu lábio.



–Deixe-me falar... Pediu abrindo os olhos. –Camus, não sei se você entendeu naquele dia, mas, quando falei que gostava de ti, era mais do que só amizade... Eu sempre te amei Camus, só que tinha medo de revelar-me e acabar te perdendo. Muitas vezes me insinuava pra você, me jogava em ti, mas você não via, ou nem ligava. Sabe qual é o meu único desejo? Neguei com a cabeça. -Meu desejo é que você seja o último que eu veja antes de dormir, e o primeiro a ver pela manhã. Falando isso me deu um beijo que parecia necessitado.



–Mi... Seja meu... Falei entre os beijos.


–Eu sou seu, e sempre serei meu amor. Deitei-o na cama e fiquei em cima dele. Beijei, saboreei cada pedaço daquele corpo como sempre desejei. Seu gemidos soavam como estímulo para continuar.



Estávamos nus, e fui descendo os beijos até chegar em sua barriga. Chupei cada parte dele, marcando-o para dizer que é a mim que pertence. Seus gemidos alimentavam meu desejo a cada mordida que dava. Cheguei em seu membro que já pulsava de tamanho que era o prazer. Comecei a lamber devagar, de cima a baixo, seu lábios formavam palavras desconexas...



–Ahhhh.... Camy.... Não me tortura... Ahhh...



Coloquei-o em minha boca e chupei com vontade, ele agarrou-me pelos cabelos enrolando meus fios ruivos, me fazendo ir mais rápido. Senti seu corpo tremer, o gozo estava pra vir. Parei e em resposta ouvi um muxoxo sair de sua boca.



–Não reclame, ainda não terminou mon amour. Sussurrei em seu ouvido. Levei meus dedos a sua boca para umidece-los, algo que ele fez com gosto. Chupei seus mamilos com força, alternando entre eles. Minha ereção já doía. Tirei meus dedos de sua boca e levei até sua entrada, introduzi um dedo e em resposta ouvi um gemido de dor. Fiquei mexendo até se acostumar enquanto beijava seu pescoço.



Coloquei mais um dedo e outro gemido de dor. Não deixava de beijá-lo para acalmar. Com o último dedo já dentro, ele começou a se mexer fazendo ficar cada vez mais fundo.



–Ahh...Camy... Ahh... Vem logo.... Falou entre gemidos.



– Comme vous voudrez, mon ange.



Me posicionei entre suas pernas, e beijei-o com paixão. Comecei a penetrá-lo com dificuldade, ele gemia entre nossas bocas. Tentava ser o mais cuidadoso possível, afinal, não queria machucá-lo. Já estava todo dentro dele e parei para que se acostumasse. Em pouco tempo ele estava jogando o quadril pra trás, incentivando-me a mexer. Logo estávamos numa dança frenética, e só o que se ouvia era os nossos gemidos e os corpos se chocando. Senti seu corpo tremer, anunciando que estava quase gozando, penetrei mais rápido arrancando mais e mais gemidos. Enlaçou-me a cintura com as pernas fazendo ir mais fundo. Logo ele se despejou em nossos abdomens, a pressão era tão grande em meu membro que não pude mais agüentar. Dei uma ultima estocada e derramei-me dentro dele. Cai exausto em cima dele, e em seguida me retirei de dentro dele deitando ao seu lado. Ele se aconchegou em meu peito e lhe beijei com carinho.



–Eu te amo Camy. Falou sonolento.



– J'aime Milo, pour toujours. Cobri nos dois e logo ele adormeceu. Estava quase dormindo também quando a porta do quarto se abriu.



Lyu apareceu sorrindo nos olhando. –Merci. Falei baixo para não acordá-lo. Ela acenou e saiu do quarto nos deixando sozinhos. Enfim pude dormi como sempre quis, ao lado de meu amor.



Há algo tremendo que não da pra negar, quando estamos juntos... Serio mesmo, tudo se torna mais lindo, belo, maravilhoso. Pois com você me perco diante de olhos tão brilhantes, me arrepio com seu toque carinhoso em meu corpo, seu doce e suave perfume me motiva a cada vez mais viver, ao seu lado... Milo.


FIM


Notas finais
Primeiro as traduções:
Cher - Querido
Oui - Sim
Magnific - Maginífico
Mon ange - Meu anjo
Merci - Obrigado
Petit - Pequeno(a)
Rien - De nada
Mon dieu - Meus deus
Bonne chance - Boa sorte
Mon amour - Meus amor
Comme vous voudrez - Como queira
J'aime - Te amo
Pour toujours - Para sempre
Desculpem se tiver algum erro. E ai gente? O lemon ficou meio ruinzinho, mas dá pro gasto né? Mereço Reviews?
Mais uma vez, Desculpe Mestra pela demora. Espero que tenha gostado do lemon. rsrsrsrs Até a próxima gente.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!