Notas iniciais
Gente, mil e quinhentas desculpas!!!! Serio eu sinto muiiiiiiiiito pela demora, mas eu estava hiper atolada e com um bloqueio de criatividade enorme. Mas agora tá prontinho. Sinceramente espero que goste.. E não se esqueçam de comentar. Mais uma vez desculpa..

POV — Heloise Bennett

Uma coisa estava me incomodando muito na historia que Bryan contou sobre o ataque de Ruffus. Ele tinha dito que quando foi ao banheiro Ruffus não estava lá, mas quando saiu do banheiro sim, no entanto o sangue no chão parecia está ali a pelo menos meia hora. Por isso assim que vi Bryan saindo do salão principal dei uma desculpa qualquer à Bianca e fui atrás dele.

Puxei a varinha e com um Accio invoquei minha vassoura, uma Firebolt Universe, e fui para a torre de astronomia. Juro que não queria brigar, não naquela noite pelo menos, mas Bryan me provocou e eu acabei caindo na implicância. E quando eu achava que as coisas não podiam piorar ele soltou aquela bomba no meu colo.

Quis segui-lo depois da sua “confissão”, porém temia mais brigas. Fiquei na torre por mais alguns minutos refletindo sobre tudo até que lembrei de uma noticia que tinha visto no Profeta Diário alguns anos antes. Fui para o castelo o mais rápido o possível e segui direto para a biblioteca. Lá encontrei madame Galael organizando alguns livros.

– Boa noite madame Galael – cumprimentei forçando um sorriso.

– Boa noite, senhorita Bennett. Posso lhe ajudar em alguma coisa? – falou sem olhar muito para mim.

– Eu gostaria de saber se a senhora tem algum profeta diário antigo que fale sobre a família Taylor – tentei mostrar indiferença.

A mulher, baixa e de cabelos brancos, me analisou.

– Há uma seção com Profetas antigos no terceiro corredor norte. Mas muitos jornais falam sobre o ministro.

– Sim, mas existe algum que fale sobre a família Taylor antes de James assumir o ministério?

Ela hesitou – Bom, tem algumas coisas sobre James, de quanto ele ainda era só o Secretario e tem também a matéria sobre o acidente.

Ela falou “acidente” com um ar sombrio, ou me pareceu sombrio.

– Pode me mostrar esse jornal? – pedi esperançosa, mais uma vez ela hesitou, mas logo assentiu e me levou até o jornal. Sentei em uma das cadeiras e comecei a ler a matéria que falava sobre Suzana Taylor, mãe de Bryan, que faleceu após uma explosão no quarto do menino. Pelo que li Bryan tinha sido alvo de uma investigação, mas os aurores chegaram à conclusão de que foi um acidente provocado por uma poção que superaqueceu. Na explosão Bryan machucou o braço esquerdo. A matéria era de três anos atrás.

“Foi um acidente” pensei sentindo um alívio no peito.

Guardei a matéria e sai da biblioteca, queria conversar com Bryan. Queria consolá-lo e dizer que a culpa não era dele, mas não faria isso. Não era tarefa minha afinal de contas.

Só percebi onde estava quando me vi parada na frente dos barris que bloqueava a entrada do meu salão comunal. Fiz a batida necessária no barril certo e logo vi a entrada do salão. Entrei meio alheia e vi Bianca sentada em uma das poltronas perto da lareira. Ela estava com um olhar perdido e sonhador. Pensei em ir direto para o dormitório quando a ouvi me chamando.

– Oi Helô — ela sorri.

– Ahn… Oi Bia, estou um pouco cansada. Vou deitar — murmurei desanimada.

– Tá bom amiga. — voltei a caminhar na direção do dormitório quando ouvi Bianca falar novamente — Amanhã é o jogo da Corvinal — ela sorriu.

Estava preste a perguntar no que aquilo me interessava quando lembrei que aquele jogo seria o primeiro do ano. Quem ganhasse amanhã jogaria contra o ganhado do jogo entre Lufa-Lufa e Sonserina. Ou seja, dali a um mês eu poderia ter que jogar contra Bryan.

– Conto com você para me acordar então menina-sapa — falei fingindo animação. Bia fez um barulho de sapo enquanto eu segui para o dormitório.

Joguei-me na cama sem nem mesmo trocar de roupa, mas só dormi horas mais tarde, depois que a própria Bianca já tinha apagado há muito tempo.

Na manhã seguinte, como prometido, Bianca me acordou. Me arrumei rapidamente e fomos tomar nosso café.

No salão principal, Bryan estava sentado na mesa da Corvinal com seus colegas de time. Bia foi até ele enquanto eu ia para a mesa Lufina.

Senti alguém beijar meu rosto e me virei. Ethan sorriu e me deu um selinho.

– Bom dia Helô — falou It fazendo um carinho nos meus cabelos, hoje azuis com roxo.

– Bom dia It — falei sorrindo.

– Amanhã tem o primeiro passeio a Hogsmeade — ele sentou do meu lado. Olhei para a mesa da Sonserina e vi que Emily me lançava um olhar de puro ódio, ela vinha fazendo isso desde que eu e Ethan tínhamos começado a sair.

– Então amanhã você tem um encontro — falei para Ethan pegando um pouco de chocolate quente e marshmallow.

– Isso é um convite? — ele questionou se servindo de pão com queijo.

– Ethan, você lembra porque o nosso primeiro beijo aconteceu?

– Você tinha que me pagar uma aposta.

– E você lembra o que fez para ganhar essa aposta?

Ethan coçou a cabeça pensativo enquanto mastigava, quando engoliu me encarou.

– Chamei Emily para sair e ela aceitou.

– Pois é. Amanhã você tem um encontro com ela — disse limpando o canto da boca dele com o polegar.

– Heloise, não quero ter um encontro com ninguém além de você. Vou dispensar Emily. — ele se levantou e foi caminhando até a mesa da Sonserina antes que eu pudesse me manifestar.

Não pude ver o que aconteceu quando Ethan chegou à mesa da Sonserina, pois uma Bianca saltitante vinha na minha direção sorrindo. Ela tinha nas mãos alguns gorros e pompons azul e bronze.

– Vocês vão torcer pela Corvinal comigo hoje né? — perguntou olhando de mim para Patty e Liz. As gêmeas deram de ombros e pegaram os gorros e pompons sorrindo animadas. Eu por outro lado preferia domar um hipogrifo raivoso a torcer pelo Taylor.

– Foi mal Bia, mas não posso torcer por outra casa sendo capitão da Lufa-Lufa — tentei me esquivar.

– Hmm, tudo bem — falou Bianca fazendo um beicinho.

Segui com elas para o campo, cinco minutos depois Ethan pareceu e me abraçou.

– Tudo resolvido — disse sorrindo — mas só para garanti. Heloise, você aceita ir comigo a Hogsmeade amanhã?

Senti meu rosto esquentar um pouco, mesmo já tendo um mês que eu e Ethan estávamos saindo, ainda me sentia tímida com algumas atitudes dele.

– Claro — murmurei baixo com um pequeno sorriso me escapando dos lábios.

O apito da treinadora Lola soou e o jogo teve inicio. Um menino, que se chamava Pedro, eu acho, estava narrando a partida com entusiasmo.

– E lá vai Bryan Taylor, o filho do ministro que depois do acidente com Ruffus Guller assumiu a posição de apanhador. Taylor está subindo e subindo, onde será que ele vai? O apanhador da Grifinoria, Nelson Mason parece confuso com a atitude de Taylor. E lá vai Maryan, ela apanha a gole e passa para Gabriel, que passa para Cristine e ponto para a Corvinal que abre o placar…

Pedro continuou narrando o jogo que estava bem equilibrado. Sempre que a Corvinal marcava a Grifinória também marcava e vice e versa. Em vinte minutos de jogo, o placar já estava 80 a 70 para a Corvinal. Precebi que Bryan tinha avistado o pomo quando o vi desmontando da vassoura e começar a cair em queda livre como tinha feito no teste, ele apanhou o pomo, montou na vassoura novamente, deu uma pirueta no ar e ergue a bolinha com um sorriso vitorioso.

– E A VITÓRIA É DA CORVINAL! — grita Pedro da cabine de narrador. Aquilo me irritou mais do que eu achava possível. Me levanto em um pulo.

– Vou ao corujal — anuncio dando um beijo rápido em Ethan.

– Quer companhia? — ele se oferece.

– Não vou demorar — começo a me afastar antes que ele possa dizer mais alguma coisa. E vou para o Corujal o mais rápido o possível. Lá uma coruja completamente negra, que eu reconheço como sendo a coruja de Bryan se aproxima de mim. Eu já tinha visto os dois voando juntos. Pego alguns petiscos de coruja e dou a ela.

– Desculpa Queda-Livre, mas não posso usar você — faço um leve carinho na cabeça da coruja depois vou até um poleiro onde havia algumas corujas da escola. Pego de dentro das minhas vestes uma bolsa com aproximadamente 500 galeões e um pedaço de pergaminho velho. Sem pena e tinta escrevo um bilhete usando a varinha mesmo e mando as corujas até o Vassourax, no Beco Diagonal.

Sai do corujal com um sorriso largo e fui para o salão comunal da Lufa-Lufa onde passei o resto do dia fazendo meus trabalhos.

No domingo acordo sozinha e disposta. Visto uma calça preta e uma camisa da minha banda bruxa favorita, coloco também um casaco grosso por cima. Deixo os cabelos brancos e os olhos azuis porque sei que Ethan gosta dessas cores. Vou para o salão principal sorrindo e sento ao lado de Ethan na mesa da Sonserina.

– Acordou de bom humor hoje? — ele pergunta depois de me dar um selinho.

– Hogsmeade — disse com simplicidade. Tomamos café calmamente, conversei com alguns amigos de Ethan e ignorei os olhares de raiva que Emily me lançava.

Depois do café vamos para a entrada principal, lá encontro Bianca e Bryan de mãos dadas sorrindo e conversando entre si. Nos aproximamos dos dois.

– Bom dia — falei animada.

– Viu passarinho verde Helô — brincou Bianca rindo.

– Não, mas vi um gatinho loiro e de lindos olhos verdes — respondi sorrindo.

Bryan fez uma careta, mas não sei se foi para o meu comentário ou se simplesmente ele estava com dor de barriga.

O professor Suggar começou a verificar as autorizações e liberar a passagem do pessoal e logo nós quatro estávamos no caminho para o vilarejo.

O caminho para o vilarejo foi um tanto quanto tenso, mas ao mesmo tempo engraçado. Eu implicava com Bryan que revidava enquanto Ethan e Bianca trocavam hostilidades.

– O que você quer fazer, meu amor? — me perguntou Ethan quando por fim chegamos.

– Temos que repor nosso estoque de Logros — fala Bia.

– Vamos às Gemialidades Weasley depois. Antes quero ir à Dedos de Mel.

Meus pais me contaram antes da Gemialidades Weasley, Hogsmeade tinha outra loja de logros, mas depois da queda do Lord das Trevas, George comprou a loja anterior e fez ali uma nova filial da sua loja.

Eu conhecia George Wesley desde o primeiro ano. Ele que tinha ensinado como eu e Bianca poderíamos nos esconder depois de aprontar. E também tinha aberto uma passagem secreta, não sei exatamente como, da sua loja até a escola. Passagem que eu e Bia vivíamos usando para comprar nossos logros.

Peguei a mão e Ethan e o arrastei até à Dedos de Mel que estava muito cheia. Nem liguei me espremi por entre os alunos seguida por Ethan, Bianca e Bryan.

Comecei a recolher alguns doces e colocá-los numa cestinha que flutuava ao meu lado quando Emily se aproximou de nós.

– Oi Ethan — falou sorrindo e mexendo nos cabelos.

– Oi — respondeu ele com indiferença.

– Quer tomar uma cerveja amanteigada comigo? Sabe para aquecer… — ela deixou a frase suspensa no ar.

Me remexi desconfortável ao lado de Ethan e quis muito partir para cima de Emily, mas me contive. Continuei pegando os doces enquanto esperava a resposta de Ethan.

– Foi mal, Wender, mas não vou poder. Sinto muito — apesar de dizer que sentia muito Ethan não olhou para a menina por mais de 5 segundos.

Emily bufou e saiu como um furacão. Olhei para Ethan com um sorriso contido.

– Não precisava ter feito isso — disse baixo, mas no fundo fiquei feliz que ele tenha dispensado alguém tão bonita quanto Emily, por respeito a mim.

– Claro que precisava, eu já tinha dito a ela que ficaria com você hoje. Ela que não devia nem ter vindo me perguntar isso, ainda mais na sua frente. — Ethan falou olhando para mim e sorrindo.

Estava preste a responder quando ouvi a voz de Bia no meu ouvido.

– Helô, pega sapo de chocolate para mim — pediu. Sorri para Ethan e me virei para pegar os sapos.

– Quantos?

– 20

– Nossa, vai ficar gorda de tanto sapo — disse rindo.

– Ela é linda. Diferente de certas pessoas — falou Bryan defendendo Bianca. Trinquei o maxilar.

– Hey, minha namorada é linda — Ethan partiu em minha defesa. E eu arregalei os olhos surpresa.

– Sua namorada? — falou Bryan com algum entre surpresa e… aquilo seria raiva em voz?.

– Sua namorada? — repeti a pergunta de Bryan olhando para Ethan. Era verdade que já estávamos saindo há um mês, mas em momento algum ele tinha me perguntado se eu queria ser namorada dele.

– Claro — Ethan me encarava — vai dizer que não é?

– Sou? Não me lembro de você ter me pedido. — observei.

Ethan sorriu, enfiou a mão dentro de um pote de varinhas de alcaçuz e tirou umas trintas varinhas, fazendo espécie de buquê de doces na mão.

– Heloise Bennett, você aceita namorar comigo? — perguntou me estendendo o “buquê” com um sorriso sincero nos lábios.

Gelei, travei e engasguei. — S… Sim, claro — respondi pulando no pescoço dele e o beijando.

Ethan selou nosso beijo e me colocou no chão sorrindo. Olhei para Bianca, que apesar de odiar Ethan e odiar mais ainda meu relacionamento com ele, sorria e para Bryan que estava vermelho como um pimentão. Ele pegou Bianca pelos ombros e a virou para si.

– Vem amor, vamos pagar pelos doces e ir por três vassouras.

Bianca piscou.

– Um mês saindo com você e você nunca me chamou de amor — ela disse corando.

– Bem você sempre quis que eu te chamasse assim, né? Já que estamos namorando e tudo mais – ele disse.

Bianca sorriu, deu um selinho em Bryan e o arrastou para a fila do caixa.

É verdade que Bryan e Bianca estavam saindo há tanto tempo quando eu e Ethan, mas até aquele momento o namoro dos dois não era oficial assim como o meu. E ouvir Bryan chamar Bianca de namorada me fez sentir uma nó se formar em meu peito.

Não me entenda mal, eu gostava de Ethan de verdade, ele era simpático e gentil, além de ser super bonito e ter um beijo capaz de me acender por inteira. Mas mesmo assim sempre que eu vi Bianca e Bryan juntos sentia uma fisgada no peito.

Nesse mês que se passou fiquei mais tempo na sala precisa do que gostaria de admitir. Ficava revendo as lembranças que eu usava para conjurar o Patrono e descobri que todas estavam relacionadas à Bryan de alguma forma. O menino que livrei dos Grifinorios no segundo ano era ele. Ele foi o primeiro a me socorrer quando quebrei dois dedos durante um jogo, o mais curioso é que ele não estava em campo, mas ainda assim foi o único que percebeu que eu estava gritando de dor e não em comemoração e por isso me socorreu.

A professora McGonagall também me disse uma vez, durante um das aulas extras de transformação, que o predador natural da serpente é o falcão e que os trouxas tinham algum tipo de historia antiga que se referia a esses dois animais.

Isso tudo junto fazia minha cabeça quase explodir em conflito interno. Eu simplesmente não entendia como podia gostar tanto de Ethan e querer estar com ele e ainda assim me sentir ligada a Bryan. E sentia raiva de Bryan por usar Bianca para me atingir, sentia raiva quando pensava que na verdade ele poderia sim amar Bianca, sentia raiva por ele ser o novo apanhador da Corvinal, em resumo eu sentia raiva de Bryan e sentia raiva de mim por estar assim.

– Vamos por três vassouras, princesa? — perguntou Ethan me tirando dos meus devaneios.

– Não podemos ir para outro lugar? — disse quando lembrando que Bianca e Bryan iriam para o três vassouras. Não queria ficar perto daqueles dois.

Ethan pensou por um minuto — podemos ir à casa de chá que tem perto daqui — ele pegou minha mão e conduziu-me até uma rua lateral onde vi uma casa rosa denominada Casa de Chá Madame Poddifoot. Vi o quanto custava a Ethan ir a um lugar tão fresco quanto aquele e me senti feliz por ter um namorado tão atencioso.

Tive um encontro perfeito com Ethan. conversamos, riamos e nos beijamos. Por fim já estava tarde então revolvermos voltar para a escola.

No caminho de volta encontramos Patty, Liz, Bianca, Bryan, Timotheo e Theodoro e fomos todos juntos.

Assim que chegamos à entrada no castelo vi 4 corujas se aproximando com um pacote grande. Elas jogaram o pacote aos meus pés. Me aproximei e vi que havia o meu nome do embrulho.

– O que é isso? — perguntou Timotheo.

Como resposta rasquei o embrulho todo ali mesmo e vi a minha nova vassoura, uma Firebolt Infinity vermelha.

– Uau — exclamaram juntos Ethan, Bryan e Timotheo que eram jogadores.

– E o ultimo lançamento da linha Firebolt — falou Timotheo.

– A revista disse que ela vai de 0 a 300 km em 10 segundos — completou Ethan.

– E tem o melhor sistema de estabilidade do mundo — finalizei.

– Deve ter custado uma montanha de galeões — falou Bianca.

Dei de ombros — Não me importo com dinheiro — murmurei.

Bryan estreitou os olhos e franziu os lábios.

– Posso dar uma volta? — pediu Ethan.

– Eu também — emendou Tim.

– Depois baby — falei e dei um selinho em Ethan — te vejo no jantar. — completei subindo na vassoura.

A vassoura parecia obedecer ao meu pensamente, alcei vôo a uma velocidade incrível e vi meus amigos me olharem com olhos arregalados de admiração e talvez um pouco de inveja.

Voei ao redor do castelo uma vez e ao passar em frente à janela da diretora Minerva, lembrei que ela tinha dito em uma das aulas que mesmo sem conseguir me transformar completamente, ainda, já podia montar algumas partes do meu corpo, sendo assim, desacelerei um pouco e me concentrei em deixar meu corpo mais leve, para ser sincera aparentemente nada mudou, mas senti como se tivesse perdido alguns quilos e quando voltei a acelerar, percebi que a vassoura estava ainda mais rápida, como se ela estivesse voando sozinha sem carregar peso algum.

Não sei por quando tempo fiquei voando, eu estava muito feliz para me preocupar com isso. Meu dia tinha sido ótimo e eu tinha a melhor vassoura do mundo. Nada podia estragar minha felicidade.

Por isso que quando vi um grupo de umas 6 pessoas entrando na floresta proibida nem me dei ao trabalho de ir xeretar. Apenas desacelerei um pouco, mas como estava muito alto não pude reconhecer ninguém. Entretanto vi que o maior e mais alto estava com um cachecol dourado e vermelho da Grifinória.

Confesso que fiquei um pouco curiosa, mas resolvi deixar pra lá.

Afinal, que mal poderia ter um grupo de adolescentes entrando na floresta proibida aquela hora da noite?



Notas finais
Galera, voltei. Gostaram do capitulo? Espero que sim xD Comentem pls.. E se tiverem alguma duvida, sugestão ou critica, estamos aqui ok??? Bjs até a próxima ~Tia Pand