(Narradora)

Apesar de ambos estarem tristes e tentarem não falar um com o outro, eles tinham que seguir com a sua vida. Então Mafalda decidiu passar mais tempo com a família do namorado do que propriamente na escola até ao dia em que foi chamada com urgência pelo seu tio. A família Cullen ficou extremamente curiosos ao verem uma carta falar.

"Querida sobrinha, exijo sua presença no meu escritório. Tenho algo muito importante a te comunicar. Vou-te dar uma missão que ajudará na derrota do teu pai Voldemort. Por favor vem imediatamente ter comigo. Com amor, teu tio Dumbledore. P.s: gosto de pasta de açúcar."

Quando ouviram aquele nome, olharam para a morena menos Rose que já sabia. A morena suspirou derrotada, eles a amavam como sendo daquela família, não podia esconder algo tão importante para eles, ainda mais sendo ela namorada de Damon.

— Eu explico. — suspirou e contou tudo sobre o pouco que lhe contaram. — Então, é isso.

— E pretendias me esconder isso por quanto tempo? — perguntou Damon com raiva, todos ficaram surpresos com aquela atitude

— Damon, tenta entender que é muito difícil para mim falar dele. Meu pai é um assassino, o Lorde das Trevas. Consegues entender que quando Harry Potter, meu melhor amigo, souber vai-me odiar e quem sabe querer me matar? — lágrimas escorriam nos seus olhos — Eu nunca quis esta vida, nunca quis ser filha dele, se minha mãe não me tivesse salvo, eu seria como ele, seria das Trevas.. — suspirou — Meus padrinhos, meu tio e até minha mãe acham que serei como ele, mas eu tento a todo o custo virar para o lado da Luz. — desabou no chão a chorar, Rose abraçou-lhe fazendo todos ficarem surpresos, Damon suspirou

— Desculpa, não queria ter dito aquilo. — ele a abraçou — Tens que ser forte quando contares a verdade para toda a escola, e nessa altura pedirei ao teu tio para lá estar do teu lado.

— Obrigada a todos por entender. — levantou-se — Depois volto. — sorriu e correu para a escola

(Maffy)

Quando cheguei à gargula disse a senha e subi até à porta do escritório. Bati e ouvi "entre". Entrei e fechei a porta. Meus olhos se encontraram com a pessoa que eu menos queria ver: Draco Malfoy! Suspirei e sentei-me ao lado dele.

— Chamei o Sr Malfoy, porque ele fará parte da missão juntamente contigo querida. — fiquei surpresa — É por questões de te proteger. Esta missão é um pouco perigosa. — suspirou — A missão consiste em vocês os dois voltarem no passado... — arregalei os olhos e vi que Dra..Malfoy estava igualmente surpreso — ..Vocês irão se encontrar com o teu pai quando era novo.. — suspirei

— Pai? — perguntou Malfoy

— Draco.. — chamei-o e ele me olhou — O que eu disser aqui, jamais poderás dizer alguém, minha vida está em jogo por causa do segredo que assombra.. — suspirei — Voldemort é meu pai! — ele arregalou os olhos, e no seu olhar tinha curiosidade, pena, paixão..uma mistura de sentimentos que não consegui entender sua lógica — ..Pelo que percebi então, nós iremos viajar no passado onde encontraremos meu..Voldemort ainda sendo Tom Riddle? Verei minha mãe? — lágrimas escorriam pelos meus olhos

— Sim é isso mesmo, vocês assistirão ao inicio do amor de ambos e juntamente com a tua mãe tentarão impedir que Tom Riddle seja Voldemort. — suspirei

(Draco)

Não acredito no que ouvi da boca dela, filha de Voldemort? Como é possível?

— E se ele nos descobrir?

— Quando descobrir, espero que já estejam de volta salvos. — suspirei — A história que pensei é que vocês foram criados juntos, são os melhores amigos, perderam os pais numa guerra de bruxos e pedem auxílio na instituição onde se encontra Tom Riddle..entregarão esta carta a mim e eu com certeza vos indicarei até Hogwarts.

— O que direi aos meus amigos? — perguntou a morena

— Dirás que irás para uma missão secreta dada por mim e que quando for a altura certa lhes contará a verdade.

— Porquê eu? — perguntei

— Porque vejo que vocês se estão a dar bem, verdade? — suspirei e ela acenou o sim — E também porque confio em si Sr Malfoy para a proteger. — a morena suspirou — Peço-lhe que venham com saúde, nunca a largue e muito menos não cometam erros que poderá modificar o presente.

— Tal como?

— Tal como Tom se apaixonar por ti querida... — ela olhou chocada — Sim, isso é possível.

— Teremos que... — corei um pouco — ..fingir ser namorados para que isso não aconteça? — perguntei receoso e ela me olhou desconfiada

— Suponho que sim Sr Malfoy, seria gravissimo se Tom Riddle se apaixonasse pela própria filha..

— O que aconteceria?

— Tu desaparecias tanto lá como cá... — chocámos — Bom, espero que estejamos esclarecidos!?!

— Sim. — concordei — Quando iremos?

— Daqui a umas quantas horas, dará tempo para a minha sobrinha contar sua versão da história aos amigos...venham ter comigo daqui a precisamente 1hora e meia, pois antes preciso de falar com a Sra Granger.

— Até logo tio. — suspirou e levantou-se, fui atrás

— Estás de acordo com isto? — perguntei sem puxar o assunto do pai dela, ela suspirou

— É por um bem maior Draco... — ouvir meu nome saído por ela me fez arrepiar — ..É por bem de todos nós..e tu? — concordei com a resposta dela

— Concordo contigo.

— Bom, então vou falar com eles..nos vemos no teu quarto... — virou as costas e foi embora, suspirei