Hit Me Like A Man.
11 Gaara doesn't know.
Notas iniciais
Vou fazer vocês todos escutarem Lustra esse capítulo, então, aproveitem.
CAPÍTULO >NÃO< revisado.
Como matar um filho da puta ruivo, primeiro passo: botar um chifre.
Segundo passo: conseguir fazer o namorado dele te amar.
Terceiro passo: bom... Isso seria o resultado, né? Ainda não rolou.
Eu estava de amasso com Naruto em meu quarto, meu amigo deu a desculpa que viria pegar as coisas para ir para o quarto de Gaara.
– Hm, Sasuke... Como você pode ser tão bom? Tão gostoso? – Perguntou meu loiro, enquanto amarrava minhas mãos em cima da cabeça com um cinto. Ele ajoelhou-se em minha cama para admirar a visão. – Ainda tem muita roupa aqui. Acho melhorar tirarmos sua bermuda, não é?
Assenti. Meu corpo estava quente e eu precisava que Naruto me tocasse. Merda, quando eu havia me tornado dependente assim? Hoje Naruto irá dormir com Gaara, ou seja: não vai ser hoje que ele vai me comer.
Suas mãos deslizaram até o cós da minha bermuda, puxando-a junto com minha sunga. Gaara devia ser muito idiota para não sacar do porque Naruto demorar tanto para pegar uma mochila, mas para mim isso é muito bom... O quanto mais lerdo Gaara for, mais Naruto me agarra.
– Naruto? Para que tanta demora? – Em falar no diabo...
– Calma, amor! Sasuke está mostrando-me algumas ideias de carro, estou pensando em trocar o meu. A porta está com um pequeno problema na fechadura, logo o Sasuke abre. Espere no quarto, ok? Quando eu chegar eu irei te fazer uma surpresa. – Ri quando vi Naruto rolando os olhos. Ouvimos o barulho dos passos de Gaara se afastando, e meu dominador voltou a sorrir. – Muito bem, Sasuke-kun... É um ótimo submisso, acho que merece uma recompensa.
Naruto beijou minha barriga. Meu membro que já estava desperto, agora estava praticamente gritando por alívio. Senti sua língua passear por toda a pele exposta, demorando-se no meu umbigo.
– Às vezes é bom também retribuir. – Assim que ele terminou de falar, abocanhou meu membro. Eu não podia gemer alto, então apenas arqueei o tronco, enquanto mordia meu lábio inferior com força até sentir o gosto metálico de sangue. Mordi os lábios com mais força ainda quando ele começou a movimentar sua boca. Naruto é tão quente! Sinto como se fosse gozar a qualquer momento. Ele parecia ser bem mais experiente do que eu imaginava, a parede de suas bochechas se contraíam de um jeito tão bom, tão gostoso.
– Ah... Naruto. – Gemi já não muito consciente. – Mais rápido.
Ele parou de chupar somente para me torturar.
– Eu mando aqui, eu dito a velocidade. Isso é apenas um agrado. – Subiu seu tronco e me beijou nos lábios. – Já está sangrando? – Assenti. — Então vamos fazer você ter uma hemorragia. – E voltou a chupar, mas para me agradar, rápido. Se minhas mãos não estivessem amarradas, talvez eu já tivesse agarrado os cabelos de Naruto e o obrigado a fazer do meu jeito. Mas talvez isso resultasse numa surra.
– Naruto? Ainda não acabou? – Perguntou o defunto ruivo do outro lado da porta. – Isso está meio estranho, tem certeza que está bem? — Naruto parou de chupar e botou minhas roupas em mim de novo com um olhar de “desculpa, terminamos mais tarde. Outra vez”. Ele desatou minhas mãos e eu esfreguei meus pulsos. Aquele ruivo vai me pagar e em grande estilo.
– Esse seu namoradinho me paga, Naruto. – Ameacei enquanto me levantava. – E paga caro.
– Não faz assim Sasu, você sabe que eu também gosto dele... Gaara foi grande parte da minha vida. – Naruto tentou me acalmar, me deu um beijo na bochecha e saiu do quarto.
[Scotty doesn’t know – Lustra ]
Scotty não sabe
que Fiona e eu,
transamos na minha van todo domingo.
Ela diz pra ele que está na igreja,
mas ela não vai,
ainda que esteja de joelhos, e Scotty não sabe!
Oh, Scotty não sabe, oh-oh.
Então não conte pro Scotty
Scotty não sabe,
Scotty não sabe.
Então não conte pro Scotty!
Fiona diz que foi às compras
mas ela está embaixo de mim e eu não vou parar
Porque o Scotty não sabe,
Scotty não sabe,
Scotty não sabe,
Scotty não sabe,
Então não conte pro Scotty
Scotty não sabeeeeeeee...
Não conte pro Scotty!
Não acredito que ele seja tão ingênuo
Enquanto eu estou atrás de você, metendo.
Fiona está com ele ao telefone
e está tentando não gemer.
É uma ménage ao telefone,
e ele não sabe de nada.
Nada!!!
Scotty não sabe,
Scotty não sabe,
Scotty não sabe,
Então não conte pro Scotty
Scotty não sabeeeeeeee...
Não conte pro Scotty!
Vamos dar um show, todos vão saber.
Scotty não sabe,
Scotty não sabe,
Scotty não sabeeeeeeee...
No estacionamento, por que não?
É tão legal quando você está por cima
Na gramado em frente a casa dele, na neve
A vida é tão dura, porque Scotty não sabe,
Scotty não sabe...
Eu comi ela no aniversário dele.
Scotty não sabe,
Scotty não sabe,
Scotty não sabe,
Scotty não sabe,
Então não conte pro Scotty
Scotty não sabeeeeeeee...
Scotty vai saber,
Scotty tem que saber,
Scotty tem que saber,
Vou contar pra ele,
Eu mesmo vou contar pra ele
Scotty tem que saber,
Scotty tem que saber,
Scotty tem que,
Scotty tem que,
Scotty tem que ir!
Scotty não sabe,
(Não conte pro Scotty)
Scotty não sabe,
(Não conte pro Scotty)
Scotty não sabe...
Scotty tem que ir!
Fiquei sentado em minha cama depois de Naruto ir embora do quarto. Realmente ele nunca disse que gosta de mim... Só apenas me beijou, nos agarramos... E esse defunto ruivo ainda cisma de ser a pedra no caminho. Ah é, se ele é a pedra, eu vou vir com tudo para afundá-la no mar.
Peguei uma muda de roupa e fui para o banheiro do corredor tomar um banho, já que não estava afim de entrar no quarto de Itachi e ver Sai brincando de pula-pula. Dessa vez eu não dancei durante o banho, minha mente maligna e consagrada pensava em um jeito de fazer o defunto ruivo e Naruto terminarem... Ou só fazer Gaara cair de um penhasco, já estava de bom tamanho.
A porta do banheiro foi forçada e eu cobri minhas partes íntimas com toda a dignidade e vergonha na cara que eu não tenho, só para ver Naruto entrar. Ele fechou a porta atrás de si, trancando-a e me encarando com uma expressão tarada.
– Olha, eu sei que eu gosto de sadomasoquismo e sou um praticante assíduo, mas ser estuprado não estava nos meus planos para hoje. – Fui sincero, o fazendo rir. – Tá escrito palhaço na minha testa?
– Não, mas posso escrever “gostoso” na sua bunda se quiser. – Respondeu o loiro abusado, enquanto tirava suas roupas e entrava no box comigo. – Agora seja um bom menino, vire de costas para mim e fique quietinho, banheiros costumam ter muito eco.
Fiz o que ele mandou.
QUAL É? VAI ME JULGAR? Eu sei que era para eu estar com o complexo de “a outra”, mas não é todo dia que você finalmente pode se agarrar com o cara que gosta dentro de um banheiro, ainda mais no banho!
Comigo de costas, Naruto beijou meu pescoço. A água fria do chuveiro só me deixava mais excitado, pelo fato de eu ter o corpo mais quente do mundo atrás de mim. Suas mãos que passeavam livremente pelo meu tronco, passaram perigosamente perto de minha bunda, arranhando o local e me fazendo gemer como uma puta. Naruto grunhiu, perdendo a calma e me virando de frente para ele, me arranhando e me pondo no seu colo.
– Agora você não me escapa Sasuke! – E antes que eu pudesse responder, Naruto tomou minha boca em um beijo feroz. Chupei sua língua com força, ganhando um aperto forte no meu cabelo. Naruto me pôs no chão de novo e parou o beijo, sua boca passou pelo meu pescoço e fez um caminho muito tortuoso até chegar ao meu mamilo esquerdo, no qual ele passou a língua e logo após mordeu. Ok, eu estou no céu agora. A outra mão de Naruto foi até meu mamilo direito, apertando e brincando com ele entre os dedos.
– Não me torture. – Pedi, tentando conter os gemidos. – Ou melhor, torture, mas não tanto.
– Podemos ir um pouco mais rápido sim... – Respondeu meu amante profissional. Naruto sorriu travesso e me mostrou três dedos. É DISSO QUE EU ESTOU FALANDO! É disso que o povo gosta: sodomia!
Chupei os três dedos, um de cada vez, passando a língua desde a ponta do dedo até a base, só para provocar Naruto que agora me encarava com total depravação e desejo. Quando decidi que os dedos estavam bem lubrificados, parei de chupar, dando uma mordidinha de leve antes de tirá-los da boca.
Virei-me de costas para Naruto mais uma vez e empinei meu quadril. O que foi? Eu estou desesperado!
Naruto apoiou sua mão em meu quadril e com a outra inseriu um dígito em minha entrada. Sexo é tão bom que se eu pudesse fazer o dia inteiro, iria morrer de anemia de tanto esforço! Ele começou a movimentar o dedo bem devagar, me fazendo jogar a cabeça para trás e gemer rouco.
– Cuidado com o eco, eu já disse... – Lembrou-me e inseriu o segundo dedo. Antes que ele pudesse começar os movimentos, um grito ecoou pela casa. Um grito tão estridente que me arrepiou por completo, aquele arrepio de agouro. Como alguém que sai de um transe, Naruto tirou seus dedos de mim e eu que já não estava lá tão mais animado, fechei o chuveiro e pegando minha toalha para me secar.
O grito se repetiu de novo e eu achei que eu já estava preso dentro de sexta-feira 13, apesar de ser sábado. Mais do que depressa eu e Naruto nos vestimos e o infeliz desceu primeiro para não dar pistas. Mais uma vez a porra do grito, só me falta eu ser o primeiro a morrer nessa merda de banheiro! Que sacanagem, se fosse para morrer, que fosse dormindo né.
Depois de respirar fundo algumas vezes e rezar em todas as línguas que eu conhecia, saí do banheiro rezando para não dar de cara com o Exu Caveira. Boa notícia? O corredor está vazio. Má notícia? O corredor está vazio, ou seja: todos já estão mortos.
O grito mais uma vez foi repetido e eu decidi que tinha que tomar coragem. Desci tomando cuidado para não cair da escada e para minha felicidade, todos estavam lá em baixo procurando de onde vinha o grito. Corremos para o banheiro do primeiro andar e nada. Para a cozinha e nada. Para a sala e nada! Os intervalos entre os gritos estavam cada vez menores e meu desespero aumentava ainda mais.
– Sasuke! Kaa-san e tou-san! Não fomos ao quarto deles ainda! – Gritou Itachi. Com mais desespero que nunca, eu e nii-san corremos para o quarto de nossos pais com todos os hóspedes em nosso encalço. Quando abrimos a porta do quarto de meus pais, tudo fez sentido.
Lá estava ele. O malvado. O pesadelo: Iago, a tartaruga terrorista.
Minha mãe estava sentada em cima de sua cômoda, enquanto Iago batia a cabeça no móvel. Meu pai, em cima da cama, tentava espantar Iago a todo custo, tacando-lhe roupas que ele encontrava pelo quarto.
– IAGO, ENTÃO É AQUI QUE VOCÊ ESTAVA! – O maluco do Sai correu ao encontro de sua tão amada tartaruga. – Eu fiquei preocupado com você! Não suma assim nunca mais, tá bom? – Iago parecia feliz de estar revendo Sai, pois parou de aterrorizar minha mãe e foi em direção ao seu dono, batendo a cabeça em seu calcanhar. – Meu cabeçudo favorito. – Sai-batido pegou a tartaruga no colo e saiu do quarto de mãos dadas com Itachi.
– Ele não é uma graça? Adorou a família, já pegou o caçula e agora é o mais velho. – Brinquei com um sorriso amarelo. – Bom dia, aliás.
Saímos do quarto e eu anunciei que o almoço seria por minha conta hoje. Peguei alguns macarrões em parafuso e botei para cozinhar. Peguei salmão e botei para assar no forno, virando-me para cozinha e pegando alguns limões. Fiz arroz, salada e até salada de frutas para sobremesa.
Quando o almoço estava pronto, gritei para que todos viessem comer. Minha mãe abriu um sorriso orgulhoso e veio me abraçar.
– Querido, está tudo tão bonito! – Me deu um beijo na bochecha e piscou para mim. – Espero que esteja tudo gostoso também!
Ela e papai sentaram-se à mesa junto com todos e eu tive o prazer de servi-los. Macarrão parafuso ao molho, salmão assado, arroz, salada e salada de frutas.
– Meu Deus Sasuke! Precisamos casar! Você cozinhará todo dia. – Disse a pistoleira cor-de-rosa. – Está tudo tão gostoso.
– Não sou para o seu bico e a fruta que você gosta eu como até o caroço. – Retruquei, fazendo meu pai engasgar com a comida.
– Respeito à mesa, moleque! – Resmungou meu tou-san que teve o braço alisado por minha mãe. – Às vezes eu acho que nós erramos na educação do Sasuke, vê se o Itachi fala uma coisa dessas?
– Se ele não fala é porque ele faz bastante. – Sussurrou Hinata.
– Até tu, Brutus? – Perguntou Kiba. – Vocês são muito loucos, mas eu estou adorando ser amigo de vocês.
– Opa, opa, opa! Segura que quem te dá intimidade é psicólogo. – Avisei. – Palhaçada, eu hein. Não se chega para o meu lado, ainda não gosto de você. Seus favelados, agora comam!
O almoço seguiu em silêncio até eu ter que ir pegar as taças para comermos a salada de frutas. Quando voltei, vi que Gaara conversava animadamente com meus pais .
– Eu chamei Naruto para morar comigo e agora estou esperando a resposta dele. – Comentou o defunto ruivo segurando a mão de Naruto, que exibia um pequeno sorriso.
– Oh, mas isso é ótimo! E você Naruto, vai aceitar? – Perguntou minha mãe. Merda, minha mãe tinha que ter preferência para eu e Naruto! Tudo bem que ela não sabia de nada, mas porra, apoiar os dois já é demais.
– Eu não sei, tia Mikoto... Gaara e eu estivemos separados por um ano e meio. Muita coisa mudou. Eu tenho novos planos para mim e sinceramente não quero sair da casa dos meus pais agora. – Respondeu Naruto, olhando para mim de rabo de olho.
– Bom, que seja servida a sobremesa! – Anunciei fingindo bom humor. Servi um por um de meus amigos e família, parando em Gaara. – Não, você não. Deveria entrar numa dieta. – Fingi aconselhar. – Sabe, quando você chegar aos trinta, vai me agradecer. – Pisquei e me sentei para comer. Eu sentia o olhar de Gaara praticamente perfurando um ponto invisível em minha cabeça e isso me fazia sorrir por dentro.
– Está com algum problema, Gaara-kun? – Perguntou a doce e inocente Hinatinha, do jeito que eu mais odiava, corando e pondo a mão na boca. Lhe encarei lançando um olhar feio e ela logo entendeu. – Sabe, é melhor fisgar logo Naruto, porque há tantos garotos por aí... E mais bonitos que você, diga-se de passem. E sem ofensas, não é que você não seja bonito, mas também não é nenhum modelo da Calvin Klein. Que aliás é a marca das suas cuecas, não é Sasuke? – Como ela sabia? Mãe Hinata e os poderes sobrenaturais. Agora eu tenho medo dessa garota.
– Eu tenho confiança em mim. – Gaara sorriu.
– Pena que não merece a própria confiança... – Comentei como quem não quer nada. A sobremesa seguiu normalmente e eu decidi que precisava derrubar Gaara. Mostrar as fotos para Naruto seria fácil demais e acabaria com ele magoado, o que não seria nada bom. Curar corações partidos não é lá minha especialidade.
Avisei a todos que iria subir e fui para o quarto do segundo-gênio-do-mal no comando dessa casa. Sakura.
Quando ela subiu, eu já estava deitado confortavelmente em sua cama, a sua espera.
– Você no meu quarto... Sei que não veio aqui para dizer o quando eu sou maravilhosa e ótima amiga, então, o que quer? – Perguntou a pistoleira cor de rosa.
– O que eu quero? Primeiro vem: O que você sabe? Você está por fora de tudo. Naruto me agarrou de jeito mais cedo no quartinho, quase me comeu no meu quarto e quase me comeu no banheiro, mas sempre algo atrapalha. – Os olhos de Sakura ficaram quase do tamanho de sua testa. – Eu quero Gaara fora do meu caminho. Estou com umas fotos dele aqui, mas seria simples demais mostra-las para Naruto. Eu quero aquele defunto ruivo na minha mão, para eu poder esmaga-lo do jeito que eu preferir.
– Sempre tão pretencioso, Sasuke... É isso que eu adoro em você! – Disse ela, sentando-se do meu lado. – E então, está sem ideias? Eu tenho uma perfeita.
– Então me conte, sua pistoleira maldita. – Pedi com todo meu carinho e amor.
–É simples, meu querido. Envolve algumas pessoas, mas é fácil! O que tem nas fotos que estão no seu celular?
– Gaara e um garoto estranho se beijando. Ele com um homem gostoso feito Naruto toda noite em sua cama, e ainda tem coragem de trair! – Expus meu pensamento. – Agora me diga como iremos executar o defunto.
– Iremos precisar da presença de Sasori, de Iago, das suas fotos, de algumas fotos novas e de alguém que saque muito de informática. – Ditou ela. – Ah, e vamos precisar do celular de Gaara.
De repente foi como se o céu se abrisse, os anjos descessem e fizessem um spring breaker na minha cabeça. Tudo fazia sentido agora! Como eu não percebi antes? A luz do fim do túnel praticamente me cegava e eu estava cada vez mais feliz com os rumos que meus pensamentos tomara.
– Ah, esse fim de semana será longo. Ainda tem muita água para rolar. – Comentei. Sakura sorriu maníaca para mim e eu retribuí o sorriso.
Levantei feliz da vida e possivelmente possuído pelo capeta, mas não liguei, continuei meu caminho até meu destino e entrei no quarto de meu nii-san com a cara, a coragem e com a mente semi-preparada para ver cenas eróticas entre meu irmão e meu ex-namorado.
– Não sabe bater, Suke? – Meu irmão estava em frente ao seu armário vestindo uma blusa qualquer e Sai-de-baixo deitado em sua cama. Saí de seu quarto, fechando a porta e revirando os olhos. Respirei fundo e contei até dez algumas vezes antes de bater na porta. – Quem é? – Perguntou o cínico.
– Jesus Cristo! – Respondi ironicamente, entrando novamente no inferninho generalizado. -- Vocês não se desgrudam mais, né. – Brinquei. – Preciso reunir Sakura e os outros e preciso que Sasori esteja nessa casa ainda hoje, então Itachi, ligue para ele e mande-o vir pra cá.
Nii-san andou até a cama para pegar seu celular que estava na mesa de cabeceira, mas Sai o derrubou em cima de si e os dois começaram a se beijar.
– Mereço... Palhaços. DESGRUDEM-SE E LIGUE LOGO, ANIKI! – Pedi. Itachi separou o beijo e pegou seu celular.
Saí do quarto e fui no quarto de Hinata, puxando-a pela mão e deixando Kiba sozinho na cama, passei pelo quarto de Sakura e arrastei junto com Hinatinha-chan. Voltei para o quarto de meu irmão e esperei ele terminar de falar com Sasori no telefone.
– Ele disse que chega aqui em dez minutos. – Anunciou Itachi.
Quando Sasori chegou, eu praticamente o carreguei no colo até o quarto de Itachi.
– É o seguinte, cambada, hoje começa uma nova fase de nossas vidas. – Anunciei. – Hoje viraremos a noite em claro para eu explicar a vocês o que irá acontecer. Algo de muito sério está sendo maquinado na minha brilhante mente e eu quero que vocês se empenhem. O que vocês ganharão com isso? Porra nenhuma, além do prazer de ver um filho da puta se foder. Mas antes! Vocês querem pedir pizza?
– Claro! – Responderam todos em uníssono. Dei meia volta para descer e pegar o telefone fixo, mas fui interrompido por uma pergunta do meu nii-san.
– Suke, o que você quis dizer com isso tudo?
– Apenas uma palavra, meu caro aniki: — Respondi. – C.O.P.A.
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