Hit Me Like A Man.

6 Conhecer. Reconhecer.


Notas iniciais
OI! Adorei todos os comentários, apesar de terem sido poucos. Mas como senti carinho em cada palavra dos reviews, voltei domingo como prometido. Esse capítulo veio pra matar todos vocês do coração, espero que e atinja meu objetivo no sentido figurado u.u
Boa leitura!

Eu não queria admitir, mas a pistoleira cor-de-rosa era diabólica no nível Uchiha. E isso, meus amigos, é uma coisa boa quando se está tentando executar um plano.

Ela rodou as algemas no dedo.

Como eu não havia pensado naquilo antes? Talvez porque eu não soubesse que Naruto trouxe seu kit sadomasoquista para a faculdade, talvez por não conhecer Naruto bem o suficiente para saber que ele tinha um kit sadomasoquista.

Andei até Sakura, pegando as algemas da mão dela. Estava ali a prova que eu não conhecia Naruto o suficiente para gostar dele, estava ali a prova que eu não podia prosseguir com o C.O.P.A e que Sai estava errado, eu não gostava de meu companheiro de quarto. Mas era só questão de tempo e intimidade para isso acontecer. Eu estava entre o altamente interessado e o abismo da paixão, e não sabia se essa era a hora certa para cair.

— Eu preciso ficar sozinho. – Talvez eu só tenha pensado, ou sussurrado, porque ninguém saiu do quarto. – Eu preciso ficar sozinho. – Repeti, mais alto dessa vez. Nem Sai e nem Sakura haviam deixado o quarto. Resolvi ignorá-los e sentei em minha cama.

Se eu não conhecia Naruto direito, por que eu havia deixado Sai me convencer que eu estava apaixonado? Agora não fazia o mínimo sentido. Do que adianta eu ter começado o C.O.P.A, deixando Naruto confuso e perturbado com minhas cenas com Sai, se nem ao menos eu tinha certeza se gostava dele? Se gostava de alguém que não sei quase nada sobre. Eu precisava retroceder... Mas a questão é: Eu simplesmente iria virar para Sakura e Sai e dizer “ei, vamos adiar. Por enquanto não preciso de vocês”? Eu não podia fazer isso.

— Não precisa das algemas. Eu vou conversar com Naruto hoje... Agora vocês podem ir? Uma hora ele vai ter que voltar. – Falei baixo. Na minha mente se passavam um milhão de pensamentos a cada cinco segundos e isso já estava me fazendo ficar com dor. Agora eu realizara: eu havia conseguido deixar Naruto perturbado, mas o confuso aqui sou eu.

— Sasuke-kun... Tem certeza? – Sai-daí perguntou. Assenti, ele veio até a cama e me deu um casto selinho. Não sei se ele não tinha entendido, mas definitivamente, nós não estávamos juntos. Sakura ficou sem jeito, por isso se despediu com um aceno e os dois se foram.

Agora eu precisava pensar.

Eu nunca fui do tipo impulsivo, então por que arquitetei todo esse plano cheio de fases? Deixei Sai me convencer que eu realmente gostava de Naruto... É impossível se apaixonar por alguém que não se conhece! Mas... Talvez eu quisesse me apaixonar por Naruto. Se não, eu não ficaria tão perturbado com Itachi e Gaara... Certo? Eu quero conhece-lo.

Deitei-me na cama e virei de bruços, enfiando meu rosto no travesseiro com a esperança de, talvez, morrer sufocado.

A porta abriu-se, mas eu não me movi. Quem quer que tenha entrado continuava parado na porta. Os barulhos de passos se fizeram e alguém sentou na beira de meu colchão. Lentamente levantei a cabeça, para ver ninguém mais ninguém menos que Sasori me encarando.

— Oi. – Se limitou a dizer. – Eu meio que estou por dentro do C.O.P.A e quero fazer o possível para ajudar.

Sentei-me para olhá-lo nos olhos.

— Eu só quero parar o C.O.P.A, percebi que estou completamente errado em tudo! Não posso continuar enquanto não tiver motivos o suficiente e mesmo se algum dia eu tiver... Acho que foi muita infantilidade da minha parte armar isso. – Confessei. Sasori apoiou uma das mãos em meu ombro.

— Não se meta com Sai, Sasuke. Ele não presta, estou te avisando. – Seu rosto era tranquilo, como se nada jamais o enervasse. Era quase como um boneco. – Se realmente quer conquistar Naruto, seja primeiro alguém que ele confie, seja o melhor amigo.

— Melhor amigo? – Bufei. – Você já ouviu falar de friendzone¹? Eu não quero cair na friendzone! Ele não pode me ver como o melhor amigo, eu...

— Eu disse melhor amigo, não irmão. Existe um grande abismo entre as duas coisas. – Explicou. – Agora eu estou indo, tenho prova amanhã e tenho que garantir uma boa nota. – Piscou para mim. – Você está em administração, não é? – Assenti. – Que pena, estou em medicina. Enfim, sempre que quiser falar, só me procurar. Acho que já sabe onde é o quarto. – E se foi, me deixando sozinho outra vez.

Será que ele tinha razão? Eu desconhecia o abismo entre melhor amigo e irmão, afinal, irmão eu tenho, mas não um melhor amigo. Se ele estivesse certo, agora eu poderia descobrir a diferença!

Levantei animado e ansioso, praticamente correndo para a porta, mas quando fui abri-la a mesma veio de encontro com meu rosto.

— Ai! – Exclamei passando a mão na testa. Creio que eu não tenha toda a sorte que poderia.

— Sasuke! Ér... Desculpe-me! – Naruto estava sem graça, coçando a nuca.

— Não! Eu que te devo desculpas por ter agido como uma criança nos últimos dias. Surtei com Gaara, e depois você presenciou a minha cena com Sai... Desculpe. Mesmo. – Meu rosto estava quente e eu tinha certeza que estava corado. Qual é Deus?! Eu sou um Uchiha, não posso corar!

— Tudo bem, mas por que fez isso? – Ah ótimo, não prefere me enforcar não? Eu já pedi desculpas.

— Eu... Não sei. Sinceramente não sei, Naruto. Eu nunca fui assim, mas aconteceram algumas coisas e... – As orbes azuis de meu colega de quarto estavam atentas a todos os meus movimentos, mesmo os mínimos. – Quer ser meu melhor amigo?

— Ah? Esse tipo de coisa não se pede, simplesmente acontece!

— Foda-se, eu estou pedindo. Quer ou não? Eu nunca tive um melhor amigo... – Expliquei e fiz uma tentativa de beicinho.

— Ok, ok! – Ele concordou, indo para cama e tirando os tênis. – Já sei por onde podemos começar essa “melhor amizade”, vamos virar a noite! E eu não quero saber se você vai acordar que nem um gagá amanhã, vai virar a noite sim, e vai virar conversando comigo. – Manda mais em mim... Ainda não consigo controlar meus pensamentos pervertidos! Socorro, help, mayday!

— Tudo bem, tudo bem... Só me deixa tomar um banho. – Resmunguei. Eu iria mesmo ter que virar a noite? Como ele acha que eu mantenho minha pele perfeita?

— Espera, eu vou com você.

Tá me zoando?

Olhei para meu amigo, tentando lançar o meu melhor olhar filho do Capiroto 666, mas parece que não deu muito certo. Naruto já vinha de cueca para o banheiro e eu ainda precisava me despir. Pensei seriamente em duas coisas: pedir para o Naru me comer ou deixa-lo tomar banho primeiro.

Dei meia volta pronto para sair do banheiro, mas o mesmo me empurrou porta adentro. Ok controle-se, Sasuke... Você consegue! Respirei fundo algumas vezes e comecei a tirar minha roupa. Quando estava só de cueca, eu e Naruto entramos no boxe apertado. Por que ele estava fazendo isso comigo? Deus não me odeia o suficiente?

[High school – Nicki Minaj feat. Lil Wayne].

Eu entrei primeiro de baixo d’água e passei a mão pelos cabelos, tentando ignorar a presença desconcertante que era a de Naruto.

— Mas e então... Como está Gaara? – Não me controlei e perguntei. Afinal, uma hora ou outra um de nós ia falar e sendo eu o primeiro, eu controlava o assunto.

— Está melhor. – Ele riu. – Você bate bem, sabia? — Você deve bater muito melhor...

— Já me disseram isso.

— Ooooooh, então Uchiha Sasuke é um brigão? – Zombou. – Sai daí que eu quero me molhar. – Me puxou, fazendo minha pele molhada ir de encontro com a sua que estava perfeitamente quente. Imediatamente todos os pelos do meu corpo se arrepiaram. Ah...

— Como... Como você se sente em relação a ele? Sabe, agora que vocês voltaram. – O quê? Eu precisava conhecer ele! Mas nada me impedia de começar pela parte principal.

Naruto me surpreendeu me entregando o sabonete líquido para segurar. Suas mãos foram até o cós de sua cueca.

Eu vou ver o pau do Narutinho, vou ver o pau do Narutinho...

Ele pareceu desistir, pegou o sabonete da minha mão e se ensaboou do jeito que dava. Merda!

— Ah, não é a mesma coisa, sabe Sasu-chan? Um ano e meio separados pode mudar muita coisa. Eu não o amo plenamente, não mais. Eu ainda gosto muito de Gaara, mas não chega a ser amor. Eu lhe dei um mês para me provar que mudou e que podemos seguir a vida juntos. – Desabafou me entregando o sabonete. Troquei de lugar com ele mais uma vez. Agora eu estava em baixo do chuveiro.

— Entendo. – Eu tinha uma semana para ser o melhor amigo de Naruto. E tinha um mês para conquista-lo. – Você acha que dará certo?

— Não sei, Sasu. Como eu disse, minha cabeça mudou muito e meus sentimentos também... Gaara não faz mais meu coração palpitar como antes. Agora eu só me sinto bem. Pode ser que eu esteja errando em dar uma nova chance a ele, se nem tenho certeza dos meus sentimentos, mas ei, temos que aproveitar as oportunidades né? – Piscou para mim, abrindo um grande sorriso. – Encare a vida como um grande corredor, e nesse corredor há várias portas as quais você não sabe o que tem por trás. Essas são as oportunidades. Às vezes elas podem ser maravilhosas.

Naruto era tão... Espontâneo. Isso era uma coisa que eu sentia falta em mim. Ele deixava a maré levar e nem ligava para isso! Como pode? E confiava cegamente que Naruto era uma oportunidade – uma porta – da qual eu nunca me arrependeria de jogar-me de cabeça.

— Faz sentido, Naru. – Terminei de tirar o sabão do corpo e puxei minha toalha para secar-me. Depois de feito o serviço, amarrei a mesma na cintura, puxando a cueca por debaixo. – Olha Sakura e Sai vão passar o fim de semana na mansão Uchiha, se você quiser ir... Pode levar Gaara. Mas é o fim de semana todo. – Fiz questão de ressaltar. Por que eu estava deixando que ele levasse Gaara? Simples! Se eu conseguisse fazer Naruto sentir... Bem, frio na barriga, batimentos cardíacos acelerados... Essas coisas de apaixonados. Se eu conseguisse fazê-lo sentir, ele perceberia que não é com Gaara que ele quer está. E é vendo a diferença, sentindo-a de perto, que ele perceberá.

— É muito legal de sua parte deixar-me levar Gaara, Sasuke. – Sorriu fraco. – Não tenho certeza se quero leva-lo, mas pode contar com a minha presença.

Sasuke 01 x Gaara 0.

— Hm... Tudo bem! – Fingi não estar comemorando minha vitória internamente.

— E você e Sai? Vão ficar no mesmo quarto ou eu ainda tenho meu lugar ao seu lado? – Seu lugar sempre estará guardado. Reprimi a verdadeira resposta.

— É claro que você vai dormir no meu quarto, melhores amigos, lembra? – Como se tivesse muito tempo que tínhamos tomado a decisão.

— Sim, claro. – Riu. – Como pude esquecer? – Agora Naruto também estava de toalha. Ele me deu um soco de leve no braço. – Você gosta dele?

— Dele quem?

— “Dele quem?” – Me remendou, fazendo uma voz fanha. – Do Sai, né!

Ponderei. Eu podia falar “não, a gente só fodeu uma vez e ele acha que temos um relacionamento”, mas acho que isso não seria uma das coisas mais sensíveis que eu já disse, não é?

— Ahn, não sei! Ainda é muito cedo para definir, sabe? – Tentei sorrir, mas o devo ter parecido o Jeff.

— Realmente! Que pergunta boba a minha, vocês estão juntos só tem alguns dias né. – Na verdade, estamos “juntos” não tem nem um direito.

— Vem, vamos por um pijama porque eu já estou congelando aqui. – Falei e puxei Naruto de volta para o quarto, onde Sai estava sentado em minha cama. Oh, oh... Deu merda!

— Sai! Oi! Quer dizer... Não é o que você está pensando! – Naruto tentava a todo custo se justificar.

— O que está fazendo aqui? – Perguntei.

— Ia chama-lo para passar a noite no meu quarto, mas pelo visto já encontrou companhia melhor. – E desde quando Sai tinha ciúmes de mim com Naruto? E DESDE QUANDO SAI TINHA CIÚMES?!

Sai-pra-lá continuou nos encarando, esperando explicações.

— Você sabe que não temos nada sério, então para que está fazendo cena? – Eu estava começando a ficar puto. – Saia daqui.

O papel A4 não exibiu reação e fez o que eu pedi, mas antes de fechar a porta, direcionou-se mais uma vez para mim e meu colega de quarto.

— Só não venha chorar no meu colo outra vez. – Fechou a porta com toda sua força.

Naruto rapidamente se vira para mim.

— DESCULPA! – Ele estava desesperado. – Desculpa! Estraguei tudo entre você e Sai, desculpa!

— Tudo bem, não eu nem para começar a gostar dele. – Não que eu pretendesse começar.

— Sasuke, não precisa fingir que não está triste. Venha, deita aqui na minha cama comigo. – DE REPENTE ME BATEU UMA DEPRESSÃO!

— Ok, tudo bem. – Naruto deitou-se primeiro, ficando encostado na parede e eu deitei logo depois. Eu não sei se explodia de felicidade ou entrava em combustão, Naruto e eu estávamos de conchinha. – Eu me toquei que eu não sei nada sobre você, Naru. Por que não me conta mais sobre você e eu te conto mais sobre mim?

— Eu não preciso saber de nada sobre você, Sasuke. – Engraçado como alguns segundos atrás eu estava bem e agora estava com uma ardência no peito e uma incrível vontade de chorar. – Eu já sei o suficiente.

Virei-me para olhá-lo. Naruto tinha um singelo sorriso no rosto. Eu adorava seus grandes sorrisos, que mostravam quase todos os dentes maravilhosamente brancos de meu colega. Mas esse sorriso, esse, tinha algo mais que especial.

— Eu sei que você ama sua postura Uchiha e que é grosso com todos. Sei também que comigo e com Sai você não consegue usar essa sua máscara de indiferença. Sei que só odeia Itachi porque além de ter lhe negado amor, ele também parece querer tudo que você deseja. Sei que apesar de não demonstrar, você ama seu pai mais que tudo e a sua mãe também. Sei que você não chora... – Você quem pensa. –,... Sei que tem medo de entregar seu coração para qualquer um depois de seu irmão. E sei também que acha a Sakura parecida com o demônio.

— Andou fazendo um dossiê meu, senhor Uzumaki? – Perguntei em tom brincalhão. Meu coração batia mais forte que mulher raivosa de tpm.

— Faço o meu melhor. – Deu de ombros e eu lhe mostrei a língua. Por um momento, pude jurar que rolou um clima. Naruto começou a respirar descompassado, olhando para minha língua e eu estava perdido na visão que era Naruto com a boca entreaberta com a respiração desregulada.

— É... Naruto? – Ele pareceu acordar de seu transe e eu me amaldiçoei até o meu último dia de vida por atrapalhar aquele momento. – Você ia me contar sobre você. – Lembrei.

— Ah, claro. – Ele parecia sem graça. – Não tenho muito que falar, Sasu. Minha vida não é nenhum conto de fadas ou uma aventura emocionante. É uma vida como qualquer outra. – Virei-me de costas para ele mais uma vez, aproveitei para nos cobrir com o edredom azul marinho da faculdade. – Minha mãe e meu pai estão juntos desde um bom tempo antes de eu nascer, então logicamente fui planejado. Cresci num lar cheio de amor e apesar de ser filho único, nunca me senti sozinho. – Ele começou a fazer cafuné em mim. Ele queria que eu dormisse, que eu enfartasse, ou que eu prestasse atenção no que ele falava? Querendo ou não, quase ronronei. – Meus melhores amigos de infância foram a Sakura-chan e o Tachi-kun. – Tachi. Mais uma vez esse maldito apelido. – Eles eram os melhores amigos do mundo! Sakura nunca caiu nos encantos de seu irmão, ela sempre ficava te olhando no carrinho, vendo você crescer... Acho que ela sempre gostou de você. – Que merda. – Tudo foi muito bom e inesquecível, até o dia que seu nii-san resolveu me beijar. E aí minha mente e minha rotina mudaram para sempre.

Eu mal percebi quando Naruto parou de falar, mas aos poucos comecei a sentir falta de sua voz. Virei-me para ele e o mesmo me envolveu em um abraço apertado. Minha cabeça estava contra o peito de Naruto e ele respirava tão calmamente... As batidas de seu coração eram quase hipnóticas.

— Continua... Quero saber mais. – Minha voz não passava de um sussurro, mas eu queria escutar Naruto.

— Quando Itachi me beijou, eu não soube o que pensar. Parei de vez de ir à mansão dos Uchihas e até perdi um pouco de contato com Sakura-chan. Alguns anos depois eu tive uma paixonite por um garoto que era da minha escola, o Gaara. Eu nunca fui de esconder o que penso, então um dia, eu contei para ele. Ele me disse que também gostava de mim, começamos a sair, namoramos por longos três anos, terminamos e agora, um ano e meio depois, estou na faculdade. Deitado em meu quarto, com meu melhor amigo abraçado a mim como uma criança mimada e carente. – Senti minhas bochechas esquentarem e me apertei mais em Naruto para que ele não pudesse ver meu rosto. Agora realmente estava escuro e só a luz do abajur da cabeceira estava acesa. O cafuné de meu amigo estava cada vez melhor e eu começava a me render ao sono. Ele me apertou mais em seu abraço, e eu inspirei o cheiro de seu peito desnudo. Automaticamente lembrei que estávamos só de toalha e se meu sono não estivesse tanto, talvez eu cedesse a minha libido. Por que será que ele não se incomoda de ficar deitado assim comigo? Nunca tive um melhor amigo, mas sei que isso não é normal. – E ele fica uma gracinha assim. – Sorri fraco e me entreguei à inconsciência.

Notas finais
E aí? Mereço comentários?