Notas iniciais
um pequeno Crossover entre Criminal Minds, NCIS e The Blacklist que será explorado mais adiante.

Ela havia acordado cedo naquela manhã. Fazia apenas uma semana que ela estava fora da cadeia. Várias coisas estavam indo e voltando pela lembrança dela, quase em rota de colisão.

Ela perguntou a Hotch se ela poderia voltar para o trabalho, porque ela estava ficando louca em casa. Tanto quanto ela os amava, amava seu emprego, seus computadores e principalmente seus colegas de equipe.

Quando ouviu que ela poderia voltar na segunda-feira, uma onda de ansiedade subiu por ela. Ela tinha colocado trancas extras em casa, comprou um arme de pânico que poderia levar em qualquer lugar, se certificou que Esther estivesse segura.

Peter Lewis foi colocado na sessão de mais procurados do FBI, perdendo apenas para Raymond Reddington. Ela não sabia de onde conhecia o home de chapéu fedora e terno de três peças.

Ela ainda mantinha certos contatos no submundo e decidiu dar uma olhada no criminoso que fazia Peter Lewis estar em segundo. Apesar de desenterrar alguns ossos do passado, ela descobriu sobre o acordo que o FBI fez com Raymond e todas conexões que ele tinha.

Ela decidiu procurar o analista da equipe. Aram, um rapaz simpático que era uma gracinha. Não se comparava ao seu deus de chocolate, porém era realmente uma graça de rapaz.

Saindo na hora do almoço, ela havia combinado um encontro em um restaurante próximo à sede do FBI.

Aram trabalhava em uma espécie de correio abandonado. Era obviamente um lugar muito secreto. Ela não estava realmente interessada em Raymond, apesar de querer conhecer o homem.

Ela precisava de um pequeno favor do jovem aram, se fosse possível. Tecnicamente não era uma mentira quando ela disse a Derek que iria deixar o caso para as autoridades. Apenas precisava fazer isso.

Aram não foi o único que ela contatou. Sua amiga da agência Naval Abby também ajudaria ambos. Penelope conheceu Abby em uma convenção de analistas técnicos. Abby era uma cientista que trabalhava com analises também. Elas ficaram superamigas e sempre que conseguiam uma folga saíam para uma bebida.

Eles se sentaram em uma mesa no canto do restaurante. Aram foi o primeiro a chegar. Ele não sabia o que esperar desse pequeno encontro, porém ele sabia de duas coisas. A primeira é que ele precisava ajudar Penelope a pegar esse desgraçado.

Ela havia sido notícia por ter sido presa injustamente e todos sempre estiveram ao lado dela, uma coisa muito rara.

A segunda coisa era que se ele precisasse de alguém para ajudar a ajudar esse alguém poderia ser o homem mais procurado do FBI, que na verdade era um informante. Aram pediria ajuda a Reddington se fosse preciso. Mesmo tendo medo dele.

Vendo Penelope Garcia na mesa escolhida, ele sorriu para ela. Apesar de ter perdido alguns quilos, ela ainda parecia a mesma pessoa feliz.

— Penelope. – Aram a alertou de sua presenta.

— Aram. – Ela o abraçou. – Não te vejo há quanto tempo?

— Já faz algum tempo na verdade. – Ele riu. – Adorei que você ligou para mim. Estava pensando em fazer isso.

— Tem sido tempos difíceis. – Ela se sentou na cadeira soltando um suspiro. Achei que depois de tudo precisava rever os amigos.

— Eu soube sobre sua prisão. – Aram confessou. – Nunca achei que você faria algo hediondo.

— Viemos para falar sobre coisas felizes. – Ela mudou de assunto. – Soube que finalmente se declarou para a agente Navabi.

Aram deu uma pequena risada. Ele e Navabi decidiram deixar de serem lerdos e assumiram seus sentimentos.

— Estamos bem. – Ele se limitou a dizer. – Estamos pensando, você sabe, em casar

— Casamento é bom. – Penelope olhava para o horizonte na janela.

Abby apareceu pelo corredor que dava para a mesa. Sempre com sua roupa gótica, ela acenou para Penelope e Aram.

— PG. – Abby abraçou Garcia. – Fico feliz por estar bem.

— Eu digo o mesmo de você, Senhorita. – Penelope sorriu e voltou a se sentar.

— Ei Aram. – Abby cumprimentou o amigo. – Então PG qual é o assunto?

— Peter Lewis. – Ela foi direta. – Quero a ajuda de vocês dois para achar esse cara. Escondida de Derek.

— Porque? – Abby foi a primeira a perguntar. – Porque ele não pode saber?

— Ele me mandou ficar longe desse caso. – Penelope respondeu. –Não posso ignorar o fato que ele me mandou para a cadeia por três longos meses. Se algum de vocês não quiser participar pode sair.

Ambos se olharam por um minuto.

— Eu estou dentro. – Abby gritou. – Por você PG.

Elas olharam para aram com um olhar questionador. Ele pensou por alguns longos minutos antes de responder.

— Estou dentro. – Ele respondeu. – Sei que eu vou me dar mal, porém conheço alguém pode violar leis sem piscar.

— Agora sabemos. – Penelope piscou para ele. – E talvez você possa me apresentar Raymond Reddington.

— Você não deveria saber sobre ele, Penelope. – Aram a repreendeu. – Algumas pessoas já morreram por saber sobre esse segredo.

— Bem. Eu trabalho para o FBI não iria ficar sem descobrir isso. – Ela riu. – Apenas vou fingir que não sei nada sobre ele.

— Alguma pista sobre Peter Lewis? – Abby mudou de assunto. – Precisamos ser discretos e cuidadosos com esse cara.

Penelope ia falar algo, porém Derek apareceu na porta do restaurante.

— Falamos disso depois. – Penelope se levantou e foi para Derek. – Oi baby.

— Estava preocupado. – Ele a abraçou e beijou. – Espero que não esteja fazendo algo de errado.

— Apenas uma reunião entre amigos. – Ela falou.

— Bebê. – Derek a repreendeu. – Eu preciso de você.

— Precisa de mim? – Penelope mal terminou de falar antes que Derek a levasse para cima. – Então está certo.

— Isso significa que vamos para casa. – Derek a levou ainda nos braços para a SUV estacionada na rua.

— Sem despedidas? – Ela jogou as mãos para cima, acenando para Abby e aram no seu campo de visão. – Me faça feliz Hot Stuff.

— Pensei em te levar ao céu. – Derek riu quando ela estremeceu.

— Depois de três meses presa? – Ela olhou para Derek. – Porque não? Vamos Chocolate.

— Você está mais quente do que antes, Baby Girl. – Derek soltou o volante e a abraçou. – Eu poderia te ter aqui mesmo. Mas duvido que você goste de platéia.

— Dirija para casa e você poderá ganhar um pedaço meu. – Ela provocou.

Ele ligou o carro e dirigiu até a casa deles. Esther estava na escola então a casa seria toda deles.

Derek entrou com Penelope nos braços pela casa. Subindo as escadas, tremendo em antecipação ele a colocou gentilmente na cama.

Eles começaram a se beijar antes mesmo de remover qualquer peça de roupa. Beijos fervorosos e apaixonados.

— Senti falta disso. – Penelope falou. – De tudo isso.

— Eu senti mais a sua falta, garotinha. – Derek começou a acariciar o resto do corpo de Penelope. – Nunca mais me deixe assim.

— Eu quero um bebê. – Penelope falou, porém se arrependeu ao ver o rosto de Derek. – Desculpe. Eu não queria estragar o clima.

— Eu ia te perguntar sobre bebês. – Derek disse. – Eu também quero outro bebê, Penelope. Na verdade, eu preciso de outro bebê.

Ela abriu a boca e foi quando Derek tirou o vestido dela, com calma. Sentindo que a peça estava longe dela, ele deslizou a mão pelo fecho do sutiã e removeu a peça, com o mesmo cuidado que fez com o vestido.

— Achei que estivesse fechado a essa idéia. – Ela confessou. – Nunca conversamos sobre outros filhos.

— Eu estava esperando que você engravidasse sem precisar me pedir. – Derek deslizou a mão pelo seio dela. – Eu quero um irmão ou imã para Esther.

Ela achou injusto Derek ainda estar vestido com peças enquanto ela só tinha uma. Ela puxou a camisa com cuidado e ele abaixo a bermuda.

Ele a deitou na cama e se colocou sobre ela. Puxando ambas as peças intimas de cada um, Derek entrou nela com sua ereção.

Eles ficaram naquele movimento de corpos por algum tempo antes de ambos chegarem ao mesmo tempo, com intensidades diferentes.

— E se forem gêmeos? – Penelope perguntou de repente.

— Eu seria o homem mais feliz dessa vida com um bebê, então gêmeos seria minha glória. – Derek se perdeu na fantasia de ter dois bebês de uma vez.

Ele queria experimentar isso.