Hit And Run

12 Noite do casamento Parte 2: Entrelaços.


Notas iniciais
Fiz algo mais romântico do que simplesmente chegar, transar e dormir.

Se Derek não estivesse tão nervoso dois dias antes quando fez a proposta a ela, agora seria uma boa hora. Ele finalmente se tornaria mais que um amigo com benefícios para ela.

Quando ele a beijou pela primeira vez no escritório dela, alguns dias antes de ela ser levada, ele tinha a esperança de ter ela em seus lençóis.

Ele nunca havia pensado nela de um jeito sexual antes, mas depois que ela chutou Kevin ele decidiu que ele não a deixaria ser levada por outro Geek qualquer em uma armadura de tecnologia. Se ela preferisse os Geeks, ele se tornaria um. Cada palavra amigável se tornou uma necessidade para ele.

A verdade é que a equipe precisava de Penelope para continuar a funcionar. Ela colocava uma cor no lugar sombrio, com suas reações humanas, seus sorrisos. Quando Reid foi levado por Hankel, quando Gideon saiu, quando Derek foi designado para ser o novo chefe de sessão da equipe.

Ele foi transportado para o momento mais lindo de sua vida. Ela estava ao seu lado, vestida de noiva, olhando sujo para ele enquanto o padre discursava algo sobre paixões e pessoas que eram almas gêmeas.

— Aguente até hoje à noite. – Derek sussurrou para ela ganhando um sorriso dela e um olhar espantado do padre.

Tanto quanto ele a queria, ele conseguiria esperar eternamente até poder ter ela. Nos momentos mais quentes ele se acariciaria apenas olhando enquanto ela dormia. Ele a respeitava demais para fazer um movimento rápido.

Quando eles trocaram alianças agora como marido e mulher e o padre finalmente declarou os dois marido e mulher, Derek poderia riscar a primeira coisa de uma lista de coisas que ele sonhava.

Eles sentaram de mãos dadas na pequena confraternização preparada para os agentes. Ele estava despreocupado sobre Kevin naquele momento. Ele estava supostamente atado a uma blusa de louco e não veria a luz do sol em 100 anos.

Derek a puxou nos braços até a entrada do carro e a levou sob aplausos.

— Está com medo? – Penelope perguntou para Derek.

— Eu deveria ter perguntado isso, Baby Girl. – Derek olhou sujo. – Se você soubesse o que eu estou planejando.

— Devo ficar com medo? – Ela brincou. – Talvez chamar Reid só por precaução ou colocar uma ambulância ao lado de casa, apenas no caso.

— A ambulância parece boa. – Derek provocou.

Ambos riram. Quando Derek estacionou a excitação de Penelope começou a despertar.

Ele a pegou gentilmente nos braços outra vez.

— Sabe que eu posso andar agora, não é? – Ela falou.

— Nenhuma Deusa andará perto de mim. – Ele gemeu abrindo a porta.

— Derek. – Ela sussurrou no ouvido dele. – Leve-me até o céu.

— Eu vou fazer isso. – Derek devolveu em outro sussurro. – Você verá.

JJ havia trocado a roupa de cama horas antes como um pedido de Derek. Ela sabia que era o momento mais importante.

Derek a colocou gentilmente Garcia sobre a cama e saiu.

— Derek. – Ela gemeu.

— Apenas um minuto Deusa. – Derek gritou do banheiro. – Vamos com proteção por agora, certo?

— Certo. – Ela disse. – Embora eu esteja na pílula um pouco de proteção não faz mal a ninguém.

— Apenas para você saber, Deusa. – Derek continuou. – A gente quer bebês, não é?

— Nunca achei que você quisesse. – Ela disse triste. – Eu achei que você disse à Tamara que não gostaria de ter filhos.

— Eu não gostaria de ter filhos com Tamara, Baby Girl. – Derek voltou apenas em uma cueca preta. – Com você eu realmente espero um time de futebol.

Ela abriu a boca para dizer algo, mas Derek a beijou deixando sem folego.

Eles ficaram na dança de bocas por longos minutos. Derek não queria terminar aquele beijo.

— A melhor coisa que eu já beijei na minha vida. – Ele mordeu o lóbulo da orelha a fazendo suspirar. – Se só em morder sua orelha eu te faça suspirar imagina em te prazer com o corpo inteiro?

— Acho que eu quero isso. – Ela respondeu. – Na verdade. Eu quero isso.

Ele não precisava de convite. Ele abriu o fecho do vestido enquanto a imaginava.

Quando ela ficou apenas em seu sutiã de renda cor de rosa e uma calcinha de renda ele teve que reprimir um grito de prazer. Os cortes do tempo ruim estavam fechados e ele se perderia pelo corpo curvilíneo dela. Diferente de tudo o que ele já sentiu com modelos mais magros, que deram pouco prazer para ele, ela daria o conforto que ele precisava.

Ela por outro lado ficou com vergonha. Ela raramente tirava a roupa com facilidade para homens. Tirando Kevin e obviamente Derek ela nunca esteve com muitos. Ela sentiu algo por Battle antes de ele disparar tiros nela. Ela colocou os braços entre os seios, tentando se proteger de decepções.

Alguns, na verdade muitos haviam ficado com uma expressão de choque pelo tamanho e desistiram. Ela não queria outra decepção.

— Ah garotinha tola. – Derek afastou os braços com carinho. – Você realmente é uma Deusa.

Ela olhou assustada. Especialmente quando ele passou as mãos com cuidado sobre elas, gemendo de prazer a cada movimento. Ela começou a relaxar quando ele passou o dedo pelos mamilos e a fez se sentir muito mais relaxada que ela pensou em ficar.

Derek a puxou para os braços dele a colocando entre eles. Era como uma dança no silêncio apenas entre os dois. Um sentindo que perdeu tanto tempo e outra sentindo que ele era o mais sensível de todos.

— Deixe-me ver você. – Derek falou, se abaixando e com ele levando a calcinha, a última barreira. Ele gemeu quando a viu totalmente natural. – Que bela deusa.

— Acho que você vai repetir muito isso. E vai se cansar, eventualmente. – Ela brincou, esperando um "em algum momento" da parte dele.

— O dia que eu me cansar Baby Girl, eu apago minha memória apenas para me apaixonar de novo por você. – Derek falou agora abaixando a própria cueca. – Está pronta para isso?

Ele estava com sua ereção de fora, apenas protegida com um preservativo. Não era especificamente por controle de natalidade, porém Derek queria preservar aquilo tudo.

— Eu estou. – Ela falou. – Apenas vá com calma.

Ela ficou com vergonha de dizer aquilo.

— Eu vou fazer você ir ao céu de um jeito bem calmo. – Ele falou com uma felicidade nos lábios. — Assim vou poder explorar minha bela donzela.

Ele a colocou na cama, deitada e esperando pelo jogo. Ele colocou beijos em trilhas pelo corpo dela, a fazendo suspirar. Ele desceu até seu calor e começou a circular o clitóris, arrancando gemidos tímidos dela. Ele queria gravar cada um deles para ouvir nos fones de ouvido sempre que precisasse dormir longe dela, durante um caso.

— Derek. – Ela gemou baixo. – Faça-me feliz.

Ele subiu em cima dela com a calma de uma pluma. Quando ele finalmente a penetrou ele podia ver fogos de artificio explodirem nos olhos dele e dela. Ele fazia movimentos circulares enquanto ela curtia como se ele fosse seu primeiro.

Ele obviamente não era o primeiro homem, mas com certeza era o mais gentil com quem ela conseguiu estar. Havia algo em fazer amor que ela não sabia. Os que fizeram amor com ela não a amaram corretamente ou apenas queria um jogo de uma noite.

Derek não. Ele era carinhoso e fazia com todo cuidado. Ela realmente aproveitou o momento com ele.

— Estou chegando. – Ela falou no ouvido dele. – Mmmmm.

Quanto mais Penelope gemia mais Derek se sentia perto do céu. Algumas mulheres com quem ele esteve eram escandalosas o suficiente e ele as deixaria em suas casas e nunca mais as veriam.

Ele esperou anos para ter quem ele realmente queria. Eles estavam envolvidos em uma dança de corpos quando Derek fez uma pergunta.

— Quer que eu exploda dentro de você? – Ele perguntou. – Apenas se você quiser.

— Pode ser outra hora? – Ela disse chateada. – Acho que ainda não estou pronta para isso. Desculpe Derek.

Ele explodiu em risadas quando ela respondeu. Esperaria o tempo que fosse. Ele nunca iria enganar sua garotinha. Continuando com movimentos calmos e chegou ao prazer ao mesmo tempo que ela.

Ela por sua vez gemeu um pouco mais alto quando chegou ao prazer com Derek.

Derek deitou ao seu lado, a cobrindo de caricias depois da primeira vez. Derek se fez uma nota mental para perguntar a Reid quanto prazer um homem podia sentir antes de morrer com isso.

Então quando ela se virou para ele e deitou a cabeça em seu peito ele se amaldiçoou por não ter chegado nesse ponto anos antes.

Ele pegou a coberta e a envolveu mais ainda nos seus braços.

— Obrigado Deus. – Derek agradeceu. – Obrigado por tudo isso.

Ele fechou os olhos. Ele poderia ter tudo isso sempre agora.

Hospital psiquiátrico de Halzehood.

Cela prisional 4B....

Kevin explodiu em raiva ao ler sobre o casamento de Penelope e Derek. Ele havia sido transferido para a nova cela depois de uma briga e sua vontade de matar Penelope crescia dentro de si. Ele amaldiçoou Penelope e Derek por terem conseguido seu casamento feliz.

Em um momento de distração de um enfermeiro que precisou entrar na cela para administrar outro sedativo, Kevin o atacou com o remédio e trocou de roupa com ele, saído pela porta da frente.

Ele roubou o carro do homem e dirigiu de volta a cidade pronto para um plano de vingança.

Quando a segurança notou que o homem na cela não era Kevin e sim o enfermeiro era difícil dizer que ele ainda estaria pelo local.

O primeiro que foi avisado foi Hotch. Ele precisava avisar Derek e Penelope.

— Hotchner. – Ele estava aborrecido. – Como assim ele fugiu?

Emily saltou da cama que dividia com Hotch. Já estavam juntos há três meses bem debaixo do nariz do povo. Entretanto eles trabalhavam com outros perfiladores que lançavam olhares sorridentes para o casal.

— Eu só posso falar com eles pela manhã. – Hotch falou ainda no telefone. – Eles se casaram hoje. Sim. Obrigado.

Hotch desligou o telefone.

Pelo olhar que Emily lhe deu, ele sabia que ela ouviu tudo.

— Precisamos estar na casa deles pela manhã. – Ele apenas falou com um aceno de Emily.

Ninguém sabia o quanto Kevin estava louco por vingança a essa altura, mas ele seria mais implacável dessa vez.

Notas finais
Kevin Is Back. sim. Tem que ficar pior antes de melhorar de vez. e vai ter uma breve explicação sobre como Penelope ficou grávida e toda a situação de Kevin a fazendo perder e o motivo de ela nunca ter contado a Derek ou qualquer um d equipe.