Hit And Run
7 Advogado do Diabo.
Entre Penelope acordar, Reid buscar um médico e ela trocar com Derek um olhar apaixonado por causa do tubo na boca dela foram dez minutos. Cinco deles gastados olhando para seu Deus de chocolate.
— O que foi Baby Girl? – Derek se aproximou dela quando ela mexeu a mão rapidamente. – Ah entendi.
Derek alcançou o bloco de papel e a caneta que o médico havia deixado para ela, caso ela acordasse. Apesar do lugar onde ela estava ele ficou feliz e grato por perceber que ela o reconhecia.
— Quanto tempo? – Ela escreveu no papel.
— Quase um ano, Baby Girl. – Derek falou com uma voz apaixonada. – Nove meses.
Ela estava confusa. Ela não sabia se era uma coisa boa ou não.
— Kevin? – Ela hesitou em perguntar. Ela claramente não queria saber.
— Ainda está a solto, Pen. – Derek falou depois de uma pausa. – Ele saiu do país assim que você estava aqui.
As lágrimas chegaram aos olhos dela. Ela começou a tremer a cada nova onda que chegava e Derek subiu na cama com cuidado a pegando nos braços.
— Ei. – Derek colocou uma mão no queixo dela. – Eu vou cuidar de você, Pen. Já viu a cor das paredes? – Derek mudou de assunto.
Ela deu um sorriso em meio aos tubos.
O médico apareceu chocado por ela estar acordada.
— Bem-vinda de volta, Senhorita Garcia. – O médico pareceu feliz, mas confuso. – Posso fazer algumas perguntas?
Ela apenas olhou para ele.
— Sinto muito. – Ele fez sinal para uma enfermeira retirar o tubo. – Esqueci desse detalhe.
Derek fez uma cara irritada. Ele esperava que ela estivesse bem.
— Consegue falar? – O médico perguntou.
— Um pouco. – A voz mal saía, mas era suficiente para Derek e o médico se animarem.
— Então vou fazer algumas perguntas, está certo? – O médico perguntou e Penelope olhou para Derek.
— Ele pode ficar? – Penelope perguntou envergonhada.
— Você se lembra dele? – O médico começou.
— Hot Stuff. – Ela respondeu. – Derek.
Ambos sorriram.
— Começamos bem. – Ele sorriu. – Sabe em que ano estamos?
— 2012. – Ela respondeu.
— Na verdade é 2013. – O médico corrigiu. – Mas como você ficou 9 meses em coma é normal. – Ele adicionou. – A propósito, me chamo Nik. Nik Hernandez.
— Prazer. – Derek estendeu a mão e depois voltou para Penelope. – Você está bem Baby Girl?
— Onde está a equipe? – Ela perguntou com os olhos assustados.
— Em um caso. – Derek se curvou e deu um beijo na testa dela. – Reid está falando com eles.
— Spencer? – Penelope se agitou. – Onde ele está? Você pode chamar ele para mim? Por favor Derek.
— Ei. Ei. – Derek percebeu a agitação dela. – Está tudo bem.
— Mas ele levou um tiro Derek. – Ela falou de repente. – Ele não deveria ficar em pé.
Derek levantou assustado. Spencer levou um tiro durante um caso há duas semanas, mas ela ainda estava em coma.
— Agente Morgan. – Nik percebeu a agitação. – Uma palavrinha por favor?
Derek seguiu o médico. Ele não encontrou as palavras para justificar.
— Parece que temos o primeiro caso confirmado de uma pessoa em coma que ouviu tudo o que as pessoas disseram ao seu redor. – Nik observou. – Você estava com ela quando soube sobre o tiro no agente Reid?
— Sim. – Derek confessou.
— Há outro problema. – Nik tirou uma folha com o relatório da segurança. – Nosso sistema de vídeo e segurança foi hackeado há nove meses.
— Conseguiram rastrear o Feed? – Derek perguntou.
— Vem de Moscou. – O Nik respondeu. – Não conseguimos passar disso. A pessoa que hackeou foi esperta e sofisticada o suficiente para impedir rastreamento.
— Kevin. – Derek falou. – Ele estava vigiando ela esse tempo todo.
Um dia depois...
Derek terminou de falar com o médico quando um homem vestido com um paletó cinza escuro entrou no quarto.
— Marc Bouers. – Ele se apresentou. – Represento o Senhor Lynch no processo de custódia da Senhorita Penelope Garcia.
— Desculpe. – Derek se colocou entre e Penelope. – Eu acho que não entendi.
— O senhor Lynch entrou com uma representação para cuidar da esposa. – Marc respondeu. – Ele alega que vocês o impedem de cuidar dela há nove meses.
— Talvez seja porque ele a jogou da montanha e depois atropelou ela. – Derek nunca saiu da frente. – E ela não é casada com o Senhor Lynch.
— Essa certidão aqui prova o contrário. – Marc mostrou o documento. – Ele alega que você e os outros agentes vem armando para ele há nove meses, sendo obrigado a fugir.
Reid, o médico e Penelope estavam estranhando aquela conversa.
— Me deixe ver esse documento. – Derek tirou a certidão da mão do advogado. – É uma ótima falsificação. Mas é só isso que é. Uma falsificação.
Derek jogou o documento de volta para o advogado.
— Vou pedir que se retire daqui. – Reid se meteu na conversa. – E o Senhor Lynch não é marido de Penelope.
— Eu acho que não agentes. – Marc discou o telefone da segurança. – Querem por favor se retirar? Preciso de um momento com a Senhora Lynch.
— Eu não sou a Senhora Lynch. – Penelope gritou com tudo que restava da sua voz. Ela fechou os olhos em resposta a dor.
— Suponho que seja. – Marc estava ficando nervoso. – Me dê dez minutos com ela. – Exigiu Marc.
Muito a contragosto, Derek saiu. Ele não queria ser preso. Marc fechou a porta a sua frente deixando ele e Penelope sozinhos.
Se sentando no seu lado esquerdo, Marc tirou uma seringa azul do fundo falso da pasta.
— Você sabe o que vai ser, não é Penelope? – Marc despejou o conteúdo azul na IV dela. – Isso vai te dar um tempo sonhando.
— Derek. – Penelope grito fazendo Derek derrubar a porta.
Reid se aproximou de Marc e puxou de lado, algemando Marc.
Derek parou do lado de Penelope enquanto ela estava fechando os olhos.
— Ele disse para você morrer, Penelope Garcia. – Marc gritou
— Baby girl, olhe para mim. – Derek chamou Penelope. – Não. Não feche os olhos, Pen.
— Eu não sou a Senhora Lynch. – Penelope falou antes de cair em um sono profundo.
Hotchner e rossi que estavam no corredor viram Reid puxando o homem para fora do quarto e começaram a correr. Assim como chegaram na porta, viram Derek chorando ao lado de uma Penelope aparentemente sem vida.
Kevin observou a agitação e viu Derek chorando sobre o corpo de Penelope. Bem, o que ele não sabia é que Derek e o médico haviam combinado uma estratégia para enganar Kevin.
Um dia antes...
Derek descobriu no que Kevin vigiava o quarto. Talvez esperando para se vingar e terminar o serviço. Ele não poderia falar para Penelope seu plano, mas Reid e o médico sabiam desde o início.
— Acha que vai funcionar? – O médico perguntou enquanto fazia uma solução não letal para usar.
— Tem que funcionar. – Derek respondeu enchendo outras duas agulhas. – Precisamos pegar o senhor Lynch. Se ele vigia ela há tanto tempo, ele provavelmente está atrás de uma oportunidade.
— Ela vai ficar com medo. – Reid observou. – Deveríamos deixar ela a par.
— Ouça Reid. – Derek apertou o braço de Spencer. – Essa droga imita uma morte natural. Ela vai dormir até que possamos encontrar um lugar seguro para ela.
— Sua casa está equipada, não é? – Reid questionou.
— Totalmente configurada com tudo o que ela precisa. – Derek estava feliz por poder tirar ela dali.
Hoje...
Derek não conseguiu parar de chorar. Penelope agora estava ~sem vida~ diante de seus olhos e dos olhos de Hotch e Rossi. Uma pequena multidão se ajuntou na porta do quarto e Reid sabia que o plano corria bem demais.
— Posso levar ela? – Um dos enfermeiros tentou tirar Penelope dos braços de Derek.
— Eu posso levar ela. – Derek a juntou nos braços.
Ela parecia bela. Apesar de ele ter que cuidar para colocá-la em um oxigênio em algum momento entre o necrotério e a UTI. O primeiro quarto sem câmeras que ele achou foi usado como uma sala de despedida.
Ela foi colocada em uma maca pronta para ser levada a casa funerária com um tanque de oxigênio e o antidoto pronto para ser usado.
Kevin riu quando viu que Penelope estava ~morta~. Ele poderia ter esperado nove meses para isso e ele nem precisou sujar suas mãos.
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