Histórias de Arkham
2 Capítulo 1 Pt 2 - A história de Rusther
– Como eu amo minha tecnologia. – Rusther diria isso entrando na passagem, após ultrapassa-la a parede se fechava, voltando apenas a ser uma parede. –
A caminhada por diversos corredores escuros levou dois minutos, após isso Rusther se viu de frente para o que parecia com uma garagem. Nela teria ferramentas diversas, peças de automóveis e duas motos; uma das motos era uma daquelas esportivas, bem potente, o barulho dela era de dar inveja em qualquer uma, porém a outra era pior, ela era bem grande, tinha a coloração preta, mas estava modificada como se fosse uma moto de guerra, tinha compartimentos para armadilhas e o mais estranho de tudo era que na frente tinha dois canos que foram programados para disparar projéteis de armas potentes.
– É uma compra de peças, vou pegar a comum.
Rusther se dirigiu até a moto esportiva e então subiria na mesma, a chave já se encontrava no contato então ele apenas girou e a moto ligou; em seguida ele acelerou e foi indo até um portão que daria de cara para a rua de frente da mansão; ele saiu da garagem e foi seguindo seu rumo até chegar aos vendedores.
Passou um bom tempo até chegar ao depósito, alias Gotham não era uma cidade pequena e o depósito ficava do outro lado da cidade.
Rusther foi recebido pelos capangas do vendedor de peças, pelo simples motivo que alguns “itens adicionais” eram ilegais, porém Rusther já saberia. Foi revistado e então permitido para entrar no depósito; o lugar era como um depósito comum, uma grande área vazia, a não ser por carros e capangas armados.
– Ora, ora... Se não é você Johny Kavanor. – Rusther teria mentido sua identidade para os criminosos. – Peguei as mercadorias de primeira para você. Tony e Jason peguem as maletas.
O líder do grupo faria um aceno com a mão e dois capangas que estavam ocultos para Rusther surgiriam com quatro maletas; chegariam ao lado de seu líder e as despejavam no chão.
Mercadoria de primeira meu chapa. – O líder do grupo olhava para as maletas e em seguida para Rusther, que estava com uma expressão neutra. – cinquentinha e você leva todas.
– Cinquenta? O combinado era no máximo vinte mil. – Rusther deixaria a expressão mais séria, fitava o criminoso o encarando nos olhos, sua intenção era intimida-lo. –
– Pois é rapaz, eu teria feito vinte se meu estoque não tivesse sido roubado, cinquenta ou nada.
– Isso vai me sair de graça. – Rusther ao terminar suas palavras ficaria envolvido por uma fumaça que veio após um barulho de pequena explosão. –
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