Histórias da Ecomoda.
132 Visita ao hospital
Notas iniciais
Ao chegarem no condomínio Armando e Betty entram no elevador, eles chegam com as roupas desarrumadas, pois Armando não parava de mexer com Betty dentro do carro implorando para que fizessem amor ali mesmo.
Ao entrarem no elevador Armando puxa Betty para cima de si. Ele começa a beijar o pescoço de Betty.
— Armando, aqui não!
— Por quê? Eu te desejo tanto mi amor!
—Armando para alguém pode nos ver!
— Que vejam, e que sintam inveja de mim. Eu estou com a mulher mais linda do mundo. Vem mi amor.
— Não para!
A porta do elevador abre e um casal de idosos entra.
Betty ajeita a saia que Armando tinha levantado, e Armando passa a mão nos cabelos.
— Boa noite! Falam o casal de idosos.
— Boa noite! Respondem o casal Mendonza totalmente sem graça.
O elevador chega ao 24 andar. E o casal de idosos desce. Betty dá dois tapas no braço de Armando.
— Ai que vergonha!
—Vergonha do que mi amor! Vai falar que eles não ficaram com inveja de nós. Armando fala rindo.
— Ai seu louco!
— Sim! louco. Mas louco por você, minha doutora.
Na casa dos Pinzón:
Seu Hermes está com Milhinha no colo ouvindo tangos e bebendo whisky. Julia está na cozinha fazendo mingau para a pequena.
—JULIA!
—QUE?
Hermes se levanta do sofá com Milinha e segue para a cozinha.
— Eu estava pensando, precisamos falar com a Betty e o Armando, eles não podem levar a nossa neta para o estrangeiro. Quem vai cuidar da menina quando eles forem trabalhar?
— Sim Hermes eu estava pensando a mesma coisa!
— Ela tem que ficar aqui com seus avós! Não é minha princesinha?
Camila responde Hermes em sua língua de bebê que somete ela entende.
— Veja Julia ela está concordando com tudo o que eu digo!
Na casa de Nicolás:
Nicolás está deitado na cama conversando com Mila pelo celular.
— Então amanhã você vai a empresa, depois poderíamos sair para almoçar juntos o que você acha?
— Não sei, tenho que levar o Michelzinho, vamos comprar o presente da Milinha.
— Ótimo podemos ir juntos então!
— Nick eu não sei, ele pensa que somos amigos, não sabe que estamos juntos....
— Mila temos que contar pra ele!
— Sim, mas aos poucos!
—Vamos fazer assim, eu levo vocês pra almoçar amanhã e vemos qual vai ser a reação dele ao nos ver juntos. O que você acha?
— Está bem, agora eu tenho que desligar, ele está vindo com a mamacita. Não quero que escute a nossa conversa!
No apartamento dos Mendonza:
A porta do elevador abre e Armando sai com Betty nos braços, os dois estão aos beijos.
— Armando mi amor, calma!
—Calma nada! Você desde cedo está me deixando louco!
— Mas não íamos tomar um banho juntos?
— Sim vamos! Depois que eu te amar!
Armando leva Betty até o quarto do casal, ele deposita Betty em cima da cama como se ela fosse a mais frágil das bonecas de porcelana. Salta em cima da cama sobe em cima dela e a beija com paixão.
O telefone começa a tocar.
— Quem será aiiiiii Armando!
— Deixa a secretaria eletrônica atende.
Os dois continuam a se beijar quando a secretária eletrônica pega o recado.
Armando ardiloso tira a roupa de Betty a deixando mais uma vez de lingerie. Ele começa a passa os lábios por todo o corpo de Betty. que com o seu toque geme de prazer.
Armando volta a cabeceira da cama passa suas mãos pelo cabelo e o corpo de Betty. E o telefone mais uma vez começa a tocar.
— MAS QUE INFERNO! Grita Armando.
— Calma mi amor, deixa que eu atendo!
Betty se levanta da cama e pega o telefone.
—Alô?
— Beatriz! Boa noite aqui é Daniel Valência
— Boa noite doutor Valência em que posso ajudar?
—QUE? QUEM ESSE SUJEITO ACHA QUE É PRA LIGAR AQUI EM CASA ESSA HORA? ME DE ESSE TELEFONE.
— Mi amor calma! Betty fala colocando a mão no fone do telefone.
—ME DE ISSO BETTY!
—Beatriz quem está gritando? A já sei é o Armandito. Fala Daniel.
— Mi amor por favor!
Armando se levanta da cama e sai irritado, ele abre a porta do banheiro e bate com tudo.
— Prossiga doutor Valência!
— Beatriz quantas vezes eu tenho que te falar que pra você é só Daniel? Bom, mas deixa isso pra lá. Eu gostaria de convidar você pra jantar amanha comigo.
— Sinto muito doutor, mas eu não posso!
— Beatriz, calma é só um jantar, temos que discutir algumas coisas sobre a minha gestão que começa oficialmente na segunda feira.
— Sim doutor eu sei, mas amanhã é o aniversario da minha filha e vamos comemorar com meus pais!
— A sim! eu recebi um convite, e achei que era no sábado.
— É no sábado, mas amanhã vamos comemorar com alguns parentes que moram distante. E não vão poder comparecer no sábado!
— Entendo. E que tal um almoço? Amanhã?
— Doutor Valência, por que o senhor não passa na minha sala e conversamos sobre isso?
— Beatriz, calma qual é o problema com um almoço... não me diga que Armandito não deixa que você almoce com outros homens? Meu Deus que homem mais inseguro!
— Tudo bem doutor, amanhã almoçaremos!
— Certo vou mandar meu motorista te pegar amanhã na Ecomoda.
— Não precisa, basta que o senhor me passe o endereço que eu vou sozinha!
— Certo amanhã eu ligo para confirmar a hora e o local! Tenha uma boa noite.
—Igualmente doutor! Betty desliga o telefone e vai até o banheiro, procurar Armando.
Armando estava sentado na ponta da banheira observando a água que caia dentro da banheira.
— Mi amor?
Armando levanta a cabeça.
— O que aquele vampiro queria?
— Ele me convidou pra jantar, disse que queria discutir algumas coisas sobre a presidência dele que começa na segunda feira.
— E você é claro não aceitou! Mi amor o aniversário da nossa Milinha é amanhã lembra na casa dos seus pais!
— Sim! eu disse a ele!
—E o que ele disse?
— Para irmos almoçar!
—E VOCÊ PENSA EM IR?
—Armando não grite comigo!
— Desculpa mi vida, mas eu fico louco quando aquele crápula fica te procurando, mi amor eu vou com você!
—Mas mi amor amanhã você tem um almoço com o pessoal da San Remo!
— Eu cancelo!
— Armando! Não confia em mim?
— Em você sim, mas naquele desgraçado não. Eu vou com você, você queira ou não!
— Mas Armando...
— Já disse!
Armando volta para o quarto e Betty fica sentada na beirada da banheira.
Armando pega seu pijama e a camisola de Betty coloca em cima da cama, depois pega dois roupões de banho e volta para o banheiro, ao chegar ele vê Betty dentro da banheira sentada relaxada. Ela está com os olhos fechados e não vê que Armando se aproxima, ele coloca os roupões próximo a banheira, tira a boxer, colocas as mãos nas costas de Betty.
—AAAIIIIII! Que mãos frias. Betty reclama desencostando da banheira.
Ele entra se senta atrás de Betty depois a puxa para que ela encoste nele.
— Mi amor?
—Hum!
— Por que está tão calado? Está com raiva de mim?
— Não estou com raiva de você! Estou com raiva do Daniel!
— Por quê?
— Como por quê? Betty esse vampiro te deseja, ele te quer, e ...
— E você como é muito ciumento e não confia nenhum pouco em mim, você acha que não vou conseguir me controlar.
— Que besteira Beatriz, claro que eu confio em você...
— Nossa! Agora a coisa ficou seria. Me chamou de Beatriz!
— Como assim, esse é o seu nome!
— Sim! Mas você só me chama de Beatriz quando estamos discutindo ou quando está com raiva de mim. Você sempre me chama de mi amor, ou de mi vida, ou de Betty e as vezes de imperatriz!
Armando solta uma gargalhada e fala:
— Você nunca vai esquecer desse “Imperatriz”?
— Claro que não. Era tão fofo quando você me chamava assim!
—A eh! E que tal se eu te chamar de “gostosa” ou de “mãe dos meus filhos”?
Betty se vira para Armando e fala:
— Como assim “mãe dos seus filhos”? Nós só temos uma!
— Isso porque você não quer me dá mais filhos doutora... Mas isso podemos resolver agora mesmo!
— Como doutor Mendoza? Betty fala com um sorriso maroto.
— Assim! Armando puxa Betty pela cintura e encaixa ela no meio de suas pernas, a possuindo com paixão enquanto beija sua boca.
Na casa dos Pinzón:
—JULIA! A MENINA NÃO PARA DE CHORAR! Hermes grita correndo com a menina no colo.
— Aí Hermes me de ela aqui!
Julia pega a pequena que estava chorando ela olha para a pequena e logo percebe o que ela tem.
Milinha estava levando as mãozinhas ao ouvido direito.
— Aí Hermes ela está com dor de ouvido! Deve ser por causa dessa música honrosa que você estava ouvindo.
— Deixe de bobagens, o que vamos fazer?
— levá-la ao médico! Tome segure a menina que eu vou ligar para a Betty.
No apartamento dos Mendoza:
Betty e Armando estavam se amando na banheira.
— Aí mi doutor.... isso continua!
— Aí mi Betty, eu estou queimando! Issooooooooo.
O celular de Betty começa a tocar.
Betty tenta sair de baixo de Armando, mas ele a prende com os braços e as pernas.
—Você não vai sair daqui. Não no melhor da brincadeira. Armando afunda os lábios no pescoço de Betty.
O celular toca algumas vezes até parar. Ao mesmo tempo o casal Mendonza chega ao ápice.
— Aaaaaaaaaaaahhhhhhhh! Os dois gritam juntos.
Armando afunda a cabeça na banheira e depois volta pra cima. Depois beija Betty na boca. Quando o seu celular começa a tocar.
— Agora é o meu! Deixa-me ver quem é. Armando sai de dentro da banheira pega um roupão e vai atender o celular.
Na casa dos Pinzón:
Julia estava esperando Armando atender, enquanto Hermes estava colocando Milinha no carro.
— JULIA VAMOS!
—JÁ VOU!
—Alô Armandito, oi meu filho.
— Dona Julia algum problema? Armando fala esfregando os dedos nos cabelos para tirar o excesso de água.
— Aí Armandito, estamos levando a Milinha para o pronto socorro....
— O QUE? O QUE TEM A MINHA FILHA?
Betty ao ouvir isso salta de dentro da banheira, pega o roupão e corre para o quarto.
—Calma meu filho, ela parece que está com dor de ouvido. E estamos levando-a ao médico.
—ONDE? ME PASSA O ENDEREÇO QUE NÓS JÁ VAMOS!
—ARMANDO! MEU DEUS O QUE FOI?
—TÁ JÁ ESTAMOS A CAMINHO. Ele fala ao desligar o celular.
— ARMANDO ME FALA! O QUE ESTÁ ACONTECENDO? O QUE A MILINHA TEM?
— Mi amor, parece que ela está com dor de ouvido. Vamos nos vestir e ir ao hospital.
Nas ruas de Bogotá:
Marcelo estava andando até o seu apartamento, quando o seu celular começa a tocar.
— Alô?
— Marcelo?
— É ele, quem fala?
— Marcela Valência!
— Desculpe, não reconheci a sua voz!
— Só queria saber se chegou bem em casa!
— Estou chegando nesse momento. Ele fala ao passar pela portaria.
— Ah sim! tem outra coisa que eu queria te falar, sobre o nosso encontro de amanhã...
—Algum problema?
— Sim! eu tenho um coquetel na San Remo!
— Entendo, fica pra próxima então!
— Não! Eu queria saber se você quer ir comigo, já que eu não tenho acompanhante e não quero ir com meu irmão nem muito menos sozinha.
— Você está me convidando pra ir com você ao coquetel?
— Sim se não tiver nenhum problema pra você?
— Eu adoraria, mas não tenho roupa pra esse tipo de evento!
— Isso não é problema!
No Hospital:
Julia e Hermes estavam na recepção esperando Milinha ser chamada.
—Camila Pinzón de Mendonza. O médico chama.
— Vamos filha! Hermes espere aqui, a Betty e o Armandito já devem estar chegando.
Julia entra com a pequena nos braços e Hermes se senta na cadeira da recepção.
Armando e Betty entram no hospital desesperados.
—ONDE ESTÁ A MINHA FILHA? Armando entra gritando.
—Calma mi amor! Betty fala segurando o braço de Armando.
—Armando, Betty. Aqui! Hermes balança os braços.
Betty e Armando correm em direção a Don Hermes.
— Seu Hermes onde está a nossa pequena?
— No consultório! Julia está com ela.
Armando ao ouvir que Milinha estava no consultório entram na sala sem cerimônia.
O médico estava examinando o ouvido de Milinha quando Armando entra desesperado.
—Quem é o senhor? O médico pergunta.
— Minha filha, como ela está doutor?
— A o senhor é o pai! ela está com o ouvido um pouco inflamado. Vou passar um antibiótico e logo vai passar não se preocupe.
Armando pega a pequena no colo, enquanto o médico receita o antibiótico.
— Calma meu filho ela está bem! E onde está a Betty?
— Lá fora dona Julia. Pronto meu amor papai está aqui!
O médico entrega a receita a dona Julia. Armando e Julia saem do consultório.
— Então como ela está? Pergunta Hermes.
— Aí mi amor venha com a mamãe. Betty pega a Milinha nos braços.
— Está com o ouvido inflamado o médico passou um antibiótico. Fala Julia esticando o receituário.
— Me de aqui dona Julia, eu vou comprar e levar a nossa pequena pra casa! Armando pega o receituário e eles seguem para fora do hospital.
No estacionamento:
Armando abre a porta do carro para Betty, ela entra com Milinha e Armando vai se despedir do casal Pinzón.
— Seu Hermes, dona Julia muito obrigado por tudo. Nos vemos amanhã.
— Armando não esqueça que amanhã a festa da nossa netinha vai ser na nossa casa! Fala Hermes.
— Sim seu Hermes eu sei!
— Eu comprei um whisky para a ocasião, olha doutor importado. Igual aos que o tio Lazaro costumava comprar....
— Seu Hermes, eu adoraria fica conversando, mas tenho que ir. Preciso comprar o remédio da Milinha. Obrigado por tudo.
— De nada filho e mande notícias. Fala Julia.
Armando corre e entra no carro.
Continua....
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