Notas iniciais
Olá pessoal desculpem a demora pra postar capítulos novos. Segue esse que eu acabei de escrever, espero que gostem.

No quarto da mansão Aksal:

—Como me fazendo de boba Armando? O que você quer dizer com isso?

— Sim, ou pensa que eu não vi? Você e aquele idiota abraçado, as mãos dele passeando por todo o seu corpo...

—Por favor Armando, Tardu e eu somo apenas amigos...

—Sim eu vi a beleza de amigos, tão carinhosos... Por favor Beatriz, você acha que eu sou algum tonto é? Pensa que eu não percebi que aquele cara estava dando em cima de você!

—Armando por favor, só porque você é ciumento isso não quer dizer que o Tardu quer algo comigo.

—A não Beatriz? Meu ciúme? Que tipo de amigo te coloca no colo em? que tipo de amigo não tira os olhos de você? Esse seu amigo quer ficar com você, e eu não permitir que isso aconteça.

—Aí Armando, quando você se acalmar conversamos. Betty pega uma camisola vermelha e segue para o banheiro.

Armando pensa em continuar a discutir, mas vê que não vale a pena, vira para o lado da cama, puxa o lençol se cobre e fecha os olhos, pensando no dia que teve.

Na sala da mansão Aksal:

Halit estava sentado lendo o jornal, quando o telefone toca.

—Alô?

—Oi meu amor, onde você está? nossos convidados já estão aqui em casa.

— Desculpe amor, mas eu tive um contratempo aqui, estou na casa dos meus pais. O carro quebrou e eu estava aqui perto. Fala Berguzar.

—Quer que eu peça pra alguém ir buscar você? O Yaman está aqui, ou eu mesmo vou!

—Não meu amor, fique em casa. Faça companhia aos nossos hospedes. Peça ao Yaman vir aqui me buscar.

—Certo meu amor, vou pedir.

—Halit... e nossos convidados estão à vontade?

—Sim! estão descansando.

—E o Ali?

—Está estudando um pouco.

—Tá meu amor, peça ao Yaman pra me buscar, eu espero aqui mesmo na casa dos meus pais.

—Meu amor, e nosso pacotinho de felicidade, com está?

—Bem, ele se mexe um pouco, mas está bem, hoje fui ao médico e está tudo bem!

—Que bom meu amor eu te espero.

No quarto dos Mendonza:

Betty sai do banheiro, trajando sua camisola vermelha, a favorita de Armando. Betty sabe que ele está chateado com ela, mas ela também estava chateada com ele... afinal Armando como sempre não confiava nela, ele sabe que ela o ama e que não consegue olhar pra mais ninguém.

Mas seu ciúme doentio não deixa enxergar isso.

Betty se deita ao lado de Armando ela puxa a coberta e se cobre com ela. Depois fecha os olhos e começa a cochilar.

Armando estava acordado, ele sentiu o perfume de Betty, e isso já era o suficiente para que seu membro já ficasse rígido e ele sentisse o desejo por ela.

—A mi Betty... (Mordida no lábio)

Armando se vira para o lado de Betty e cobre a cabeça com a coberta, dentro da coberta sua visão consegue ver muito bem como linda sua esposa estava naquela tarde.

Armando tira a cabeça debaixo da coberta e devagar passa o braço pela cintura de Betty. Betty que estava cochilando acorda com o toque de Armando, mesmo acordada ela não faz nada apenas deixa que ele continue pra ver até onde vai dar.

Armando puxa Betty devagar para que ela encoste em seu corpo. Quando o corpo de Betty finalmente se encosta no de Armando. Betty sente que Armando está excitado. Betty vira o corpo para o lado de Armando ficando de frente com ele.

—Mi amor me descul.... Armando não pode terminar a frase, Betty lhe deu um beijo apaixonado em sua boca.

Armando, começa a beijá-la sem parar. Ele sussurra em seu ouvido.

—Minha Betty, te quero... preciso de você mi vida.

—Aí doutor... me possua, preciso de você!

—Não fala assim, você me deixa louco mi amor... Armando sobe em cima de Betty, ele beija o pescoço de sua amada com paixão. Depois tenta tirar a camisola de Betty.

—Aí mi amor, calma você está como louco hoje! Betty fala rindo de Armando.

Mas Armando está desesperado, ele passa as duas pernas por cima de Betty, ficando de joelhos em cima dela.

Armando fixa os olhos em Betty, Armando segura os dois lados de camisola de Betty, ela rasga a camisola de Betty em duas.

—Mi amor o que você fez!

—Não se preocupe, eu compro uma loja inteira pra você! Mas agora eu preciso do seu corpo assim... ai mi Betty!

Armando fica paralisado olhando para o corpo de Betty, suas curvas, seus seios, sua pele... tudo sua Betty era perfeita.

—Armando o que foi? Por que me olha assim?

—Mi amor, como você é perfeita.

—Perfeita? Armando por deus!

—Perfeita sim, e ninguém vai tirar você de mim!

—Claro, será que eu era perfeita quando era feia?

—Mi amor você nunca foi feia, sempre foi a mulher mais perfeita do mundo. Eu que era um cego e não vi isso.... mas graças a Deus abri meus olhos a tempo antes que aquele maldito francês te levasse pra longe de mim.

—Armando eu...

Armando coloca o dedo na boca de Betty.

—Shiiii! Vamos esquecer de tudo isso... a única coisa que eu quero agora é amá-la como se fosse a nossa primeira vez.

Na sala dos Aksal:

Halit continua a ler quando o seu celular começa a tocar.

—Alô?

—Halit, sou eu o Tardu.

—Sim fale, já fez o que eu te pedi?

—Sim, estou a caminho da sua casa nesse momento, preciso te mostrar os novos contratos com o pessoal da China e da Alemanha.

—Certo, eu estou te esperando.

— Halit!

—Fala!

—A Betty está aí na sua casa?

—O casal Mendonza está hospedado aqui, porque Tardu?

—Nada curiosidade.

—Tardu...

—Já estou a caminho, logo eu chego aí. Até mais.

Tardu desliga o telefone.

—Tardu, a mim você não engana... está interessado na esposa do Armando. Halit fala balançando a cabeça.

Na Colômbia:

O dia amanhece em Bogotá, e todos os funcionários chegam pra trabalhar na Ecomoda, todos menos Patrícia que está atrasada.

Aura Maria estava terminando de organizar a agenda de Daniel quando o elevador abre.

—Bom dia! Fala Daniel ao sair do elevador.

—Bom dia doutor! Responde Sandra.

—Onde está a Patrícia?

—Ainda não chegou doutor!

Daniel olha para o relógio e balança a cabeça.

—Minha irmã está aí?

—Sim senhor!

—AURA MARIA! Grita Daniel.

—Sim doutor! A moça vem correndo.

—Vou na sala da minha irmã, qualquer coisa anote os recados.

—Sim senhor!

—A mais uma coisa, continue a vir com essas saias curtas, ela aguça a minha imaginação. Daniel fala olhando Aura Maria de cima a baixo, depois pisca o olho e vai para a sala da irmã.

—Porco nojento! Aura Maria fala ao vê-lo sair.

Na sala de Marcela.

Marcela estava ao telefone, com as lojas de Miami.

—Sim venda toda essa coleção... Não ainda não temos prazo pra nova.

Daniel entra na sala. Marcela faz um sinal pra que ele se sente.

—Certo obrigada. Marcela desliga o telefone.

—Que milagre ter vindo tão cedo a minha sala.

Daniel estica a mão e dá um pirulito pra irmã. _ eu ia pedir pra te avisar que eu estou aqui, mas como você não tem secretária...

—Como assim? A Patrícia...

—Não chegou!

Marcela se levanta seguida pelo irmão. Abre a porta da sala e vai até o local onde as secretárias ficam.

—Onde está a Patrícia? Ela pergunta a Sandra.

—Não chegou ainda dona Marcela.

—Viu irmãzinha eu te disse...

A porta do elevador abre e Patrícia sai de dentro xingando Freddy.

—Não encoste em mim, seu molambento.

—Desculpe-me mas me perdoe. Eu não sou nenhum molambento, me visto com a mais alta qualidade de tecidos e modelos fornecidos por essa empresa. Então não entendo essa de molambento.

—Aí sai da frente Freddy... Marce! Patrícia se assusta ao ver Marcela e Daniel parados na frente de sua mesa.

—Isso são horas Patrícia? Marcela pergunta furiosa.

—Marce eu estou sem dinheiro e tive que pegar um ônibus, você sabe como demora os ônibus nessa cidade.

—Olha Patrícia, deveria encontrar um namorado rico, um que sustente seus gostos, que te de carro, apartamento e que seja um bom pai para o seu filho. Mas com essas meias rasgadas, não vai conseguir muita coisa. Daniel fala apontando para as meias de Patrícia. Tirando gargalhadas do quartel.

—Aí eu nem percebi... Patrícia fala tentando esconder o rasgo na meia-calça.

—Mas também Patrícia, você pode continuar com essas meias, quem sabe você consiga conquistar um desses motoristas de ônibus, pelo menos seus problemas com transporte acabariam.

—Olha aqui Daniel Valência você não me ofenda.

—Ofensa? Não vejo onde Patrícia, pense bem você poderia acabar com o seu problema de transporte. Viria com seu marido todos os dias, pense bem, poderia até cobrar a passagem, poderia trabalhar juntos.

—Daniel, você para com isso ou eu vou...

—Vai o que?

—Chega Patrícia vamos para a minha sala agora. Marcela fala puxando a amiga pelo braço.

Na casa dos Aksal:

Armando e Betty estão se amando no quarto.

—Aí mi Betty, minha só minha! Armando fala afundando os lábios no pescoço de Betty.

—Aí Armando.... aiiiiii

Armando gira Betty, deixando-a em cima de seu corpo. Betty começa a se movimentar em cima do membro de Armando.

—Isso mi amor.... ahhhhhhhh você é a melhor, mi vida eu te amo. Armando segura nos seios de Betty e depois ele dá um tapa no bumbum de Betty.

Betty se movimenta mais rápido, fazendo com que os dois cheguem ao ápice juntos.

Armando ia gritar de prazer, mas Betty é mais rápida e beija sua boca abafando o grito.

—Mi amor. não grite não estamos em casa.

—Não quero saber, você me deixa louco. Armando fala puxando Betty para que se deite em seu peito.

Betty alisa os cabelos de Armando e beija seu peito.

—Você está me obrigando a amá-la mais uma vez doutora!

— É melhor descamarmos um pouco, mais tarde eu quero ligar pra minha mãe e saber como a nossa Milinha está.

—Certo, vem me abraçar, não quero que saia dos meus braços pra nada! Armando fala passando os braços em volta de Betty.

Na Ecomoda.

Aura Maria bate na porta da presidência.

—Entre.

—Doutor, os gerentes dos bancos já chegaram e estão esperando o senhor na sala de reuniões.

—Certo, eu já vou! Aura Maria!

—Sim senhor?

—Leve cafés para a sala.

—Sim senhor. Aura Maria fecha a porta e Daniel morde os lábios.

—Não é bem o meu tipo, mas faço um sacrifício.

Na casa dos Aksal:

Armando está dormindo, mas Betty não consegue ela tenta se levantar, mas os braços de Armando não deixam.

—Não saia daqui! Armando fala de olhos fechados.

—Mi amor eu vou ao banheiro.

—Nãoooo!

—Armando! Betty ri da situação.

—Tá, mas não demora!

Armando solta Betty e ela se levanta, ele se vira na cama e Betty pega uma roupa casual dentro de sua mala.

Calça jeans, blusinha de alcinha, blusa de frio de lá e sapatos de salto 15. Ela escova os cabelos pra trás e sai do quarto devagar para que Armando não perceba.

Saindo do quarto, Betty percebe o quanto aquela casa era grande. Um enorme corredor, que parecia que não tinha fim. Betty olha para os dois lados e segue para a direita, pois sabia que tinha vindo por lá. Ao final do corredor Betty encontra uma grande escada de madeira de cerejeira, ela começa a descer os degraus e perto do fim ela vê Halit sentado em uma poltrona assistindo a Tv.

Ela se aproxima dele e fala:

—Boa noite seu Halit.

Halit olha pra Betty abre um grande sorriso e fala:

—Halit! Betty somente Halit. Sente-se por favor. ele fala apontando para um sofá preto de couro.

Betty se senta meio sem jeito.

—Conseguiu descansar?

—Pra falar a verdade não, estou pensando na minha filha, ela ficou com meus pais e eu estou com muita saudade.

—Eu entendo, quando viajamos quando meu filho não pode ir também penso nele o tempo todo.

—E falando no seu filho, onde ele está?

—No jardim, ele está esperando a minha esposa.

—Ah sim!

—Mas pra falar a verdade, já está na hora dele entrar. FIEDIRIS!

Fiediris vem correndo. _Pois não senhor Halit!

—Peça para o Ali entrar e nos traga dois chás de tília.

—Sim senhor! Fiediris vai buscar o pequeno Ali.

—Desculpe a minha falta de educação, mas você toma chá de tília?

—Pra falar a verdade essa vai ser a primeira vez!

—Vai gostar muito, é uma especialidade aqui da Turquia.

Ali entra na sala correndo.

—Me chamou papai?

—Ali, filho quero que você conheça a senhora Beatriz, ela e o marido serão nossos hóspedes.

—Olá senhora! Ali vai cumprimentar Betty.

Ali era uma bela criança, olhos negros, cabelo liso, corte de tigela, pele branca. Ali é uma criança muito sorridente.

—Oi Ali, como vai? Será que eu posso te dar um beijo na bochecha? Betty fala encantada com o menino.

—Sim pode sim! Ali se aproxima de Betty e ela dá um beijo no rosto dele.

—Nossa como você é lindo!

—Obrigado!

Ali se senta ao de Betty no sofá.

—A senhora tem filhos?

—Sim, tenho uma menina, o nome dela é Camila.

—Camila? E onde ela está?

—Ela é muito pequena, e não pode vir com a gente. Ela ficou na casa dos meus pais.

—Ela é muito pequena? Quantos anos ela tem?

—Ela completou 1 ano.

—Nossa é pequena mesmo!

—E você, quantos anos tem?

—7 vou fazer 8 né papai.

—Sim Ali! Halit fala sorrindo para o filho.

Fiediris chega com uma bandeja com os dois chás e um copo de leite para Ali.

A campainha toca.

—Deixe que eu atendo Fiederis. Halit fala ao se levantar.

Fiediris, serve o chá para Betty e o copo de leite para Ali.

Tardu e Halit entram na sala.

— TIO TARDU! Ali corre para abraçar Tardu.

—Olha só meu cowboy favorito! Tardu fala pegando Ali nos braços.

—Oi Betty!

—Oi Tardu!

Tardu, dá um beijo no rosto de Betty e depois coloca Ali no chão.

—Tardu não sei o que era de tão importante para que você vir aqui nessa hora.

—Os contratos que eu te falei. Tardu fala olhando para Betty, que percebe e fica um pouco sem graça.

—Bom sente-se e vamos analisá-los.

Tardu foi em direção a Betty, mas Ali foi mais rápido e se sentou ao lado dela. Tardu se sentou em uma poltrona sozinho.

—Pelo visto Betty, já fez amizade com o Alizinho. Tardu fala sorrindo.

—Ele é um fofo, muito educado e lindo. Parabéns seu Halit.

—Obrigado! Mas como já disse é só Halit.

—Desculpa! Vou demorar pra me acostumar, quando comecei a namorar com o Armando sempre o chamei de doutor, ou seu Armando. Parei poucos dias antes do nosso casamento.

—Falando nisso Betty, onde você o conheceu, foi na faculdade?

—NÃO, NOS CONHECEMOS NA ECOMODA, BETTY ERA MINHA ASSITENTE. Armando fala ao se aproximar.

Na Ecomoda:

Os gerentes dos bancos estavam à espera de Daniel.

Bom dia senhores, desculpem o atraso, mas estava ao telefone.

—Não tem problema, respondem.

—Bom eu os chamei aqui, para avisá-los que a Ecomoda a partir de hoje, não fará mais nenhum tipo de negócios com vocês!

Continua...

Notas finais
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