Histórias De Dragões.
31 Capítulo 31
Uma semana já tinha se passado desde o nascimento de Azula e a morte do alfa. Ária estava dando banho nela com a ajuda de Astrid. Na verdade, Astrid estava lá mais para ver do que ajudar. Astrid tinha falado com Ária que queria aprender mais sobre bebê, por que segundo sua mãe logo ela ia se casar e teria filhos. Ária riu quando Astrid contou que a mãe falou isso na frente de Soluço que ficou muito vermelho com a indireta, bem direta. Como quase todos os dragões tinha voltado, na verdade os únicos que ainda não tinham foram os da academia. Ária disse que estava tudo bem, que isso era por causa da morte do alfa, ela disse que depois do almoço ia para o ninho. Stoico disse que não achava seguro, mas ela disse que ia mesmo assim.
– Ela é linda. – Astrid disse passando a mão na cabeça da bebê. – Ela já abriu os olhos?
– Já. Quando ela acordou para mama a noite. – Ária tirou a bebê da água e a enrolou ela em uma toalha. – São verdes.
– Como os do pai. – Stoico disse entrando no quarto.
– É. – Ária começou a colocar a roupa nela. – Se ela for igual a você, eu te mato.
– Por quê?
– Eu que carreguei ela por nove meses na barriga, engordei e fiquei vomitando durante os três primeiros meses. – ela entregou a filha para o marido. – Vou me arrumar e já vamos.
– Tudo bem.
Cinco minutos depois eles saíram. O almoço foi bem calmo. Eles conversaram e discutiram. Ária disse que o fato dos dragões não terem voltado por que o alfa morreu e muito provável mente ele escolheu um novo líder. Depois de terem terminado eles foram para o ninho.
Ária ia na frente com Stoico ao seu lado e Azula no colo. Soluço e Astrid iam logo atrás. Ária achava muito engraçado Stoico e Soluço disputando para ver quem ia pegar Azula, até troca a fralda estava valendo. Astrid e Soluço conversavam sobre o que iam fazer quando o treinamento voltasse.
Quando eles entraram no ninho os dragões olharam para eles. Ária foi até onde o corpo do alfa estava. Banguela estava deitado ao lado dele, quando ela se aproximou ele levantou a cabeça e rosnou.
– Eu sei. – ela disse indo até eles. – Vamos fazer isso.
Ária passou a mão no rosto dele.
– Eu sei que você foi um grande líder, um dia vamos nos encontra. – ela se afastou e foi para o lado do marido.
Banguela rugiu e em pouco tempo todos os dragões estavam ali. Ele olhou em volta e disparou um jato de plasma no alfa.
– O que ele está fazendo? – Soluço perguntou dando um passo. – Temos que parar.
– Não. – Ária disse. – É assim que eles se despedem. Eles atiram nele e depois ele o enterram.
– E depois? – Astrid perguntou.
– O novo líder assume o controle. – ela disse. – Venham.
Eles foram para o canto. Quando o procedimento eles assistiram Banguela ir ao meio da caverna. Todos os dragões de curvaram e Banguela levantou a cabeça orgulhoso.
– O que...
– Digam olá para o novo líder dos dragões. – Ária disse.
Banguela se aproximou de Soluço e passou o rosto na mão dele.
– Oi amigão. – ele disse fazendo carinho no dragão. – É bom te ver novamente.
Banguela sorriu para ele e foi em direção a Stoico. Ele cheirou Azula e depois passou o rosto no dela devagar. Aos poucos os dragões se aproximaram para conhecer Azula.
Eles foram para o grande salão depois de alguns minutos ali, onde todos esperavam por eles.
– Eles estão vindo. – Melequento disse correndo para dentro do grande salão.
Em menos de um minuto as portas foram abertas novamente. Stoico foi o primeiro a entra sendo seguido pelos outros. Eles passaram por todos antes de parar na frente de todos.
– Hoje com muita alegria apresento a vocês a mais nova moradora da ilha de Berk. – Stoico disse tirando a filha dos braços da mãe. – Hoje todos damos as boas-vindas para essa pequena guerreia, uma nova pessoa que temos para defender e para nos defender. – ele levantou a filha. – Hoje apresento a vocês Azula, filha de Stoico e Ária Strondus.
Todos aplaudiram. Ária sorriu para o marido. Aos poucos todos foram chegando perto e viram à linda bebê. Soluço sorriu e abrasou Astrid.
– Acho que sua mãe está certa. Temos que casar logo para termos um bebê.
– Soluço temos apenas dezesseis anos. – ela disse rindo.
– Eu sei. – ele disse dando os ombros. – Mas e daí? A gente se ama.
– Vamos primeiro curti sua irmã. Depois pensamos nisso.
As poucas as coisas foram se acalmando. Azula dormiu o tempo todo, apesar de se incomodar com a conversa e se mexe no colo do pai. Ária não ficou muito, ela não queria esperar escurecer e ficar frio para voltar para casa com a filha dormindo.
Os dias foram se passando rápido, assim como os meses. Azula já estava com cinco meses. Ela encantou a todos com suas descobertas. Soluço provocava Stoico por ter sido o primeiro que a viu sorrir.
Soluço estava cuidando dela junto com Astrid, enquanto Stoico e Ária estavam conversando com a anciã. Soluço colocava a mão no rosto e depois tirava. Banguela tinha gostado da brincadeira que estava do lado dele fazendo a mesma coisa. Azula levantou as mãos e deu um gritinho. Depois sorriu.
– Astrid corre aqui. – ele gritou.
Astrid correu até eles quase se queimando com a panela quente. Ela estava preparando a mamadeira de Azula.
– O que foi? Aconteceu alguma coisa? – ela perguntou.
– Olha isso. – ele fez a mesma brincadeira. E Azula riu novamente.
– Ela riu. – Astrid gritou. – Ai meus deuses. – ela pegou o bebê e girou.
E Stoico passava na cara dele que Azula começou a reconhecer ela primeiro.
Ária estava terminando de arrumar Azula. Hoje elas iam andar pela ilha. Quando ela terminou saiu do quarto. Soluço estava esperando por elas na sala. Eles saíram. Como eles tinham treinado até tarde no outro dia, ele tinha liberado os amigos.
– Ai está minha princesa. – Stoico disse indo até eles.
Quando escutou a voz do pai, Azula começou a procurar.
– O que está procurando princesa? – Stoico perguntou pegando ela. Azula gritou e sorriu para o pai.
– Acho que ela estava procurando por você.
Ária estava sentada no chão da academia com Fúria e Banguela ao seu lado, enquanto Azula estava no colo do irmão. Soluço decidiu fazer uma cela nova para Banguela. Uma que dava para levar Azula junto. Como ela ainda não sentava sozinha ele estava aperfeiçoando.
– Astrid segura ela aqui. – Soluço disse entregando ela para a namorada. – Acho que vou ter que fazer um número maior. Como se fosse para uma criança de dois anos. E faço um ajuste que me permita a andar com ela.
– Como um cinto? – Astrid perguntou.
– É. Tente deixar ela quieta.
– Você fala como se fosse fácil. – Astrid disse rolando os olhos. – Azula fique quietinha, para deixamos seu irmão bobo e irmos atrás de uns dragões.
Depois de um tempo fazendo algumas contas Soluço disse que tinha terminado. Astrid e Azula foram se sentar com Ária. Astrid deitou a bebê nas almofadas que estava ali.
– Ela está cada dia mais parecida com o pai, né?
– É. – Ária concordou. – Ainda bem que Stoico é bonito.
– Tem razão. – Astrid concordou rindo.
Azula reclamou. Quando Ária olhou para ela, viu que ela estava forçando o corpo. Ela resmungou mais um pouco, antes de consegui se sentar.
– Oh meu bebê. – ela disse pegando a filha. – Daqui a pouco vai está andando.
– O que foi? – Soluço perguntou se aproximando.
– Ela sentou sozinha. – Astrid disse.
Dois dias tinham se passado desde que Azula aprendeu a sentar. Azula já conseguia se sentar sem ajuda. E descobriu que assim dava para pegar os pés e se jogar para trás. Os dragões da casa passava o dia vigiando ela.
– Soluço você pode ver se seu pai vai demorar muito? – Ária perguntou. Soluço estava sentando em uma cadeira, com Azula sentada na sua frente em cima da mesa.
– Posso. – ele disse olhando para ela. – Quer vim comigo princesa?
Azula esticou as mãos rindo. Soluço a pegou no colo e saiu. Em dez minutos eles estavam de volta com Stoico.
– Acho que preciso de férias. – Stoico disse começando a comer.
– O senhor está sentindo alguma coisa? – Soluço perguntou enquanto colocava a sua comida.
– Não, por quê?
– Nunca ouvi o senhor falar sobre descansa, e agora estava falando de férias.
– Cala a boca, Soluço. – Stoico disse fazendo o filho ri. Azula o imitou.
– Ei, você devia ficar ao meu lado. – Stoico disse olhando para a filha que estava sentada ao lado da mãe se melando com a comida.
– Ela é esperta. –Soluço disse piscando para a irmã.
Eles terminaram o almoço e cada um seguiu o seu caminho. Ária foi dá banho em Azula e depois ia se encontra com Soluço na academia. Depois de terminar de trocar a filha ela saiu. Soluço tinha feito uma sela com lugar para cada membro da academia e seu pai, então Ária montou em Fúria depois de colocar a filha na sua sela e elas foram para academia. Ária se sentou em seu lugar de sempre com Azula ao seu lado. Mas ela não ficou ali por muito tempo. Astrid pegou Azula e foi para o outro lado.
– Acho que assim é fácil criar uma filha. – Sibia disse parando ao lado da filha.
– Também acho. – Ária disse passando a mão no cabelo. – Mas estou pensando em sequestra um deles para ficar com ela a noite.
– Ela acorda muito?
– Não. – Ária olhou para a filha que tentava pegar o cabelo da Cabeçaquente. – Ela é um anjo. Acorda apenas duas vezes para mama.
– Então por quê?
– Tirar a mão de Stoico da minha cintura para me levantar é complicado. – ela disse rindo.
– E Soluço ainda está feliz em ter uma irmã?
– Sim. Ele e Stoico ainda estão disputando ela.
– Soluço olha. – Astrid e Cabeçaquente gritaram juntas.
Quando eles olharam para elas, viram Azula engatinhar em direção ao Soluço. Soluço riu e se abaixou esperando por ela. Quando Azula chegou ao irmão, Soluço a pegou e a jogou para cima.
– Ganhei mais uma. – ele disse rindo. – Papai vai pirar quando souber que você engatinhou para mim.
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