Sentado no ponto de ônibus, fumando o meu cigarro, quando chega uma mulher, com trajes vulgares, parecendo uma prostituta.

— Você tem cigarro?

Pensei comigo, como pode um ser vulgar querer me pedir algo, eu, uma moça refinada.

Tirei o maço do bolso e lhe dei o cigarro.

Entre uma tragada e outra, ela disse:

— Conheço você? Como está o seu marido?

Contei uma mentira.

— Ele está morto, faz 3 anos.

Essa mulher sentou no chão e começou a chorar em desespero.

Entrei no ônibus, culpada, mas vingada

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.