História Isekai a guerreira de 3000 anos
6 Cápitulo 6
Enquanto voltava ela contava a lenda de um guerreiro, no começo da guerra, quando a mesma ainda estava concentrada em um pequena parte do país, Kyran estava nas terras do norte um local frio, ela se aproxima de uma vila na montanha vendo que já não tinha muitas pessoas, ela pergunta de um guerreiro que vivia por lá, eles falam do que vivia no topo da colina a mesma continuava a caminhar e logo chegava vendo um pequeno templo e uma casa se aproximando quando ouvia.
Ketsueki: — É raro alguém chegar aqui.
Kyran se virava e olhava para a pessoa ali sentada, seu rosto parcialmente escondido sob o chapéu de palha redondo, um kimono surrado em um tom de cinza escuro e seu sapato de palha ela nota a janela de status dele:
Ketsueki Shinng
Idade: 53
Classe: Guerreiro/Mago
Hp: 1500/1500
Mp: 3000/3000
Força: 45
Destreza: 60
Inteligência: 80
Habilidades:
— Manipulação de Sangue.
— Controle do sangue para formação de armas
— Seppuku
Pensamento Kyran: “Ele parece alguém bem forte, espero não irritar ele” – Eu ouvi sobre a lenda de um guerreiro que habitava o topo das montanhas.
Ketsueki: — E o que ouviu sobre essa lenda.
Kyran: — Pouco, só que era um guerreiro habilidoso que as pessoas se sentiam paralisada diante ele e mesmo que tentassem lutar elas não conseguiam e isso afugentou muitos daqui.
Ketsueki: — Bem isso é verdade. – O mesmo falava levantando o rosto permitindo uma troca de olhares entre eles e o mesmo via nos olhos dela uma determinação forte o que fazia o mesmo sorrir. – Você é diferente dos que vieram anteriormente aqui, você tem determinação no olhar, me diga seu nome.
Kyran o ouvindo dava um sorriso: — Me chamo Kyran.
Ketsueki: — Me chamo Ketsueki, me diga Kyran o que te fez procurar por essa lenda?
Kyran: — Bem queria ver se o guerreiro dessa lenda poderia me treinar, pois quero ajudar o máximo de pessoas que puder.
Ketsueki se levantava, ao fazer isso ela podia ver que o kimono na frente estava aberto e nota várias cicatrizes em seu abdômen ele dava uns passos indo em direção ao templo: — Realmente seu olhar passa uma determinação, gosto disso me diga já ouviu falar da técnica de luta de sangue.
Kyran se espantava pois era algo que só viu em um jogo em sua vida passada ao ouvir ele ela fava: — Para ser sincera não, é possível isso?
O mesmo sacava a espada cortando o antebraço e ela notava que o sangue ia para a espada como se colasse ali: — Acho que isso pode ser uma pequena demonstração. – O mesmo faz um movimento e conta um pilar que estava a mais de um metro de distância dele, ela se espanta com aquilo ao notar a reação dela ele nota que realmente ela não via uma técnica daquela, ele tossia um pouco caindo de joelhos ela ia até ele o ajudando.
Kyran: — Está tudo bem?
Ketsueki: — Esta sim, obrigado é que o tempo já não tão generoso comigo, bem se estiver pronta podemos começar seu treinamento.
A ruiva sorria e fazia sinal de sim, então o treinamento se iniciava, no alto daquelas montanhas nascia uma flor com um tom roxo em suas pétalas, com aquilo ele preparava uma poção ela ia tomando aquilo todos os dias misturando a sua mana onde ela ia adquirindo a habilidade de manipular o sangue como desejasse, ela podia ver dia a pós dia sua janela mostra que ela lutava contra aquele veneno, mas ela aprendeu que usando mana para misturar aquilo ao sangue e ganhando a habilidade de manipular seu sangue e aumento de resistência a mais tipo de venenos, os anos foram passando e ela aprendeu novas técnicas de espada com esse treinamento, com dez anos passados ela voltava com um javali das montanhas nas costas para fazer um jantar a eles, parando próxima a ele já com a fogueira dentro da cabana e sentados frente a frente.
Ketsueki: — Incrível como você melhorou nesse tempo achei que levaria mais tempo para chegar a meu nível.
Kyran: — Bem não foi um caminho fácil.
Ketsueki: — Mas a sua perseverança dia a pós dias foi o que lhe ajudou. – Falava tossindo, só que nessa tosse saia sangue e isso a preocupava que ia o ajudar, mas ele fazia sinal que não precisava logo eles ouviam uma voz vindo de fora da cabana.
Mercenário: — Velho sabemos que está aí, nos estregue essa espada.
Os dois se levantam saindo da mesma vendo os inimigos ali, era em torno de uns dez soldados, os mesmo notavam que agora o velho já não estava sozinho isso o deixa nervoso e manda seus homens os atacarem os dois sacam suas espadas indo para cima deles cinco atacam a ruiva enquanto quatro atacavam o velho, mas com sua habilidade aquilo não foi nada para ele sobrando o líder contra o mesmo eles começam o duelo, do lado da ruiva sobrava três ela via o mestre lutando contra o líder o mesmo era bem habilidoso quase se igualando a ele, mas como ele estava fraco segurava a espada invertida apontando a ele.
Ketsueki: — Kyran, só te peço um favor, viva bem sua vida. – Ao falar aquilo ele apunhala seu próprio coração transpassando a lâmina imbuindo a em sangue e volta a lutar com o líder, Kyran se assusta com aquilo sabendo que ele teria dois minutos de vida no máximo, ela volta a encara seus oponentes querendo acabar logo com aquilo, enquanto isso Ketsueki e o Mercenário iam lutando, o mesmo parecia só enrolar conhecendo um pouco das técnicas dele e sorria com a luta.
Mercenário: — Até que enfim eu vi sua técnica, com essa sua espada eu serei invencível.
Ketsueki: — Não é só a arma que faz um guerreiro. – Cruzando espadas com o inimigo ele sentia algo em seu corpo e caia de joelhos e o sangue de sua espada caia na neve, ele já não tinha forças para continuar vendo somente os pés do mercenário e ouvindo: — Ahahaha, pena que não tem mais forças seria uma ótima luta. – Quando ia desferir o golpe nele uma lâmina de sangue o interrompe, ele vira o rosto para a direita e o velho levantando o rosto vendo a Kyran tinha perfurado o próprio coração também usando a mesma técnica.
Ketsueki: — Kyran eu disse.
Kyran: — Não se preocupe mestre, eu escondi um segredo do senhor, peço que me perdoe.
Ele sem entender logo notava que o corte se regenerava e ela empurrava o mercenário para longe, partindo para cima dele sem dar chance de ele revidar o deixando quase sem saída.
Mercenário: — Sua.
Kyran: — Acabou, não vou perde tempo com você. – Sem ele esperar ela fazia um golpe, formando um x em sangue o cortando e quebrando a espada dele, ela guarda a dela voltando ate seu mestre o segurando nos braços, ele abria os olhos a olhando.
Ketsueki: — Que regeneração você tem.
Kyran: — Obrigada mestre, mas na verdade eu sou imortal.
Ao ouvir aquilo ele dava uma risada tossindo e respirando fundo segurando a espada e a entregando: — Leve com você então, aqui minha missão se encerra. – Falando dando um último suspiro e fechando os olhos, ela deita o corpo dele na neve pegando a espada, de cabo e lâmina vermelha guardando no espaço dimensional, ela fazia um tumulo a ele perto de onde viveram, voltando ao tempos atuais ela segura a espada em frente a fogueira, com a luz do luar passando pelas folhas.
Kyran: — E foi assim que consegui essa técnica e essa espada. – Falando segurando a mesma a olhando e quando olha a raposa se espantava, Nari estava segurando um pedaço de carne e em prantos com os olhos marejados.
Nari: — Ele foi um incrível guerreiro mesmo, com honra até o fim.
Kyran dava um sorriso guardando a espada no espaço novamente: — É, foi uma honra conhecer ele. – Falando e unas lagrimas caiam pegando algo para comer. – Nari amanhã quero te testar em batalha tudo bem?
Nari enxugando as lagrimas: — Claro, seria tipo um teste?
Kyran: — Sim, quero ver como irei direcionar seu treinamento.
Nari: — Tudo bem, farei meu melhor.
Kyran: — Assim que gosto, não esconda nada.
A raposa fazia sinal de sim para ela, no amanhecer do outro dia as duas já estavam de pé e paradas frente a frente se encarando, Nari segurando suas agulhas de combate enquanto a ruiva puxava duas adagas do seu espaço de armazenamento a olhando com um sorriso se posicionando segurando as mesma a da direita segura com a lâmina vira para dentro da mão e a esquerda para fora encarando a raposa com um sorriso.
Kyran: — Vamos começar então espero que não se segura.
Nari: — Pode deixar, vou fazer meu melhor. – A mesma segura suas armas com as pontas para fora do corpo, mexia as caldas e as juntando firmando seus pés ficando praticamente na ponta dos dedos e dando um impulso indo para cima da ruiva, que se defende com as adagas, sem dar muita reação a raposa usa o corpo da ruiva como apoio indo para trás, batendo os pés em um arvore indo para cima dela de novo que se defende desviando o corpo para o mesmo não ocorrer, a raposa caia no chão indo para cima dela fazendo ataques em diagonal e retos com suas armas. A ruiva desvia e alguma usa as adagas para se defender analisando os golpes dela, nota uma pequena abertura e fazia um contra-ataque segurando o braço da mesma e a girando prendendo o braço dela para trás ainda segurando a adaga e parando a outra no pescoço dela Nari parava ficando pouco assustada.
Kyran: — Tome cuidado com a forma que ataca, você repetiu muito o padrão.
Nari: — Certo.
Kyran a soltava e a se afasta um pouco, a raposa se recompunha virando a olhando e ouvia: — Agora minha vez de atacar, uma coisa lembre-se das suas características.
Nari fica pouco confusa, mas levava a guarda: — Certo.
Sorrindo a ruiva meio que cambaleia o corpo e em um movimento de avanço ela sumia no ar, aquilo deixa a raposa espantada e fica olhando a procurando, mas sua orelha direita mexia e ela defende do golpe que recebia se assustando “Ela disse que viria com tudo mesmo, então não vou temer.”, pensando consigo notando mais um ataque desviando rolando para longe ainda meio de joelhos encarando a ruiva, que sorria e em um piscar de olhos surgia na frente da mesma, por reflexo a raposa cruza sua arma a frente do corpo mas são jogadas para longe e a mesma caia no chão de costas para ele, sem da tempo a ruiva parava sobre ela prendendo os braços com suas pernas e pondo a adaga perto do pescoço dela, as duas se olhavam nos olhos.
Kyran: — Xeque-mate raposinha.
Nari sorrindo: — E-eu me rendo, eu juro que fiz o meu melhor.
Kyran: — Eu sei que fez. – Ela falava afastando a adaga dela e tirando o joelho do braço direito dela. – Você tem uma boa técnica de luta até, mas seu problema é quando é pega em um grande grupo.
Nari: — Sim tem razão. – Vendo a ruiva ainda sobre ela usa o fio de mana que conecta a arma dela a puxando, mas antes de chegar à mão dela a ruiva peva a olhando.
Kyran: — Tem que ter cuidado também com quem consegue sentir mana. – Ela enfia a arma da raposa ao lado do rosto dela a olhando nos olhos mais próxima sorrindo. – Pois isso não surtira efeito, não concorda?
Nari super vermelha a olhando: — S-sim. – Vendo a ruiva se levantando e estendo a mão direita para ela pegando na mão da mesma e se levantava: — Obrigada eu vou começar a me aprimorar mais.
Kyran: — Sei que irá bem hora de tomar um café da manhã e seguir viagem.
Nari: — A se importa se eu fizer o café da manhã hoje? – Falando pouco tímida.
Kyran: — Não vejo problemas, só falar os ingredientes eu tenho no meu inventario. – A raposa concordava e logo a ruiva estava sentada observando a raposa cozinhando mostrando uma certa maestria com o preparo achando interessante, logo notava a raposa trazendo o prato com a comida vendo que tinha uma cara e aromas ótimos, pegando um pouco e comendo e notando a raposa a olhava abanando a calda, achando aquilo muito bom comendo mais.
Kyran: — Hum Nari acho que vou deixar você fazer as refeições, isso está muito bom. – Falando de boca cheia, deixando a mesma corada e sorridente.
Nari: — Obrigada, mas por favor não fale de boca cheia. – Dando uma risada, a ruiva fica vermelha engolindo a comida.
Kyran: — Me desculpe acabei empolgando, mas realmente está muito gostoso, você tem boas habilidades de cozinha.
Nari: — Que bom que gosto, bem eu tenho um sonho meio bobo.
Kyran: — Nari, nenhum sonho é bobo, se quiser compartilhar sou toda ouvidos.
Nari pouco tímida: — Bem quando toda essa situação se acerta, eu gostaria de ter um restaurante para poder servir comida gostosa as pessoas. – A ruiva a ouvindo sorria com o que ela falava: — Gostei, achei um bom sonho, bem permita me ajudar a realizar então.
Nari: — Sim, sei que logo vamos dar um jeito nisso, vou fica mais forte para poder lhe ajudar.
Kyran: — Sei que ira, agora coma antes que eu coma tudo em. – Falava sorrindo indo atacar mais da comida a raposa ia pegando para não ficar sem elas voltam a caminhar durante o trajeto elas se deparavam com alguns monstros e a raposa pedia a ruiva para deixá-los com ela, assim a mesma via uma oportunidade de continuar a avaliar. Na noite daquele dia, elas montam um acampamento a céu aberto já que não tinha sinal de chuva e também já não estavam muito longe da próxima cidade, enquanto Nari começa a prepara a janta, a ruiva estava sentada em uma pedra olhando para o céu admirando o céu vendo as estrelas e a lua dupla que existia naquele mundo.
Pensamento Kyran: “Ainda me lembro como foi ver essas luas pela primeira vez.” – Perdida em pensamentos ela não ouvia a raposa a chamar, quando repara a mesma estava próxima a ela e se assusta se afastando por um momento.
Nari: — Ei está me ouvindo?
Kyran: — Ah, me desculpe eu fiquei perdida em pensamentos.
Nari: — Hum.
Kyran: — Eu estava apenas me lembrando de como foi ver esse céu pela primeira vez, me fez pensar como eu quase não parava para olhar de onde vim.
Nari: — De onde veio? Como assim?
Kyran ao notar o que falava ficava vermelha e tenta corrigir: — A isso, sabe é que não foi bem o que dizer.
Nari: — Nada é? Está me escondendo algo? – Falando se aproximando mais da ruiva a mesma se afasta um pouco mais e gaguejando: — Ah e-eu não imagine. – Ficando sem graça ela acaba por escorregar e cair de costas no chão ainda vendo que a raposa a encarava, agora um pouco brava desviando o olhar por um momento e a mesma suspirava fechando os olhos e se virando.
Nari: — Tudo bem se não quer me contar eu entendo, talvez em algum momento você queira me contar. Bem só queria pergunta já que estamos chegando a próxima cidade se podíamos passar na guilda de aventureiros para vermos alguma missão para ajudar.
Kyran se recuperando da queda a olhava: — Claro não vejo problemas, penso nisso como um treino a você e para eu sair da aposentadoria. – Falando dando uma risada leve a raposa dava um sorriso lhe entregando o prato de comida, voltando no tempo o momento em que ela realmente se deu conta que estava em outro mundo foi quando partiu da cidade e sentada a noite dentro de uma caverna com uma fogueira a frente, enquanto a carne assava olhando para o céu, estava sem nuvens com muitas estrelas, mas o que mais lhe chamava atenção era as duas luas.
Kyran: — É realmente estou em outro mundo, acho que minha vida será outra agora. – Falando a si soltando um sorriso, voltando ao tempo real ela olhava para Nari já dormindo e volta a olhar para o céu sorrindo. Na manhã seguinte, elas chegam um pouco depois do amanhecer a cidade de Krini passando pelo portão após mostrarem suas identificações elas paravam e observam a cidade.
Kyran: — Achei estaria um pouco mais animado por aqui.
Nari: — Bem sempre achei que aqui era uma boa cidade para negócios parece que tem algo acontecendo.
Kyran: — Bem vamos comer algo primeiro depois a gente vai na guilda para ver.
Nari: — Boa ideia estou com pouco de fome. – Falando seu estomago ronca e ela ficava vermelha, a ruiva ria e começa a caminhar com a mesma a seguindo-a, elas chegam a um local que vendia um tipo de massa enrolada com recheio, trazia lembranças de uma comida que gostava.
Kyran: — O que acha Nari pode ser um de cada para nos? – Perguntando a raposa que a olhava salivando, com a calda abanando e os olhos brilhando sorrindo ela pedia para elas, enquanto Nari fica vendo a comida sendo feita a ruiva ouvia duas pessoas conversando.
Pessoa 1: — Ainda não resolveram o problema com aquela caverna?
Pessoa 2: — Não parece que nenhum aventureiro quer pegar essa missão.
Pessoa 1: — Seria bom resolver, aquela caverna tem recursos importantes.
Pessoa 2: — Concordo.
A ruiva prestava atenção naquilo e pensava “Bem acho que posso pega algumas informações na guilda.”, ela via a raposa se aproximando com a comida dela, já comendo a que pego para si.
Nari: — Hum isso é muito bom, recheio bem temperado, massa leve, posso tentar fazer qualquer dia?
Kyran: — Claro, isso me traz lembranças sabia.
Nari: — De algo? Alguém ou lugar?
Kyran: — Lugar, venha vamos para a guilda, acho que teremos uma boa missão.
Nari: — Certo.
Elas começam a caminhar, andando pela cidade pedindo informação onde seria a guilda, logo chegam ao local perto de uma grande praça um prédio com a placa pendurada próxima a parede, elas entram na mesma e viam alguns aventureiros no quadro de missão se aproximando do balcão uma jovem de cabelos brancos e pele clara estava ali, com um vestido e um pequeno chapéu.
Ikari: — Bem vindas a guilda dos aventureiros da cidade de Krini, me chamo Ikari em que posso ajudar.
Kyran: — Olá, somo aventureiras viajantes gostaríamos de ver algumas missões.
Ikari: — Claro, já possuem o card de aventureiras ou são novas no ramo?
Kyran: — Já possuímos.
Ikari: — Poderiam me mostrar?
Kyran: — Claro, certo Nari?
A raposa concorda pegando em sua bolsa magica e a ruiva de seu espaço dimensional, entregando a ela analisando-os, vendo que a raposa era rank A e quando via o da ruiva se espantava pelo nível dela a olhando e a mesma sorrindo.
Ikari: — Poderiam me dar licença por um momento?
Kyran: — Claro.
Elas a viam saindo do balcão e subindo um lance de escadas, a raposa olhava para a companheira: — Será que seu nível a assustou? – Perguntando-a.
Kyran: — Não, mas acho que talvez isso me de resposta sobre o que esta ocorrendo aqui, enquanto esperávamos a comida escutei uma conversa.
Nari: — Conversa?
Kyran: — Sim, o porque a cidade esta assim. – Logo elas viam a atendente voltando e parando próxima a elas.
Ikari: — Poderiam me acompanhar por um momento, tem alguém que deseja a ver.
Kyran: — Claro, me responda vocês estão com um problema com alguma missão que não conseguem ser finalizada?
Ikari: — Sim, por isso o mestre pediu para falar com vocês, por aqui por favor.
A ruiva olha para a raposa sorrindo elas concordam e começam a seguir a moça, subindo o lance de escadas indo para o próximo andar, indo ate uma porta ela batia e ouvia uma voz masculina lá de dentro que falava para elas entrarem, abrindo a porta para elas entrando na sala do mestre e falando.
Ikari: — Senhor Ishida, essa é uma aventureira rank SS+ acho que ela poderia nos ajudar com aquela missão.
Ele estava de costas sentada na cadeira se virava, revelando a figura ali sentado com cabelos curtos pouco bagunçado, pele morena olhos castanhos, ficando de pé mostrando que usava um sobretudo com uma blusa abaixo, o sobretudo e couro e notasse a calça escura contrastando com a blusa azul e o sobretudo que era um azul mais escuro que a blusa e ele falava.
Ishida: — Obrigado Ikari, por favor traga algo para nossas convidadas, por favor poderiam se sentar.
Kyran e Nari fazia sinal de sim indo se sentando no sofá que ali tinha e enquanto notava ele mexendo na mesa e segurando algo, se sentando no sofá a raposa fica à esquerda da ruiva notando o mesmo sentando a frente delas no outro sofá que daria de frente a elas, agora ela podia ver o que ele segurava era um pergaminho em vermelho.
Ishida: — Me chamo Ishida, sou o mestre dessa guilda fico feliz que vocês surgiram neste momento.
Kyran: — Me chamo Kyran e está é a Nari, bem ouvi quando chegamos aqui que parecia que tinha algo lhe causando problemas.
Ishida: — Sim. – Ele abria o pergaminho pondo sobre a mesa elas podiam notar uma imagem de um monstro, o que destaca que era uma aranha com algo protegendo a cabeça, mas ainda aparecendo os olhos, a ruiva analisa e podia notar várias ali na ilustração a raposa ao ver aquilo se assustada um pouco ficando pouco tremula, mas não querendo revelar seu medo por aquilo, Kyran notava que ela parecia um pouco nervosa, mas não falava nada olhando para o rapaz.
Kyran: — Bem são essas coisas que estão causando o problema?
Ishida: — Sim, foram poucos que escaparam de lá. – Eles eram interrompidos pela Ikari que entrava trazendo um chá para cada um deles e saindo na sequência. – Um especialista em desenho que fez essa imagem, disse que não conseguiu contar o numero certo que tinha lá.
Kyran: — Não apareceram outros aventureiros de classe alta?
Ishida: — Não quiseram aceitar, acharam o valor baixo.
Kyran: — Não vejo problema com o valor, se quiser posso resolver esse problema.
Ishida: — Se conseguir será de grande ajuda para a cidade e talvez traga o movimento de volta.
Kyran: — Claro deixe isso comigo. – Tomando um gole do chá, o mesmo dava um sorriso a olhando. – Ficaremos muito grato se puder ajudar a gente ficaremos eternamente grato, mas se achar perigoso pode deixá-la com a gente. – Falando olhando para a raposa a mesma se espanta e antes de falar algo, a ruiva coloca a mão na coxa direita dela sorrindo o encarando.
Kyran: — Ela é minha companheira, ira comigo onde eu for e eu gosto da companhia dela.
Ao ouvir aquilo a raposa sorria envergonhada, o mesmo sorria e acenava positivamente: — Certo, como desejar. – Falando se levantando indo até sua mesa e pegando outro papel, voltando entregando a ela. – Aqui um mapa da localização da caverna, peço que tomem cuidado já que não andamos vendo muitos semi humanos por aqui.
Kyran pegando o mapa e analisando, enrolando sorrindo se levantando: — Sim não se preocupe ela está em boas mãos, vamos Nari vamos resolver isso. – Ouvindo a raposa fazia sinal de sim se levantando indo para a porta a ruiva ia a seguindo quando ouvia.
Ishida: — Sabe você parece a heroína da história que meu bisavô ouviu do pai dele sobre uma lenda de uma guerreira de cabelos ruivos que ajudou pessoas sem se importa quem fosse, você me lembra ela.
Kyran sorrindo o olhando: — Ele foi uma boa pessoa, um guerreiro honrado e alguém que adorei lutar ao lado e sabe você me lembra ele. – Falando saindo fechando a porta com um sorriso, o mesmo volta para sua cadeira se sentando olhando para a janela sorrindo também e pensando enquanto olha para o céu “O senhor mando ela para me ajuda não é vovô.”. Elas iam saindo da guilda a raposa parecia um pouco animada e indo pouco a frente, a ruiva a seguindo e caminhavam por um tempo até chegarem próxima ao local indicado do mapa, se aproximando e analisando a entrada da mesma para averiguar.
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