História After You - Terceira Temporada
2 Capítulo - Our Paradise - Parte II
Notas iniciais
Owen Grady apareceu na varanda depois com algumas taças moderadas de champanhe.
— Aqui fora está quente... — Puxou assunto.
Claire encarou-o e sorriu, se pondo na frente do marido.
— Não precisa ficar pensando em como falar comigo...Assim que voltarmos, vou marcar uma consulta com a Dra. Jones...
— Mesmo?
— Claro. Você tem razão, temos tudo para ter mais filhos... Aumentar a nossa família.
Não se contentando de alegria, Owen a abraçou tão forte que a ergueu nos braços. Claire riu alto e o abraçou de volta.
— Vamos para o quarto?
— Não vai jantar comigo, sua safadinha pervertida? — apertou o bumbum dela a encostando na grade de madeira.
— Acho melhor jantarmos depois, aí já pegamos a Cla... — pressionou seu corpo contra o dele.
Owen deu baixa no spa e levou Claire para o lado oposto do hotel, a cachoeira que ficava na floresta ao lado. Havia algumas cadeiras para os turistas, Owen não perdeu tempo e começou a tirar a roupa dela. A ruiva arqueou as sobrancelhas surpresa.
— Aqui?
— Ah, o que foi? Tá escuro, ninguém vem aqui a noite...
— Gostei disso... — sorriu e após tirar todo seu biquíni, foi tirar a sunga do marido. — Vamos aproveitar, baby...
Owen levou ela para as grandes pedras que havia na beira do lago azul. Por conta do início da noite, algumas luzes isoladas estavam acesas. Ele escolheu um lugar parcialmente iluminado. Seu dedo na coxa da ruiva logo se transformou na mão inteira que subia e descia sem pudores algum pela perna deixando o corpo da esposa em chamas. Seu polegar áspero então, roçou no interior da coxa e as pernas dela tremeram.
Pressionou mais de sua mão, e quando Claire levantou o rosto, Owen a encarava sério. Aproximou-se mais dela e afastou-lhe as pernas, ficando entre elas.
— Diga baby, você quer foder com força ou devagar? — esperou pela resposta, mas ganhou o silêncio. E ele pareceu ficar "bravo" e uma de suas mãos afastou da coxa e segurou-lhe o queixo. — Baby, eu não gosto de repetir.
Claire estava sentindo o corpo todo pulsar, queimar. As provocações de Owen, deixava aquele momento mais intenso. Já estava extremamente excitada.
— Eu quero que você me ame, independentemente do ritmo... — sua voz saiu falha e sensual.
A mão grande tocou a lateral dos seios, subindo e descendo pelo corpo. Depois, apertaram-a na cintura e uma subiu mais acariciando seu peito.
— Seus seios são lindos, baby... Queria chupá-los por horas, você deixaria? — Era a primeira vez que ele pedia permissão para tocá-la, obviamente estava jogando com ela. A mão já subia acariciando o bico, que ficou duro na hora.
Claire deixou um gemido manhoso escapar. Ela era todinha dele, de corpo e alma e cada pedacinho seu era dele.
— E-Eu deixo... — gaguejou.
— Já teve esses lindos seios chupados?
— Várias vezes... Por você...
— Claro que sim. — abaixou o rosto e passou o nariz em seu bico, deu uma leve mordida.
— Ôh Owen... — gemeu manhosa e fechou os olhos. — Gosta de me torturar, não é?
Owen passou a mão pela coxa e afastou as pernas colocando a mão entre elas.
— Sabe que é meu hobbie. — Seu dedo roçou o ponto sensível. — Olhe como aqui tá durinho... — Ele aproximou a boca da dela e mordiscou o lábio inferior. — Você gosta, amor? — Beliscou o ponto sensível ouvindo ela gemer. — Gosta quando toco seu pequeno botãozinho?
Ela jogou a cabeça para trás recuperando o fôlego. Então o olhou nos olhos. Ambos brilhavam como estrelas.
— Eu amo... — arfou. Sua mão livre, escorregou pelo abdômen do marido, até chegar no seu membro que começou a massagea-lo. — Que delícia...
Ele riu baixo e aproximou seu rosto do dela. Owen sugou o lábio inferior, chupando e mordiscando, depois fazendo o mesmo com o superior. Ouviu Claire gemer baixinho sentindo sua boca na dele, gemeu também e beijou-lhe os lábios. Agora pressionando mais firmemente os dela, beijando-a com ardor, sentiu sua língua empurrando seus dentes tentando invadir a boca, e a aceitou rapidamente.
Sentir sua língua foi muito melhor que só seus lábios. A língua enrolou na dele e o mundo pareceu girar por um segundo, a mão pesada escorregou para a nuca, puxando Claire mais para ele, os peitos estavam colados e seu corpo estava em chamas.
Eram milhões de sensações diferentes e todas ao mesmo tempo, corpos e lábios colados e Owen nem lembrava onde estava ou qual era seu nome. Ambos os corpos estavam tão colados que Claire começou a sentir a ereção de Owen, o membro irradiando calor diretamente de sua entrada entre as pernas.
Se encararam ofegantes e ele sorriu, beijou-lhe as bochechas e testa. A mão acariciando os cabelos ruivos, Claire suspirando e fechando os olhos apreciando seu toque. Owen voltou a tocá-la, seu dedo deslizando na entrada úmida e pulsante.
— Tão molhadinha...
— E pronta para te receber... — Respondeu ofegante, já estava desesperada para tê-lo dentro de si. Deslizou ficando totalmente debaixo dele e abriu bem as pernas para acomoda-lo. — Preciso urgente de você...
Ele sorriu safado, ignorando completamente o pedido e enfiou o rosto entre as pernas. Começou a lamber, sua língua estava fazendo-a ver estrelas. Entrava e saía, depois subia até o clitóris e chupava com força.
Claire não aguentou aquela tortura por muito tempo e acabou tendo um orgasmo. Era só o primeiro, ela sabia. Ficou ofegante e de olhos fechados, sentindo os espasmos em seu corpo.
Owen subiu ficando entre as pernas da esposa novamente e beijou-a na boca, afastou mais as pernas com os joelhos, deixando-a bem aberta para ele. Seu pau encaixou-se facilmente. O loiro afastou os lábios e agarrou-a na perna, colocou em cima do seu quadril e deslizou mais dentro de Claire.
— Ôh meu amor... — gemeu com a maravilhosa sensação de tê-lo dentro de si. Lentamente, começou a imitar os movimentos de Owen, achando um ritmo excitante.
— Não sabe o quanto aprecio te foder ao ar livre, Claire. — Disse voltando com uma investida profunda.
A ruiva arqueou a coluna gemendo. Aquelas aventuras sexuais, eram muito excitantes e eles adoravam inovar. Claire cravou suas unhas nas costas dele pedindo por mais.
Olhando nos olhos de sua sereia, Owen faz com que seus corpos se encaixassem sem nenhum desconforto, apenas prazer. Faíscas de luxúria ateavam fogo à paixão, labaredas que a água do oceano em volta seria insuficiente para extinguir. Não era somente os corpos de Owen e Claire que estavam unidos como se fossem um só. Era um encontro de almas que se dá ao crepúsculo. Suas áureas cintilam. O loiro conduz a esposa ao clímax e juntos eles atingiram um estado de libertação, pureza, felicidade, amor.
Seus corpos permaneceram por mais um tempo unidos, e quantos ambos recuperavam o fôlego. Com as testas coladas e um sorriso singelo nos lábios, Claire sentiu todo aquele amor percorrer seu corpo.
— Eu te amo tanto, Owen. — Sussurrou ainda de olhos fechados. Ela sentia a necessidade não só de demonstrar, mas também de dizer o quanto o amava e era importante para ela.
— É mesmo, sereia?
Claire abriu seus olhos verdes esmeraldas e o encarou intensamente, segurando o rosto dele com as duas mãos.
— Ainda resta dúvida?
— Não... — Sentou-se na pedra ao lado, olhando em volta.
Claire o encarou sem entender e começou a colocar seu biquíni e a saída de praia.
— É melhor irmos...
— Espera... acho que ouvi algo...
Quando Claire piscou os olhos Owen já tinha sumido entre a vegetação. Ela levantou rapidamente olhando para os lados.
— OWEN? — gritou. — PÁRA COM ISSO! SABE QUE ÓDEIO QUANDO FAZ ISSO...
O silêncio prevaleceu na escuridão, quando menos Claire esperava, sentiu mãos grandes a pegarem por trás.
— O que foi, gatinha histérica?
Claire se afastou irritada, acertando um tapa em seu braço.
— Idiota!
— O que foi? — Segurou o local que havia levado o tapa.
— Sabe que odeio essas brincadeiras. — Bufou. — Vamos embora...
Owen levou Claire para o quarto de hotel todo engraçadinho.
— Hey, seu cabelo está pegando fogo, baby. — Disse rindo descontroladamente.
A ruiva parou na frente dele, passando os braços em volta do pescoço dele juntando seus corpos.
— Não cansa de fazer piadas sobre meu cabelo, não é?
— Não posso?
— Pode... — Sussurrou e depositou um selinho em seus lábios.
Os dois ficaram se beijando até Clarisse ser entregue pela babá no horário combinado. A moça achava Claire um tanto intimidante, tinha pavor dela.
— Son 50 dólares, señor.
— Mas não eram 30? Foi só 4 horas!
— Lo siento, hubo un error...
— Amor, pegue minha carteira por favor?
Claire que ouviu, se aproximou com a carteira.
— Sí, cometiste un error. Entonces solo son 30, ¿verdad? — Seu tom era o mais intimidador possível.
A mulher quase saiu correndo de tanto medo, e concordou. Acabou sumindo de vista após pegar o dinheiro.
— Você ameaçou a babá quando eu não estava olhando?
Claire riu alto enquanto prendia seus cabelos em um coque, de um jeito sensual.
— Sei que adora esse meu jeito... Vou tomar banho e banhar a Cla.
A pequena estava adormecida no sofá, visivelmente cansada de tanto brincar.
Owen abraçou ela por trás enchendo o pescoço dela de beijos.
— Está vermelhinha de sol.
Claire sorriu e amoleceu em seus braços fortes, seu porto seguro.
— Depois você passa hidratante em mim? — acariciou suas mãos grandes que estava em volta de sua cintura.
— Passo sim, denguinho. Acho que precisa de um banho especial pra não ficar doente.
A ruiva virou para ele e o deu mais um selinho em meio um sorriso.
— O que acha de depois que eu banhar a Cla, tomarmos um banho juntinhos?
— Tá bom. Quer ajuda?
— Não precisa... — o beijou mais algumas vezes e foi banhar a filhotinha deles.
Clarisse apenas acordou durante o banho, mas logo dormiu novamente enquanto a mãe colocava seu pijaminha de joaninha. Claire a colocou na cama e a cobriu, não pôde deixar de sorrir ao ver a filha com as bochechinhas vermelhinhas do sol. Depositou um beijo em sua testa e saiu, deixando a porta aberta para caso a pequena acordasse durante a noite.
— Ela só vai acordar amanhã... — comentou entrando no quarto que o marido estava.
O mesmo se encontrava revirando a mala da esposa, procurando alguns documentos para confirmar a passagem para depois do dia seguinte. Havia calcinha, necessarie e blusas reviradas quando ele achou o que queria.
— Clarisse jantou?
— Owen! O que você está fazendo com as minhas coisas? — bufou indo até sua mala.
— Você guardou nas suas coisas...
— O que, Owen? Pode arrumar agora isso...
— As passagens, Claire. — De má vontade, juntou tudo em um bolo e colocou de volta na mala.
Ela respirou fundo, foi até a bolsa e jogou as passagens na cama e foi tomar banho sozinha.
— Vai me esperar não?
— Depois de ter bagunçado todas as minhas coisas... Não. — entrou debaixo do chuveiro.
Owen foi lá e fechou o chuveiro.
— Não fiz seu banho atoa, me espera na banheira.
— Eu não vou, Grady. — cruzou os braços.
Owen colocou ela lá dentro á força.
— Por que você é assim, hein?
— Por que você é assim em pleno aniversário de casamento com o seu lindo maridão?
Owen tirou a roupa e se juntou a ruiva na água, todo espaçoso e transbordando água no piso de mármore.
Claire sorriu e foi até ele sentando em seu colo.
— Sabia que eu te amo?
— Sei disso, e que também não vive sem mim.
Envolveu-a na cintura e afundou-se, levando Claire junto. Quando voltaram para respirar, ela indagou:
— E você, o que sente? — o encarou.
— Sinto fome, no momento. — Pegou o sabonete, deslizando pela parte interior da coxa dela.
Claire segurou a mão dele, o impedindo de continuar.
— Pode deixar que faço isso sozinha... — se afastou indo para o outro canto da banheira, se ensaboando toda.
Owen puxou ela pelo pé, trabalhando com toda aquela birra.
— Hey, gatinha. Sabe que não sou romântico 24 horas igual você. Pára com esse biquinho...
— Okay, Owen... — disse sem olhar em seus olhos. — Também não estou afim de mimimi agora... Só quero terminar logo esse banho e ir dormir...
Owen a beijou sem aviso prévio e ela obviamente retribuiu o beijou e quando estava ficando mais intenso e já estavam prontos para fazer amor, ela cessou e o olhou nos olhos.
— Terminei... — disse apenas. Levantou da banheira antes mesmo que ele tivesse tempo de reagir, se enrolou na toalha.
Não era novidade que quando algo não acontecia como ela queria ou esperava, gostava de devolver na mesma moeda. Owen estava perplexo com aquela atitude, o membro parecia que ia explodir de tanta excitação.
— HEY!
Ela o ignorou completamente, quando o marido apareceu no quarto, Claire já estava com a camisola branca e deitada.
O loiro se secou e foi atrás, escalou Claire por cima do colchão enquanto subia a camisola até a barriga.
— Desde quando você aprendeu essa safadeza comigo? Atiça e vai embora? Não vou deixar fazer isso.
Ela se segurou para não rir.
— Eu simplesmente não estou mais com vontade, Grady. É difícil, entender? — disse calmamente. — Já ficamos muito grudados.
— Vou constatar isso agora.
Sem pudor nenhum, tocou o meio das pernas procurando por qualquer vestígio de excitação. Claire deixou um gemido manhoso escapar, já estava bem encharcada.
— Eu sabia. Te conheço muito bem. — Confessou, fitando-a por sobre os cílios, os olhos verdes brilhantes. O fato de que ele a amava não era nenhum segredo, nem para a própria Claire nem para ninguém que os conhecessem. Ele a encarou, sério, e nada fez além de atrair a boca dela contra a sua outra vez.
Como sempre acontecia, fogo se espalhou pelo corpo dela ao contato, surgindo no estômago, que borbulhava, e se difundindo por todos os membros, até chegar à ponta dos dedos. Fraca demais para resistir àquela deliciosa sensação, Claire sequer ergueu resistências. Owen aproximou-se, colando o corpo no tórax feminino, e ouviu a esposa suspirar quando um dos braços dele rodeou sua cintura, puxando-a na sua direção até que não existisse distância nenhuma entre eles. A ruiva sentiu as mãos dele escorregarem por sua cintura, debaixo do robe de seda que usava por sobre a camisola, e descerem até a barra do tecido do pijama.
Foi apenas um leve roçar com as pontas dos dedos, mas fez com que o corpo dela de repente ficasse quente e úmido demais para o clima até então perfeitamente agradável que fazia naquela noite. A boca dele escorregou da sua bochecha até a curva do pescoço, deslizando a língua por sua jugular, os dentes roçando propositalmente sobre a alça fina disposta sobre a pele macia do seu ombro.
Não demorou para senti-lo fechar as mãos sobre sua cintura, por debaixo da camisola, brincando com as laterais da fina calcinha, o toque quase imperceptível, parecendo divertir-se em provocá-la.
A cada toque de Owen, podia ouvir Claire arfar ansiosa para o próximo passo. Mas ela sabia que isso não aconteceria antes de ele a torturar bastante. Por alguns segundos, ela ergueu a cabeça para olhá-lo e pode notar o sorriso malicioso do marido.
"Ôh céus" aquele homem era tudo para ela. Como isso era possível? Claire então sorriu, tinha muitos motivos para tal. Era amada e cuidada por Owen Grady.
Suas mãos foram tocar os cabelos macios dele e pode sentir o cheiro do seu shampoo entrar por suas narinas a fazendo suspirar. Eles não tinham pressa, gostavam de curtir cada momento quando estavam juntos. E aquela seria a última noite deles ali.
— Obrigada, amor...
— Pelo que?
— Por esses dias incríveis... — acariciou seu rosto e sorriu.
— Mesmo? Acha que foi uma boa idéia trazemos a Clarissinha?
— Claro... Ela é tudo para nós. E sem ela não daríamos tanta risada, não ach...
Claire não pôde terminar a frase, porque os lábios masculinos desceram para seu colo, acariciando a curva do centro dos seios com a ponta da língua, fazendo seus mamilos vibrarem diante da expectativa de serem tocados.
— Por isso quero fazer outro bebê em você... vou fazer agora. — Ele garantiu, rouco.
Os olhos de Claire cintilaram ao encará-lo com tanto desejo. Um extenso sorriso se formou em seus lábios.
— Não tomei o anticoncepcional hoje. — confessou, empolgada com a idéia de terem outro bebê. Ainda mais se conseguissem concebe-lo ali, no mesmo lugar que fizeram com tanto amor a filhinha deles.
— Não quero que tome mais, ruiva.
Owen desceu as alças da sua camisola e deslizou-a por seu tronco, até que ficasse presa na cintura. Apesar do calor interno, a exposição à temperatura externa e agradável fez com que sua pele se arrepiasse. O segundo de diferença, porém, durou pouco, pois as mãos do marido, de palmas ásperas e tão malditamente excitantes, rodearam seus seios, apertando-os e acariciando-os de modo muito experiente, fazendo-a suspirar, surpresa pela intensidade do desejo que a abateu.
Separou os lábios dos dela, e sua língua foi brincar com sua jugular. Era quente, gostoso. Owen e Claire não se importariam de ficar nus para sempre.
Quando os dedos masculinos desceram para seu monte de Vênus, embrenhando-se por baixo da peça íntima e atingindo o clitóris, ela precisou conter um grito.
Por um momento, Owen fez o corpo dela relaxar por completo e logo ficou completamente tenso. Sentia-se ligeiramente embriagada, ondas de prazer espalhando-se por seus membros, resposta direta à manipulação firme dos dedos do marido. Era como chegar ao paraíso. Com a pequena diferença de que não estava sozinha. E talvez nunca mais fosse estar.
Quando estavam juntos, era como se só eles existissem, o resto do mundo deixava de existir. Todas as vezes era assim, mesmo depois de anos juntos a magia e sintonia entre quatro paredes, ou ao livre, era sempre intensa.
Claire arfou e tentou recuperar o ar e não perder totalmente o controle naquele momento, pois queria também satisfazer seu marido. Segurou a mão de Owen e sorriu com a expressão de reprovação dele.
— Calma, baby... Prometo que essa noite será maravilhosa. — sua voz saiu rouca e ao mesmo tempo sensual. — Deita...
Fez o marido se deitar aonde estava segundos atrás, o olhar curioso dele a incentivava ainda mais. Ficou por cima dele com uma perna de cada lado e começou a se aproveitar daquele corpo perfeito que ele tinha.
Sem pressa, começou com um beijo suave em seus lábios e desceu para seu pescoço, onde o ouviu suspirar. E aquela reação causou uma grande excitação em sua intimidade.
— Quero te dar muito prazer... — Sussurrou em seu ouvido.
— Mais do que já me dá?
— Muito mais... — sorriu contra sua pele e foi descendo os beijos por seu corpo, até chegar na barra de sua cueca. — Hum... — murmurou notando o quanto Owen estava excitado.
Vidrado na carinha que ela esboçava, Owen acabou tirando o mastro para fora e exibí-lo como um troféu na frente dela. As vezes tocava a cabeça nos lábios dela e tirava.
Claire sorriu e quando Owen fez nova, ela o lambeu e segurou sua mão.
— Você gosta de estar sempre no controle na hora do sexo, não é?
— Na maioria das vezes, sim. — Murmurou rouco pela excitação crescente. Aquele jeito meigo e delicado dela o deixava ainda mais duro.
— Não mente, Grady. — riu. Claire tinha vários planos para aquela noite.
O olhou nos olhos e foi aproximando o rosto do membro dele, sem desviar o olhar. E foi então que começou a fazer o melhor oral que já fez no marido. Se dedicou em cada detalhe. Lambeu toda a extensão do membro, chupou os testículos enquanto uma mão o masturbava. Depois lambeu a cabecinha o provocando, até que finalmente o chupou insaciavelmente.
— Caralho! — Seu pênis estava vazando pré-ejaculação. — Pelo amor de Deus, me castiga logo, não tô aguentando mais! — Um leve desespero no tom de voz de Owen fez a cama tremer. Aquele homem por um momento, completamente perdido em seu prazer e no prazer que só Claire dava a ele. Totalmente selvagem, primitivo e livre. Lindo. Não existia nada mais lindo.
Ouvir aquilo, ver como Owen estava em pleno êxtase, era tudo o que Claire queria. Então, intensificou os estímulos com as mãos e as chupa as o colocando quase todo na boca. Ou o máximo que podia.
— Porra, porra. Caralho, vou gozar. — Jogou a cabeça pra trás e inundou a boca da ruiva com seu próprio prazer.
Ofegante, com as bochechas vermelhas, começou a rir no seu ápice. Limpou-a rapidamente com uma camiseta dele que estava jogada no chão.
— Hey... O que está fazendo? — o repreendeu. — Ainda não terminei.
— É minha vez...
— Não é, não! E por que você riu?
— Não posso ficar contente com o oral caprichado que eu ganhei?
— Uhmm... — o encarou com um olhar desafiador. — Deita! — ordenou.
Hesitante, ele deitou outra vez, olhando fixamente o meio das pernas dela. Salivando.
Claire sorriu e ficou novamente por cima dele, voltando a beijá-lo calorosamente. E quando percebeu que ele estava bem envolvido no ato, retirou uma algema debaixo do travesseiro e rapidamente prendeu uma das mãos dele na cabeceira da cama.
— Hum... Acho que agora eu que estou no comando...
— De onde veio essas algemas, sua danada?
— Uma é sua... — tirou outra do mesmo lugar e a rodou no dedo. — Essa eu comprei...
— Qual é, eu quero te lamber inteirinha. Vem aqui...
— Calma... Tudo à seu tempo. — prendeu a outra mão dele. — O que acha de eu sentar no seu rosto? — murmurou mordendo o lábio inferior, mantendo o contato visual e acariciando seu abdômen.
— Faça isso, por favor. — retribuía o olhar sorrindo da forma mais sacana possível. Começou a murmurar todo quanto é tipo de besteiras que queria fazer com ela, que ele não ousava falar em voz alta. Pelo menos não explicitamente.
Aquilo sem dúvida a deixou ainda mais excitada. Claire já estava louca para sentir Owen dentro de si a fazendo gemer louca, mas queria prolongar aquela noite o máximo que pudesse. Com uma perna de cada lado dele, ficou em pé e passou a mão onde Owen tanto desejava.
— É isso o que você quer? — sua voz era extremamente sensual.
Owen maneou a cabeça automaticamente sem pensar duas vezes. Só conseguiu abrir a boca em admiração sem nada dizer. Começou a implorar para tirar as algemas.
— Porra, Claire. Não faz isso comigo, mulher... senta aqui...
Ela sorriu com o desespero de Owen. Era maravilhoso vê-lo daquela forma. Assim como ele, ela também estou louca para sentir sua boca nela. Então, sem mais delongas a ruiva se abaixou, aproximando sua intimidade do rosto do marido.
— Prontinho, baby... — mordeu os lábios.
Claire já estava apoiada na cabeceira da cama quando ele começou a beijar seus grandes lábios, virilha, passou a língua ali, causando arrepios em certos lugares, até lambê-la, de baixo para cima. Owen sabia usar a língua, sabia exatamente o que estava fazendo e a esposa não poderia deixar de rebolar que nem louca naquele rosto.
O loiro olhou para cima e lá estavam as esmeraldas que tanto o hipnotizavam.
— Gosta dessa posição? — Indagou ofegante.
— Posso colocar na lista das minhas favoritas?
— Pode sim. — sorriu e saiu daquela posição, ficando por cima dele e atacou seus lábios em um beijo feroz. Então com uma das mãos, guiou o pênis dele até sua vagina a penetrando. — Hum... — gemeu entre seus lábios.
Owen acabou gemendo com o contato, ao sentir seu aperto molhado, quente. Tirou forças imensas para não gozar antes da hora. Seu rosto estava molhado pela excitação dela, até os cabelos.
— Isso, senta bem gostoso, vai...
Claire sentou-se e começou a rebolar, enquanto fez um rabo de cavalo nos cabelos. Sem perder o contato visual com ele, começou a cavalgar com força, intensamente.
Era quase insuportável a forma como o membro dele latejou quando ela fez aquilo, Owen estava a beira da insanidade. Nunca desejou mais do que tudo, tocá-la, principalmente nos seios que saltavam irresistíveis a cada forte sentada.
— Claire... Argh... me solta...
— Não! — murmurou sem cessar os movimentos. — Quero ver você implorar...
A respiração de ambos estavam descompensada, assim como os batimentos cardíacos. Os corpos suados, se encaixavam perfeitamente.
— Por favor, é sério... eu juro que te rasgo toda até ficar sem poder andar amanhã...
— E o que mais?
— Vai ficar sem sentar e sem forças quando gozar 5 vezes seguidas...
Claire riu alto, parou os movimentos e com muito esforço, teve que tirá-lo de dentro de si e pegou as chaves no criado mudo.
— Qual mão quer que eu solte?
— Como assim, qual mão? — Rosnou.
— Só vou soltar uma mão.
— Nada feito, as duas!
— Não. — deitou ao lado dele com um sorriso malicioso.
— Ruiva...
— Sim?
— Não vai soltar?
— Estou esperando você escolher uma mão...
— Vai fazer isso comigo mesmo? — Esboçou aquela carinha de cachorro pidão.
Claire sorriu e se aproximou o dando um selinho demorado.
— Pede com jeitinho, vai?
— Por favor denguinho, seu marido tá te pedindo com carinho...
Ela ficou toda derretida com aquele jeitinho dele. Com um sorriso, soltou as duas mãos dele. Afinal, também queria aquelas mão enormes a tocando e a acariciando.
— Prontinho, amorzinho...
Naquele exato momento, seu semblante mudou completamente. Em um piscar de olhos, Owen estava em cima dela, a fodendo como bem queria e como havia prometido. Sabia bem seu ponto fraco, então usou o melhor ângulo da penetração para estimular seu ponto G e não descansou até vê-la gritando. Literalmente.
O que não demorou. Foi rápido para Claire estar gritando o nome dele. Cravou as unhas nas costas dele, o arranhando enquanto gozava. Owen pegou os braços dela, entrelaçou os dedos e os jogou acima da cabeça, enquanto mirava-a sem parar de penetrá-la. Fez devagar, acertando todos os pontos mais deliciosos enquanto ela ainda gozava.
— Mas já, baby?
— Mas não pára... Por favor. — murmurou olhando em seus olhos. Claire estava um desejo sexual insaciável.
Se beijaram até que ela gozou de novo, agarrando seus cabelos, gemendo enlouquecida, enlaçando sua cintura com as pernas para aprofundar as estocadas que ele dava. Algumas estocadas depois, Owen tirou seu pênis de dentro de Claire e gozou do lado de fora, fazendo a maior sujeira. Claire respirou fundo, tentando recuperar o fôlego e o encarou confusa.
— Por que fez isso? Achei que quisesse mais filhos...
Owen notou a burrice e tratou de introduzir o sêmen na vagina com o dedo, depois não deixou que ela se movesse para não escorrer para o lado de fora.
— Prontinho.
— Você sabe que isso não vai adiantar né? — bufou e o afastou, levantando. — Vou usar o banheiro.
— Não vai, nossos filhinhos estão aí. Melhor tomar banho amanhã cedo. — Segurou a ruiva. — Quieta.
— Que filhos, Owen? Agora não adianta.
— Como não? Tem mulher que engravida só com uma esfregada, sem penetração nem nada. Vai ficar assim comigo? — Segurou o rosto dela, fazendo-a olhá-lo.
Claire revirou os olhos.
— Vou. Isso é ridículo...
— O que é ridículo?
— O que você fez.
Quase bruto, Owen jogou Claire na cama e a penetrou outra vez sem aviso prévio. Minutos depois, ambos estavam gemendo e gozando mais uma vez.
Claire sorriu acariciando sua barba.
— Te amo!
— Eu amo muito. — Murmura de olhos fechados, beija a mãozinha dela.
Ela sorriu ainda mais e repousou a cabeça em seu peitoral. Não demorou para os dois adormecerem.
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