História After You

40 Capítulo - Inveja


Notas iniciais
Boa noite CLAWEN's❤ Capítulo novo

Owen ainda estava de olhos fechados, perdido em meio aquela sensação única. As pontas de seus dedos foram para seus cabelos, fazendo um carinho.

— Um dia você acaba comigo, mulher...

Ela sorriu em resposta e ergueu a cabeça para olha-lo.

— Você aguenta. — brinca e o beija na bochecha. — Então... eu quis te surpreender e acabei sendo surpreendida! Melhor surpresa da minha vida. — Sorri e volta a olhar para o anel.

— É, foi sim. Na verdade, ia ser bem mais simples. — Os dedos agora passeavam pelas costas nuas da ruiva. — Ia te pedir àquela hora que estávamos no lago.

— Seria lindo se tivesse sido lá também, ou em qualquer lugar. O importante é que somos noivos. — Sorri e senta na cama animada. — Owen... somos noivos! Isso é incrível! — sorriu genuinamente para ele.

O loiro não pode deixar de sorrir da animação dela.

— Estamos... podemos conversar sobre esse assunto amanhã cedo e nas próximas semanas, amor. Escolher data... fazer orçamento... buffet...roupa...convidados.

— Sim! — responde rapidamente. — A partir de amanhã começo a pensar em tudo isso, tem que ser rápido antes que mude de ideia. — brinca e pisca para ele, volta a deitar o abraçando. — Como você gostaria que fosse?... Queria algo simples, só com nossos amigos e familiares.

— Quero uma festa na boate, regada a bebida alcoólica. — Os olhos claros da mulher o fitaram sérios, quase saindo faísca de raiva.

— Deixa que eu organizo sozinha. Já imagino onde pode ser... — sorri com o pensamento. — Acho que você também vai gostar. — suspira. — Vou pedir ajuda da Karen.

— Vai ser no lugar mais badalado da cidade. Podemos convidar quem estiver passando na rua.

Claire se senta novamente e o encara.

— Está falando sério Owen? É assim que quer seu casamento? — bufou.

Owen a puxou pelas pernas e derrubando de costas no colchão e subindo por cima dela.

— Não! Para de ser marrenta ou eu a tiro de você agora mesmo.

— Então tira... — sussurrou com um sorriso malicioso. — Anda Grady! — ordenou com seu tom autoritário. Ela o empurrou. — Está calor... — levanta e vai buscar um como de água.

Owen sentou na cama desacreditado, o membro duro feito pedra latejando por ela. Ele passou a mão na testa, nervoso.

— Claire... — Rosnou.

Ela bebeu a água e o encarou da cozinha. Com um sorriso nos lábios.

— Quer? — mostrou-lhe o copo. — Eu levo para você.

— Eu faço questão de buscar. — Ele salta da cama e aproxima dela, colando o corpo nu no da ruiva sedutoramente. Pega o copo e afasta dela para pegar a água como se não quisesse nada.

Ela sorri de canto mordendo os lábios. Assim que ele se virou para pegar a água. Claire o abraçou carinhosamente por trás, desta vez ela encostava seu corpo nu nele. Lentamente beijou suas costas, enquanto as mãos apertava seu peitoral.

Owen bebeu 4 copos de água e virou-se de frente para ela.

— Me ama tanto assim, grudinho?

— Muito! — Sorri. — Grudinho é? — o encara cerrando os olhos. — Acho que precisamos dar um jeito no nosso amigo, não acha? — se refere ao membro ereto de Owen.

— Ele fica assim quando está perto de você, ruiva... — Sem esperar, os lábios de Owen já calavam os de Claire, ele devorou a boca dela com fome. A ruiva sentiu os músculos definidos de seu peito, os bíceps enormes que a rodeavam possessivos, a ereção longa e grossa contra o seu ventre. As mãos de Claire se entrelaçaram no cabelo loiro e macio dele, puxando-o enquanto gemia baixinho contra a boca dele. Owen aproveitou e deslizou a língua em sua boca, tornando o beijo mais profundo, mais intenso. As mãos dele agarraram os quadris dela, apertando cada vez mais forte. — Eu te quero agora mesmo, Dearing! — Ele disse num sussurro desesperado sem separar-se da boca dela.

— Eu sou sua, Grady! Agora e sempre. — respondeu ofegante entre seus lábios, em um movimento rápido pulou em seu colo, prendendo-lhe com as pernas. Aos poucos e já louco de tesão Owen caminhou até a cama deitando-lhe sobre ela.

Neste momento os lábios se separaram para retomar o fôlego. Ambos colaram a testa um no outro sentindo as respirações misturadas em seus rostos. Owen a olhava intensamente assim como ela e sorriam. Estavam prontos para o segundo round.

Em segundos se devoravam, bocas, línguas e dentes movendo-se juntos, as mãos correndo inquietas pelo corpo do outro, os gemidos e suspiros eram os únicos sons ouvidos.

Seu membro saltava livre e magnificamente ereto.

Sua voz estava grave e tensa com a excitação que sentia. Seus dedos encontraram os mamilos duros e, Claire gemeu quando ele os apertou. Owen enterrou seu rosto no pescoço dela, sentindo o aroma doce de sua pele e cravando seus dentes naquela pele branca e delicada.

Claire suspirou ofegante e puxou seus cabelos loiros. Agora Owen estava sobre ela, que estava com as pernas abertas pronta para recebe-lo. Sua intimidade latejava de desejo em tê-lo, mas ele a provocava como de costume.

— Vai amor... — sussurrou ao seu ouvido e não aguentando mais, segurou o membro dele que estava muito ereto e colocou lentamente dentro de si soltando um gemido alto.

— Apressadinha...

Eles estremeceram, então Owen se inclinou para frente e tomou a boca de Claire, agarrando a parte de trás de sua cabeça, muito duro. Sua intenção era devorá-la por completo. Owen mordeu seu lábio inferior e deslizou a língua em sua boca. Claire não o decepcionou, respondendo com uma fome igual a dele. Os quadris dela empurrando contra os dele, os seios esfregando contra seu peito. As unhas enterradas em suas costas. Não era terno, nem doce, mas era o que precisavam naquele momento.

Os corpos já suados novamente se moviam na mais perfeita sintonia. Os beijos se intensificavam conforme Owen intensificava as estocadas. Os gemidos da ruiva eram abafados pelos beijos apaixonados. Já era madrugada e eles ainda estavam se amando loucamente, até que Claire pode sentir seu corpo inteiro estremecer e pulsar, estava quase no ápice.

Ele sentiu as pernas dela se contraírem, sua respiração mais dura e ofegante e, então ela chegou ao clímax as ondas de prazer rolando através de seu pequeno corpo. Sua intimidade apertando e sugando o membro dele para dentro de si.

Ele a seguiu, sentindo um raio quente descer por suas costas em direção ao seu membro. Owen desabou ao lado dela, mal conseguindo respirar. O suor descendo por seu rosto, suas costas, seu peito.

Ficaram assim, lado a lado, por alguns segundos, até o momento que ele a puxou para seu peito, acariciando lentamente os fios acobreados do cabelo dela.

A ruiva sorriu e acariciou seu peitoral. Então se pronuncia.

— Você fica tão sexy assim suado, amor...- suspirou.

— Ah, aposto que é indireta para eu ir tomar banho...

— Não. — o abraçou forte. — Quero dormir assim com você, pelo resto da minha vida.

— Hmm, bom saber disso. — Owen retirou os cabelos grudados de suor do rosto dela e a beijou na testa. — Adivinha só...

— O que? — levantou a cabeça para olha-lo.

— Está super duro ainda. Isso um banho de água fria com a ruiva resolve... — Disse fingindo uma cara de santo. Santo do pau oco.

— Essa disposição vem de onde, hm? — sorriu de canto e lentamente subiu por cima dele.

— Vem da minha noiva super gostosa que nesse exato momento está em cima de mim.

— Uhmm. — mordeu o lábio inferior. — Então, precisamos resolver isso, não acha? — o deu um selinho demorado.

— Mas é claro. — Owen a levou para o banheiro onde tomaram um longo banho com direito a mais duas rodadas de sexo naquela mesma noite. Foram dormir já eram por volta das três e meia da madrugada.

*

Ao raiar do dia, eles ainda estavam completamente desmaiados sob os lençóis. Um feixe de luz alcançou o rosto do loiro e ele resmungou, jogando o travesseiro no rosto.

Sem perceber ele acertou o travesseiro em Claire também no rosto, que estava próximo a dele. A ruiva acordou rapidamente assustada, e assim que o olha sorri.

— Hey, amor... — beijou seu ombro e pescoço, na tentativa de acorda-lo.

Owen Grady, hoje às 14:45

— Bom dia meu marinheiro...

— Bom dia nada, é boa noite. — Puxou ela para junto dele de olhos fechados. Ela sorriu e o abraçou.

— Meu noivo...- sussurrou feliz. — Vou te deixar dormir mais, enquanto faço o nosso café. — levantou indo até a pequena cozinha.

— Claire! — Sentou na cama, a cara amassada e o cabelo fora de ordem denunciavam que havia dormido mais que o esperado. — Minha mãe vai ficar bem chateada se souber que tomou café aqui e não lá.

— Tem razão... — suspirou e voltou a deitar, estava cansada e relaxada ao mesmo tempo.

Owen esfregou a mão no rosto e achou a pequena calcinha preta dela embaixo do travesseiro. Ele a pegou, a olhando travesso e começou a brincar com o pequeno tecido nas mãos.

— Olha o que eu achei....

A ruiva levantou rapidamente indo até ele.

— Me dá isso Owen! — fica envergonhada. Tenta pegar, mas ele não deixa.Owen gargalhou com a reação dela, e se recusou a entregar.

— Tá vermelhinha? Deixa-me ver.

— Para Owen! — sentou e bufou o encarando. — Isso não tem graça.

— Claro que tem, gatinha. Não fica brava não... — Ele ofereceu a calcinha para ela.

Ela puxou a peça íntima e foi rapidamente colocar uma calça jeans e uma blusinha.

— Amor, Vamos? Precisamos comer e tenho que ajudar a sua mãe com o grande almoço. – a senhora Grady mudou de ideia, ao invés de jantar faria um almoço.

— Já vou...

Owen decidiu tomar um banho de água fria na tentativa de revigorar os ânimos. Em dez minutos já estava vestido e animado para ir com Claire.

*

Quando chegaram, a senhora Grady já estava preparando os últimos detalhes. Havia chegado alguns integrantes da família, Owen e Claire cumprimentaram a todos e conversaram sobre as novidades e diversos assuntos, ainda sem mencionarem o noivado.

O grande almoço foi servido com um pouco de atraso, pois alguns enfrentaram problemas com lama na estrada.

— Antes de começarem a se servirem, quero agradecer a todos que puderam vir na nossa pequena reunião... — A senhora Grady se pronunciava de pé. — Um dos motivos mais especiais é que Owen e a Claire sobreviveram aquela tragédia no resort... não sabe como fiquei aliviada quando fiquei sabendo que meus filhos estavam sãos e salvos. — A mais velha dizia em meio as lágrimas, o restante da mesa sorria. Bárbara permanecia ao fundo, de pé. Fuzilava Claire com o olhar.

A ruiva estava sentada ao lado de Owen. Estava visivelmente corada, a senhora Grady dizia muitas palavras bonitas para os familiares e principalmente para o casal. Ela o olha sorrindo e segura sua mão.

Owen igualmente estava corado, resolveu levantar e cortar aquele clima vergonhoso.

— Mãe... Obrigado... Mas agora tenho uma coisa a contar para vocês.

A senhora Grady se sentou, e assim como ela todos na mesa voltaram a atenção em Owen. Ele pigarreou antes de continuar.

— Há algum tempo eu conheci uma pessoa. Diferente de todas as que conheci. — A irmã de Owen não conteve a excitação, era perceptível que ela já sabia. A medida que ele ia falando todos na mesa pareciam inquietos. Bárbara olhava Owen desacreditada do que estava por vir. — Ela me ensinou muita coisa, puxou a orelha quando necessário, foi e ainda é o motivo do meu sorriso e da minha força de vontade de dar o meu melhor em tudo o que eu vou fazer. Ela que me dá forças para continuar e... acho que se não fosse essa pessoa eu talvez nem estivesse aqui para contar a vocês. Ela me salvou de todas as maneiras possíveis. Ela me aceitou com todas as angústias e defeitos, me aceitou com todas as dores, problemas e afins. E para minha sorte, ela também aceitou ser minha esposa.

A família agora gritava, batiam palmas, comemoravam de todas as formas. Owen pela primeira vez em público tinha lágrimas escorrendo no canto dos olhos quando segurou a ruiva pela mão e a puxou para um abraço. Todos queriam abraça-los e ver o magnífico anel preso no dedo anelar na futura senhora Grady.

Agora a mãe de Owen chorava abertamente de emoção. Barbara, incrédula em sua inveja, se manteve estática assistindo toda a cena mais que feliz. Após minutos de comemoração e abraços, Claire se pronuncia.

— Bom... — respira fundo e sorri para todos. — Se estou aqui hoje é graças ao Owen. Ele me salvou e me salva todos os dias, não só a minha vida como também meu coração. Me ensinou o que é o verdadeiro amor. Eu nunca estive mais feliz em toda minha vida. Não só tive a sorte de amar o melhor homem do mundo, mas acabei também ganhando uma família maravilhosa. É uma honra fazer parte dessa família e ter o sobrenome Grady. — olha para o noivo e sorri. — Eu te amo! — diz para todos ouvirem e o abraça forte.

— Eu também te amo ruiva...

Barbara sai de seu canto por fim e arrasta a cadeira ruidosamente.

— Que alegria. — Disse sem disfarçar a falsidade na voz. — Vamos comer, estou MORRENDO DE FOME!!!!

Claire a encara e revira os olhos.

— A inveja dóiii... — sussurra para si mesma e ri, definitivamente elas nunca se dariam bem.

Todos sentam e começam a comer, enquanto conversam e riem. Claire observava a família, para ser perfeito só falta ali Karen e seus sobrinhos. Estava ansiosa para contar a novidade para a irmã.

O restante do almoço foi bastante agradável. Conversas iam e vinham, enchiam o casal de perguntas.

— Logo terei meu neto, né Owen?

— Nem pensar.

— Nem pensar? Lógico que vou!

— Concordo com o Owen. — Barbara entrou no meio. — Crianças são insuportáveis. Só choram e bagunçam as coisas. E fedem.

Claire se engasga ao ouvi-lo e logo fitou Bárbara. Tentou digerir tudo o que acabara de ouvir.

— Geralmente pessoas que pensam assim, não tem muito amor na vida. — encara Bárbara. — Bom, senhora Grady, está muito cedo. Não pensamos no assunto, Ainda! — encarou Owen cerrando os olhos.

— Sim... é...é... não pensamos... — Desvia o olhar para o prato. Bárbara ignorou a resposta da ruiva e saiu da mesa.

Logo todos terminaram de comer. Claire ajudou a senhora Grady a lavar a louça e arrumar a cozinha, enquanto o restante da família estava na sala conversando.

— Owen, brother. — O irmão do loiro aproxima-se. — Estou com um projeto de reformar a velha piscina do lado. Bora?

— Ah, saudades daquela piscina. Ótima ideia.

— Vou pegar as ferramentas mano. — Se afastou para ir busca-las.

— Ok. — Owen retirou a camisa e foi em direção a velha piscina que agora era apenas um grande buraco vazio e sem vida. A prima foi atrás dele.

*

— Filha? — a senhora Grady se senta ao lado de Claire na mesa da cozinha. — Sobre netos...

— Eu sei senhora Grady... — suspirou e segurou-lhe a mão. — Owen não quer filhos devido a fatalidade do passado, mas olha... acabamos de noivar, ainda terá o casamento. É muito cedo para pensarmos em filhos... — tenta consolar a sogra. Ou estava tentando convencer a si própria.

— Você tem razão. Owen é muito cabeça dura, sonho que vocês me darão netos...- sorri só de imaginar. — Filha, quando as coisas se complicarem... tenha paciência com ele...- Claire a encarou e sentiu um aperto no peito.

Ficaram por um bom tempo conversando, junto com a irmã de Owen que se sentou com elas.

Do outro lado da casa, Owen e o irmão começaram a limpar o local antes de começar o trabalho.

— Bárbara. Precisava falar com você. — Owen disse em um certo momento depois de se demonstrar bastante incomodado com os olhares dela em cima dele. Ela estava na margem da piscina secando-o com os olhos.

— Pode falar docinho!

— Para início de conversa, você poderia começar a respeitar meu relacionamento. A Claire é minha noiva agora. Logo seremos marido e mulher....

— Ainda não acredito que você vai casar com aquelazinha!!!

— Cuidado como se refere a ela. Claire não é uma qualquer igual você!

— Como é Owen?

— Isso mesmo. Exigo respeito. Ouviu? Chega!

Os olhos dela estavam marejados. Owen irritado, voltou a limpar o local e trocar as peças enferrujadas.

— Eu amo você Owen. E todos nossos momentos juntos?

— Aquilo nunca foi amor. Foi a coisa mais absurda que fiz na minha vida. Foi nojento.

Bárbara ficou visivelmente ofendida com as palavras dele e correu para a casa chorar o quanto podia. O loiro suspirou de alívio e continuou o serviço com o irmão que até então, só observava a cena disfarçadamente.

— Ela é osso duro de roer, mano. Mas um dia ela vai entender.

— Assim espero, Harry. — Suspira.

Claire ia em direção ao trailer, quando Bárbara a viu e foi atrás dela puxando seu braço com força.

— É tudo culpa sua, desgraçada! — a olhava com ódio.

— Me solta! — puxou o braço se soltando dela.

— Owen não te ama, tá Bom! Logo ele vai perceber isso e vai voltar para mim. — Claire a encarou cerrando os olhos, sua vontade era de bater nela. Mas lembrou do pedido que o noivo fez, de não ligar para as provocações dela. Então, voltou a caminhar até que furiosa a morena para em sua frente impedindo-a de continuar. — Quando transávamos era tão bom ...

— Cala essa boca... — sussurrou entre os dentes fechando as mãos de raiva.

— Ele me fazia gritar de prazer e ele também gostava. — a cara de louca era assustadora, estava disposta a estragar o relacionamento dos dois. — Transamos em cada canto dessa casa...

Claire sente seu interior queimar de raiva e Bárbara continua a provocando, a ruiva vira de costas para ela passando a mão na testa . Tentava se segurar para não voar nela.

— O QUE FOI CLAIRE? NÃO ACREDITA ? — começou gritar. — PERGUNTA PARA ELE, GOZAMOS VÁRIAS VEZES JUNTOS E SE VOCÊS SE CASAREM, SEREI A AMANTE. PORQUE ELE VAI ENJOAR DE VOCÊ, ASSIM COMO DE TODAS AS OUTRAS!!!

Claire virou extremamente exaltada, acertando-lhe um tapa no rosto com força.

— EU MANDEI VOCÊ CALAR A BOCA!!! — gritou.

*

Owen pensou ter ouvido ao longe alguns gritos vagos, mas continuou o trabalho com o irmão e os tios. O trabalho durou a tarde toda, e no início da noite com seus conhecimentos sobre mecânica, Owen instalou as luzes dentro e ao redor.

— Falta só por a água agora e inauguramos...

— Vamos providenciar isso agora mesmo, Owen.

— Alguém viu a Claire? Não vi ela a tarde toda.

— Ah cara, a mãe disse que ela e a Bárbara estavam discutindo e saíram nos tapas. O tio Will foi separar elas...

— O que? Sério? — Owen largou o serviço e foi a procura da noiva.

Após a discussão, Claire não queria ver ninguém. Não queria ter que ficar se justificando o porque de ter batido em Bárbara. Então passou o resto da tarde sozinha no trailer, chorou, dormiu e acabou ficando lá, deitada.

*

Owen pegou a camiseta e limpou o suor do rosto e pescoço quando abriu a porta do trailer, encontrando-a.

— Hey... — Sussurrou.

— Oi... — dá um sorriso fraco. — Terminaram a piscina?

— Sim. Vim te chamar para pôr o biquíni. O que foi? — Sentou-se na beirada da cama olhando-a atentamente. — Estava chorando?

— Não... deve ser alguma irritação por causa do tempo seco. — sentou tentando disfarçar, não queria que ele a visse daquele jeito. Muito menos atrapalhar aquele dia. — Amor, eu prefiro ficar aqui... talvez, mais tarde eu passe lá para te ver nadando. — Sorri.

— Você não me engana. — Owen a segurou gentilmente pelo queixo fazendo-a olha-lo. — Você vai junto comigo. O que aconteceu entre você e a Barbara?

Ela o encarou pensativa e respirou fundo.

— Eu sei que prometi não ligar para as provocações dela, me desculpa. Mas... — suspirou. — Eu não tenho sangue de barata, ela comentou algumas coisas de quando vocês transavam... e que ela seria sua amante quando nos casarmos. Não aguentei e dei um tapa na cara dela. E se ela me provocar de novo, vai levar outro! — bufou.

Owen soltou-a e encarou o chão tentando assimilar aquela informação.

— Bárbara sempre tão baixa... — O homem logo começou a rir descontroladamente. — Sério que bateu nela? Céus, queria ter visto isso.

Ela começa a rir junto e se aproxima, sentando em seu colo.

— Pois é, do jeito que anda as coisas. Provavelmente ela levará outro. — Sorri. — Ela é baixa sim e não vai conseguir o que quer. — passa a mão em sua barba gentilmente o olhando dentro dos olhos.

— Hmmm, então temos uma ruiva bem agressiva aqui. — aproveitou para enlaçar a cintura dela e beijá-la no pescoço. — Vai colocar um biquíni bem sexy para gente estrear a piscina.

Ela soltou um leve gemido com seu toque e beijo.

— Uhmmm...Por mim eu ficaria aqui e te prenderia nessa cama. — Sorriu mordendo aos lábios.

— Com esse marinheiro todo sujo e suado?

— Sim. — Sorri o dando um selinho rápido. — E bem lembrado, sai da cama que você está imundo. — levanta e vai até o guarda roupa pegar seu biquíni azul e o veste, na frente dele e coloca uma camiseta do noivo por cima, tinha vergonha de ficar só de biquíni com a família dele ali.- Estou pronta.

Owen apreciava a visão calado, só se levantou depois que ela acabou.

— Acho que vou abusar da senhorita desse jeito na minha frente...

Ela soltou uma gargalhada.

— Okay, quem sabe mais tarde. vamos logo. Põe sua sunga.

— Vou pelado. — abre a porta do trailer, esperando-a passar.

— Ficou louco Owen? Sua família toda está aí!

— Eu vou com esse short mesmo. Vem!

Ela o encara e sai. Os dois caminham de mãos dadas, até chegarem no local.

— Meu Deus amor, ficou incrível... já quero uma na nossa futura casa. — Sorri.

— Vamos ver isso depois. Fizemos um bom trabalho não? — Owen se separou e deu um salto na piscina, mergulhando.

A ruiva o observou com todo o seu chame e sentou na beira da piscina. Falar sobre uma futura casa, a deixou pensativa.

Owen nadou em direção a ela.

— Hey, tira essa camiseta e entra aqui!

Ela sorriu e assim o fez. Entra lentamente.

— Aí... a água gelada...

Owen a abraçou pela cintura a levando para parte mais rasa onde o irmão assava carne.

Eles ficam abraçados, enquanto seu irmão assa a primeira rodada. A ruiva os olhava admirada, era linda a relação deles o que a fez sentir saudade de Karen. Lembrando que ainda não tinha contado para a irmã e assim que saíssem dali o faria.

Owen a fez comer o tanto quanto pode como sempre, que nem percebeu quando Barbara apareceu de biquíni fio dental próximo aos dois.

— Come mais um pedacinho amor...

— Amor... — Sorri e empurra a mão dele. – É sério, estou mais que satisfeita. Vou ficar uma bola assim, preciso me cuidar para entrar no vestido de noiva. — Sorri e assim que olha para o lado e vê a Bárbara e fecha a cara.

— Vai ser a noiva mais linda do mundo. — Depositou um beijo no narizinho dela, enquanto a morena ao lado fazia questão de diminuir ainda mais o biquíni para se expor.

A ruiva entrelaçou os braços em volta do pescoço dele.

— Ela não tem limites, não é? — sussurrou para ele.

— Quem? — Owen não entendeu a pergunta e continuou a beijando diversas vezes nas bochechas, queixo e nariz. Mas ele deduziu quem fosse só pelo olhar desconfortável dela. — Se é quem estou pensando, eu nem estou olhando para ela.

— Eu sei amor... -sorri com os gestos e o beija nos lábios. Aproveitando que a senhora e senhor Grady não estavam lá, por Claire achava falta de respeito fazer isso na frente deles.

Quando Owen a levou para um canto mais isolado da piscina, Bárbara fechou a cara em descontentamento.

— Onde estão seus sobrinhos? Não os vi a tarde toda...queria brincar um pouco com eles. Vamos assistir um filme hoje?

— Mãe disse que estão doentes. Preferiu deixar eles em casa. Mas da próxima ele vem... que filme quer ver?

— Aah que pena, espero que eles melhorem rápido. Não sei, Titanic? — brinca. Eles já haviam assistido várias vezes. — Que não seja de terror...

— Pode ser. Não vou prestar atenção mesmo... — Sorriu malicioso, mordendo o lóbulo da orelha dela.

— Aé? — Sussurrou. Sentiu o corpo estremecer. — Sabe que me deixa louca assim, não sabe? — fechou os olhos prendendo suas pernas na cintura dele. — Não me provoca Grady...

— Tem certeza que não quer? — Fingiu um tom ofendido enquanto os dedos brincavam com o laço do biquíni.

— Quero Sim... — o beijou apertando seu corpo contra o dele. As línguas se tocaram em um movimento lento e intenso.

— Hmmm... — Não pôde deixar de sorrir entre os lábios dela o retribuindo voraz. A mão direita apertou o seio dela durante o beijo e de acordo com a intensidade do beijo ia intensificando a massagem ali.

Claire solta um gemido baixo entre os lábios dele, sua intimidade já começava a latejar de desejo. Então, mesmo não querendo cessa o beijo.

— Amor...- ofegante. — É melhor pararmos, alguém pode ver... Vamos deixar para mais tarde.

— Parar o que? — Ele agora escorrega a mão para baixo do tecido, brincando com o mamilo. — Que? Não te ouvi.

Ela fecha os olhos e morde os lábios, com o prazer que ele a fazia sentir.

— Para Grady...- sussurrou.

Vê-la daquela forma diante dele era uma das melhores sensações.

Ele continuou com a massagem ousando cada vez mais com os toques. Puxava-o gentilmente e circulava a ponta dos dedos em volta.

Ela respira fundo e segura a mão dele, abrindo os olhos verdes e o encara.

— Senhor levado, aqui não. — suas pernas estavam bambas. — Quer nadar com a sua sereia? — sorri.

— E consegue nadar toda derretida assim? — Sorriu presunçoso.

Ela solta uma gargalha e se solta de seus braços fortes.

— Sempre... — mergulho, atravessando a piscina.

Owen mergulha atrás dela tentando alcança-la. Ficaram naquela brincadeira por muito tempo até que se cansou e saiu da água, se juntando ao irmão na churrasqueira.

Claire ficou mais um tempo, então saiu da água.

— Amor, eu vou ir tomar um banho. Depois eu volto. — o avisou e foi em direção ao trailer. Chegando lá, tomou um banho agradável e após terminar se arrumou um pouco, colocando um vestido rosa rodado. Estava quase na hora do jantar.

Owen tomou banho no quarto antigo dele e se trocou antes dela voltar. A senhora Grady tinha o chamado para um canto para uma conversa séria sobre a Bárbara, o que o deixou irritado por algum tempo.

— Filho, cadê minha nora? Só falta ela para o jantar.

— A Claire costuma demorar cinco horas para se arrumar, mãe.

— Mulheres. -Harry brincou dando um tapa no ombro do irmão.

— Sim, mas não vivemos sem elas, não é?

— Aé? — A ruiva chega por trás sorrateiramente e sorri. — Falando mal de mim Owen? Que coisa feia. — vai até a sogra e a abraça. — Cheguei.

Owen se assusta e observa as duas com um meio sorriso.

— Viram só, ela me trocou pela mamãe.

Claire sorriu junto com a sogra.

— Para de falar besteira filho. Claire é louca por você, não te trocaria por nada! — a ruiva o olha concordando com a cabeça.

— A senhora tem razão. Está vendo, até a sua mãe sabe disso. — vai até ele o dando um beijo na bochecha. — Vamos comer?

— Vamos, só faltava você mesmo. — Owen retribuiu o beijo e começou a se servir assim como os demais. — Está linda nesse vestido, futura senhora Grady.

— Obrigada. — deu um sorriso genuíno para ele. Ela já estava amando ser chamada desta forma.

Todos se sentaram a mesa, foi um jantar muito agradável. Tirando os olhares de ódio da prima do loiro, o que já estava incomodando Claire e a deixando sem jeito. E a mesma ficou calada, apenas sorrindo envergonhada.

— Owen, quero você e a minha nora no quarto de cima, nada de ir dormir no trailer. — A senhora Grady comentou no final do jantar enquanto todos se recolhiam. — As suas coisas estão lá ainda, filho.

— Claro, vamos pegar umas roupas e subir.

Claire sorri concordando.

— Amor antes de irmos deitar, preciso fazer uma coisa de extrema importância. Ligar para Karen, se não já sabe né.

— Faça isso mesmo. Vou arrumar o filme para gente ver, só que na sala.

— Tá bom. – Sorri e vai para a varanda. Então dia vou o número da irmã e esperava ela atender via vídeo chamada, precisava ver a expressão dela quando soubesse a notícia.

— Maninha, como você está? – a loira diz empolgada assim que atende.

— Ótima, já você nem tanto descabelada desse jeito. – brinca e Karen ri.

— Calada Claire! E o Owen, como está? Eu e os meninos estamos com saudades de vocês.

— Ele está muito bem. Nós também sentidos muita saudade de vocês, logo faremos uma visita.

— Acho bom mesmo Senhorita Dearing! E qual a novidade? Porque para me ligar essa hora, por vídeo chamada. É importante. – Claire dá um sorriso largo.

— Te corrigindo, FUTURA SENHORA GRADY! – grita feliz e mostra a mão com o anel para a irmã. – OWEN ME PEDIU EM CASAMENTOOOO!!!

— AI MEU DEUS, CLAIRE.... CLAIRE!!! VOCÊ VAI CASAR MANINHAAAAA... – Karen já estava emocionada e Claire também.

— Vou Sim, com o melhor homem do mundo.

— Você tem razão, não deixa esse homem escapar! Me conta como foi o pedido...

— Eu quis fazer uma surpresa para ele e acabei sendo surpreendida. – Sorri e começa a contar os detalhes. As duas ficaram mais de uma hora conversando emocionadas.

Enquanto isso, Owen preparava a sala de TV com cobertores, travesseiros e um pacote de biscoitos para caso sentissem fome mais tarde. Colocou o filme favorito dela e a esperou. Claire adentra a sala e se surpreende.

— Nossa, Owen... — caminha até ele tirando os sapatos, e senta ao seu lado. — Está melhor que o cinema. — suspira. — A Karen ficou tão feliz, depois vai ligar para falar com você também.

— É? Aposto que berraram no telefone. — Owen deu play no filme e apagou a luz a puxando para o peito. — E lá vamos nós ver isso de novo...

— Shhiu, respeita o melhor filme de todos os tempos. — diz enquanto se aconchega em seus braços e o abraça. Sim, mais uma vez estavam assistindo Titanic.

— Se eu dormir vai me bater?

— Não. — se afasta dele. — Quer dormir vai para o quarto. Boa noite. — diz olhando fixamente para TV.

— Ah, começou... — puxa a barra do vestido dela, olhando o filme com certo desinteresse. Claire puxa o vestido da mão dele.

— Pode parar... Estou assistindo. — o encara e sorri.

— Fiz nada...

— Tá bom. — vira para TV, mas continua o olhando de canto de olho e volta o abraça-lo.

Owen colocou a mão direita na coxa dela e começou a deslizar de cima a baixo em uma leve carícia, ameaçando a todo tempo entrar para baixo do tecido do vestido. Claire se arrepiou por completo.

— Owen... estamos na sala...- sussurra.

— Eu sei disso, ruivinha. — Revirou os olhos fingindo inocência.

— Ah sabe? Que bom. — Ela não resistiu e lentamente foi descendo a mão pelo abdômen do loiro, então enfiou a mão dentro de sua calça e cueca. — Uhmmm... — mordeu os lábios.

Owen não esperava por aquilo e decidiu ousar, mais, fazendo o mesmo, só que na calcinha dela.

— Aqui tá quentinho... hmm...

Ela gemeu ao sentir seu toque e abriu um pouco as pernas, para facilitar seu acesso.

— Eu digo o mesmo... está tão, tão bom. — começou a massagear lentamente seu membro já ereto.

A certa altura, as provocações chegaram no auge. Todos haviam ido dormir. A casa em completo silêncio. Apenas o volume baixo da TV e a respiração frenética de ambos. Owen havia deixado Claire acesa. A mesma sentou-se no colo de Owen com as pernas abertas.

— Agora está passando dos limites, Dearing.

Owen falou enquanto a mão de Claire, repousava no peito dele, empurrando-o levemente até ele deitar, no sofá, olhando nos olhos dela. Quando ele estava com o corpo todo deitado no sofá, ela pegou as mãos dele, e o guiando fez ele descer o tecido do vestido na parte do decote. Exibindo seios fartos e com os mamilos rosados, em contraste com a sua pele extremamente branca como uma irlandesa.

Owen, apenas a observava, e admirava. Mais uma vez ela pegou suas mãos, e dessa vez as levou para os seus seios.

E em um ato de rendição, ele adentrou ambas as mãos por dentro do vestido entrelaçando as na cintura dela. A puxando fazendo o joelho qual se apoiava ceder, e seu corpo colar no dele. Owen a beijou mais uma vez, sentindo seus lábios meio dormentes, ele nunca se sentiu com tanto tesão na sua vida, a adrenalina de serem pegos e os batimentos acelerados, não era algo novo para ele.

Ele rolou ela de modo que ficasse por cima, e a beijou mais uma vez. Então logo sua boca desceu para o pescoço dela, com beijos suaves, então ele traçou um caminho com a ponta de sua língua, até os seios dela, que ele sugou cada um antes, sem antes morder o bico de cada seio antes de continuar.

E naquele momento com sua boca chegando perto do quadril, decidiu que iria fazer ela implorar para gozar, e a faria implorar mais ainda para que ele a penetrasse.

Ele abriu as pernas dela com as mãos, beijou cada coxa dela, se aproximando de sua feminilidade, provocando-a.

Ele sentia o corpo dela estremecer de antecipação, sentindo-se mais excitado ao ver que ela estava extremamente molhada.

Owen enfiou a língua dentro do sexo dela, fazendo ela soltar um gemido quase contido. Então ele subiu sua boca, para o ponto de prazer dela, que ele começou a massagear, e logo ela estava rebolando os quadris na boca dele, e quando suas pernas começaram a se fechar contra sua cabeça, ele parou, e a penetrou um pouco com a ponta do dedo, enquanto assoprava o seu sexo que estava inchado e vermelho. Ele esperava a respiração dela se regularizar, e depois fazia o mesmo processo de novo. Na terceira vez, que Owen fez isso, ela falou.

— Por favor, Owen...

Baixando o tom de sua voz, num sussurro mais grave, Owen repetiu.

— Por favor?...

— Me deixa gozar... — Claire disse já percebendo o que ele estava fazendo, Owen já não estava com a boca ali, mas agora dois de seus dedos, a penetravam, até ele sentir a intimidade dela na sua mão, que agora estava tão molhada e tão bem lubrificada, que fez Owen começar a se arrepender, porque ele é que estava quase implorando para meter nela.

Ignorando o pedido dela, ele voltou a fazer mais duas vezes, Claire, entendendo que ele não a deixaria gozar, sentia se exausta, e suas pernas tremiam friamente, por um gozo que vinha e escapava.

Então Owen, colocou três dedos dentro dela, e a chupou vigorosamente, agora, Claire tentava do mesmo jeito, não gozar, se recusando a dar agora o que ele queria. Mas Owen fazia um vai-e-vem frenético, com seus dedos entrando e saindo dela facilmente, então ela quase soltou um grito, e ele sentiu os espasmos do gozo retardado, vindo agora muito forte da ruiva.

As costas dela se curvaram, gotas de suor desciam de suas pernas, com um suspiro, e cansada, ela não pôde evitar de gozar, e foi uma onda que ela pôde sentir desde seus ombros até seus dedos dos pés.

Claire ainda estava gozando, e se contorcendo no pequeno sofá, quando Owen se levantou rapidamente, e abaixou sua calça com a boxer, e a penetrou forte e violentamente. O que a ruiva não esperava, pois ela soltou um grito, ainda muito sensível do ápice, aquela penetração até doeu um pouco para ela. Com as mãos uma de cada lado da cabeça de Claire, ele sussurrou para ela.

— Não era isso que você queria? Me sentir dentro de você?

Ele começou a fazer um vai-e-vem lento, para que Claire pudesse se recuperar, porém quando ela enfiou as unhas nas suas costas por cima de sua camisa, ele entendeu como um sinal verde. Então ele começou a meter com mais força, empurrando o quadril dela contra o sofá.

— Eu quero por cima. — Ela sussurrou já totalmente recuperada e pronta para outra.

Ele se deitou para cima, e ela sentou-se por cima dele, Owen adorou a visão de seu membro sumindo para dentro dela com tanta facilidade.

Claire começou a cavalgar, e com a mão direita aberta sobre seu ventre, ele usou o polegar para estimular o ponto de prazer dela outra vez. No momento em que ele pressionou com mais força o clitóris dela e ao mesmo tempo agarrou o seu quadril, ela deu um gritinho e Owen tapou-lhe a boca. Descendo as mãos de uma vez no peito dele, anunciando que estava gozando novamente. E ele voltou a sentir aquelas contrações de dentro dela, e foi bem difícil segurar o ápice, já que as contrações comprimiam e massageavam seu membro.

Quando terminou de gozar mais uma vez, Claire abriu, a blusa social que Owen ainda usava com um puxão só e deitou seu corpo no dele, sentindo os seus mamilos duros, contra o peito dele. Suas mãos estavam longe e seu corpo todo relaxado.

Então Owen segurou o quadril dela com as duas mãos, e começou a meter mais forte e rápido.

— Owen... — Ela sussurrou. Aquilo era quase irreal para Owen Grady. — Owen... — repetiu Claire, quase suplicando. E assim ele liberou todo seu líquido no interior dela.

Claire estava exausta, ficou por um tempo ali por cima dele sentindo as batidas do coração do amado, enquanto as respirações ofegantes se normalizavam. Os corpos suados logo já estavam secos, ela então puxa um cobertor para cima dos dois e desliza deitando ao lado dele no sofá estreito.

— Uau...- deu um beijo em seu peitoral. — Amor, vamos para o quarto dormir? — ainda estava se recuperando da intensa sessão de sexo, suas pernas estavam trêmulas e sem força.

Owen ajeitou as calças e o membro no lugar, olhou para TV reparando que o filme ainda estava quase no final.

— Não terminou ainda, ruivinha... — Disse agora se ocupando em colocar a roupa dela no lugar, quando ouviu passos descendo a escada. Owen arregalou os olhos em direção ao som dos passos.

— Mãe? — A sogra de Claire surgiu na entrada de roupão e uma toquinha bizarra na cabeça.

— Filho... já é muito tarde. Escutei um barulho estranho lá de cima, vocês escutaram?

Owen não entendeu a princípio, mas quando lembrou-se dos gritos da noiva que ele tentou conter, corou bruscamente.

— Ah sim! É... devem ser os lobos ao redor da casa. A noite eles saem...e ficam uivando... — Tentou consertar.

A senhora Grady parecia ter se convencido de que era mesmo. Ou estava fingindo.

Claire corou na hora em que ouviu a sogra, era muito constrangedor. Não sabia nem o que dizer, apenas observou a sogra sumir pela escada.

— Aí meu Deus, Owen. — senta — Ela quase pega a gente, que vergonha. — desligou a TV. — Vamos para o quarto dormir, o constrangimento foi grande para um dia só e estou exausta.

— Imagina se pega... ia ser hilário. — Disse em tom de brincadeira enquanto levantava e juntava as coisas para irem para o quarto.

Notas finais
Mais um capítulo com muito amor para vocês! MUITOOO OBRIGADA A todos que lêem e comenta, isso nos deixa felizes e nos motiva a continuar escrevendo mais e mais. Para quem ainda não comentou, nos conte o que estam achando. Sua opinião é muito importante para nós! Até a próxima