Notas iniciais
Mais um episodio ( tento fazer o máximo possível por dia :p)

Outra vez estamos dentro da cabeça do Herobrine ( Acho que as próximas historias serão assim daqui por diante)

Olhei em volta. Essa mina parecia ser um labirinto, cheio de caminhos e direções aleatórias. Sem contar que parecia ser enorme!

–Hmmm... — murmurei caminhando pelos tuneis já feitos em madeira.

Isso é extraordinário, uma mina abandonada, bem abaixo de nós. Fantástico! Andei bem devagar, provavelmente isso é velho, e está tudo degastado. Acabei num canto que segua três direções, na duvida entrei na esquerda.

–Mas o que? — Falei, tinha um monte de teia. Teia de aranha. Arfei, eu e Steve nunca ficamos em confronto com os Mobs.

Ouvi o chiado da aranha roçando nas minhas costas. Gelei.

–Vá embora! — gritei, me girando, e acertando em cheio minha picareta na barriga da aranha. Ela me encarou, e picou minha perna.

–Ai! — murmurei, então acertei a picareta mais uma vez nela, matando-a. Eu me ajoelhei ao seu lado, perplexo. Eu matei uma aranha. Senti o suor correndo pela minha testa, então me veio a dor. — Caramba!- gritei, analisei minha perna, onde a aranha picou. Ou melhor, aranha venenosa.

Há... — falei sem força. Me sentei no chão, me encostando na parede, em busca de força. Percebi minha pele ganhar um tom esverdeado.

Eu pisquei atordoado, enquanto o veneno tomava conta de mim e eu via a escuridão

Um bom tempo depois.

Acordei atordoado. Minha cabeça latejava, e eu me sentia tonto, e com vontade de vomitar, e eu realmente coloquei tudo para fora no chão.

Antão aí notei que eu não estava mais na mina abandonada. Eu estava em local muito estranho. Tudo era rodeado de estrelas e o chão era totalmente negro. Percebi que eu estava em cima de uma cama de hospital.

–Olá?- chamei por alguém.

–Finalmente acordou — murmurou um homem. Eu franzi os olhos.

–Eu te conheço ? -perguntei, esse cara me parecia estranhamente familiar.

–Mais ou menos — Ele falou, estava de costas, mexendo em algum tipo de móvel, como um daqueles coisos de invenção.

–Como assim mais ou menos? — perguntei me levantando.

–Você não me vê a quatorze anos, mesmo que eu tenha observado você e seu irmão.

–Eu e o Steve? — Perguntei confuso. — Quem é você? — O homem riu, se virando para me encarar. Ele tinha a pele em um to claro, e uma grande barba em seu queixo.

–Bem... — Ele falou — Eu sou o dono desta mundo, e também de onde você mora, o Minecraft. Minha obra-prima. Mas sou conhecido aqui como Notch!

–Notch... — murmurei arfando.

–Estou feliz em encontra-lo pessoalmente novamente filho.

Notas finais
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