Historia de louco
8 Capitulo ?
Notas iniciais
Sai da escola, no primeiro intervalo que tive liguei pro Nino, mas ele não atendeu. Acho que fiz isso uma 3 vezes antes de acabar o intervalo. Todos os intervalos eu ligava, mas nada. Acabou que eu não consegui falar nada com ele o dia todo e gastei toda a minha internet.
—- Que raiva! – gritei com a cara no travesseiro em casa – tava começando a melhorar...
—- Estava? – era o meu pai. Pera era o meu pai! – qual foi o problema adrien? – fiquei confuso com isso e acho que minha cara me entregou.
—- Nada, só o meu amigo não foi a escola hoje e estou a um tempo tentando falar com ele e ele não atende – mentira tem perna curda e qual o mal em falar s verdade?
—- Pode me contar a verdade adrien.
—- Mas eu contei a verdade – não falei grosso isso.
—- Eu sei que não ando de tanto atenção ultimamente, mas pode contar comigo para o que ter e vier – estava confuso e irritando, e o pior é que agora ele estava usando uma fantasia de borboleta.
—- O que tá acontecendo? – o meu pai... Não! Aquilo não era o meu pai! Era alguém possuindo ele.
Cai no chão de costas, me arrastando pra trás ate bater contra a janela, encarando uma borboleta gigante com a cabeça do meu pai falando palavras sem sentido. O que é isso? Quero acordar! Por favor! Eram as únicas coisas em minha mente.
Estava suando frio, meu coração estava batendo rápido. Tenho que fugir daqui. Peguei meu celular e sai correndo pela porta. Logo na escada estava nathalie, só que mais robótica.
—- Volte para seu quarto adrien – falou com uma foz metálica – ou terei que castiga-lo – apareceu umas armas atrás dela apontando diretamente para mim.
Tentei correr de volta para o quarto para pular a janela, mas o meu pai-borboleta estava lá, ainda falando palavras que eu não compreendia. Só restará pular o corrimão, e eu n quero pular. Os dois se aproximavam de mim.
—- ADRIEN PULA! – uma voz grossa e rouca, mas quem era -SOU EU! O GORILA!
No instante seguinte eu pulei. Não estava nem ai se ele estava doido ou não, era a minha única saída. Ele me pegou e me colocou no chão. Corremos ate a porta e quanto fechamos começamos a ouvir barulhos de tiro. Me abaixei na hora.
—- Temos que entrar no carro – disse com calma – vamos.
Corremos até o carro. Entramos. E quanto deu a partida não foi. Isso foi tempo o suficiente para a nathalie-robocop e o pai-borboleta chegarem na garagem.
—- Se segura – falou quanto deu uma arrancada que me fez chocar com força contra o banco do passageiro. Pisou no acelerador com força e atropelou as duas mutações que um dia eram minha família – temos que leva-lo para longe. Isso está acontecendo em toda a paris. Eu sei de um lugar par...
—- Não! – falei — depois de toda essa loucura preciso saber como estão os meus amigos! – nunca fui tão firme quanto agora.
—- Não posso leva-lo aos seus amigos. Isso é uma situação perigosa e eu preciso que você esteja seguro – falou com calma.
—- Então vai ter que me encontrar pra isso.
Abri a porta do carro e me joguei para fora. N me machuquei seriamente, mas bati a cabeça no chão e estava doendo. Me levantei e corri para um beco, assim ele não iria me encontrar. Peguei meu celular, tinha que ligar para alguém. Disquei o numero e cruzei os dedos para que fosse.
—- Alô? – era a marinette.
—- Marinette! – foi um alivio quanto ela atendeu – você esta bem? Sabe, sobre essas mutações doidas que estão acontecendo. E esta com a alya? E o nino
—- Sim, estou bem e a alya esta aqui comigo e o ni...
—- Adrien é a alya. Vem pra cá agora. Ai fora é perigoso. Estamos na casa da marinette. Depois eu explico sobre o nino.
—- Ok, já estou indo – desliguei o telefone.
Eu já fui na casa da marinette para fazer um trabalho de escola. Sabia o caminho, mas o que me preocupa é saber o que aconteceu com o nino. Por que eu sou tão azarado?
Fale com o autor