Notas iniciais
DESCULPA DESCULPA DESCULPA DESCULPA DESCULPA aproveitem a historia :3

Quando acordei fui conferir a hora, era 7:32, o céu de paris estava escuro pra uma manhã, teve ser uma chuva forte sobre a cidade. Peguei um casaco qualquer e sai pela janela do quarto, não to querendo ver a cara de ninguém hoje e nem ouvir nada, mas deixei um bilhetinho para nathalie não pensar que fugi.

Estava andando na rua, parece que poucos saíram de casa hoje, e estava um silencio enorme. Começou a chover, coloquei o capuz do casaco e continuei andando sem rumo, pensando em nada. Meu celular começa a tocar, era nathalie.

—- Alô?

—- Adrien, aonde está? Mandarei o gor...

Desliguei o celular. Não quero ver nathalie, ou aquela casa, só quero andar.

Acabei chegando no rio sena. Sentei em um banco que havia ali e fiquei encarando o rio. Eu não entendo o que está acontecendo comigo! Minha mãe morreu e não estou de luto, eu deveria pelo menos estar um pouc....

—- O rio sena está tão bonito — disse alguém atrás de mim, a voz era de uma garota que segurava um guarda-chuva sob a cabeça — posso sentar ai? — consenti — por que algo pelo pode causar tanta dor no coração? — ela está falando comigo?

—- Pelo simples querer da dor — respondi sua pergunta, sei que não deveria — as vezes a dor pode ser algo que desejamos sentir, transformando algo em pura dor, mesmo sendo belo ou que trás muita alegria — falei da boca pra fora, me sentia no modo automático.

Agora eu a encarava.

—- Belas palavras, mas não existe dor ou alegria. É somente palavras que usamos para explicar o inexplicável — ela sorriu para mim, isso me fez me sentir bem melhor.

—- Então tudo é inexplicável e somente tentamos achar uma forma de explicar?

—- Exatamente — disse a garota — por isso procuramos as respostas das perguntas mais simples ou as mais difíceis. Obrigada pela ajuda.

—-Quê? — não entendi.

—- Eu estava em duvida sobre isso e você me ajudou a achar a resposta- estendeu a mão — prazer, sou a marinette, sou a novata que estava com a alya.

—- Prazer, adrien — nos cumprimentamos com um aperto de mão.

Ficamos ali no banco jogando conversa fora enquanto chovia. Não sei por que isso me fez me sentir bem.

Cheguei em casa as 19 horas, encharcado por causa da chuva. Tentei ir de fininho para meu quarto, pois sabia que estava encrencado.

—- ADRIEN! — disse nathalie atrás de mim. Ela é ninja agora? — onde esteve? Seu pai ficou preocupado — disse com o mesmo tom de foz e sussurrou algo que não pude ouvir.

—- Eu tive que sair pra aliviar a cabeça... por causa da noticia da minha mãe — menti a ultima parte enquanto estava andando de costas na direção da escada — e eu não comi o dia todo, será que posso me trocar antes do jantar?

—- Claro. Mas se apresse, o jantar ficará pronto em 10 minutos — virou de costas e eu não perdi nenhum segundo, correndo pro meu quarto mais rápido que o flash e tranquei a porta.

Tomei um banho e vesti a primeira coisa que vi na minha frente, essa tática bouba muito tempo. Fiquei curiando na internet esperando a nathalie.

—- Adrien, o jantar está pronto, venha — fui até a porta e a trestanquei-a — e seu pai o está esperando.

—- Obrigado — virei indo pra sala de jantar, onde meu pai estava.

—- Boa noite adrien — ele estava me encarranco com um olhar de reprovação, vou querer um caixão preto — o enterro da sua mãe será amanhã. O corpo já está em paris.

—- Sim, senhor — juro que podia sentir seus olhos perfurando minha alma.

FINALMENTE! Quando acabou o jantar fui pro meu quarto, ainda sentindo seus olhos me perfurarem. Me joguei na cama, fechei o olho e durmi.

—- O que houve? — era a menina, mas ela parecia ter agora 7 ou 6 anos.

—- FIQUEI LONGE DE NOS, SUA ASSASINA! — tinha um bando de crianças assustadas e machucadas, algumas sangrando.

A menina estava com os olhos molhados, preste a chorar, olhando as mãos sujas de sangue. Seu gato de pelúcia estava no seu braço, também sujo de sangue.

—- Eu não fiz isso, eu não sei o que está acontecendo — disse, cobrindo os olhos com as mãos ensanguentadas.

—- SAI DAQUI! — disse uma das crianças, jogando pedras nela.

Derrepende todas as crianças estavam tacando pedras nela. Corri pra frente dela, pegando-a nos braços e a levando para longe dali, para um lugar longe de todos.

—- Você esta bem? — perguntei enquanto a colocava no chão. Seus olhos estavam lilases.

—- Deixe-a em paz — gritou, mas estava quase sem voz — você só quer machuca-la, como todos — ela estava em posição de ataque.

—- Não quero machucar você — disse me baixando.

—- Todos querem machucar ela — deu um passo para trás — eu tenho que proteger ela.

—- Não vou machuca-la — sentei no chão, não aquentei ficar abaixado — não vou machucar você — ela começou a relaxar e seus olhos ficaram azuis.

—- Quem é você? O que ela fez? Onde estou? — ela começou a chorar, caindo no chão segurando o gato com mais força — por favor, não me machuque, eu não fiz nada.

Notas finais
Temorou mas chegou, né? Vou tentar sempre postar o capitulo o mais rápido possível! E mais uma coisa, vcs tevem estar imaginando a menina errada; devo lembrar que seu rosto nunca é iluminado, ou seja, seu rosto sempre está em sombra e somente seus olhos são iluminados, tipo o all might (quem viu boku no hero entendeu a referencia) Espero ansiosa para o seu comentário :3