Historia de louco
4 3 de algo
Notas iniciais
Era sábado e havia combinado com a alya e o nino de nos encontrarmos no parque de diversões as 13 horas. Vesti o que vi primeiro no meu guarda-roupa e fui pro parque. Cheguei lá avisei o nino, a alya e a novata. Deve ter vindo com a alya.
—- Pra que todo esse preto? Alguém morreu? — alya e seu sarcasmo.
—- Oi pra você também — falei com ironia — eai nino, e oi...
—- Marinette — quem disse foi a alya, porque não deixa ela falar?
Marinette estava atras da alya, me encarando de trás do ombro dela. Estava vestida como ontem na escola, sem nenhum acrecemo.
-- Olá marinette, é um prazer de conhecer — a novata só concordou com a cabeça.
—- Então galera, qual atração nós vamos primeiro? Eu quero ir na casa mal assombrada ou na barraca de tiro? — que entusiasmo — e você mari? — a novata só negou com a cabeça — ok, nada de casa mal assombrada.
—- Você esta entendendo tudo só com um aceno de cabeça? — isso é telepatia? TÁ LENDO MINHA MENTE?
—- Eu conheço essa daqui a mais tempo que vocês juntos, que para o adrien é só um dia — disse alya enquanto apontava para mim e pro nino.
—- Eu fico com a marinette enquanto vocês vão na casa mal assombrada, se estiver tudo bem pra você marinette — ela só concordou com a cabeça.
Depois de esperar anos na fila, eu e a alya conseguimos entrar. Acontece que tava tudo horrível,só tinha quadros, o carrinho quase me joga pra fora nas curvas e os únicos bonecos que tinha ali mal se mexiam, acho que era mais um museu do que algo pra dar medo, e o pior é que vi pessoas falando que lá era assustador. Quando saímos o nino e a marinette estavam nos esperando na saída, mas os olhos da marinette estavam lilases. Pensei que eram azuis, deixa pra lá.
—- Alya posso falar com você ali no cando? — marinette estava com uma expressão seria, arrastou a alya antes de responder.
—-Cara você tá bem? — perguntei pro nino, ele estava braco de medo, parecia que viu um fantasma.
—- To de boa — respondeu com um sorriso amarelo — a casa mal assombrada é lá o que dizem?
—- Só da medo nas curvas do carrinho, eu quase cai umas 3 vezes.
—- Sorte não ter caído — disse enquanto passava um homem junto com os seguranças, parecia machucado — já ele não teve.
—- Elas estão demorando e do com fome, que tal comer algo? — estava tentando mudar de assunto, o clima tava pesado, porque será?
—- Bora — mal demos um passo e o celular toca, era a alya: " tive que ir, probleminhas sabe" — foi mal cara, mas acabei de me lembrar que tenho que ajudar meu tio com uns "troços" dele.
—- Tudo bem, fica pra próxima — disse com um sorriso amarelo.
Me despedi do nino e fui caminhando para casa. Tenho certeza que os olhos dela eram azuis.
Andei tanto, que quando me dei conta estava em uma praça perto da escola, ela estava deserta exceto por um idoso sentado em um banco.
—- Por favor meu jovem, ajude esse idoso a se levantar — fui até ele e o ajudei — obrigado.
—- De nada — respondi, me sentia bem em ajudar as pessoas. o senhor foi embora e eu sentei no banco onde estava, acabando dormindo
Eu estava em um quarto de bebê ou de criança (entre esses dois), havia um berço pra criança com algo dentro e quando me aproximei pra ver melhor, alguém entrou no quarto. Era um homem alto, com olhos amarelos.
—Sua mãe vai se arrepender do que fez, para sempre — ficou em frente ao berço e enviou a faca no coração.
Ele gritou, o que acordou a criança, que começou a chorar, e caiu no chão. Seu corpo parado parecia uma estatua e o sangue brilhava pela luz que vinha da janela. Apareceu derrepente duas pessoas na porta, uma mulher e uma menina de olhos amarelos, a mesma do parque.
— O QUE VOCÊ FEZ? — gritou a menina do parque.
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