Historia De Un Amor - LM
14 Capítulo 14 - "Divórcio?"
Notas iniciais
M + R – Sim, somo Irmãos.
Os demais ficaram muito entusiasmados, quem não participava muito das conversas era Estevão, e obviamente Victoria que não o deixava por motivo algum. Depois do jantar...
M – Bom a outra noticia é...
Estr – Te mais?
M – Sim Estrela, todos vão amar, assim como eu estou amando...
H – Mãe... – disse desconfiado, Maria o olhou para que prosseguisse – Não me diga... não diga que está grávida novamente... – Estrela olhou entusiasmada para sua mãe, Estevão surpreso, mas sabia que aquilo não era possível;
M – Não Heitor, chegou perto... Eu não penso em ter mais filhos, mas quem está começando é Camila e Roberto... – Todos olharam surpresos fora Maria e Roberto que já estavam a par.
C – Sim amores, vocês irão ganhar um priminho, estou de quase dois meses.
R – Ou priminha...
UMA SEMANA DEPOIS
Maria e Estevão continuavam na mesma, mesmo depois da verdade revelada, mais com um porém, ele estava arrependido, mas não havia conversado com ela claramente, para esclarecer as coisas. Ele simplesmente estava envergonhado por sua atitude anterior, sendo assim que, como ela não falava com ele sobre o assunto deduziu coisas erradas, por exemplo, de que ela já não o amava por sua segunda desconfiança dela.
Camila estava fascinada com o sintomas de gravidez que nunca sentira em sua vida, apesar do mal-estar estava adorando tudo aquilo, assim, também, como Roberto.
Estrela e Grego estavam se dedicando mais, e mais a Carlinhos, o qual Estevão havia dito que parecia à Maria, estava mudando com a cor do cabelo e ficando loirinho igual a mãe. Mas a feição de Maria continuava em seu rosto. Victoria depois daquele episódio que havia flagrado a mãe dar o seio para o sobrinho estava mais apegada com Estevão, geralmente quando Maria ia coloca-la para dormir, a mesma chamava pelo pai ou ia até sua cama depois que a mãe saísse.
EMPRESA SAN ROMÁN
Era final de expediente todos haviam ido embora, menos Estevão e Maria, o qual já estava indo.... Ele havia passado pela recepção com um envelope nas mãos, mas ao ver a porta aberta e a luz da sala de Maria acessa, deu meia volta e entrou na sala dela sem pedir permissão.
Es – Pensei que já havia ido... – pronunciou ele as primeiras palavras traz entrar no escritório dela, e a flagrar retocando a maquiagem, a mesma se assustou, e o olhou depois de baixar o pequeno espelho e o guardar.
M – Já estava de saída. Deseja alguma coisa? – perguntou normalmente.
Es – Sim, pensei em entregar-te isso em casa, mas já que ainda não foi, prefiro que o veja aqui mesmo. – se aproximou de sua mesa e o deixou em cima da mesma.
M – O que é isso? – perguntou olhando para o envelope logo para ele, como não obteve resposta o abriu. Algumas lágrimas se estavam acumulando em seus olhos, mas ela não as permitia sair... Tinha que ser forte, conforme seus olhos passavam por cada linha era um golpe em seu coração. – É... é isso que você quer? – perguntou ela após respirar fundo e não deixar nenhuma lagrima escorrer.
Es – Creio que é o mais sensato, eu... desconfiei de você duas vezes e nas duas estava equivocado, eu não te mereço, eu sou um p...
M – Você é um covarde – Estevão a olhou surpreso – Não seria muito mais fácil e justo para os dois que você simplesmente pedisse desculpas, perdão... Porém se você quer o divórcio...
Es – Claro que eu não quero, mas eu não te mereço, não mereço todo seu amor e confiança, eu creio que você queira se divorciar de mim...
M – Que pouco me conheces Estevão, acha que tudo se resolve em algo definitivo? Não crês que seu eu quisesse o divórcio haveria pedido há algum tempo já? É tão importante pra você manter seu orgulho, seu ego lá no alto e esquecer que coisas simples podemos resolver com um pedido de desculpas, e não com uma separação? Claro que me doeu sua desconfiança, porém me dói muito mais sua covardia, seu ego, porque está querendo destruir uma família, por algo tão... – Maria estava chorando, já não conseguia esconder a dor – por algo que podemos resolver com cautela...
Os dois ficaram em silencio por um tempo, o qual se tornou constrangedor... Até que Estevão caminhou até ela, a mesma levantou a vista e o olhou, ele estava de pé ao seu lado e seguro as mãos dela com as suas. Ela estava perdida em seus olhos verdes, não conseguia decifrar o que ele faria. Logo ela arregalou os olhos, surpresa com o que ele fez.
M – Estevão o que está fazendo? Levante-se – ele estava ajoelhado em sua frente, e Maria tentava o levantar puxando sua mão – Levante-se, eu... eu te ordeno que levante. – Estevão estava com seus olhos marejados.
Es – Eu...
M – Estevão... por favor.
Es – Não era o que você também queria? Eu também não quero me divorciar de ti, e é por isso que estou aqui diante de ti para te pedir perdão, por meus erros, por minha desconfiança... por toda a infelicidade que te causei. Me perdoe, sim?
M – Estevão...
Es – Me perdoa? Se não quiser me perdoar eu te entendo... Mas me diga logo, não aguento ficar um segundo mais nessa situação.
M – Apesar de tudo, eu... eu te perdoo, porque te amo.... és o homem que me faz feliz. – Estevão sorriu tímido e se abraçou à cintura de Maria, a mesma acariciou seu cabelo com as mãos.
Es – Eu também te amo, e se fosse necessário uma separação para te fazer feliz eu toparia, toparia tudo pra ver esse sorriso maravilhoso em teu rosto.
M – Jamais serei feliz se não estás ao meu lado. – Estevão se levantou, ficando de frente para ela, rodeou sua cintura com os braços, os olhares apaixonados se encontraram, Maria sorriu e Estevão aproximou seus lábios do dela.
Es – Quanta saudade tinha desse seu lábio doce... – Maria sorriu e ele novamente a beijou.
Se beijavam com ternura e loucura, Estevão com mãos ligeiras abriu os primeiros botões da blusa de Maria, mas a mesma o parou.
M – Amor aqui não, não é o lugar, vamos para casa. – beijou seus lábios. – Por favor... – sorriu
Es – Com esse sorriso maravilhoso, não tenho como negar nada. – juntou seus lábios em um beijo terno e calmo.
M – Vem, vamos pra casa!!
Es – Negativo, vamos a um restaurante, comemorar nossa reconciliação, e aviso: Só nós dois, nada de chamar teus filhos.
M – Você quis dizer nossos, verdade? Mas, e Victoria? A nana é dispensada as seis, e já são quase seis horas – sorriu pícara, pois sabia a que ele se referia.
Es – Estrela pode ficar com ela, vem, agora vamos...– trocaram um olhar cumplice e saíram.
Já haviam passado quase três horas e meia desde que Maria e Estevão haviam saído do escritório. E nenhum sinal deles ainda pela mansão, isso estava deixando nervosa "algumas pessoas".
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