Notas iniciais
Ragnarök é um jogo online com direitos autorais de Gravity Inc. entre outras companhias.
Apenas a história e personagens contidos nela são de minha autoria. (Excessão: História do Mundo de Rune-Midgard e Profissões - Exemplo: Algoz.)

Mal posso esperar! Vou logo conversar com os Guias para saber o que eu tenho que fazer.

Assim que eu vou chegando perto do Guia que está mais perto, ele traja uma armadura de Templário mesmo não sendo um. E ele já vem preparando a prancheta e respirando fundo... lá vou eu aprender mais sobre o que tem de se fazer para alcançar alguma profissão.

Guia — Olá senhor! Preencha esta ficha e...

Bom, foi essa ladainha por 4 Guias, 1 guarda e 1 Kafra, depois fui mandado ao 5º, em outra sala, menor, mas parecida, porém nessa só tem 3 pessoas, 2 parecendo serem guias e outra uma Fruteira, mas como ia dizendo, fui mandado o próximo guia para saber sobre como se deve batalhar... Ah! E eles me deram um equipamento para a próxima sala, o que será que tem atrás daquela outra porta ao lado da fruteira? Fui falar com a última guia.

Karuma — Olá, eu sou...

Guia – Sim, sim, você é Karuma, você veio aqui para seguir à próxima área, certo? Primeiro de tudo vá vestir todo esse equipamento. Ah! E aqui, pegue esta mochila, depois de se trocar venha falar comigo, e sem reclamações senão eu tiro TODA sua memória e te mando para a próxima sala sem NADA, entendeu?

Não me dignei NEM a responder, peguei a mochila e procurei um Vestiário, voltei ao Saguão principal e nada, nenhum vestiário. Resolvi então ir falar com um Guarda ali perto.

Guarda – Vestiário? Deve ser aquela sala ali, todos que entram pela porta para o Exame de Combate vão para aquela porta. – O guarda aponta para uma porta com uma placa destruída, impossível de se ler... Parece que tem algo estranho aqui. – Não tem como errar.

Karuma – Obrigado, Guarda.

Vou seguindo meu caminho para a porta, quando eu vou chegar perto da porta, um cara grande, também trajando armadura de Templário coloca-se à minha frente.

??? – Não entre aqui! É uma cilada!

Karuma – Quem é você e o que está havendo aqui?

??? – Não temos tempo para isso, eu vim aqui logo que soube o que está havendo com os testes de Exame de Combate. Parece que um Mercenário está pagando aos Guias daqui para mandarem os Aprendizes para esta porta, de onde ninguém volta...

Karuma – ‘Cê tá viajando, eu vou entrar aqui e vou me trocar, beleza?

??? – Mas então pegue meu contato – O estranho pega meu BuddyTalk ( Um aparelho moderno que permite conversar com as pessoas com quem você tem contato à longa distância ) e coloca o contato dele – Qualquer coisa só me chama!

Pego meu BuddyTalk de volta e vou pela porta. É escuro lá dentro e quase não vejo nada... Vou seguindo caminho reto, imaginando que aquilo é defeito da iluminação, até que eu chego em uma parte onde começa uma escadaria, ouço pequeno ruído e gritos. Sem medo vou descendo as escadas, quando me dou conta estou em frente à uma porta de ferro gigantesca, com um brasão que eu já vira antes na porta. Respiro fundo... ok, não devia ter feito isso, sinto cheiro de coisa velha, podre e um cheiro que lembrava as botas de meu pai quando ele voltava do serviço de escavação dele, mais podre ainda. Então agora trancando a respiração eu tento abrir a porta, nada. Chuto a porta, nada. Quando vou dar um encontrão na porta sinto algo me espetar na nunca e caio com tudo no chão.

Volto à mim um tempo depois, eu acho, estou acorrentado e preso ao chão por correntes que machucam muito, olho em volta e vejo que estou em uma masmorra, pessoas presas, machucadas, desmaiadas (talvez pelo cheiro horrendo de coisa podre, ou talvez pelos machucados) e em um canto noto uma pessoa conhecida, o Guarda que disse que aquela porta iria dar no Vestiário! Droga! Então era verdade... Vou pegar meu BuddyTalk e ligar para... Hei! Cadê meu BuddyTalk?! Onde... ah... nem iria servir mesmo, nem sei a localização certa de onde estou.

??? – Ora, ora... Carne nova!

Um homem vestido com roupas pretas e uma Scarf vermelho-sangue. E está olhando para mim, ele segura uma Katar. Mercenários...

Karuma – Que droga de lugar é esse, o que você está fazendo com as pessoas aqui e que...

Antes que eu pudesse terminar o Mercenário me chuta e me faz cair de costas no chão, ele aponta a Katar na minha cara.

??? – Você não sabe o que eu sou, relez Aprendiz?! Seu verme, nunca fale com um Algoz desse jeito!

Um ALGOZ?! Ele tem uma profissão Transcendental? De repente aparece um Gatuno correndo, levando vários papéis consigo.

??? – Senhor! Parece que está havendo uma invasão! É o clã “Guerreiros de Prontera”! Senhor! Não é melhor corrermos?

??? – Hunf, quando meus planos estão indo bem eles vêm me irritar... – O pouco de rosto que vejo dele está em fúria – Mas isso não irá me parar! Eu vou...

Antes que o Algoz pudesse terminar de dizer sua frase de vilão uma Kunai passa pelo seu braço esquerdo tirando o grande manto de cima dele e mostrando sua roupa de Algoz e um outro “segredo” seu. Ele tem só um braço! Ao olhar de onde veio a Kunai vejo um Ninja ali parado, o Ninja tem um Kimono preto, com um casaco azul, calças que combinam com o Kimono, um par de botas de escalada e uma Scarf de tom vermelho muito bonito.

??? – Ora, parece que nos encontramos de novo, né Scar?

Scar – Eu me chamo One-Handed Assassin seu imbecil! E não estou feliz que você tenha vindo me visitar em uma hora tão boa quanto essa... Mas parece que você não vence sem ser atacar em grupo e pelas costas, né? Seu covarde...

??? – Covarde? EU ?! – O Ninja olha em volta – Olhe o que VOCÊ está fazendo! Aprisionando pobres Aprendizes para que eles tenham medo de você e não tenham coragem de se tornarem fortes, até mais fortes que você e eu...

Scar – Você sempre descobriu sobre meus planos muito rápido, se eu descobrir o seu informante ele vai morrer sofrendo e na sua frente, para você aprender que ninguém desafia o One-Handed Assassin!

Ricky – A não ser eu, Ricky, que arranquei seu braço esquerdo com minha Fuuma Shuriken para tentar pará-lo... mas parece que monstros como você não param até morrerem. P. Fog, use aquela habilidade para libertar esses pobres Aprendizes...

De trás dele aparece um Ferreiro correndo carregando seu carrinho cheio de coisas, ele levanta o carrinho e bate ele no chão no meio da sala como se fosse um Martelo pregando uma tábua. Eu senti o chão tremer, então as correntes se soltaram de mim e se fizeram em pedaços... Elas estavam enferrujadas e fracas já, parece que havia alguém preso aqui antes...

Ricky – Johan e Scarlet! Tirem todos daqui e levem-nos para a o Vestuário e curem eles!

Assim que Ricky terminou de falar um Sacerdote e uma Templária saíram da porta que havia sido arrombada por Ricky, e que eu nem havia notado. Scarlet pegou o grupo do lado esquerdo e Johan do lado direito, onde eu estava. (Pensamento: Droga! Eu queria ser salvo pela Templária...). Eu desmaiei no caminho, mas sei para onde fui levado dessa vez... pelo menos.

No vestuário fui acordado por Johan.

Johan – Hei cara, você tá legal? Parece que você era novo lá, não vejo nenhum machucado em você, provavelmente recém-chegado né? Olha – Pega uma trouxa de roupas e me entrega – Pega isso e procura uma sala desocupada, antes de qualquer coisa deixe-me fazer uma coisa... – Ele levanta os braços como se dissesse para eu parar — Heal! Detoxify!

Sentia meu corpo revigorado, se eu sentia dor à uns minutos atrás, já estou bem!

Johan – E aí? Sensação boa a do Heal, né? Agora vai se trocar!

Sem delongas eu pego minha trouxa de roupas e pego a primeira sala desocupada à minha frente. Troco para uma roupa que lembrava a que eu havia ganhado dos Guias. Saio da sala e me deparo com um rapaz menor do que eu, usava óculos e estava cheio de bandagens, que horror o que eles fizeram com as pessoas lá em baixo...

Rapaz – Senhor, posso passar?

Karuma – Ah! Me desculpe! – com isso eu saio da frente da porta e ele entra na sala.

Johan – Hei! Você não parece um mau caráter, meu nome é Johan, prazer em conhece-lo.

Karuma – Eu sou Karuma, e eu odeio pessoas más! Eles são escória...

Johan – Hei, hei... Não vamos nos abaixar à palavras de baixo escalão, né Karu?

Karu... meu irmão me chamava assim, que saudades... meu irmão é o melhor cavaleiro que eu já vi... peraí, falando nisso...

Karuma – Hei! Cabei de lembrar! Onde estão meus óculos de proteção?!

Johan – Você quer dizer estes? – Ele levanta uns óculos meio sujos, devem ter caído no chão quando eu desmaiei.- Pega. – Ele os joga para mim.

Karuma – Obrigado – Pego os óculos – É presente do meu irmão, ele disse para devolvê-los quando fosse reencontrá-lo.

Johan – Seu irmão parece ser um cara de bom coração também.

Karuma – Sim... mas agora, o que tenho que fazer?

Johan – Pegue uma Main Gauche e uma Embrassa, se equipe e vá para a área de Combate, já foram trocados os Guias.

Karuma – Obrigado!

Com isso eu pego os Equipamentos e equipo-os seguindo em direção da área de combate.

Meu primeiro combate logo se iniciará...