Notas iniciais
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Tem um casal conhecido nosso da igreja que em 2000 foi morar em um outro país, por de trabalho. Eles têm 2 filhos. Na época um tinha aproximadamente 8 anos e o mais novo, 5 anos.

Lembro-me que, alguns dias antes de partirem, nos reunimos em sua casa, para a despedida.

Ficaram nesse país por nove anos, e em outubro de 2009 retornaram ao Brasil.

Quando nos encontramos, ficamos surprêsos com as crianças. Se tornaram dois adolescentes de se causar pelo excelente comportamento de ambos: educados, amorosos, respeitadores... etc.

, o que vou relatar agora foi o que nosso amigo nos contou:

Lá, onde eles estavam, as crianças passam a maior parte do tempo em escolas, enquanto os pais trabalham. O caçula dele estudava numa escola onde era muito perseguido pelo diretor, sem motivo aparente. A criança, às vezes, chegava em casa e reclamava para os pais.

O assistente do diretor era conhecido do casal e tentava amenizar a situação. Até que um dia a situação chegou ao máximo:

Era o horário de intervalo, e as crianças estavam reunidas. Nisso, o diretor passa acompanhado do assistente. O filho do meu amigo dá uma junto a um grupo de crianças. O diretor, vendo isso, pensa que o garoto está zombando dele, o que não era verdade.

Enfurecido, parte em direção ao menino dizendo estas palavras: "Que ia arrebentar-lhe os dentes e quebrar-lhe as costelas."

Quando estava indo em direção ao menino, seus assistente lhe segura energicamente, impedindo tal procedimento. A criança, asistindo à essa cena, se assusta e fica com medo.

Quando chega à noite, comenta o ocorrido com a sua , e esta esconde tudo do pai, com medo de alguma reação por parte dele. Decide que a criança deve continuar indo à escola por não ter outro jeito e não ter onde ficar.

No dia seguinte e alguns dias depois, o diretor não comparece à escola.

Passado uns dias, nosso amigo, que não sabia de nada, recebe uma ligação em seu serviço: era o diretor da escola querendo falar com ele. Marcam o encontro para o dia seguinte.

No dia seguinte nosso amigo comparece à escola. É atendido pela secretária que o leva até a sala do diretor.

Quando ele adentra a sala vê o diretor com o peito e o braço engessados, e com uma certa dificuldade para falar.

O diretor lhe cumprimenta e logo vai-lhe perguntando:

– O que é que o seu filho é? O que ele tem?

Nosso amigo, não entendendo nada, lhe pergunta:

– Por que?

E o diretor lhe responde:

– Você não sabe?

O diretor, percebendo que o pai não sabia nada, acaba lhe contando que dias atrás quase ia agredindo o seu filho, mas foi impedido. E faz-lhe essa confissão impressionante:

Que naquele dia do ocorrido, à noite, dirigiu-se para a sua casa, fez o que tinha que fazer e foi se deitar para dormir.

Quando já estava quase pegando no sono, sente uma "presença poderosa" se aproximar dele. Nisso, vê como uma mão vindo em sua direção, e lhe desfere um sôco bem mo meio da bôca, e depois é virado de lado, através de uma força descomunal, e sente como um solavanco em suas costelas. Ouve uma "voz" em sua mente, vindo daquele ser, com uma certa autoridade: "Deixe esse menino em paz!". E desaparece...

Com muita dor e dificuldade, leva a sua mão à boca e sente que seus dentes da frente estão amolecidos.

Tem que ser levado ao médico, onde é constatado, através de raios-x, que sua costela está fraturada, por isso foi engessado.

Meu amigo fica estupefato diante de tudo que ouviu.

Depois disso, o garoto nunca mais foi incomodado por aquele diretor.