História Isekai a guerreira de 3000 anos
7 Cápitulo 7
Kyran: — Acho que chegamos, é uma entrada bem grande mesmo.
Nari: — Kyran estou com um pressentimento ruim. – Ela olhava em volta vendo algumas teias isso a fazia tremer na base, Kyran a olhando vendo que talvez ela não fosse fã de insetos.
Kyran: — Bem se não quiser entrar só me esperar aqui fora. – Terminando de falar ela começa a caminhar para dentro da caverna, a raposa via que ela ia entrando e ao ver uma pequena aranha do seu lado ela solta um grito correndo atras da dama: — Kyran me espera por favor. – Elas iam andando pela caverna, no início a mesma era um pouco escura então a ruiva fazia uma magia de luz para iluminar o caminho e a raposa segurando na manga direita da roupa dela olhando em volta com o dedo indicador na boca mordendo-o de leve com medo de algo surgi, Kyran parava subitamente e a mesma topava com ela a olhando.
Nari: — Aconteceu algo? – A olhando curiosa.
Kyran: — Acho que achamos, tem um local mais ao fundo iluminado.
Nari: — Luz? – Olhando ao fundo e notando o brilho. – Deve ser um tipo de cristal que emana luz.
Kyran: — Certo é isso que estavam procurando, bem o bicho deve estar lá. – Terminando de falar ela volta a caminhar com a raposa segurando na roupa dela, quando elas chegam no local de luz a Nari a soltava e olhava em volta. – Nunca vi uma quantidade desses cristais deve ter mais para. – Ela para quando via a quantidade de aranhas na caverna e se assusta — ARANHAS. – Tremendo os joelhos, vendo aquela quantidade, o avaliador de monstro da Kyran mostra que eram inimigos de rank B.
Kyran: — Hum não são elas do cartaz então onde será que. – Ela parava ao ver que seu avaliador mostrava que uma larva gigante com dez pernas de cada lado uma boca oval aproximadamente vinte olhos espalhados pela cabeça em uma carcaça marrom com um corpo cinza escuro enrugado ela pega o cartaz olhando e vendo seu avaliador.
Kyran: — Mas que porra é essa? Ele deve estar quebrado falando que aquilo é o nosso alvo.
Nari: — A-a-aquela c-coisa? – Apontando para o verme gigante, mas temendo as aranhas perto dela.
Kyran: — É, aquilo não é uma aranha nem a pau, as do lado beleza, mas aquilo não.
Nari: — Bem talvez alguém se enganou não acha?
Kyran: — É isso vai ser algo a perguntar na guilda, já que ele falou só das aranhas.
Elas encaravam aquele mostro, que parece fazer um barulho comandando as aranhas a ruiva dava um sorriso olhando: — Bem aquilo é a cabeça da matilha então, acho que podemos acabar com isso rápido.
Nari segura sua arma com a mão esquerda estava tremendo um pouco mas queria ajuda quando ouvia:
Kyran: — Não se preocupe eu sei que está com medo das aranhas e um descuido pode ser falta.
Nari: — Eu sei, mas não quero ser um peso morto.
Kyran se vira a olhando: — Eu não acho você um peso morto, você é uma excelente companhia. – Dando um sorriso a ela.
Nari vendo sorria ficando corada: — O-obrigada eu pensa. – Ela não conseguia termina a frase pois via algo enrolada nela, olhando vendo uma teia enrolando o abdômen dela com os braços junto ao corpo. – Kyran. – Sem conseguir terminar de falar ela se sentia puxada gritando, a ruiva notava se virando e olhando para a raposa. – Nari. – Vendo-a sendo puxada por duas aranhas e presa em uma teia, uma das aranhas prendia as pernas dela, abaixo dos joelhos com teia. – Kyran socor, mmhhh – Ela não conseguia termina de falar pois a outra joga teia na boca dela a tampando, ela se contorce com medo das duas querendo se soltar.
Kyran: — NARI. – Ela via ela com problemas tenta ajudar, mas quando ia correr tinha a perna direita presa em teia e puxada caindo e logo via várias aranhas pulando sobre ela fazendo um amontoado delas na ruiva, a raposa se assusta pensando que ela poderia estar com problemas, mas nota as duas aranhas se aproximando dela, fechando os olhos, pensando na ruiva ela ouvia dois disparos e abria os olhos vendo as aranhas que vinham para cima dela caírem e logo olha para o amontoado vendo algo acontecendo e um tornado jogando as aranhas para longe: — SAI DE CIMA. – E a ruiva levanto em fúria encarando aquele verme gigante: — Ninguém toca na minha raposa entenderam, seu verme super desenvolvido. – Falando aqui a raposa ficava vermelha com o que ela fala sorrindo sob a teia nos lábios e a ruiva dispara tiro de fogo matando algumas aranhas, mirando no boss algumas aranhas entram na frente dela a protegem, ela notava que teria que acabar com as arranhas primeiro.
Kyran pensando: “É isso vai dar um pouco de trabalho.” – Ela vira para a raposa a olhando: — Nari se importa de ficar aí mais um pouco? Tenho medo de não conseguir manter você segura. – Ouvindo a ruiva a mesma fazia sinal de não e vendo que algo vinha na direção dela ela se debate para avisar, Kyran nota a agitação e vira vendo uma rocha vindo ela quebra a mesma com um chute giratório e notava que aquilo foi arremessado pelo verme, parada o encarando. – Ao que parece alguém sabe fazer truque então, assim vai ser mais divertido te esmagar.
As aranhas voltando a pular para cima dela, guardando a arma da direta e sacando a espada, embuindo-a com uma magia de fogo ia acabando com as aranhas que vinha para cima dela, mas logo tira o fogo lembrando das teias “Tenho que tomar cuidado, se não a Nari vai virar churrasco se o fogo se espalhar”, pensando e imaginando a cena, a raposa tenta se soltar um pouco mas eram teias muito grudentas, fica só assistindo a luta. Mais teias são lançadas em direção a ruiva que desviava das mesmas: — Quer saber, cansei de brincar. – Ela aumenta sua velocidade, nisso pegando várias aranhas desprevenidas acabando com quase metade de uma vez parando em frente ao verme.
Kyran: — Boo. — Falando sorrindo para ele e dando um forte chute na cara daquilo a jogando contra a parede, se recuperando dando um grito que fazia as outras aranhas atacarem a ruiva e jogava pedras na direção da mesma a forçando a ficar se esquivando, algumas aranhas se recuam para junto do verme e iam jogando teias, a ruiva se esconde atras de uma pedra pensando “Isso está virando uma situação muito grudenta.”, pensava no trocadilho que fez voltando a pensar na situação coloca o rosto um pouco fora da pedra vendo como elas estavam se organizando tinha que se livrar daquele insetos logo, decide então usar um elemento de raio saindo por de trás da pedra com a espada na mão direita e o revolver na esquerda, vendo os jatos de teia ela para apoiando a arma no pulso direito fazendo disparos de magias de fogo nela queimando as teias e as aranhas sobrando por finalmente ela e o verme que taca mais pedras nela, cortando todas ao meio se aproximando e corta o verme de fora a fora ao meio também encerrando aquela luta, levemente cansada ela logo se recuperava olhando para o corpo daquela coisa e das aranhas, Nari ao longe via que a luta se encerrava, usa sua mana e puxa sua arma para sua mão e começa a tentar se soltar daquela teia. A ruiva guarda a cabeça partida do verme e mais algumas aranhas como prova e ia voltando para perto da raposa quando nota ela parcialmente solta, mas pendurada de ponta cabeça segurando o vestido.
Nari: — A poderia me dar uma ajuda? – Pedindo sem graça, a ruiva dava uma risada leve guardando suas armas e com uma lâmina de vento solta o pé dela preso à fazendo cair, ela se assusta fechando os olhos e caia nos braços dela, quando abria a olhava os olhos.
Kyran: — Pronto está solta.
Nari corada descendo — Obrigada. – Se examinando e notava teias na calda. – Nha isso vai dar trabalho para sair.
Kyran: — Que não seja por isso, vire-se por um momento. – Dizia a ruiva a ela, a mesma fazia o que ela pedia ficando de costas, vendo o pouco de teias que tinha ali a ruiva puxa congelando as mesmas deixando a calda limpa, a raposa separa mostrando as duas caldas mexendo-as bem e abanando as mesmas feliz.
Nari: — Obrigada.
Kyran: — Não foi nada, venha vamos voltar e avisar o pessoal.
A raposa fazia sinal de sim a ruiva dava uns passos a raposa fica pensativa “Bem foi mais mérito seu do que o meu.”, vendo que não fez nada para ajuda suspira e ia seguindo-a, logo que voltavam para guilda Kyran ia direto para o balcão de entrada onde tinha falado com a recepcionista para pegar a missão falando com a mesma sobre.
Ikari: — Bem vinda Kyran, conseguiu terminar a missão?
Kyran, pega o poster da missão colocando no balcão: — Sim, mas tenho que informar que teve uma pequena desinformação nessa missão, não só as aranhas e sim um verme gigante que tinha guardas como aranhas.
Ikari: — Mas no poster. – Ela pega vendo uma aranha desenhada, mas algo mais atras mostrava um verme. – Bem então era uma missão bem mais perigosa.
Kyran: — Sim, eu prometi não aumentar o valor, mas queria fala com ele poderia o chamar aqui?
Ikari: — Vou chamar ele só um momento.
Enquanto isso Nari estava na parte do bar, sentada um pouco triste quando via uma caneca ser oferecida a ela pela garçonete.
Rubi: — Aqui querida acho que precisava de uma dessas. Você está de acompanhante da ruiva, não é?
Nari: — Obrigada, a sim bem acho que mais para peso morto.
Rubi: — Porque disso isso, vocês voltaram da missão vivas, isso que importa.
Nari: — Bem eu fui pega pelas aranhas enquanto ela lutou sozinha.
Rubi: — Mas, ela em algum momento chegou a falar algo achando que você estava atrapalhando?
Nari: — Bem que eu lembre não.
Rubi: — Então, porque não conversa com ela.
Nari: — Tudo bem, farei isso e quanto pela bebida?
Rubi: — É por conta da casa, essa era uma missão que estava a tempos sem terminar, já que o fizeram considere um presente.
Nari: — Obrigada. – Ela nota uma mesa redonda e se encaminha até ela, daria para as duas ficarem lá sentadas, olhava para o balcão e via Kyran ainda discutindo sobre a missão e mostrando a cabeça do verme e as aranhas que derrotou, dava um sorriso mas logo lembra suspirando do que aconteceu olhando para a caneca na frente olhando para bebida e pensativa com uma expressão triste nos olhos “Acho que estou sendo um peso para ela, primeiro me ajudou com aqueles bandidos e agora com esse monstro, tudo por causa de um medo bobo e também disse que era uma lutadora, que bela lutadora eu sou.”, ela fecha os olhos e não notava que a ruiva se aproximava, só sua orelha direita que mexia mas quando via a ruiva estava a sua frente ela sentia um carinho abrindo os olhos e cruzava olhar com a ruiva.
Kyran: — Está tudo bem Nari?
Nari: — É que me senti um peso morto na missão e contra aqueles bandidos.
Kyran a ouvindo dava um sorriso ainda fazendo carinho nela, a raposa fecha os olhos e ouvia: — Eu não acho.
Ao ouvir aquilo a raposa levanta o rosto e abria os olhos espantada, vendo que ela mudava a expressão a ruiva dava um sorriso se sentando a frente dela, a garçonete trazia uma bebida a dava pegando e tomando um gole olhando a raposa: — Bem como disse você não é um peso morto.
Nari: — M-mas.
Kyran: — Nari, duas coisas. – Ela levanta a mão direita mostrando o dedo indicador a ela. – Um quando te achei a julgar pelos seus ferimentos e como eles estavam dispostos na área já imaginei que foi um plano de emboscada e quando vi que uma estava na arvore e eles conversando foi o que tinha imaginado e o irmão só te uso de isca. – Ela fazia sinal de sim. – Segundo, eu entendo o medo de aranhas, eu mesma já tive medo de umas coisas.
Nari se espanta de novo ao ouvir aquilo dela a olhando: — Mas você parece tão corajosa.
Kyran dando um sorriso: — É, só sou assim pois decidi por encarar meus medos.
A raposa ficava espantada e a ruiva conta sobre uma missão que ela teve que passar, uns trezentos anos após ela ter chegado a esse mundo nos primórdios da guerra, ela estava andando pela cidade do sul e viu no quadro de missões fora da guilda uma missão em um caverna teria minérios para exploração, vendo as especificações e vendo que seria uma missão de reconhecimento decidia por aceitar, ao chegar no local vendo a caverna ela entrava, tinha ido sozinha tira um cristal do seu armazenamento e entrava na caverna, notava alguns buracos nas paredes o que leva a suspeitar de alguma coisa ali, mas podia notar minérios conforme ela caminhava indo mais fundo a caverna, mas algum pressentimento começa a tomar conta dela a deixando meio arrepiada.
Kyran “Porque sinto algo estranho, como se tivesse algo por aqui.” – Pensando olhando em volta via um vulto passar se arrepiando “O que foi aquilo? Devo estar louca.”, balando a cabeça e seguindo seu caminho, adentrando mais logo ela nota o que parecia ser uma curva, mas formada por uma parede e nota várias cobras de corpo negros e machas vermelhas pelo corpo, estavam em várias e de vários tamanhos pelo chão, mas outra coisa a deixa mais assustada, tinha pequenos nichos onde estavam enroladas e pareciam moitas e até conseguiam se mover, ao ver aquilo a ruiva se assusta.
Kyran: — C-cobras.
Ela nota que elas a ouvia e se esconde tampando a boca torcendo para elas não a procurarem fica encostada na parede “ Ah por que tinha que ser cobras.”, pensando consigo ela tinha muito medo disso já que teve um pequeno susto quando criança assistindo a um filme que tinha cobras, tentando se acalmar ela pensa que talvez teria que dar um jeito naquilo mas sentia usas pernas paralisadas devido a medo daquelas coisas, ela nota algumas passando e segura a respiração e podia notar que elas passam direto, soltando o ar devagar e ainda encostada na parede.
Kyran pensando “Eu vou escapar e deixar isso quieto, afinal elas não parecem ser de rank muito alto.”, olhando para algumas a maioria era rank B, se inclinando olhando as moitas elas eram rank B também, mas algo chama sua atenção e notava algumas cobras maiores e se juntam a menos viram uma moita de cobras, ao olhar aquilo ela ficava branca como um fantasma e chorava “A serio isso, não tinha como ficar pior não é”, mas ao falar aquilo ela se vira e via duas moitas pequenas surgindo a sua frente soltando um grito e caia no chão sentada e começa a se arrastar para trás fugindo daquilo mas logo que parava e olha para trás via aquelas moitas gigantes, gritando e saia correndo achando um buraco ela se joga no chão deslisando entrando ali, notando ter um espaço ela abraça as pernas escondendo o rosto entre as mesma, com muito medo ela chorava ali enquanto os monstros começam a bater contra a parede querendo quebrar.
Kyran pensamento “Acabo, vou ficar aqui até alguém me achar, o máximo que vai acontecer é eu ser mordidas e apertada por elas, já que não posso morrer hehehe, porque fui aceita essa missão, ninguém vira aqui já por ser tão alto nível.”
Ela fica perdida em seu medo até que uma lembrança vinha até a sua mente do seu avô, nela ela se lembra de ver uma cobra quando criança e seu avô a protegendo.
Kyran: — Vô o Senhor não tem medo dessas coisas?
Vô: — Ter até tenho, mas eu decidi enfrentar esses medos para que possa proteger e ajuda quem precise, as vezes os medos estão ali apenas para a gente os superar. – Falando isso e dando um sorriso, esse sorriso a fazia ter uma luz e parar de chorar “A vô só o senhor mesmo.”, ela sentia uma coragem tomando conta dela o espaço que estava era grande e ela conseguia fica de pé enxugando as lagrimas.
Kyran: — Tem razão não posso deixar um medo tomar conta, tem muito em jogo por aqui.
Sacando seus revólveres ela vê uma fresta na parede surgindo e a cobra olhando sorrindo apontando para a mesma: — Foi mal, hoje não. – Falando disparando magias de fogos que queimam aquela cabeça e a que estava logo a direita se espalhando para o resto do corpo, os disparos abriam um buraco na parede e a ruiva ia passando saindo do mesmo, encarando as cobras remanescente.
Kyran: — Hora da limpeza.
Ela guarda o revolver direito e saca uma adaga do espaço dimensional que tinha, encarando as cobras que começam a atacar ela com cuspe de veneno e bote, ela atira no veneno e cortar as que vinham para cima dela, desviando de algumas e acabando com as moitas, quando notava estava sentada em uma pedra e todos ali mortos e reduzido a cinzas, tomando um folego e pegando algumas como prova e voltando para a guilda, lá ela entrega a prova da missão cumprida e recebia sua recompensa, sabia que a caverna ia ajuda com os recursos que ela possuía, voltando aos tempos atuais Nari ouvia toda aquela história dando um sorriso segurando o copo com as duas mãos.
Nari: — Obrigada por me contar, isso me confortou. Bem também tenho que confessar que não tive muitas experiencias de luta.
Kyran: — Tudo bem, você vai enfrentar alguns inimigos e ficar boa como eu.
Nari: — É tem razão.
Logo elas notam a garçonete Rubi se aproximando: — Desculpe atrapalha, aqui a comida e vocês e mais uma bebida a cada uma.
Kyran: — Obrigada.
Nari: — Obrigada, qual nosso próximo destino?
Kyran: — Pensei em irmos para Narder, lá deve ter uma pessoa que pode nos ajudar com informações.
Nari: — Mesmo depois de muito tempo?
Kyran: — Sim, podemos dizer que ela é tão imortal quanto eu.
Nari pensamento: “A uma mulher, certo é alguém que ela gosta.”, pensando abaixando o rosto a ruiva notava e pergunta: — O que foi Nari você desanimou de repente. – Ao ouvir aquilo a raposa fica corada e fazia sinal de não para ela espantada: — N-não foi nada. – Dando uma risada para descontrair e começando a comer, a ruiva fazia uma expressão de dúvida e se lembrava.
Kyran: — A sim outra coisa que estava pensando, acho que você precisaria de uma arma nova.
Nari: — Arma nova? – Agora ela que fazia a expressão de dúvida a olhando pegando uma das suas e olhando. – Mas o que tem de errado com ela? – Examinando tentando entender o que a ruiva falou.
Kyran notando-a em dúvida com a mão direita fazia um fio de mana puxando para si a arma: — Não se preocupe sua arma não tem nada de errado eu só pensei no caso de você ficar sem mana e não conseguir mais usar os fios.
Nari: — Bem eles não costumam gastar muita mana, mas se alguém conseguir a suprimir realmente eu teria um problema com elas.
Kyran: — Muito bem dito. – Jogando a arma de volta a ela que pegava e guardava, enquanto a ruiva tira um projeto do seu armazenamento e mostrava a ela. – Eu me lembrei disso que fiz uma vez, o que acha? – A raposa pegava o projeto e analisava ficando intrigada. – Bem como ela funcionária? – Perguntando ainda confusa, sorrindo a ruiva falava: — Simples, pense como uma espada e que para a surpresa de alguém ela se estica e tem tipo um cabo conectando a ponta a base e suas partes ficam ligadas ao cabo, com certeza deve pega muita gente de surpresa. – Ouvindo as coisas que ela falava e olhando o projeto ela dava um sorriso. – É soa interessante, parece até coisa de outro mundo. – Fala a raposa a ela, sorrindo e a ouvindo fica sem jeito se levanta por um instante indo até a Ikari e conversando com ela, voltando sentando-se de novo.
Kyran: — A Ikari me deu o nome de um ferreiro levaremos a arma lá para fazer para você.
Nari: — Ok, tem certeza que não é um gasto atoa comigo? – Ela pergunta toda tímida, a olhando.
Kyran: — Relaxe quanto a isso, é tudo para te ajudar, vamos assim que finalizarmos ok?
Ela fazia sinal de sim concordando com os termos, elas terminavam e se encaminham para o local do ferreiro, adentrando a loja dele a dupla podia ver várias armas exposta ali e uma pessoa alta com um porte físico desejável com uma camisa de manga com os braços cruzados e uma calça de couro, a ruiva se aproxima do balcão o encarando e Nari fica um pouco atras sentindo um pouco de medo, pois ele parecia intimidador.
Fabron: — A que devo a honra das senhoritas a minha loja.
Kyran: — A Ikari da guilda me indico você, preciso que faça um projeto para mim.
Fabron: — Claro o que seria esse projeto?
Kyran tira o projeto de seu armazenamento e mostrava a ele, pegando e olhando aquilo ele dava um sorriso e uma risada alta e logo falava: — É um projeto tanto interessante, seria para você senhorita?
Kyran: — Pode me chamar de Kyran, não seria algo para ela a assustada atras de mim ela se chama Nari.
Nari: — O-oi.
Fabron: — É um prazer conhece-las, desculpe esse meu jeito é que tive alguns encrenqueiros ultimamente, me chamo Fabron, bem é um projeto um tanto diferente, mas consigo fazer, quando dias ficaram na cidade?
Kyran: — Ficaremos o tempo que precisar para a montagem da arma.
Fabron: — Cinco dias, é tudo que preciso.
Kyran: — Ótimo quer que pague agora ou no dia de retirada?
Fabron: — Vocês foram indicação da Ikari, pode ser no dia que vim pegar a espada.
Kyran: — Certo então voltamos em cinco dias.
Fabron: — Estarei no aguardo.
Elas iam saindo após se despedirem dele, então resolvem por andar um pouco pela cidade e quando notavam era quase noite a se pegavam pensando onde passariam a noite e os dias até a espada estiver pronta, andando procurando pousadas, mas a maioria estava ocupada e algumas após o entardecer não aceitam atender após a noite, em uma última tentativa elas acham uma que estava disponível.
Atendente: — Hum temos um único quarto vago por hora, ele fica no terceiro andar e tem banheiro particular.
Kyran: — Poderíamos usar ele por uns dias? E quantas camas ele tem?
Atendente: — Hum se não me engano é uma, mas é bem grande.
Kyran: — A uma cama. – Ouvindo ela fica vermelha, olhando para Nari que estava vermelha também, mas ela vira o rosto para o lado oposto para que a ruiva não notasse, mas a calda dela não parava de balançar mostrando estar feliz, a ruiva vira para atendente se recompondo. – Ficaremos com ele mesmo.
Atendente dando a chave a ela: — Terceiro andar final do corredor.
Kyran: — Certo obrigada, v-vamos Nari. – A ruiva ficava um pouco nervosa não entendia bem a Nari ia subindo com ela, as duas em um silencio até chegarem e entrarem no quarto, vendo o local e achando bem confortável.
Kyran: — Bem não sei porque estamos assim, não é como se algo fosse ocorrer não é. – Falava andando e rindo para descontrair.
Nari: — É tem razão, acho que vou tomar um banho.
Kyran: — É tem razão o dia foi agitado. – Elas iam para o banheiro e notava que era circular, elas tomam um banho quente após aquele dia agitado. – Ah, nada melhor que isso para relaxa os músculos.
Nari: — Imagino que o cansaço deve bater agora.
Kyran: — É, mas você também deve estar exausta, foi até uma viajem bem cansativa.
Nari: — É bem não digo muito pela luta pois.
Kyran: — Não diga isso Nari. – Falando a ruiva interrompendo a raposa tirando a toalha do rosto a olhando. – Você não é um peso, lembre-se bem disso certo? E já tivemos essa conversa.
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