His Forever

1 O gosto do beijo de sua alma.


Notas iniciais
:3 Oin, eu tô morrendo de felicidades aqui! Leiam com muito carinho, tá?
Beijinhos *u*

O gosto do beijo de sua alma.

Conheci Amber e Kian – meus adoráveis primos que moravam na Suécia — somente quando já atingia os meu doze anos de idade, foi em uma viagem feita exclusivamente para nossas apresentações.

De inicio não tinha muita opinião formada sobre Amber, mas não demorou muito até que eu começasse a nutrir sentimentos carinhosos por ela. Amber é uma garota tão doce e carinhosa, uma das minhas pessoas mais favoritas neste mundo.

Kian também me servia como um ótimo amigo. Eu sempre fora uma criança tímida e raramente me abria com alguém. O ruivo era uma pessoa extraordinária, com quem eu sempre podia contar.

De volta à Áustria, experimentava a meiga saudade em ter alguém como amigo distante. Costumava fazer desenhos de retratos dos meus primos.

No mês de novembro, durante um belo outono – dois anos mais tarde – estava de volta a Suécia. Os meus pais aviam morrido tragicamente em um acidente de carro e eu me sentia cada vez mais só. Então Ian, que tinha assumido o trono no lugar de papai, me mandou à Suécia para visitar os meus queridos primos.

Eu me lembro claramente de um delicioso fim de tarde um tempo desses na Suécia, estava procurando por livros de fantasia na biblioteca do castelo, eu nem pude reparar na aproximação de Kian porque estava travando uma batalha em pensamentos.

— Annelise. – sua voz rouca me chamou.

Viro-me surpresa para encara-lo.

— Sim?

— O que está procurando? – ele me perguntou.

— Por um livro de fantasia, quero fugir um pouco da realidade. – eu lhe respondi. – Sabe de algum?

— Sei, — respondeu-me e como ação seguinte buscou entre as prateleiras um livro em particular. – este aqui é ótimo, você deveria lê-lo.

Peguei-o de sua mão. – Caçadores das sombras? Parece interessante!

— E é. — garantiu-me o ruivo.

— Obrigada. — agradeci gentilmente.

Ia andando em direção à porta quando Kian me puxou delicadamente pelo braço esquerdo, me obrigando a encara-lo, depois me beijou diretamente nos lábios. Nenhuma sensação do mundo se comparava aquela. Nenhuma palavra pode descrever o que verdadeiramente senti. Meus pelos se levantaram e meu cérebro derretia.

— Annelise. — murmurou com os lábios colados no meu. Nós nos separamos.

— Sim? — falei com as bochechas completamente vermelhas.

— Foi seu primeiro beijo? — Kian perguntou.

— Sim. — tornei a dizer.

— Você gostou? — indagou o ruivo.

— Sim. — tornei.

Kian sorriu orgulhosamente e sem dizer mais nada, saiu em direção à porta.

Notas finais
ANNNNWWWWW "U" ESSES DOIS sz