Notas iniciais
Gostaria de me desculpar pela enorme demora, é que eu estava pensando em... ei! Sem spoiler! Agradeço ao Matheus e à diva Lu Salvatore Mikaelson por favoritarem. Boa leitura!

Ouvi esta música. Espero que gostem.

P.O.V. MARIE

O piquenique foi fantástico. Eu não acreditaria se me contassem.

Eu o beijei. Eu tomei a iniciativa, e ele não se afastou (infelizmente nem retribuiu). Foi mais ou menos assim: ele me perguntou se eu estava gostando da comida. E eu respondi que...gostava mais de estar com ele. Então o beijei. E ele nada fez. Passou o resto do piquenique sem falar nada. Respondia quando eu perguntava algo, mas eram respostas vagas.

Ele me levou ao meu quarto, desejando uma boa noite, e saiu sem que eu tivesse tempo para fazer o mesmo. Quanta frieza. Decerto ele não gostou. Ah,mas ele tinha que gostar! Nenhuma dessas selvagens que participam desse campeonato merecem a coroa, a não ser eu.

–Helena!- gritei

–O que deseja, Senhorita? Está quase na hora de nosso turno acabar. Por obséquio, seja rápida.- disse aquela morena petulante.

–O meu vestido, como está?

–Você já o viu, sabe como é.

– Mais respeito! Ponha-se no seu lugar! Você é a minha criada, e deve obedecer-me! Para você, da ralé, é senhorita!- que falta de respeito. Eu deveria punir-lhe.

–Eu obedeço às ordens da família real. E não é porque te sirvo que devo ser tratada como uma escrava, senhorita.– explicou ela calmamente, como se explicasse a um bebê que dois e dois é cinco. Cinco, certo? Fiquei na dúvida. Será que é cinco? Não, é óbvio que é seis. Seis. Viram pessoal? E com isso a teoria de que loiras são burras desce pelo cano.

Aquela criadinha insolente se retirou, murmurando calmamente um "com licença". Mas como é ousada! Me trata daquela maneira e depois pede licença? Ah, mas ela vai ver.