Notas iniciais
É estranho para mim postar vários cap de um vez, já que eu geralmente posto uma vez por semana, mas eu estou pegando as copias originais já prontas da minha história salva no spirit e colocando aqui...

O garoto nada respondeu, apenas deu ombros e se sentou em uma das cadeiras ao redor da mesa.

Hilary ficou ali, sem jeito, porque não sabia se era para ela sentar-se também.

A mulher olhou para ela com olhos risonhos e disse enquanto pegava um prato na mão esquerda e a colher na outra;

— Sente-se querida, você gosta de macarrão com almôndegas? É a minha especialidade.

— Sim! Por favor – agradeceu antes de sentar e receber o prato de comida de bom grado.

Passaram-se alguns minutos de ouro silêncio. A comida estava realmente espetacular, a melhor coisa que Hilary tinha comeu, considerando que no orfanato Strawberry Field eram as garotas mais velhas que cozinhavam, e ela tinha quase certeza que já viu uma barata em cima da tampa da panela uma vez.

— Olha só, não queremos te assustar, mas nós somos convocados de Dumbledore para lhe levar a Hogwarts.

Incrédula Hilary apenas assentiu para não falar umas poucas e boas para a mulher que lhe recebeu tão bem.

— O grandioso mago Merlin, soube que, na verdade a herdeira dos Potters ainda estava viva, e pediu a Dumbledore que a procurasse – continuou — mas, como preguiçoso que era – falou brincalhona – nos pediu essa tarefa.

— Mãe... Ela ainda não sabe que é uma bruxa e muito menos de sua família – alertou Max – tive que fingir um pouco para ela aceitar vir.

— Oh – exclamou – me desculpe! Eu aqui falando de coisas que a Srta. nem deve entender! Bom, resumindo, você é uma bruxa, e não uma qualquer. Sabe essa pequena e inofensiva cicatriz em sua testa? Ela só aparece em bruxos que passaram por feitiços muito fortes. E no seu caso, você sobreviveu junto de seu irmão a uma maldição da morte, e até a alguns dias atrás, todos tinham certeza que você estaria morta.

A garota ouviu atentamente as palavras da mulher, achando tudo aquilo uma completa loucura e distopia, porém, como em sua vida nunca aconteceu algo grandioso –Que ela saiba – ela concordou consigo mesma em atuar como se fosse num papel da Broadway, ou então uma de suas histórias.

— Hmmm conte-me mais sobre essa tau de Hogwarts...

Dessa vez quem se pronunciou foi o homem;

— Que tal nos apresentamos primeiro? Eu sou Daniel e está é Samanta minha esposa, e este como provavelmente você já deve conhecer – se o meu filho ter tido a educação de lhe falar – Max. – Informou fazendo ela sorrir

— Hilary, prazer, mas acho que vocês já sabem

— continuando... – Samanta repreendeu Daniel com um simples olhar por lhe interromper – Hogwarts é uma escola bruxa de muito prestígio, e todos os bruxos recebam uma carta dela aos onze anos, mas dependendo eles podem ir para outras escolas como a academia de magia de Beauxbatons.

— E isso tem haver comigo porque...? – encarou a mesa

— Bom, como você recebeu a carta de Hogwarts, agora só precisamos comprar seus materiais. – exclamou Max empolgado

— É que... A Diretora do Orfanato rasgou minha carta. – engoliu em seco

Um Silêncio, não do tipo constrangedor, mas do tipo que alguém estivesse pensando.

— Sem problemas você pode usar a de Max – Daniel disse após tomar um gole de seu suco

— Sério? Muito obrigado – Hilary estava mesmo se entusiasmando com aquilo, mesmo que, em sua vista, tudo fosse um sonho louco

— Eeer... Como vamos encontrar tudo isso em Londres? – duvidou Hilary quando olhou a lista na mão de Max dentro do carro

— No beco diagonal oras! – Ele respondeu como se fosse a coisa mas óbvia do mundo

Hilary não entendeu a princípio mas como nunca tinha saído do orfanato a esse ponto, achou que fosse uma loja no centro de Londres ou coisa parecida.

Encarou a janela do carro vendo as árvores e as pessoas passando, viu uma mulher, triste, mas que assim que avistou um homem do outro lado da rua, sorriu instantaneamente. A garota pensou que seria legal ter alguém para te fazer sorrir em um instante.

Sentiu um cutucão fraco em seu ombro e virou a cabeça para olhar para Max que estava abrindo a porta;

— Você não vem?

Seguiu os movimentos do garoto e saiu do carro.

Analisou o local em volta, e se deparou com uma loja robusta com uma grande placa de madeira detalhada escrito “ Caldeirão Furado”

Adentrou a loja – pelo menos Hilary achava que era uma loja – Com Daniel, Samanta e Max e foi em direção a um balcão onde uma senhora com aparência ranzinza e um óculos regular estava na ponta do nariz.

Notas finais
Ia pedir um comentário mas deixa pra lá ksksksksk Espero que tenha ficado bom! Não desistam dessa fanfic