Hikikomori?
34 Em busca da bruxa.
Parte 1
*Acontecimento de alguns dias atrás.
Hosfort.
“Nós recuaremos a cidade. O problema é que não saberemos onde podemos ficar. Fomos considerado traidores pelo o império, isso significa que eles nos cassaram. ” O mais velho entre os homens falou. Ele era o responsável pelo os novatos, em seus olhos dava pra ver sua tensão.
Dizendo aquelas palavras, os novatos sabia o que aquilo significava. Não era simplesmente uma fuga, mas também um abandono. A cidade era composta sendo a maioria mulheres dona de casa, crianças de menos de 10 anos que não sabem nada sobre luta e idosos. E algo que todos se preocuparam, os doentes, os aleijados, alguém teria de ser sacrificado, deixado para trás para a grande maioria sobreviver.
Um dos soldados deglutiu.
Outro fechou sues punhos.
Outro abaixou a cabeça.
Mas...
Apenas um permaneceu calmo.
“Não pretendo deixar ninguém para trás. Eu ainda tenho força para lutar. Muitas pessoas que moravam na cidade acabaram que deixando de viver aqui e fugiram por contra própria, foram escolha delas, mas não podemos confiar nas coisas lá fora. Ainda há uma chance. ” O garoto falou sem mudar de expressão.
Ele tinha sido o primeiro a se revoltar contra os soldados de susanoo. Sua participação foi digna de honra.
“O que você quer dizer com “ainda há chances”?” Um “novato” de óculos perguntou.
“Levem todos que podem andar para o castelo da bruxa.”
“Ei, ficou louco?” Um garoto de 16 anos ficou intrigado com aquelas palavras.
O responsável franziu as sobrancelhas.
“O que você esta pensando?” O responsável perguntou.
“Ela, nesse momento, é a única que podemos confiar. “
“Confiar? Ela é uma bruxa! Algo do demônio!” Eles murmuravam.
“Mas ela estava do lado da sacerdotisa, até mesmo Darkness que é um dos 10 generais confiou nela. Por que nós não podemos confiar nela?” Ele falava serio.
“Porque ela é uma bruxa!”
“Só por isso? Ate onde vai sua ignorância? Só porquê ela é algo considerado como bruxa, não significa que ela seja a vilã! Quem nos traiu? Foi ela? Não, certo!? Foi o próprio rei que lutamos a cada dia para servi-lo! Eles que nos traiu! E vocês, aí, falando uma asneira dessa! Reveja seus pensamentos, observe as coisas que estão acontecendo nesse momento ates de falar algo patético como isso. Isso não é nenhuma desculpa para não confiarmos! ”
“Tsc!” O garoto, soldado, saiu irritado com aquilo.
“Mas que faremos quando chegarmos ao castelo dela?” O responsável perguntou.
“Convencem-na de nos ajudarmos. Esse é o único propósito de irmos até lá. Ela é nossa única esperança nesse momento. Ninguém mais poderá nos ajudar... Vocês precisam partir o mais rápido possível, pois não sabemos quando sofreremos outro ataque. Levem tudo que for preciso, enquanto ao que ficarem para trás eu cuidarei até que vocês voltem.”
Ele queria acreditar em uma esperança.
Todos entenderam o que aquelas palavras significariam. Ele ficaria para trás enquanto seus companheiros irão buscar por ajuda. Alguns soldados já foram embora junto com alguns cidadãos, ele abandonaram aquele local perigoso depois do ocorrido naquela noite e fugiram. Se o que sobraram entrasse no território da bruxa eles podiam se considera salvos ou até mesmo mortos, tudo estava dependendo do julgamento dela. O novato iria ficar pra trás com os impossibilitados de moverem-se livremente, eles só iriam ser considerados como “peso” para os outros que iriam na frente. A intenção daquele soldado era de não deixarem sozinho.
O número de soldados restante chegou a um nível crítico, 10. Contando todos na cidade de Hosfort, chegou a um número fixo de 380 atualmente.
*Atualmente.
Apenas dois soldados ficaram para trás.
Um que elaborou o plano, o outro que se voluntariou a ajuda-lo.
Com uma temperatura baixa, uma brisa gelada, eles olhavam atentamente aqueles que ficaram para trás.
Todos estavam reunido em uma casa grande “confortável” para que eles não se preocupassem com nada. (Na verdade, todos estavam deitado no chão.)
O nome do soldado era Fire. Ele foi o primeiro a lutar na grande noite.
O garoto segurava sua espada e andava não muito distante dos outros, ele estava tenso sobre algumas coisas.
Parte 2
Chegamos ao inferno do império. Aquilo que eles chamam de cidade, pra mim era uma prisão.
Só vendo de longe já fazia meu corpo tremer. Eu e a sacerdotisa estávamos do lado de fora, só pelo o que vi, já dava pra entender o que ela tinha me dito antes. Aos pés da montanha uma cidade de metal, cercado por um grande muro de ferro. Em cima do muro os soldados caminhavam desfilando com suas lanças. Até mesmo haviam 4 torres de vigia... O inferno era enorme, minha visão se perdia além do horizonte ao redor da montanha. As estrelas eram cobertas por uma camada de fumaça preta. Um grande portal de ferro que era maior que 5 metros eram sua entrada.
Estávamos um pouco adentro na floresta, apenas observado o local, até mesmo a sacerdotisa estava desconfortável por esta ali. Queria ir pra casa, esse era meu desejo vendo aquela frente.
Por alguma razão, aquilo me lembrava o Holocausto, não, era pior, apenas em ver aquele lugar de longe. O que eu estava fazendo ali? O que eu teria de fazer ali?
A sacerdotisa sentou debaixo de uma árvore, ela estava esperando alguém.
“Primeiramente precisamos entrar dentro da cidade. Depois que conseguirmos fazer isso as coisas se tornaram mais seria, ou nós saímos vitoriosos ou mortos. O plano pra entrarmos já esta em ação, tudo que precisamos fazer é esperar o momento certo. Logo depois de entrarmos, procuraremos alguém em especial que não é um simples prisioneiro, na verdade ele seria um espião e agente mandando por Marcus para liberta-los da cidade das armas.” Yoko falou após cruzar os braços e olhar para o céu.
Parte 3
*Beirute
Yamato estava comendo em uma barraca qualquer na cidade junto com sua companheira com orelhas de gato. Yuriko, a garota, estava comendo macarrão ao lado dele. Suas bochechas avermelhada e suas orelhas moviam-se freneticamente mostrava que ela estava adorando a refeição.
A cidade com grandes construções, com prédios altos, era bastante diferente das construções das outras cidades. Não mediram esforço para criar uma grande cidade de grande nível como Beirute. embora seja 7 horas da noite haviam poucas pessoas do lado de fora, apesar disso, nos bares estavam bastantes animados. Enquanto comia, Yamato viu alguns cartazes nos prédios da cidade.
“O que significa esses cartazes?”
O dono da barraca com cara de lagarto começou a responder.
“Por muito tempo essa cidade lutou pra ficar independente do império. Acreditamos que o império monarca não seja uma solução para todos os problemas, mas o rei nunca deu ouvido a nada que nós falamos no congresso. Essa é uma das poucos cidades onde o rei não tem total controle sobre, o governo daqui é feito pelo os próprios moradores. Esses cartazes são propaganda para um novo sistema governamental. Em consequência disso, já houve batalhas entre o império e a cidade, tentamos impor nosso desejo, mas sempre negaram. Se você perceber bem, a cidade quais não tem soldados do império, isso porque nem todos têm permissão de adentrar na cidade. Desenvolvemos nosso próprio meio de governo implantando emprego, seguranças e muitas outras coisas. Um grande fato disso é a cidade esta crescendo a cada dia. ” Após se aproxima lentamente do ouvido do garoto sussurrou.
“Aparentemente surgiu um rumo que a cidade esta criando seu próprio exercito para enfrentar o império.”
Yamato engoliu a seco.
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