Hikikomori?
11 Desespero crescente.
Parte 3
Eu estava de frente curvado. Meu corpo só faltava tremer de tão nervoso que estava. Entretanto, era algo que precisava fazer. A pessoa que estava na minha frente era a sacerdotisa de gelo.
Eu... lentamente... comecei a falar.
"E-eu..."
"..?"
"E-eu... q-quero que v-você me treine. " No final, mesmo com dificuldade tinha terminado.
Ela franze as sobrancelhas.
"Antes que crie qualquer ilusão que eu possa lhe treinar, desista. Não farei isso."
Aquelas palavras foram bem fundas da minha alma. Fechei meus punhos, minha mão tremia. Essa era a parte mais difícil, faze-la concorda. Eu sabia que não iria ser fácil. Contudo isso, tentei não me abalar.
"Existe algo que posso fazer para você mudar de idéia?"
"Por que quer treinar tanto assim? O que esta pensando?"
"Isso é algo que preciso fazer para ficar mais forte!"
"Se você treinar todos os dias, os resultados do seu treino virão."
Olhei para ela erguendo a cabeça.
"Mas, preciso ficar o mais forte o mais rápido possível!"
"Se existe algo que possa fazer para eu mudar de idéia, falarei." A sacerdotisa anda em caminho a porta. Roda a maçaneta e sai. Ela demonstrou total desinteresse em meu pedido.
—__
O padre, por pura "bondade" havia emprestado meu quarto para a elfa que veio junto com a sacerdotisa trocar de roupa. Inocente, sem saber o que estava acontecendo, entro no meu quarto e me deparo com uma linda garota de toalha. Logo não me lembro de mais nada. Isso tudo foi um plano para eu me encontrar com a sacerdotisa. Ele sabia que Yoko é uma pessoa que mantém pouco contanto com as pessoas dentro da igreja e por isso é difícil vê-la. Se ele pede-se para falar comigo, ela negaria por não ter interesse. Criando uma situação que não pudesse evitar, ela teria que me ouvir. Ele agora estaria cuidando de seus hematomas causado pela sacerdotisa.
Parte 4
"Por explicar qual a sua intenção? Fuyuki Yoki, estava sentada com as pernas cruzadas.
"Ele é um irregular. Mesmo já havendo passado dias depois do contrato ser um sucesso, O brasão ainda não apareceu. Entretanto, sua habilidade com a espada continuar a aumentar. Logo, logo ele se tornara um dos melhores. Decide colocar minhas esperanças nele. "
"E se ele "errar" o caminho?"
"É para isso que você esta aqui. Você terá de mata-lo. "O padre estava de frente para ela bebendo seu precioso chá.
"Entendido..."
"O principal suspeito do que ocorrendo na cidade vem de Devil. Com o jeito infantil dele, recentemente ele veio pedir para me aliar a ele. Não posso negar de cara, então falei que iria pensar no assunto."
A garota franziu a testa.
"Ele falou os seus propósitos?"
"Quando eu perguntei, ele colocou um sorriso no rosto e não me respondeu." Logo após isso ele da um gole.
"Inicialmente, a cidade que estava sendo mais afetada pela a crise era Douth. Entretanto, nos últimos dia percebo que ela esta se alastrando por todo império. "A sacerdotisa caminhou ate a janela.
"Não pude ir para reunião por cauda dele, então acabei pedido para o garoto ficasse no meu lugar. Quando ele chegou perguntei o que tinha acontecido e parece que o acesso ao rei esta sendo negado. A única pessoa que pode falar diretamente com o rei é Devil. "
"O que você esta supondo? Você quer dizer que ele é que esta causando tudo isso?" Ela olhou para ele como se quisesse saber mais sobre isso. Um olhar de curiosidade.
"É uma hipótese que não pode ser descartada.
Ela pensou.
"Quero ressaltar de algo mais cedo. Aparentemente, de acordo com Gardênia, a elfa que veio comigo, ela me disse que o vilarejo na floresta ao sudeste daqui onde morava foi atacado por algumas pessoas. Pela característica que ela me deu deixou claro que foi os soldados do império.
"..."
Nenhuma resposta foi ouvida.
"Tsc."
O padre começou a pensar. Ele colocou a xícara sobre a mesa em sua frente e levou sua mão ao queixo.
"Se agirmos tarde demais, nada mais poderemos fazer. Se Devil é o culpado, tudo que precisamos é derrota-lo. Ainda tem gente nessa cidade que tem senso de bondade e vai querer ver essa cidade como era antes ou talvez melhor. " Ela fechou a porta com força batendo-a. O padre não se importou com a porta, ele ainda se concentrava em seus pensamentos.
Mesmo dizendo aquelas palavras, ela sabia que não seria um trabalho fácil. Devil era um dos 10 generais do império, então seu poder era de alto nível. O padre sabia que ela tinha uma certa razão. Se agir-se tarde demais nada poderia fazer. Olhando pela janela ainda era uma cidade pacífica, mas quem vive lá sabe que não esta sendo fácil.
Arriscando em um garoto, em um rosto novo. Sendo uma pessoa nova na cidade, ele poderia se mover livremente sem se destacar muito. Entretanto, seria questão de tempo até começar a destacar-se entre os demais. Aproveitando o desejo de um garoto de querer se torna herói, o usando para seus ideais.
Medo esta se espalhando. O ódio esta crescendo. As mortalidades estão aumentando. A dor foi a única coisa que restou para as maiorias. Quem seria Devil? O que o torna tão perigoso? Desejos egoístas?
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