Hikikomori?

20 Ataque a Hosfort- Parte 2


Parte 1

A sacerdotisa criou duas espadas com sua magia. Congelando as partículas de água no ar a um nível que nenhum ser humano normal pode aguentar. Em sua frente estava um dos 10 generais do império controlado pelo rei. Ele não temia aquilo que estava em sua frente, ele sabia que seu poder era temido por muitos. Ele era um dos 10 generais especialmente escolhido para servir aos desejos do rei.

Seu nome era Susanoo.

Sua bênção era Santa, algo que humano normal não conseguiria. Ele ergue sua mão para o céu e de repente começa a brilhar, aos poucos sua arma aparece. Sua espada mutante quais do seu tamanho aparece desabridamente única.

“O meu contrato foi feito com o deus da mitologia japonesa, susanoo. Essa é Kusanagi-no-Tsurugi retirada do corpo de um dragão." Só ao balançar a espada criou ventos fortíssimos. Logo ele contínua. “Sacerdotisa da fada de gelo, você escolheu alguém errado para tentar desafiar. Isso é considerado resistência, então eu posso lutar com tudo o que tenho.”

“Eu digo o mesmo.” Ele apertou fortemente em tom de raiva.

*

(O que eu faço? Sera que eu devo rebelionar contra esse ataque do império? ) O soldado responsável pelo os novatos estava nervoso.

*

“ Fora dessa cidade ainda existe gente sobre minhas ordens, atacarmos é um suicídio. ”

Susanoo revelava a situação.

Logo após colocar a espada sobre o ombro continuou.

“Soldado, peça para seus homens atacarem fogo nos sobreviventes restantes. ” Susanoo falava para o responsável pelo os soldados da cidade. A população daquela cidade já estava reunida esperando ser exterminadas, choros ao escutarem isso aumentaram. O responsável fechou seus punhos e abaixou a cabeça.

“Como podem fazer uma tirania dessas? Você não percebe que isso é um absurdo?” A sacerdotisa cuspiu essas palavras.

“O povo é apenas peões ao olho do rei, eles so servem para serem descartados para uma jogada maior.”

Escutando isso, Yoko ataca com suas duas espadas, mas é bloqueada por susanoo com sua espada.

“Desgraçado!” Seus olhos era repleto de fúria.

O soldado responsável começou a caminhar em resposta da ordem lhe dada.

Chegando nas pessoas oprimidas dava para ver seus medos pelo os olhos, sem poder lutar.

“Não fode!” Sussurrou para se mesmo.

Ele ergueu sua espada e começou a gritar.

“FOMOS TRAÍDOS PELO O IMPÉRIO! ES QUE O REI ENLOUQUECEU. AQUELES QUE AMAM SUA FAMÍLIA, AQUELES QUE ACHA QUE ISSO É ERRADO PEGUEM SUAS ARMAS E LUTEM PARA AQUILO QUE ACHEM CERTO! TA NA HORA DE MOSTRARMOS QUE NÃO SOMOS SIMPLES PEÕES QUE PODEM SER DESCARTADOS!”

Apesar disso, nenhuma resposta em sua ação foi feita.

Parte 2

Eu queria soltar os cidadãos primeiros antes de ter uma luta, mas parece que isso não vai acontecer. Eu fui descoberto antes de começar a agir. estava indo mais para o centro da cidade, passando, evitando o fogo, mas com isso fui descoberto.

Desembainho minha espada que estava nas minhas costas. Meu inimigo não chegava a ser mais velho do que eu. Ele segurava uma espada de 40 centímetros. O soldado atacava-me diagonalmente, entretanto, eu estava melhor do que antes.

O som do atrito ressoou pelos meus ouvidos. Ele recua, vejo essa oportunidade para contra-atacar. Vou com um ataque vertical, mas ele pula para o lado para esquivar. Meu ataque acerta o chão. Apesar disso ele fica em pé novamente. Um grande barulho veio do centro da cidade, mas não era hora para se preocupar com o que estava vendo ali.

Logo em seguida começa a defender-me de vários ataques consecutivos causados por ele. O soldado era bom, mas eu era melhor. Eu defendia todos os golpes de espada sem dificuldade e então uma voz foi ouvida.

“FOMOS TRAÍDOS PELO O IMPÉRIO! ES QUE O REI ENLOUQUECEU. AQUELES QUE AMAM SUA FAMÍLIA, AQUELES QUE ACHA QUE ISSO É ERRADO PEGUEM SUAS ARMAS E LUTEM PARA AQUILO QUE ACHEM CERTO! TA NA HORA DE MOSTRARMOS QUE NÃO SOMOS SIMPLES PEÕES QUE PODEM SER DESCARTADOS!” Ela vinha do centro da cidade, não muito longe de onde estávamos lutando.

Me perguntava o que estava havendo. Me perguntava o que estava acontecendo. Eu estava curioso. E então, em um descuido, o soldado vai para o ataque. ele correu em minha direção me preparei para defender o que estava por vim e logo ele desvia o caminho para um outro local. O soldado entrou em umas das casas que estava pegando fogo e corria em direção ao centro da cidade.

Parte 3

O soltado estava abalado por ninguém ter pensado igual ele.

“Isso foi traição!” O general falou.

“Maldição!” ele sussurrou.

“..!?”

Contudo, Susanoo saltou para longe da sacerdotisa. Ao balançar a espada na direção, uma lâmina produzida pela espada estava indo na direção do traidor. Era muito mais rápido do que o responsável dos soldados. Ele ficou esperando a morte por ser ingênuo demais. Ele fechou seus olhos, mas nada aconteceu. O soldado de trinta anos se perguntava o que aconteceu, lentamente abria seus olhos e em sua frente uma garota de vestido azul-turquesa o salvou. Mais as coisas não pararam por ai, logo em seguida o general vai para o ataque corpo a corpo com sua espada na mão. Ele deu um salto com intenção de cortar a sacerdotisa de gelo que o defendia, entretanto, a Yoko soube como se defender. Com as duas espadas de gelo fez um “x” e conseguiu bloquear o ataque, mas com o impacto o chão ao redor quebrou como tivesse acontecido alguma explosão. A uma pequena cratera foi o resultado disso.

“Nada mal!” Ele falou secamente.

Susanoo vs Fuyuki Yoko.

Aquele que foi abençoado por deus do mar e da tempestade contra aquela que foi abençoada por uma fada.

Era o deus vs fada.

Mas logo atmosfera mudou.

Um garoto de 16 anos saiu das chamas, ele era um soldado de poucas experiências, mas ele lutava contra os soldados da invasão. Ele era o único fazendo aquela barbaridade.

Ele lutava sem armadura, o qual insano ele era?

Louco ou corajoso?

Ele se moveu em resposta a declaração do responsável. Ele lutava por sua cidade, por sua família, Mas sozinho não durou muito tempo, pois aqueles que o via pegou sua espada e foi ajuda-lo. Apenas um soldado serviu como motivação para os demais.

Eles eram os iniciantes que defendiam suas cidades. Apesar disso ainda existia uma grande diferença. Eles eram novos tinham poucas experiência em batalha desse nível.

Parte 4

Eu corria para ajuda-los, mas ao chegar mais perto estava acontecendo uma grande batalha entre eles mesmo. Após a sacerdotisa me ver pediu para ajudar os soldados novatos. Eles usavam roupa diferente. Corro para ajuda-los, o calor estava escaldante e o cheiro insuportável.

Um dos soldados estava perto de receber o golpe final, ele estava no chão desarmado, mas me meto na frente e consigo o defende-lo. Bloqueio com minha espada o ataque que o soldado inimigo fez, não parei por ai, acho uma abertura e contra-ataco o cortando sua barriga.

Não teve tempo para descansar, enquanto eu estava parado, um segundo ataque apareceu pelo lado direito, algo em minha mente avisou, meus instintos depois do contrato estava mais apurado. Consigo bloquear o ataque vertical. O soldado que estava no chão pegou sua espada e acertou no coração daquele que me atacou. Soltei um sorriso pela ação feita por ele.

O soldado cai morte instantaneamente.

Notas finais
Muito obrigado a vocês que chegaram ate aqui. Felizmente isso é apenas uma das batalhas que vai acontecer.