Hijack Forever

27 Capitulo 28: " Missão cumprida"


Notas iniciais
Novo capitulo eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeh.

Hiccup, Astrid e os outros tiveram que esperar até recepcionista sair o problema é que quando isso aconteceu já estava dando cinco horas, eles observaram o homem sair do canil e o plano foi posto em ação, Hiccup pediu a Astrid que segurasse sua mochiça.

– Hiccup espera.- pediu Astrid- você sabe que tecnicamente isso é sequestro né??

–Ela tem razão Hiccup, se você roubar o cachorro, você pode até ser preso.- disse perna de peixe.

Hiccup olhou para Perna-de-peixe e Astrid, balançou a cabeça e sorriu.

–Ouçam se você esta pegando algo que não pertence a ninguém, ou algo que é seu, então não é sequestro, muito menos roubo. Agora segura a mochila aí vai.

Hiccup foi até o canil e aproximou-se da porta, colocou a mão na maçaneta e entrou.

–Ué, não tem alarmes de segurança??- perguntou cabeça-quente.

– É um canil, idiota. Para que precisariam de alarmes de segurança??- disse cabeça-dura dando um tapa na irmã.

Hiccup colou a touca do casaco e foi até onde os cães estavam, assim que entrou ele ouviu latidos estridentes e ensurdecedores enquanto, ele caminhava em busca de Banguela ele sentiu seu celular no bolso vibrar, colocando a mão no bolso ele pegou o celular em mãos era seu pai que estava ligando, sem hesitar Hiccup desligou o celular, e continuou sua procura.

Ele achou Banguela no final do corredor, ele estava deitado e sem a prótese que o garoto fizera.

–Banguela.- gritou Hiccup

Banguela, assim que notou a presença do amigo pôs-se a latir de alegria.

– O que fizeram com você??- Hiccup ajoelhou-se enquanto via Banguela tentando se arrastar para perto dele- Por que fariam isso?? Espera um pouco.

Hiccup voltou para a recepção pegou as chaves das que estavam no chaveiro e depois retornou em meio aos latidos para abrir a portão que prendia Banguela, o cachorro estava tão feliz que tentava ficar de pé, isso entristecia Hiccup. Ele tirou o telefone do bolso e ligou para Astrid.

– Alo??

– Astrid sou eu, será que você e o Perna-de-Peixe podem vir aqui me dar uma ajudinha?

Rapidamente Astrid e Perna-de-Peixe foram até lá.

Quando eles entrar no corredor se depararam com inúmeros cachorros latindo e avançando nas grades.

– Ugh. É por isso que eu detesto cachorros- reclamou Astrid e depois pôs-se a gritar por Hiccup.

– Estou aqui.- respondeu ele

Astrid seguida de Perna-de-Peixe dirigiu-se até onde Hiccup estava, eles o encontraram ajoelhado pronto para pegar Banguela no colo.

– Não fiquem aí parados, me ajudem.

Ambos se abaixaram e com uma certa dificuldade conseguiram erguer Banguela do chão; bom, digamos que a maior dificuldade para eles foi levar o cachorro até o lado de fora.

Quando eles finalmente saíram do canil, Perna-de-Peixe notou alguma coisa brilhando na lixeira do lado de fora do recinto.

–Esperem.- disse ele.

Astrid e Hiccup pararam e olharam para o companheiro.

– O que foi Perna-de-Peixe??-perguntou Astrid.

–Esperem aqui,eu já volto- disse o garoto largando delicadamente o cachorro.

Ele foi até a lixeira e de lá tirou a prótese mecânica que Hiccup tinha feito para Banguela.

–Hiccup, aquela não é a prótese que você fez??

–É, é sim. Perna-de-Peixe vem aqui. E traz isso que você tem na mão.

O garoto voltou com o objeto na mão; Hiccup pegou a prótese, com a ajuda de Astrid colocou Banguela no chão e ajustou a pata mecânica ao corpo do animal.

Banguela com uma certa dificuldade conseguiu ficar de pé.

–Ele vai ficar bem?- perguntou Perna-de-Peixe.

–Bom vai levar um tempinho até ele se acostumar mas ele vai ficar bem.

Todos voltaram para onde o grupo estava, Hiccup sempre atrás de Banguela para ter certeza de que ele iria ficar bem.

– Será que dá pra gente voltar?? Esta começando a ficar muito frio aqui okay?? – pediu Cabeça-Dura.

–Ele tem razão Hiccup. É melhor a gente sair daqui logo de uma vez.

Eles partiram para o ponto de ônibus e esperaram; quando a condução finalmente chegou todos subiram, porém Hiccup foi barrado ao tentar entrar no ônibus.

–Desculpe garoto- disse o cobrador- mas, nada animais dentro do ônibus.

–Mas eu tenho que entrar.

–Lamento rapaz , mas é proibido.

–Espera um pouco cobrador.- gritou uma voz.

Astrid pulou a catraca e foi até a porta, olhou para Hiccup durante um tempo, ela colocou a mão no bolso e tirou uma determinada quantia de dinheiro.

–Pegue, isso deve ser o suficiente para ao menos pegar um taxi.

–E o que te faz pensar que um taxista vai deixar um cachorro entrar em um taxi, quando um motorista de ônibus não deixou??

–Bom, aí o jeito é ir andando.- disse Astrid sarcasticamente.

Hiccup olhou para ela com uma cara séria e cruzou os braços.

–Só pega o dinheiro tá??

– Okay.- disse ele pegando o dinheiro- Mas eu devolvo.

– Não precisa.

Hiccup sorriu um pouco sem jeito.

–Obrigado Astrid.

–De nada.

Astrid voltou para o seu lugar, o motorista do ônibus deu a partida e Hiccup permaneceu no ponto observando o ônibus ir embora.

–É meu amigo, parece que somos só nós dois.- disse o garoto olhando para Banguela. — Agora se esconde atrás do ponto vai.

Banguela obedeceu e foi para traz do ponto, Hiccup esperou o primeiro Taxi passar, ele deu sinal para o que o veículo parasse , o Taxi parou, ele abriu aporta de traz do carro e com um assovio chamou Banguela que entrou no taxi, assim que viu o cachorro, o motorista retrucou, reclamou, e protestou mas Hiccup não podia deixar o amigo para traz.

De tanto insistir e amolar o motorista, Hiccup acabou dentro do taxi com Banguela sentado ao seu lado, a neve começara a cair novamente e as estradas começaram a ficar mais perigosas por conta do frio, o taxista estava tentando ao máximo tomar todas as precauções necessárias em uma situação como esta; no entanto, nem mesmo as precauções tomadas pelo taxista puderam evitar o que aconteceu. Em um curva o taxista perdeu o controle do volante, e o carro capotou.

Notas finais
Bom gente aqui esta mais um novo capitulo, em breve esta fic chegara seu fim. espero que tenham gostado deste capitulo.