Notas iniciais
aqui, o tão esperado cap da luta contra a professora. eu adimito, eu comecei meio pra baixo no começo, mas fui me empolgando e acabei revelando um porre de coisas sobre o Saito.

Assim que eu vi a professora, me acalmei e disse sozinho:

—ah, é só a professora.

Eu direcionei minhas falas a ela e disse:

—professora, estamos com problemas, alguém desobedeceu a regra e causou muitos danos a esses dois.

O Sand puxou minha calça e falou:

—seu idiota, é ela.

A professora puxou a espada, veio igual uma flecha na minha direção e tentou me cortar no meio, separar meu torço das minhas pernas.

Eu puxei a Blacko na hora e defendi, mas aquela professora era um monstro! Só com a força dos braços, ela me jogou na parede, depois me deu uma pancada que fez eu atravessar a parede com o corpo.

Eu cai deitado do outro lado da sala, e por algum motivo, minha cabeça estava sangrando e o sangue passando pelo meu olho.

A Professora me olhou de um jeito risonho e disse:

—então esse é o garoto vampiro? Fala serio, eu realmente esperava mais de você já que é um dos últimos da espécie, mas estou decepcionada.

A Riuka pareceu surpresa com aquilo só de ver pela careta.

Eu dei uma risada de leve e falei:

—que droga, pensei que só a Fidget lembrasse disso.

Falando dela, ela chegou, deu o maior soco na bochecha da professora e ainda disse:

—Falcon Punch!

Jogou a professora não sei pra onde, ela foi voando na minha direção, deu uma olhada em mim e falou:

—você já foi melhor que isso. eu te trouxe uma coisa.

Ela jogou um saquinho pra mim, eu peguei e comecei a levantar, abri o saquinho e vi uma coisa, peguei ela e falei:

—valeu, isso vai ficar divertido.

Ela trouxe um cristal, pode parecer inútil, mas é útil.

Eu apertei aquele cristal e ele virou uma espada parecia com a Blacko, mas ao invés de fio verde, o fio era azul. A espada também veio com bainha, e eu não ousei saca-la na hora.

A Fidget passou pro meu lado e falou:

—ela está voltando, parece que meu soco não fez muita coisa.

A professora apareceu limpando sangue da boca, então disse com um pouco mais de irritação:

—eu não imaginaria que essa pequena Nimbat conseguiria fazer algo assim.

A professora estava tirando sarro da Fidget, mas eu conheço ela, a Fidget retrucou:

—claro, ou pensou que eu era do tipo que apenas assiste enquanto os outros se ferram?

Eu não podia deixar passar:

—Fidget, você é bem dessa laia mesmo.

Ela mordeu minha orelha dizendo:

—o que você disse seu fracassado?!

Começamos a brigar lá mesmo, a professora ficou irritada e disse claramente nervosa:

—vocês ainda conseguem me ignorar seus vagabundos?!

A professora disse as palavras errada pra Fidget, ela é bem divertida e raramente fica com raiva, com a exceção de xingarem ela de vagabunda, isso deixa ela uma fera.

Eu e a Fidget ficamos sérios em menos de um segundo, a professora assoviou e algo que parecia um monstro começou a fazer barulho no corredor, enquanto ele chegava, a professora disse:

—sabe, eu sempre gostei de subestimar meus inimigos. Nenhum deles chegou aos meus pés. Mas como meu bichinho está com fome, eu vou chamar ele pra brincar com a gente.

Aquele “bichinho” apareceu, era um cachorro com o dobro do meu tamanho.

A Fidget estalou os dedos e falou:

—eu cuido desse, pode se concentrar na professora.

Aquilo não era bom, a Fidget estava seria. Eu estava até com dó daquele bichinho.

A Professora começou a dar risada, então perguntou:

—e o que você, pequena Nimbat acha que pode fazer com o meu Nokira-

A Fidget interrompeu:

—eles são caçadores natos de Nimbats, não é? Bem... a colônia aonde eu vivia foi completamente dizimada por essas criaturas, só eu sobrevivi. Depois desse dia, eu jurei que não iria deixar ninguém mais ferir algum amigo meu. Parece coisa de filme não é?

Eu acho que eu que iria sair de lá correndo, pra Fidget contar até o passado dela, a coisa vai ficar preta. Mas é claro que eu vou piorar a situação.

Eu cortei meu dedo, estiquei o sangue pra Fidget e perguntei pra professora:

—professora, sabe porque eu e a Fidget somos inseparáveis?

A Fidget lambeu meu sangue, concentrou duas bolas de ar nas mãos, então completei:

—um vampiro e uma Nimbat são totalmente compatíveis.

Eu segurei a Blacko e a outra espada bem forte, mas ainda não tinha sacado a outra. Eu e a Fidget avançamos ao mesmo tempo em nossos respectivos alvos, cada um levando um pra um lado.

Eu tentei acertar a primeira espadada, mas ela defendeu e me jogou pra longe, depois veio correndo cruzado, pulou e quase me cortou ao meio. Eu podia ter defendido, mas preferi desviar.

Eu pulei pra esquerda mas ela não ficou pra trás, ela quase me cortou de novo, essa eu tive que defender, mas ela com aquela força me fez atravessar outra parede.

A parte mais zoada é que nem aparece os músculos nos braços dela!

Eu fui parar na outra parede, ficou até o meu formato cravado lá. Eu cuspi sangue e vi que a professora estava vindo me apunhalar, eu desviei pro lado e fiz ela errar, ela cravou a espada na parede, e enquanto tirava, ela falou:

—você até que dura bastante, mas por mais quanto tempo vai aguentar?

Eu liguei o modo vampírico, ela veio tentar me acertar de novo, eu defendi e começou uma troca sincera de golpes, meus olhos estavam bem mais rápidos.

Ficou um ataque e defesa por um tempo até que pulamos os dois pra trás, então todos os cortes que eu tomei vieram a tona, eu ajoelhei no meu joelho e cravei a espada no chão, já a professora tirou poeira do ombro e falou:

—já sabemos quem vai vencer esse combate. Depois que eu acabar com você, vou atrás daquela Nimbat folgada, assim que terminar com ela, vou perseguir seus amigos e elimina-los um por um.

Eu estava olhando pra baixo, mas perguntei:

—e tudo isso... tem algum motivo especial?

Ela não esperava essa pergunta, mas respondeu:

—bem, como você não vai sair vivo daqui, vou responder: é trabalho, trabalho.

Eu fiz outra pergunta:

—e você ganha muito nele?

A resposta dela foi o que me deixou mais irritado:

—na verdade não, eu só faço por fazer mesmo.

Eu levantei segurando as duas espadas forte, então levantei a espada que ainda estava com a bainha e a abaixei com velocidade e força, fazendo a bainha sair e voar na direção da professora.

Ela defendeu e perguntou:

—esse era seu ataque surpresa?

Eu respondi olhando pro chão:

—não, esse é um dos selos que aprisionam meu vampirismo.

Ela arregalou os olhos por um estante, depois sorriu e disse:

—pare de tentar me assustar, nenhum vampiro precisa de um selo...

Ela olhou pra mim e bateu aquele gelo na espinha, meus olhos estavam vermelhos e muito irritado, então falei:

—você disse que eu sou um dos últimos da minha espécie. Você está certa, mas o que você acha que aconteceu com todos os outros?

Eu não dei tempo pra ela responder, eu apareci na frente dela e quase a cortei em três se ela não tivesse defendido, mas não ficava por ai. Eu larguei uma espada e dei um soco na barriga dela que fez ela atravessar duas paredes.

Dessa vez, ela que cuspiu sangue, depois falou sozinha:

—como?

Eu acabei soltando a Blacko também, avancei furioso na professora de novo e quase acertei o peito dela com um soco, mas ela defendeu, depois tentou contar meu braço fora, eu desviei apenas virando o corpo, depois pisei na espada dela com um pé e a chutei com outro.

Ela foi pra bem longe, e tenho que admitir, ela não morre por nada.

Eu peguei a espada dela e joguei na direção dela, pegou bem do ladinho da cabeça, eu ainda falei:

—errei por pouco.

Ela pegou a espada dela, apontou pra mim e falou com um pouco de desespero:

—Bankai!

Visão: Professora

Não acredito que esse moleque é tão forte! Sorte que eu usei um encantamento de proteção avançada antes de vir pra cá, senão eu estaria com sérios problemas de certeza.

Mas eu peguei ele com o Bankai, vou mata-lo antes que algo ruim aconteça.

Eu corri na direção dele e enfiei a espada na barriga dele, sangrou um monte, eu sequei o suor da testa e disse bem mais aliviada agora que o pirralho estava morto:

—ufa, essa foi complicada.

Eu ouvi a voz do pirralho falando:

—você acha que acabou?

Eu olhei pra ele, mas meu corpo não estava se mexendo, eu estava com medo.

O pirralho jogou minha espada longe, depois ele chegou bem perto de mim e falou:

—você me fez perder muito sangue.

Ele mordeu meu pescoço e começou a sugar meu sangue, mas eu estava sentindo uma sensação de prazer incrível enquanto ele fazia isso.

Visão: Fidget

Aquele cachorro não era nada, ainda depois que eu bebi o sangue do Saito, depois que eu bebo o sangue dele, eu fico bem mais forte.

Eu admito, depois que eu vi tanto sangue espalhado pelos cantos e tudo destruído, eu fiquei preocupada com ele, aquela professora tinha uma energia incrivelmente forte.

Eu encontrei a bainha da segunda espada dele no chão, eu segui mais rápido e vi o Autor e o cristal que eu dei pro Saito largados.

Pra ele soltar o Autor em pleno combate... eu tenho que achar o Saito rápido!

O Autor ainda gritou:

—Fidget, acha ele rápido! Aquela professora na real nunca teve intenção de matar ninguém, ela corre sérios riscos nas mãos do Saito!

Eu tinha esquecido dele, eu peguei o Autor e voei até o Saito, assim que eu encontrei ele, eu vi que o lugar estava todo manchado de sangue, principalmente o Saito.

Ele estava sugando o sangue da professora, e honestamente, ela parecia estar gostando muito. Mas isso é culpa as saliva do Saito, em garotas, ela causa prazer, em homens, ela causa queimação. É coisa do DNA dele.

Eu bati com o autor no Saito, a lamina do Autor virou um monte de cordas e amarraram o Saito, depois eu nocauteei ele em um ponto de pressão.

Eu olhei pra professora e falei:

—você tem sorte de eu ter chegado a tempo, o Saito ia te deixar só o osso.

A professora estava bem fraca por causa da perda de sangue, então eu a nocauteei rápido.

Aquele sim foi o dia mais agitado, ele me lembrou os velhos tempos, quando ainda era a sobrevivência do mais forte.

Dá medo de pensar no Saito aqueles dias...

Notas finais
espero que tenham gostado. são 22:40 a hora q postei esse cap.