Highschool Of The Dead - The Last Journey
5 Capítulo 5 - Mar dos Mortos
Aquele súbito sentimento de derrota não deveria, se não, fazer parte da consciência tranquila, é claro, abstratamente falando, que Saeko possuía enquanto, debruçada na proa do navio, via os últimos raios solares invadirem o continente que se perdera em tragédias infinitas. Seus olhos se lamentavam da força que ela não possuía, não a força física, nem a força de espírito, mas o poder psicológico para suprir seios anseios que rogavam por uma mínima piedade que fosse.
Duas horas atrás, o grupo todo fora surpreendido pela emboscada dos mortos naquela estreita, e única passagem para chegar até um refúgio longínquo da realidade que todos ali acreditavam, e nesse instante, vazia como as cascas de uma noz que fora espatifada por algum esquilo brincalhão, mas no tardio daquele sopro gélido de um vento fugaz, não havia nada ali que soasse como uma brincadeira. Como ela poderia estar tranquila consigo mesma, estando ali, apreciando o som do mar cheio de vida meio a tanta morte, passados os dias em que via sua vitalidade ser perdida com todos os medos que percorriam seu belo corpo. Aqueles três homens denominados anjos do apocalipse, ela não poderia simplesmente crer na possibilidade de que eles eram humanos quaisquer loucos para ver sangue de diferentes tipos, de diferentes áreas, sendo derramado com tamanha naturalidade. Os três abriram mão da liberdade e de uma singela fuga da companhia animalesca dos mortos ferozes por um pedaço de carne vermelha. Onde estava o significado deles três terem aguentado, sozinhos, aquela multidão de zumbis, enquanto o resto, ela própria, sendo mover sua katana inválida, se movia diante daquela estrada até chegar ao porto, miserável porto.
Pensou consigo mesma ao tragar o mais puro ar, longe de todo aquele cheiro de ferrugem, longe das únicas luzes vindas de um clarão enorme derivado de uma explosão qualquer no meio da pequena cidade de Kashizawa, trazia o total arrependimento. Fora a segunda vez que o grupo estivera envergonhado, e o pior, pelas mesmas pessoas. Na primeira, eles se viam sem um caminho definido, a não ser, aceitar a triste morte que lhes penetrava fundo, por segundo, a dependência daqueles rapazes que, por livre e espontânea vontade, enfrentaram os mortos para que pudéssemos chegar até o navio. Não sabia ao certo qual era o objetivo deles, sua espinha se estremecia com longos calafrios que deixavam ainda mais exitada. Era essa sensação que ela queria sentir, sempre soube que o seu maior desejo reprimido era o de ser ultrapassar e perder de vista, aqueles que fariam tal proeza. Naquele momento, ser perdendo na escuridão, correndo com um mar que berrava angustiante, Saeko sorria. O grupo todo havia conseguido se salvar, todos estavam, a essa hora, provavelmente descansando, logo que o navio saiu, a uma hora atrás, todos se depararam com vários tripulantes, uns 40, mais ou menos, um número baixo para o porte daquele pequeno mas, mesmo assim, vasto navio. Eram agora uma pequena sociedade prestes a encarar os provenientes riscos que a possível ilha, destino de todos meio à embarcação, enfrentariam futuramente.
- Se perguntando se eles estão vivos? Não adianta pensar sobre isso, é perda de tempo. Aqueles caras eram apenas loucos insaciáveis por matança, eles não viam mais graça em matar zumbis, mas aqueles da ponte, eram diferentes, logo, não podia deixar de aproveitar. Eu não entendo como possam existir pessoas assim, mas elas existem... sempre existiram, mas esse caos todos apenas fez com que elas viesse usufruir de uma vida que lhes fora trancada com chaves jogadas no oceano. – Saya aparecia na borda do navio, ao lado de Saeko, seus longos cabelos, soltos, com uma expressão que Saeko não poderia traduzir, se aproximou dessa por algum motivo, que não fosse esse, falar sobre os sádicos que nessa hora, deveriam estar mortos.
- Eu discordo. As pessoas foram desde o começo consumidos por virtudes inacabáveis que elas próprias não poderiam desfrutar. Todos nós agora começamos a entender, a algum tempo. – Saeko se virou, sua aura revigorada dava a Saya certa estranheza.
- Está preocupada com o que tem na ilha? Acha que fizemos uma escolha errada? – Dizia Takagi colocando seus braços contra seus seios fartos.
- Não procuro caminhos certos. Apenas procuro caminhos que ainda existem. É só isso. – Saeko sorria diante da garota e descia para algum lugar desconhecido do navio. Saya ficara a pensar como todos do seu grupo estavam, por mais que fosse uma boa entendedora da mente humana, conhecesse muito bem seus amigos, naquele momento, tudo era nublado em sua volta. Até Kouta, o mais previsível deles, tinha suas dúvidas claramente estampadas em seu rosto. A garota pensou em tudo que perdeu, em seus pais, na destruição de Tóquio que aconteceria daqui algumas horas, um começo que já foi esquecido. Onde foram parar, nem ela sabia, mas deixaram para trás uma terra consumida e prolongada por garras diabólicas. Restava apenas seguir as curtas mas, sublimas palavras que Saeko a transmitia antes de entrar no navio.
Saeko, andando pelo corredor sujo mas, de alguma forma, com um visual elegante, o que parecia de primeira classe, daquele navio com um ar pitoresco, se curvava nas paredes parecendo cansada, mas não, mais uma vez, fisicamente. Ela estava apenas cansada de correr. O efeito borboleta já dizia que uma reação é eminente, perante à fatos que não podem ser descompactados, não importa o quanto aquilo que todos chamasse de destino, fosse intervir. Se aproximou do quarto onde Takashi estava, de alguma forma, decorando-o apenas de ver o jovem entrar em uma única vez, e sem controlar a sua dignidade que refletiu, talvez, nunca existisse, se jogou na cama em que o garoto estava deitado, decidida a atacar sua presa até vê-la completamente em pedaços.
- Hã.. Re.. – Um tanto sonolento e distraído, enquanto se virava, Takashi, ao perceber que aquela ao seu lado não era Rei, se surpreendia, não ao ponto de gritar ou se espantar, pois poderia ter uma noção de que aqueles enormes peitos que o tocavam, só poderia ser de Saeko.
- Me desculpe por não cumprir com suas expectativas. – A garota deixava sua katana cair ao chão, juntamente com a sua parte de cima da roupa. Dizendo a si mesma que não voltaria atrás, Saeko se virou para cima de Komuro que não teve brechas para poder recear a tal ação inoportuna, dada pelo contexto atual da situação, não fazia outras propostas para si mesma, havia apenas um objetivo a ser cumprido, tendo isso em mente, a garota, aproximando sua face da de Takashi, sussurrava em seu ouvido:
- Parece que a sua noite não vai ser tão tranquila querida.
Em um repentino ataque sem deixar defesa para o rapaz, Busujima levava seus lábios até o do jovem, de maneira incessante, impiedosamente, querendo, por todas as vontades sucumbidas em seu interior, tê-lo, ao menos, uma única vez, mas que essa vez fosse o bastante para deixar várias marcas no mesmo. Levando sua mão até o membro do garoto, que por sinal, não demonstrava reação negativa, ou melhor, estava quase rendido, exceto pelo fato de manter suas mãos imóveis, Saeko tirava o pequeno shorts com que Komuro dormira, deixando-a apenas de cueca, e sobre a mesma, ela apertava lentamente o pênis que já estava totalmente avolumado e endurecido de Takashi.
- Você não deveria... – Suas palavras foram jogadas em um canto qualquer daquele quarto esquecido do navio. Os olhos da jovem lhe filtravam a alma, ela passava suas unhas sobre o peitoral de Komuro que já sentia os seus desejos carnais serem expostos em uma realidade que não quisera estar tão habituado, apesar da vontade imensa que estava sentindo naquele momento.
- Por quê está se segurando tanto, por acaso, consegue ao menos não focar sua atenção em mim? – Saeko era ousada, retirava seu sutian e o jogava no chão do quarto, voltava suas ações para o rapaz, e inclinando sua coluna depois de ter se afastado, ficando perto da cintura do garoto, ela retirava lentamente sua cueca, deixando escapar o membro de Komuro que pulsava e já estava coberto pela exitação que o mesmo negava a si próprio. O silêncio de Komuro já dizia muita coisa para a jovem, que não esperou muito tempo, levou sua língua até a extremidade do membro agitado do garoto, e com breves lambidas, deixando rastros de saliva, o fez soltar um breve gemido, apertando a fronha de sua cama.
- Parece que está começando a se render, hm? – Não perdendo seu ritmo, Saekofazia com que Takashi se deitasse novamente na cama, ela arranha suas coxas ao mesmo tempo em que lambia a parte de baixo do seu pênis, dando mordidas devassas em suas bolas, apenas demonstrando o quão estava faminta.
- Eu não vou conseguir me segurar por muito tempo. – Dizia Takashi se levantando e jogando Saeko contra a parede gelada que ficara ao lado da cama, isso fora o bastante para ela esboçar um safado sorriso naqueles lábios que quase babavam por tanta vontade de tê-lo para si.
- Assim que eu gosto, apenas faça o que quiser com esse meu corpo. – Takashi fechava seus olhos e enquanto apertava fortemente um dos enormes seios da menina, no outro, abocanhava com vigor e uma disposição que não demonstrara minutos atrás, estava certamente fora de controle, seu cérebro mal conseguia controlar suas ações. Sua língua passava diversas vezes pela extremidade também grande dos macios seios da garota, levava seus dentes com fervor, o que fazia Saeko arranhar suas costas com violênciar e sussurrar algumas coisas em seu ouvido, a garota, tendo um temperamento menos frágil do de Komuro, não conseguia ficar parada, fazia com que Takashi ficasse em pé na cama, e, em um movimento rápido, se aproximava do pênis do rapaz e o colocara em sua boca. Naquele instante Takashi já tinha em mente o que fazer, ele apoiava suas duas mãos na parede em sua frente e movimentando sua cintura, apenas fazia seu membro entrar e sair de maneira rápida, sentindo Saeko mamando de forma com que a saliva escorresse até a cama, seus dentes passavam pela extremidade dele com suavidade, dando-lhes alguns arrepios. Komuro segurou Busujima pelos cabelos e a fez engolir seu pênis com maior intensidade, os seus instintos já diziam para ir mais longe, e, após coloca-la toda aberta de frente para si, ainda encostada na parede, encaixando seu membro de maneira veloz, o jovem apenas se agarrou nos ombros flácidos da menina que já estava entregue, e começou a jogá-la contra a parede contendo sua força para não fazer tanto barulho. Mesmo com o intuito de não provocar ruídos, a menina começava a gemer gradativamente, ela segurava a cintura de Takashi fazendo com que o mesmo a penetrasse de maneira mais profunda, ele levava seu pênis até o útero da senpai, causando nela uma sensação que jamais sentira, a cada segundo o garoto, ao olhar para a expressão perversa de Saeko, ia cada vez mais rápido, sentindo o seu membro se deslocar sobre a vagina quente e apertada que a menina possuía. Ela não deixou apenas ser dominada, jogou o jovem do lado e de costas para o mesmo, pulava de forma com que Takashi não conseguisse respirar, o suor se prolongara por seu corpo, seus seios balançam com cada subida dela, sua vagina era penetrada furiosamente pelo pênis ereto de Komuro que, ajudando sua senpai, segurava sobre sua cintura deixando-a pegar um movimento mais ágil, possibilitando com que a mesma pulasse em seu pênis até gritar de tesão. Alguns minutos depois Takashi a pegava de lado, estava no clímax onde seu prazer poder chegar, deixava várias marcas de chupadas e mordidas pelo corpo de Saeko, e esta, apenas gozava diversas vezes, até o momento, foram três, mas ela queria muito mais, pedia para que Takashi socasse seu membro violentamente, e o garoto, obedecendo-a, apenas fazia sem descuido, levantava uma das pernas da garota e penetrava até suas veias saltarem de seu rosto, estava cansado mas não o bastante para parar, não o bastante para saber que havia alguém lá fora, alguém que os escutava.
Depois de uma hora, Saeko já havia dormido, mas Takashi, ainda contendo as últimas energias que lhe restavam, percebeu que alguém, anteriormente, os estava escutando. Poderia ser qualquer um, mas, na pior das hipóteses, poderia ser Rei.
Saindo rapidamente do seu quarto trajando suas roupas, o garoto correu em direção ao quarto da mesma, sem saber que horas eram, não havia barulho naquele navio com quarenta tripulantes, mas buscava por Rei, que na pior das hipóteses, já estaria furiosa. No caminho, Takashi se perdeu em seus pensamentos. Não sabia o que o fizera levar a fazer o que fez, era apaixonado por Rei, mas a tentação de Saeko e suas provocações, em um momento oportuno, o fizeram desistir de controlar seus hormônios, era uma derrota esmagadora, pior da que havia sofrido no dia anterior.
Um ruído violento contra a água havia interrompido os passos de Takashi. Ele não conseguiu perceber, logo de início, de onde tal som viera. Alguns passageiros saíram de seus quartos, também curiosos com o que estava acontecendo, um deles era Rika, e ao encontrar Takashi com uma expressão preocupante, logo o questionou:
- Não é hora de crianças estarem na cama? Essa é a primeira vez, acho eu, que nos encontramos em total segurança, então, o que faria com que um garoto como você que por sinal, deve ter se cansado muito dias atrás, levantar a essa hora da noite hein? – Rika não sabia ao certo as horas, mas previa que a madrugada já se alimentava da imensidão daquele oceano. Howard era o único na cabine do capitão, ele estava designado a levar o navio com segurança até o destino, a fuga em si só, já havia sido um milagre, estarem ali, naquele momento então, era uma utopia que nem os mais otimistas poderiam desejar.
- Você por acaso viu a... – Antes que pudesse completar sua frase, o rapaz fora surpreendido por um dos tripulantes, um homem de certa idade e estatura baixa gritava como se algo tivesse caído no alto mar.
Komuro, junto de Rika, rapidamente correu até o local onde o senhor disse ter visto algo, e com uma lanterna do navio, o garoto viu um pequeno barco de escape que ficara preso no navio, usado no caso de naufrágio, a alguns metros da embarcação.
- Puta merda, não me diga que aquela é a filha da Miyamoto? – Rika acendia um cigarro olhando com reprovação o que via.
- REI! – Takashi gritava, mas sem êxito, a garota já estava a uma distância na qual não poderia ser ouvida. Não sabia o porquê dela ter tomado tal atitude, era irracional pensar que, apenas por ouvir ele com Saeko a fizesse levar a tal rumo, não poderia ela, ter sentimentos tão pesados, apesar do seu comportamento infantil e orgulhoso, mas em uma situação em que todos se encontravam, como disse Rika, seguros e em conforto, fugir de tal paraíso abstrato era uma grande besteira, uma besteira que fora provocada por Takashi.
- Qual o problema Onii-Chan? – Alice aparecia juntamente de Shizuka, as duas possuíam olhares sonolentos, e a enfermeira, por sua vez, trajava uma camisola onde deixavam expostas todas as partes íntimas do seu corpo, sem a mesma se dar conta.
- Parece que a ruiva deu o fora, haha. Mas vendo a expressão do garotão aí, talvez eu já saiba o porquê. – Rika dava uma tragada em seu cigarro e o jogava no mar.
- Rei-Chan!? – Isso é verdade? – Dizia Shizuka enquanto seus seios quase saltavam de sua camisola.
Takashi interrompeu aquele momento em que não tivera reação, pulou em um dos outros barcos salva-vidas e pediu para alguém descê-lo até o mar. A multidão já rondava todo aquele canto do navio, muitos preocupados e com medo de algum monstro ter aparecido, mesmo estando no mar, mar cuja violência parecia aumentar quando os ventos ficaram mais fortes e Komuro havia perdido de vista o pequeno bote de Rei fazendo com que seus olhos se arregalassem e seu coração fosse espetado por várias lamentações e culpa.
Miyamoto continuava chorando enquanto remava, usando toda sua força, para longe do navio, seus sentimentos naquele momento eram algum tipo de raiva mesclado com desprezo por Komuro, mesmo assim, pensando mais racionalmente, o rapaz não havia feito nada de errado. Os dois nunca foram mais do que amigos, e nem mesmo depois que eles dormiram juntos, Rei pode se declarar ou dizer qualquer tipo de palavra que fizesse o garoto ser sua posse. Ela mais uma vez continuou omissa e, o que acontecera, não fora mais do que resultado de sua insegurança, ele era um garoto descompromissado, ela já sabia disso, também enxergava os sentimentos evidentes do mesmo, a raiva maior era dela própria por não ter chegado a o ponto em que queria. Por que fugia naquele momento? Depois de ver a loucura que cometia, Rei não conseguia mais enxergar o navio. Estava perdida na escuridão horripilante daquele oceano que começara a ficar violento. As ondas jogavam seu bote para diversos lados, ela se agachava se segurando fortemente nos pequenos suportes que o barco lhe oferecia, chorava, agora, de terror ao que lhe esperava. Tomou uma atitude impensável e queria acordar desse pesadelo. A alguns metros dali, porém, não sabia a garota que, um pesadelo maior a esperava.
Região Sudoeste da Baía de Tóquio – Hakkeijima
- Mas que saco, hoje não durou nem uma hora! Por que não escolhem pessoas mais novas? Eu quero falar com a organização desse lugar! – Um homem de aproximadamente quarenta e sete anos, tomando um copo de whisky, sentando em uma poltrona de couro com várias tochas acessas ao seu redor, em um círculo com vários homens que pareciam ser seus guarda-costas, falava com um deles de maneira agressiva, onde este só concordava com a cabeça ao ouvir os xingamentos do seu superior.
- Parece que a atração principal começa agora, senhor, se acalme. – Um dos homens, o que parecia ser o líder dos seguranças, sorria ao apontar para o centro do que parecia uma arena, um campo com terra misturada com sangue e alguns pedaços de corpo humano, tanto de zumbis, como de pessoas que acabaram de morrer. Ao redor dali, várias pessoas se encontravam reunidas em pé gritando, se drogando e se embebedando, todos pareciam unidos por algum tipo de sociedade, foi quando um rapaz de terno, também iluminado pelas chamas de várias tochas espalhadas por aquela arena, anunciou em voz alta:
- E vamos para o grande final dessa noite, as apostas foram bem altas, mas será que ele, o famoso Uchida Katsushima vai conseguir derrotar 5 devoradores famintos? Liberem o guerreiro! – Um rapaz que aparentava ter a idade de Takashi surgia acorrentado trazido por dois outros seguranças, sua expressão era totalmente sádica, sua pele, toda manchada de sangue, ansiava por destruição. Aquela era uma comunidade formada por mais ou menos 80 pessoas, um refúgio de sobreviventes liderados por Toma Lourence, cujo qual era também organizador do torneio dos mortos, onde todas as noites, três pessoas eram colocadas para enfrentarem zumbis que eles mesmo mantinha presos, no intuito de diminuir aquela sociedade e ao mesmo tempo, acabar com os zumbis. Todas as noites alguém era sorteado para as lutas, e no final, mas quem vencesse, apenas continuaria lutando até cair, e Uchida Katsushima, já havia sobrevivido por 6 noites esmagando crânios de mortos vivos.. Os zumbis eram presos em um tipo de cativeiro, aquela ilha era protegida por várias barricadas e muros impenetráveis por zumbis, onde todos já haviam perdido a sanidade.
- E que comece mais uma noite de terror. – Toma entrava em um tipo de cela particular e deixava Uchida na arena com cinco zumbis que corriam em sua direção.
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