Notas iniciais
Yoo Minna! Primeiramente quero desejar a todos vocês um Feliz e Ótimo Natal! Agora vamos para as desculpinhas básicas que todas as escritoras dão quando passam um tempão sem escrever ¬¬' Por favor mil perdões, sério! Eu não sei como fui deixar para escrever esse capítulo depois de três meses, na verdade eu até posso explicar e imagino que vocês já desconfiem... 1° motivo : Não pude postar em outubro e novembro porque como já sabem, últimos meses de aula, ou seja, provas finais, trabalhos, etc... Fiquei muito ocupada com isso, então não tive tempo para escrever, mas como compensação, passei de ano direto o/ ! 2° motivo : Não pude escrever no final de novembro porque vieram as férias e eu tive que viajar, sinto muito mesmo, durante a viajem eu até tentei escrever, mas novamente, tive uma daquelas crises de criatividade, não estava conseguindo inspiração para a Fic, pensei até em desistir mas com vocês me apoiando eu resolvi continuar. Portanto, não importa o tempo que passe, nunca irei abandonar a Fic ^-^ 3° motivo: Como já citei no motivo acima, tive uma crise de criatividade, mas cheguei de viajem hoje e durante a vinda eu recebi inspiração em triplo... rsrs' ... Já escrevi três capítulos, mas só vou postar um por semana para deixarem vocês curiosos *u* Mas enfim... quero fazer agradecimentos especiais ao Yuusha Shiro Di Blood e à UryuuHyuuga chan por favoritarem minha humilde Fic, eu fiquei muito, muito feliz com isso *-* Também quero agradecer a Juh Calheiros pelo review, eu fiquei muito feliz também... kkk' (É o estado que eu sempre fico quando alguém comenta a Fic *-* ) Sem mais delongas... Boa Leitura!

No caminho para a vila de Saeko foi tudo muito tranquilo, tranquilo até demais. Não tivemos nenhuma problema em atravessar o interior da cidade de Tóquio.

— Isso está estranho. — Disse Rei.

— Concordo, não estamos tendo nenhum problema em relação aos zombies. Onde eles estão? — Falou Saeko e deixou todos com uma dúvida.

A Srta. Shizuka continuou o percurso até que finalmente os malditos apareceram.

— Acho que achei os zombies. — Disse Srta. Shizuka enquanto apontava para dez deles.

— Vamos! — Disse Kouta, mas antes de descer do ônibus foi impedido por Saeko.

— Esperem! — Disse com uma mão na frente de Kouta. — Eu acho que eles estão dentro de um transe ou algo do tipo, se não eles já teriam nos atacado pelo barulho do motor do ônibus. Já volto.. Fiquem aqui!

Saeko saiu do ônibus e ficou em frente aos dez zombies e depois fez um barulho com sua espada. Nesse momento os zombies olharam para ela e eu peguei meu bastão de basebol e tentei sair do ônibus mas fui impedido pela Rei.

— Rei, eles vão atacá-la! — Disse tentando tirar a mão dela da minha frente.

— Takashi, ela é a Saeko! Ela sabe o que está fazendo. Espera um pouco, vamos ver o que ela quer descobrir.

Parei de tentar sair do ônibus e voltei a prestar muito atenção na Saeko, os zombies ainda estavam olhando para ela, mas eles não estavam fazendo...

— Nada! Eles não estão fazendo nada! — Disse Kouta surpreso e estranhando esse comportamento dos zombies.

Saeko fez mais barulhos, dessa vez chutando uma lata de lixo que se encontrava na rua, e mesmo assim, os zombies apenas olharam para a lata de lixo, e depois de continuarem seu percurso, a Saeko voltou para o ônibus.

— Como eu pensei, eles não estão em seus estados normais. — Ela disse e a Srta. Shizuka deu partida no ônibus continuando o caminho.

— Como assim Saeko? — Perguntei.

— Bom.. Eu não sei direito o que é, só sei que eles estão seguindo um caminho, e talvez, com quase cem por cento de certeza, eu acho que finalmente a polícia está fazendo alguma coisa, mas só iremos saber disso quando encontrarmos o pai da Rei. E agora o melhor a fazer é aproveitar enquanto eles estão fazendo greve de canibalismo. — Todos concordaram e a Srta. Shizuka deu um risinho.

— Greve de canibalismo foi boa. — Ela murmurou.

Passaram três horas e quando finalmente chegamos na vila da Saeko, não tinha mais nada lá. As casas estavam todas abertas, o portão da vila também estava totalmente quebrado, provavelmente os zombies chegaram lá primeiro.

— Mas... — Dizia Saeko com as mãos na boca, devido ao susto de ver sua vila deserta e destruída — Onde estão todos? Será que... — Ela fez uma breve pausa contendo as lágrimas — Chegamos tarde demais?

— Saeko... Sinto muito. — Rei e Saya a consolavam com olhos de preocupação.

— Tudo bem... — Ela engoliu o choro e secou as lágrimas que teimaram a cair — Eu já esperava por isso. Vamos logo para a cidade atrás do pai da Rei.

Embora não parecesse, eu sei que a Saeko está sofrendo pela perda dos familiares, afinal, todos sofrem com isso, é uma coisa inevitável. Mas ela está sendo forte, ou pelo menos tentando ser forte.

"Eu quero muito ajudar, mas acho que não me dou muito bem com essas coisas." — Pensei enquanto via a Saeko indo se sentar nos últimos bancos do ônibus.

— Saya, vamos falar com ela? — Perguntou Rei.

— Acho melhor a deixar um pouco sozinha, ela precisa se acalmar um pouco.

— Mas ela está perfeitamente calma. — Disse Kouta.

— Tonto! Ela quer permanecer forte, mas agora ela está muito sensível.

— O.K. não falo mais nada. — Kouta fez um zíper imaginário em sua boca.

— Obrigada. — Disse Saya fazendo bico e mostrando a língua.

Revirei os olhos e fui sentar no meu lugar. Não passou nem 5 minutos para eu acabar adormecendo. Não sei quanto tempo eu dormi, só sei que acordei com uma forte freada.

— Pe-pe-pessoal o-olhem isso! — Gritou Srta. Shizuka.

— Ai.. Meu.. Deus..! — Disse Rei assustada com o cenário. Estávamos diante de uma base militar totalmente cercada por zombies, não eram apenas cinquenta ou cem, eram mais, muito mais. Acho que haviam mais de mil zombies ali e estavam chegando mais deles conforme o tempo passava.

— Bom.. — Disse Saeko vindo de encontro a nós — A polícia e os cientistas estão realmente fazendo alguma coisa, mas.. Ainda não está claro na minha cabeça.

— Isso só iremos descobrir quando entrarmos lá, mas a questão é, como iremos entrar? — Eu perguntei.

— Kouta, qual das nossas armas é a mais barulhenta? — Perguntou Saya.

— Acho que é essa aqui. — Respondeu Kouta depois de pegar uma escopeta da mochila.

— O.K., agora eu quero que você atire bem na cabeça de uns três zombies e vamos ver a reações deles.

Kouta concordou com a cabeça e saiu do ônibus, carregou a escopeta, mirou e atirou. — É, nada mal. — Disse Saya após o forte estalo. Zeke começou a latir e a chorar, mas Alice o acalmou fazendo carinhos em sua cabeça.

— Calma Zeke, vão ser só mais dois. — Alice disse tampando suas orelhas. E novamente Kouta mirou e atirou em mais dois zombies.

— Como eu já esperava eles não tiveram nenhuma reação, isso está muito, muito estranho, não estou entendendo mais nada. — Disse Saya e Kouta voltou para dentro do ônibus.

— Deixamos isso pra depois, agora o foco é em como entraremos lá. — Eu disse.

— Bom... Eu trouxe uma arma que ainda o Kouta não viu. — Disse Saya pegando no fundo falso da mala de armas, uma..

— Uma bazuca?! — Perguntou Kouta enquanto seus olhos brilhavam e ele babava pela arma.

— Não, é uma silenciosa.. — Ironizou Saya — Mas é claro que é uma bazuca seu idiota!

— Como eu não achei? — Kouta perguntou indignado.

— Sua preguiça de fuçar nas coisas foi mais forte do que seu amor por armas dessa vez Kouta. — Disse Alice e todos riram menos Kouta, que ainda estava indignado por não ter achado a arma.

— Pessoal agora foco! Eu trouxe isso apenas para uma emergência, e acho que isso é uma emergência, ou seja, só temos UMA munição. — Ela seu ênfase a palavra ''uma''.

— Mas Saya, se atirarmos neles, o portão não irá se romper? — Perguntei, mas me arrependi assim que ouvi a resposta, ou praticamente um "coice".

— Você acha que eu iria falar para usarmos uma bazuca se eu não tivesse certeza que o portão irá aguentar? — Engoli em seco, agora eu sei como o Kouta se sente com as patadas da Saya. — O portão é de aço, e mesmo com..

Saya parou de falar quando escutamos nossos bolsos vibrarem e tocarem várias músicas diferentes, isso foi o som de seis celulares diferentes ligando de repente.

— Como assim? As baterias voltaram a funcionar? — Perguntou Rei.

— Não só as baterias como as luzes elétricas também. — Alice disse apontando para o recinto militar, que agora estava claro devido as luzes acesas.

— Kouta, testa arma com luz a laser. — Eu disse. Kouta pegou sua arma saiu do ônibus, mirou e...

— Kouta NÃO! — Gritou Saya fazendo um eco tão grande, que provavelmente até os policiais escutaram. Com esse grito Kouta correu para dentro do ônibus.

— Droga! Tudo voltou, a energia voltou, as baterias voltaram, as armas voltaram, TUDO! — Disse Saya desesperada.

— Mas isso não é bom? — Perguntei confuso.

— Takashi! Você ainda não entendeu? Agora tudo ficou claro pra mim, os cientistas devem ter criado um zumbido que atraia esses malditos, mas em troca, isso consumia uma grande quantidade de energia, ou seja, todos os aparelhos eletrônicos deixaram de funcionar para fazer com que essa máquina de ultra-som funcionasse.

— E isso quer dizer que? — Perguntou Kouta ainda em dúvida.

— Ahhhh um mais idiota que o outro! — Saya já estava em pânico.

— Pessoal... — Disse Rei, mas a Saya a ignorou e continuou falando.

— Resumindo, eu acho que eles desligaram o som que atraia os zombies para voltar com a energia do Japão...

— Pessoal... — Disse Rei, mas novamente foi ignorada.

— E com isso, aqueles malditos poderão vir atrás da gente, ou seja, se o Kouta atirasse, o barulho atrairia os zombies.

— Ahhh taa. Agora entendi, mas Saya, me diz uma coisa, o mega grito que você deu também não atrairia eles? — Kouta falou e todos engoliram em seco.

— Calem as bocas caramba! Era isso que eu estava tentando dizer! — Gritou Rei.

— Pessoal... Acho melhor... Vocês verem isso... — Disse a Srta. Shizuka pausadamente devido o pânico, e esse foi o estado em que todos nós ficamos quando vimos mais de mil zombies vindo em nossa direção.

Notas finais
E ai pessoal ? O que acharam ? *-* Espero que tenham gostado e novamente peço desculpas pelo atraso. E infelizmente (ou felizmente para alguns), a Fic está no fim TT-TT Estou meia cabisbaixa porque foi minha primeira Fanfic e nunca pensei que teria leitores... rsrs' (Parece modéstia mas é verdade). Então até o próximo capítulo, Beijos! ~Saya