Notas iniciais
Eu nao sei o que voces vao achar do capitulo, estava meio sem criatividade, bom, eu pensei que sim, e por favor, leiam as notas finais!
Enjoy it!

POV RACHEL

- Chegamos, linda. – Tom me tirou dos pensamentos.

— Hmmm, me leva até a porta? – Perguntei esperançosa, fazendo um biquinho convincente.

— Haha, quem é que ta sendo a folgada agora, hein? – Dei língua pra ele. – Tudo bem, como um nobre cavalheiro que não quer desmanchar sua imagem, eu lhe acompanho.

Ele o fez. Chegando à frente da casa, ele me abraçou, me colocando contra a porta. Coloquei os braços em seu ombro, olhando para a rua sem prestar atenção, só pensando em como queria que esse momento durasse para sempre.

— Até mais, linda. – Ele suspirou, me soltando.

— Até mais, Parker. Obrigada pela noite. Foi maravilhosa! – Fui sincera.

— Por nada, também gostei muito. A gente pode repetir, se você quiser...

— Quero sim, promete que vamos estar sempre trocando mensagens? Assim a gente combina algo.

— Prometo sim! – Ele piscou para mim.

— Ok então, beijos! – Ele mandou um beijo para mim e saiu andando devagar. O carro estava na outra esquina, longe.

Entrei rápido em casa para contar as meninas como tinha sido a noite e as encontro jogando Guitar Hero.

— Oieee, to vendo que as bitch se divertiram na minha ausência.

— Claro né amor, você queria que a gente ficasse te esperando? – Mel é fogo.

— Putz, vou chamar o Tom então... – Falei puro sarcasmo.

— CHAMA! – Elas gritaram, assim. Do nada. Meu, que susto da porra!

— Caralho, se quiser me matar logo me diz ta? E tipo, eu tava tirando onda com a cara de vocês, mas já que por vocês tudo bem... Quem sou eu para não querer também! – Falei, já me direcionando para a porta.

— TOM! EI, PARKER! – Sim, as pessoas devem ta achando que sou louca. Quem mais numa hora dessas taria gritando de um jeito tão desesperado como eu?

Dentro do carro já, ele se virou, quando viu que a doida que gritava era eu, saiu do carro e veio em minha direção.

— O que houve? – Que ótimo, eu tinha conseguido assustar o garoto!

— Não, aconteceu nada não. É que as meninas estão la em casa, jogando Guitar Hero e eu pensei se você queria jogar também. – Ele abriu um sorriso, mas não foi um sorriso qualquer, foi o sorriso que deixa todo mundo babando.

— Estou dentro, vamos la. – Quem abriu um belo sorriso agora fui eu.

Ele se virou para trancar o carro e saímos andando lado a lado, pela rua mesmo. Não tinha nenhum carro circulando e como estava frio, eu queria cortar caminho para chegar o mais rápido possível em casa.

— Sinta-se em casa. – Falei.

— Obrigado.

— Nada... Mas, porra, onde as meninas tão agora? – Elas tinham sumido. A sala onde minutos antes elas estavam, tava toda apagada. – LILY? MEL?

— OI RACH. – A Mel tava viva.

— Onde que vocês tão?

— A gente ta aqui no meu quarto. Daqui a pouco descemos.

Olhei para Tom, me desculpando. Sério mesmo que quando o Parker vem para minha casa às meninas me deixam só desse jeito?

— Vem comigo Tom. Vou te mostrar a casa. – E assim eu o guiei por entre os cômodos na parte de baixo da casa. – O andar de cima só tem os nossos quartos.

— Eu quero conhecer o seu quarto então.

— Só se prometer que não vai ficar tirando onda comigo depois, sério, ta a maior bagunça.

— Relaxe, já sou acostumado. Tem cinco desses lá em casa.

Subimos a escada rindo, ele disse que sempre que entrava no quarto do Jay, tinha uma cueca no chão.

— Pronto, meu quarto. – Abri a porta e quase tive um troço. Estava todo arrumado. ( N/A: http://s4.hubimg.com/u/2953615_f520.jpg )

— Você disse que tava bagunçado.

— Bom, quando você veio me buscar, eu tinha deixado sim. As meninas devem ter se apiedado de mim.

— Ah claro, você deve ser um anjo com elas. – Ele falou com ironia e fez que tava voando. Por que, hein?

— Ta Parker, chega de palhaçada aqui no meu quarto, ne? – Ele se sentou na cama enquanto eu ia deixar o meu celular na estante para carregar. – Ei, qu... – PAF. Fui atingida na cara por um travesseiro. – Que dor do caralho! – Porra, ele tinha pego logo o durinho, em forma de cone e agora tava caído de barriga para baixo na cama rindo de mim. Ahhhhh, acha que não vai ter volta, é? Peguei o que ele tinha jogado em mim e fui devagarinho me aproximando.

Pronto, tinha acabado de começar uma guerra de travesseiro com o Thomas. Meu, ele apanhou viu? Eu dei cada lapada nas costas dele, o problema é que ele suspeitava que eu iria fazer isso e sem eu perceber, tava com uma das almofadas na mão. Quando eu parei um pouco, para começar a dar na cabeça dele, ele se virou rápido e deu uma lapada na minha barriga. Depois disso, eu só lembro de estar deitada com ele em cima de mim. Eu com duas e ele com três na mão, ainda não tínhamos parado a briga, mas estávamos rindo tanto que parecíamos dois aleijados espantando uma mosca. Tinha virado um caos. Depois de um tempo, paramos e ele rolou pro meu lado. Nenhum dos dois aguentava mais, estávamos todos doidos e rindo muito. Não conseguíamos nos controlar. Respirei fundo.

— Parker, e agora, ta a bagunça que você esperava? –

A situação do meu quarto era deprimente. Almofadas todas no chão, a cama desforrada, os sapatos e meias dele espalhadas pelo quarto, ate a luminária tinha caído!

— Sim, agora esta um quarto comum aceitável. Que tal esquecemos que eu já vim aqui e fiz isso tudo e fazer de conta que você que tinha deixado assim?

— Hahaha, ok. Vamos. – Saímos do quarto, contei ate três e entramos.

— Uooou Rachel, bem que você disse que tava bagunçado, só que eu não imaginava que a situação tava tão ruim assim! – Eu queria responder, mas não conseguia, tava rindo demais. – Parece com o meu nesse aspecto. Mas, calma aê! O que meus sapatos tão fazendo aqui? – Cara, ele era um ótimo ator, tava todo serio lá e eu aqui, me acabando de rir.

— Ok Tom, parou. To ficando com soluço já.

— O queeee? Haha, toma isso então. – Ele me empurrou para a cama, enquanto se aproximava com um sorriso maléfico no rosto.

— Parker, o que você vai fazer? Parker? Thomas pare, não. Você não vai fazer isso, n... – Não adiantou. Ele já estava em cima de mim de novo, mas agora fazendo cócegas, meu ponto fraco. – PARKER, PARE AGORAA!! Não, por favor, não! – Mas graças ao Senhor, nessa hora alguém bateu na porta, fazendo-o parar um momento para dizer que podia entrar.

Esperta como sou, fugi! Corri para o banheiro e me tranquei la.

— THOMAS, É VOCE! NÃO, NÃO ACREDITO! Meu Deus, ele ta na minha frentee! – A Mel tinha entrado no quarto.

— Vocês devem ser a Lily e Mel, certo?

— Sim, eu sou a Lily. – Mal escutei a voz de Lily falando. Ela estava em choque.

— Prazer, como vocês sabem, eu sou o Thomas. – Oh nossa, como que você descobriu isso, espertinho? Que bixo retardado.

— Sim, já sabemos. Mas... podemos lhe abraçar? – Mel falou, bestinha.

— Claro. – Pelo o que ouvi, elas, na verdade, pularam nele.

-Tom, cadê a Rach? – Não, Lily, você não devia ter tocado nesse assunto, mulher!

— Eu tava fazendo cócegas nela, ate que vocês bateram na porta e eu me distrai, depois disso a safada fugiu.

— Claro, você tava quase me matando!! – Falei, saindo do banheiro. Quando me viram, as meninas fizeram uma cara de safadeza que eu fiquei constrangida. Porra, tem algo melhor para pensarem não?

— Ei, que tal vocês acabarem comigo a brincadeira com a Rach? – Tom falou para as meninas e elas só confirmaram com a cabeça. FUDEU.

- Não, vocês não seriam tão cruéis... – Falaram nada, enquanto eu recuava para fora do quarto e eles me seguiam. – Ou... seriam? – Ninguém respondeu.

Sai correndo desesperada, só deu tempo de fechar a porta na cara de Tom enquanto saia do quarto. Desci as escadas quase voando chegando à cozinha para pegar uma colher de madeira. Não adiantou. Quando eu abri a gaveta dos talheres o Tom agarrou meus braços por trás e os prendeu nas minhas costas, como se eu fosse uma bandida. Me levou ate a sala, onde estavam Lily e Mel. Nem preciso dizer o que fizeram comigo ne? Velho, elas tão fudidas, mas no caso de Tom... Eu vou pensar! Haha.

— Já que já acabaram com a palhaçada, vamos fazer algo?

— Sim, eu queria fazer brigadeiro, mas o seu eh o único que sai perfeito, Rach! – Mel fez biquinho.

— Ta, vamos fazer brigadeiro, mas vocês serão meus ajudantes, escutaram? Nada de atrapalhar.

— Hm, eu aceitaria... Se eu soubesse o que é isso.

— Fracassado, não conhece o melhor doce já inventado em todos os tempos? – Lily se revoltou.

— Ela ta falando a verdade, mas é que tipo, é um doce brasileiro que a gente descobriu a um tempo, procurando por uma boa sobremesa na internet. É bem simples, e muito, MUITO bom. – Eu falei, explicando ao meu ajudante que provavelmente só ia bagunçar.

— E só você sabe fazer?

— Não, Mel também sabe, mas o dela fica horrível. Dura pra cassete. Desculpa Mel, mas fica mesmo. – Mel tava arretada comigo agora. Que ótimo.

— Então começa logo a fazer isso.

— O bonitinho, tu sabe que vai me ajudar né? – Velho, mentira que eu vou ficar de cozinheira desses idiotas!

— O bonitinha, você já devia saber que não. Hoje eu vou só observar para ver como é. Na próxima eu faço. – Ele deu um sorrisinho de lado e piscou. Me derreti todinha. – E para não me deixarem sozinho, a Lily e a Mel vão ficar comigo. – Ele abraçou as duas, uma de cada lado e mordeu o lábio, se acham o gostosão!

— Puf, ta. Mas com uma condição, você é que vem mexer o brigadeiro, o único homem tem que fazer o trabalho duro.

— Ok. Ei, essa coisa demora muito para fazer?

— Em torno de 30m, por quê?

— Eu tenho casa, sabia? Eu não disse aos meninos que ia estar aqui. Tenho que ligar para eles avisando que só chego mais tarde.

— Ah, ok.

POV TOM

— Alo? – Uma voz rouca surge do outro lado da linha.

— Nathan? Cadê o Max? – Perguntei

— Ele ta la em cima e deixou o celular aqui na sala. O que houve?

— Ah. Não, só liguei para avisar que to na casa de uma amiga e só chego mais tarde.

— Tudo bem. Depois vou querer saber o que ta rolando por ai. – Dei uma risada escandalosa.

— Baby, você não devia pensar nessas coisas ainda! Xau. – Desliguei sem esperar por resposta.

— Era o Nathan, Tom? – Lily perguntou emocionada.

— Sim... Você gosta mais dele é? – Ela balançou a cabeça, confirmando, eu só ria da cena. – Quer falar com ele?

— AI MEU DEUS! Posso mesmo, Tom?

— Aham. Um minuto. – Disquei o numero de Max novamente.

— Que foi agora, porra? – Mal-humorado nada.

— Calma, é que tem uma garota aqui que é super fã sua e viu que eu tava falando contigo e quer falar também. Vou passar para ela.

Entreguei o celular para Lily e fui para sala com Mel, deixando Rachel na cozinha. Ela pegou o controle e começou a passar os canais. Não parou em nenhum.

— Eu acho que tem coisa melhor pra gente fazer, invés de ficar vendo você trocar canais. – Falei zombando dela.

— Desculpaa! Bora jogar no Xbox? Tem o Kinect aqui!

— É muito foda o Kinect! Quais jogos tem?

— Tem muitos, mas vou botar Dance Central 2. Quero ver qual a gravidade da dança do Parker.

— Não, por favor. – Implorei, mas sabia que não ia ter jeito. To fudido, dançar? Na frente das três? Tem maior castigo não, meu Deus.

— THOMAAAAAAAAAAAAAS! Ta na sua vez, venha. – Ai, graças! A Rachel tava me chamando para mexer o tal do brigadeiro.

— Daqui a pouco eu volto Mel.

Entrei na cozinha, que tinha cheiro de chocolate.

— Essa coisa ai, cheira bem.

— Prometo que o gosto é melhor que isso, se você mexer bem direitinho.

— É só mexer?

— Sim, mas rápido e com força, por favor. – Ela se sentou na cadeira e ficou lá me observando. Algum tempo depois, ela pediu para eu parar.

— Pronto, tá ótimo. Obrigada. – Ela falou.

— Ei, eu mereço um agradecimento digno! Esforcei muito meus músculos.

— Se trabalhou seus músculos você é que deveria me agradecer, por te deixar mais forte! – Ela falou isso e apertou meu braço.

— Você venceu, espertinha. Mas na próxima você não me escapa... – Brinquei com um sorriso malicioso. Mas pela cara que ela fez, ela tinha acreditado. – Acaba logo isso ai, eu to com fome.

— Tu acabasse de comer, Parker.

— Sim, agora vou ter a sobremesa! Entendeu?

— Não, você vai ter que desenhar. Idiota.

— Como é a historia?

— A que você escutou. Você é idiota.

— Quero ver qual é o idiota que faz isso. – A peguei pela cintura, fazendo-a olhar para mim e num movimento rápido, aproximei os nossos rostos para milésimos depois, colar nossos lábios.

POV LILY

— Alo? – Cara, que sonho de voz!

— O-o-oi. – Eu não conseguia para de tremer, estava falando com o guy mais lindo do mundo!!

— Hey, você que deve ser a minha fã! Qual o seu nome?

— Lilian. – Nathan, o Nathan Sykes sabia meu nome.

— Que lindo nome! Lilian, saiba que é um prazer lhe conhecê-la. Mesmo que nossa conversa tenha que ser por telefone.

— Sim, estou muito feliz por estar falando com você, Nathan. Sério, você não só é lindo, como canta muito bem. Sou apaixonada por sua voz.

— Obrigado, eu queria poder lhe dar um abraço agora.

— Sim, eu também. – Eu falei, mas mesmo assim estava animada, nada no momento poderia me deixar triste.

— Vamos fazer o seguinte? Eu queria saber como você é e conhecê-la melhor, então me passa seu numero.

(cont)

Notas finais
Parece que todo mundo saiu no luxo ne? *le fingindo Mel nao existe* Mas bom, me digam, por favor, O QUE ACHARAM? Ta bom? Tem algum erro? Ta muito grande? Muito enrolado? Sem detalhes? Serio, preciso da opiniao de voces!
Beijoos