Hideki-Teste vou excluir
1 Capítulo 1
Nascido Hideki Koumori, na vila da Karmn, ainda criança descobriu a verdadeira dor, sua vila conhecida por seus poderosos guerreiros em combate corpo a corpo, foi aniquilada em poucos minutos por apenas um homem, Koumori via todos de seu clã sendo mortos. Um homem com vestes típicas de um faroeste, uma calça surrada, camisa xadrez de gola aberta, em seus pé botas com esporas, usava chapéu eum lenço que escondia seu rosto, a única coisa que o distinguia de um homem vindo direto do velho oeste, eram óculos de sol, que quebravam totalmente sua aparencia retro.
Portando um arma de curto alcance levemente enferrujada, a aperencia rustica e antiga parecia proposital, alvejou sem dificuldade vários dos homens da vila.Karmn era em si um vila pacifica mesmo com todo o poder que seus guerreiros possuiam, não hávia motivos para alguém ataca-los de repente, ainda de forma traiçoeira atirando sem prévio aviso.A coragem é algo que homens de Karmn se orgulham de possuir, guerreiros honrados que nunca atacam pelas costas, um a um caim em frente seu inimigo, todos os tiros do homem mascara, sem excessão foram certeiros e mortais, acertando a cabeça de seus ''inimigos'' que apenas tentavam se defender em vão. Homens,mulheres, crianças ou idosos, eles não temiam nada nem ninguém, avançando de forma leal contra o atirador, que nenhuma vez sequer recarregou sua munição, em alguns minutos, uma pilha de cadaveres espava junto a entrada de Karnm.Acreditando não ter mais ninguém vivo na Vila toda, pois o homem sabia como era honrados esses homens, fugir de uma luta seria pior que a morte; Mesmo pacificos e preferindo não lutar, nenhum deles jamais fugiria de uma batalha, cujo sua dignidade e a de seu povo estivesse em jogo. Sabendo esse grande detalhe, o atirador virasse e andasse em direção a saída, quando escuta um ruído vindo da pilha de mortos, era Koumori:—Ei, você! Viresse em me enfrente como homem, não irei atacá-lo pelas costas, diferente de você eu não sou um covarde, irá se arrepender do dia que conheceu a mim, Hideki do Clã Koumori. — Koumori se arrastava indo em direção ao homem, deixando no caminho um rastro de sangue.O homem conhecia a fama do clã Koumori. E sim acreditava que o clã era um dos mais honrados de Pawa Kantori. Mas ao perceber uma criança se arrastando até ele, quase morta, implorando para que o enfrentasse dignamente mesmo depois de ver como ele havia destruido os mais poderosos de seu clã, o fez pensar até onde a linha tenue da honra acaba e se torna burrice. Eis que o homem que parou e escutou os ultimos suspiros do garoto, voltou a andar saindo da vila.Koumori já certo de sua morte começou a chorar, não por dor, ou medo da morte. E sim pela desonra, não importava de que modo ele visse, o homem sequer viu seu rosto, sequer sabe quem sobreviveu ao seu disparo. Mesmo que o mesmo virasse não importa como interpretasse, a cena a sua frente seria motivo de risos. Quando ao horizonte viu uma mulher linda vindo em sua direção ela montava um cavalo branco e usava roupas similares a do homem que matou todos seus entes queridos.Koumori achou ser uma ilusão, pois junto dela havia um coelho vermelho e brilhante, mas a mulher continuou se aproximando mais e mais ao ver a pilha de cadaveres percebeu que ainda havia uma pessoa viva e que era uma criança. —Ei, garoto, ei garoto? — Dava leves tapas no rosto do menino e ele não acordava então começou a falar com o coelho — Ei, Koutan oque faremos, esse menino ainda está vivo, não podemos deixar ele para trás. —Isso deve ser coisa do Falkon, parece o estilo dele, uma pilha gigantesca de mortos, todos com um único tiro e nenhum cartucho de munição no chão, me admira muito esse pirralho ainda estar vivo. — Suspira Koutan- Nosso item raro pode salvá-lo mas você perderia isso por esse moleque? —Ele sobreviveu ao meu irmão, não deve ser uma pessoa normal, mas meu sangue divino. Nem temos certeza se ele sobreviverá. Mas eu não me importo levarei ele comigo caso de certo, será meu novo item. — Tira de uma bolsa na lateral de seu cavalo um frasco, nesse frasco tinha um liquido brilhante, um pouco de sangue de deus do infinito, levantou levemente a cabeça de Koumorifazendo beber. Alguns segundos depois o menino abre os olhos, sem saber onde estava já não se lembrando de nada, absolutamente nada. Mas parecia bem.—Como é seu nome?-Pergunta a linda mulher—Não sei. Não sei nada, apenas me lembro que um homem, acho que seu nome é Falkon, sim Falkon, esse homem irá me pagar, não lembro sequer o motivo.—Falkon é? Acho melhor esquecer isso eu sou Mary Fal.. Mary, eu sou Mary prazer conhece-lo. Você virá comigo eu cuidarei de você de hoje em diante, irei te chamar de Nekomoe!— Eu não sou seu gatinho de estimação para me dar nomes, mas tudo bem, irei te usar por enquanto...Assim sem mais palavras Neko e Mary foram embora, nunca ninguém havia bebido sangue da criatura, então o corpo e mente de Neko mudaram, seu corpo envelhecia rapidamente, um ano após encontrar Mary Neko que na época era uma criança parecia já ter seus 18 anos, então decidiu largar sua ''família'' e viver por si só, e caçar Falkon, sem sequer saber o motivo.
Onde Neko passava sozinho dizimava vilas inteiras, os mais fortes exercitos não eram nada para ele, sempre perguntando por Falkon. O honrado guerreiro de Karmn já não existia mais, criando sobre si uma lenda viva, do exercito de um homem só, ninguém que viu seu rosto sobreviveu, poucos tinham coragem de ver seus feitos, mesmo a uma grande distância, masos poucos que o viram e viveram para contar a história, dizem que o seu soco é sua única arma, e que é tão poreroso que a própria mão de Neko jorrava sangue. Um dia andando sobre Unam, Neko conheceu um homem, que se apresentou como Jun Ichi, que se denominou com o título de primeiro atersão aprendiz de Roy Ryders, e disse que sabia sobre a sua lenda e queria ajudá-lo, dizendo que podia criar uma luva flexivel que impedisse a sua mão de se alto destruir a cada soco.Neko relutantemente depois de muita história de Jun, aceitou, mas sob a condição que se fosse uma mentira o mataria, e que também queria saber como sabia sobre se nunca havia visto seu rosto. Algum tempo e muita explicação depois, a luva foi contruida,com as sobras do metal do infinito que Jun havia feito um dos dez mandamentos.Jun havia pedido que Neko o ajudasse a matar os outros nove artesões e destruisse seus mandamentos.Obviamente ele irião matar o artesão assim que conseguisse a luva, mas ao colocar a luva para a sorte -Ele achou azar- do artesão as memórias de Neko haviam voltado, ou melhor as memórias de Koumori, então com o conhecimento de Neko e Koumori ele decide que não ajudaria o artesão, e que de alguma outra forma conseguiria pagar pela luva, mas que não seria tão cedo.A honrada personalidade de Koumori havia voltado, mas ele decide continuar como Neko Moe, e caçar Falkon.O crescimento exagerado também havia parado, algum tempo depois de conseguir a luva, que ele mesmo nomeou de manopla de Deus, que dimuniu significativamente sua força mas não fere mais seus punhos e mantem sua memória. Então, algum tempo depois ele encontrou um homem chamado Donavan, ele se dizia aliado de Sono e que Sono estava em guerra com Falkon e precisava de sua ajuda. Neko não sabia como outra pessoa o conhecia, só pode pensar que Jun o traiu.O homem dizia que os Arufas combatiam todo tipo de mal, e Falkon era mau. Mas que acima de tudo, que o preço pela suas manoplas seria esse trabalho e que Jun estava de acordo. Ao citar o nome de Jun, Neko se sentia mais tranquilo, então decidiu entrar para os Arufas, pelo seu intuíto de ajudar os seus semelhantes que ficou dormindo por um ano, e também por interesses pessoais.E logo após isso, Droy um dos aliados mais poderosos de Sono, matou Jun, e deixou em sua casa uma carta escrito:'' Estou aprimorando minhas habilidades como artesão, quando eu voltar serei o número um''.Neko Moe/Hideki Koumori — História
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