Hidden of the past
8 In Search of Gabriel
Notas iniciais
Hayde chegou na DIIG e após sair do elevador pegou seu celular e ligou novamente para Meghan.
− Meghan, onde você está?
− Bem atrás de você.
Hayde olhou para trás e viu Meghan e voltou a falar no celular.
− Ah, te vi! O Derick chamou a gente, disse que era uma emergencia.
− Pare de falar pelo telefone!
− Onde está o Derick?
− Está na minha sala, deixei ele lá e fui para o hospital.
− Você foi para o hospital?
− Sim, mas depois eu falo temos que encontrar com o Derick;
− Vamos.
Na sala de Hayde Derick olhava para o monitor com uma expressão de espanto.
− Oque foi Deri?
− Deri? − Hayde disse olhando para Meghan com uma cara de incomodo. Meghan nem ligaou para a fala dele.
− É melhor você mesma olhar.
Meghan foi até a frente da tela do computador e também se espantou.
− Isso são as fotos de desaparecidos que a Interpol mandou?
− Extamente.
− Mas isso é impossível, quero dizer, eu estou bem aqui.
Hayde não entendeu nada o que estava acontecendo, mas ao ver o mesmo que os outros também entendeu.
− Mas como assim? − Perguntou Hayde intrigado.
Neste momento ouviu uma mulher atrás dele chorando, nem havia percebido sua presença.
− Quem é essa ai?
− Ah! Essa é… Qual seu nome mesmo?
− Debby Dixon Anderson.
− Ok. Ela disse que o filho dela desapareceu em WiderCraff.
− O quê? E onde você a encontrou?
− Na delegacia local, olhe só a foto dele.− Meghan a foto de Gabriel a Hayde.
− Eu vi esse garoto!
− O que? Onde? Quando? − Perguntou Debby desesperada.
− Hoje, quando eu fui ao hospital, vi esse menino na ala infantil.
− Presisamos ir para lá agora! − Disse Derick firme.
− Agora mesmo. − Falou Meghan apressada.
No caminho para WiderCraff no carro de Hayde, ele contava as novidades que descobriu sobre o hospital.
− Então quer dizer que houve um massacre lá? − Perguntou Debby surpresa.
− Sim, um homem entrou lá, escolheu quem ele queria matar e depois pós fogo em uma parte, a que está fechada até hoje pelo grande estrago.
− Nossa, nunca imaginei que um hospital poderia sofrer um massacre.
− E aconteceu vários outras coisas. Fiquei sabendo hoje quando fui na delegacia local.
− O que você descobriu? − Derick disse para Meghan com uma cara de bastante interessado em tudo o que ela dizia.
− Acho que esse conversinha terá que ficar para depois. Chegamos! − Hayde parou o carro em uma distancia um pouco longe do hospital. − O que temos que fazer agora é entrar naquele hospital e encontrar o Gabriel. Eu não vou porque eles não sabem que eu sou da policia, então irão, Meghan, Derick e Debby.
− Você pode descrever, mais ou menos, onde você viu o garoto?
− É em uma ala infantil, com umas 10 macas mais ou menos, tinha umas crianças claro, e vi o garoto da foto.
− Entendido, vamos lá.
Dessa vez na recepção era Alison, era sua folga mas estava fazendo hora extra pois queria aumentar o seu salario.
− Olá, posso ajudar?
− Sim, nos estamos procurando por Gabriel Anderson.
− Só um segundo. − A recepcionista olhou a ficha de cadastros no computador.
− Hum, não há registros com esse nome.
− Você tá mentindo sua vaca, você atendeu a mim e meu filho! − Gritou Debby nervosa.
− Se acalme Debby nos vamos acha-lo.
− Eu não sei do que a senhora está falando. − Respondeu Alison calmamente.
− Aqui é a DIIG, vamos vasculhar este hospital. − Falou Meghan.
− Ah… Ok − Alison deu de ombros.
− Vamos.
Eles começaram a andar em direção de um corredor.
− Onde fica a ala infantil? − Perguntou para Alison que as acompanhava.
− Por ali.
Eles foram e entraram em uma sala onde havia várias crianças e a Debby começou a procurar pelo seu filho.
− Onde ele está? − Perguntou ela para Alison que estava parada na entrada.
− Ele quem? − Perguntou
− Não se faça de desentendida eu sei que ele esteve aqui!
− Você tem provas, queridinha? − Alison agora partiu para o ataque.
− Não… Mas temos testemunhas visuais.
− Ele? − Alison apontou para Derick − Nunca vi ele aqui.
− Não é ele. É um agente da DIIG.
− Bom, mesmo que ele seja um agente, não tem provas suficientes para provar que havia algum Gabriel Anderson aqui, então se já acabarão, podem se retirar.
Meghan ficou irritadíssima, e começou a sair do hospital. Sabia que algo estava acontecendo naquele hospital, algo muito maior do que ela imaginava. Agora ela tornou aquele caso pessoal.
…
− O que ele fazia aqui? − Falou o Dr. Richard saindo de sua sala após Hayde ter saido.
− Ele é um escritor, e veio saber sobre WiderCraff. − Alison se apresou a dizer.
− Ele é um agente da DIIG, não conte mais nada a ele. − Dr. Richard estava furioso.
− Como você sabe?
− Tenho meus contatos! Agora vou cuidar do que é importante.
− O menino?
− Sim. Até mais Alison..
O Dr. Richard foi até a ala infantil e procurou por alguém. Encontrando ele foi até ele.
− Dylan Green, como você se sente?
− Meu nome não….
− É Dylan Green, o que está escrito aqui no registro. Enfim, você não está obtendo melhoras então terei que te encaminhar para outro lugar. Me acompanhe, por favor!
− Tudo bem. Minha mãe não veio?
− Não, mas ela ligou e disse que tinha uns assuntos para resolver e que mais tarde viria.
Dylan ficou calado e apenas seguia o médico até que chegou a uma porta.
− Bom, teremos que passar por aqui.
− A parte queimada do hospital? Não é perigoso?
− Claro que não, passamos por aqui quase todos os dias.
− Por que? − Quis saber o menino.
− Bem, a uma unidade subterrânea… Sabe o que significa subterrânea, não? − O menino balançou a cabeça − Bom, ela é só para casos… irrecuperáveis aqui em cima.
− Por que você hesitou, quando foi falar sobre o meu… caso?
− Só estava procurando a palavra certa… Não é muito novo para estes tipos de pergunta não?
− Sou.
Eles entraram por pela porta e encontraram o lugar todo preto e destruido. Depois do incêndio eles nem passaram uma vassoura lá. O Dr. Richard foi até uma outra porta, a unica que estava intacta e completamente limpa. Ele foi até um painel e digitou a senha, a porta se abriu e um clarão branco os cegou instantaneamente.
− Vamos? − O menino foi atras do médico sem hesitar e a porta se fechou.
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