Hiatus - Te Beijar Ou Te Matar? Segunda Temporada
40 Capítulo 39
Notas iniciais
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Mil desculpas pela demora para responder os review e postar o cap, como disse antes fiquei um mes sem internet e nesse tempo não consegui terminar o cap:/
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Queria agradecer o Duki e a Little Hot, que me deixaram recomendações, muito obrigada amores e bom esse cap é para voces ^^
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To cheia de noticias velhas. kkk' Primeiro: Fui entrevistada, a Mih Cardoso dona no blog Books Coffee and Cupcake, me entrevistou devido ao grande (nem tão grande) sucesso das fics TBTM, quem quiser ler vou deixar o link lá embaixo ok?
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A segunda noticia é que tentaram me plagiar. Sim, eu nunca pensei que isso aconteceria com uma das minhas fanfic, mas aconteceu. :/ Como sabem eu faço capas para a fanfic, e a pinta teve a cara de pau de ir pedir capa. Bom resumindo, denunciei ela! e final feliz para todos o/
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É melhor eu deixar voce lerem, espero que gostem e desculpas pelos erros gritantes, depois eu arrumo ok? Torcendo aqui para que não tenham me abandonado. Boa leitura.
P.O.V Nathan Calleigh
Aquela obsessão da Miah estava levando ela a loucura, eu sabia que não era possível a Baronesa Elizabeth ser a Lorraine Carter, até por que a vagabunda morreu na explosão do galpão.
Ela saiu primeiro que, aproveitei esse tempo para acertar a compra da casa. Desde que descobri que seria pai novamente decidir tirar a Miah dessa loucura toda, para o bem dela e dos meus filhos.
Olhei no relógio e já estava na hora de ir para a SOD. Me vesti e peguei o carro, fui sem pressa, pois não estava nem um pouco afim de ir trabalhar. Parei em uma loja do Starbucks, comprei um café e fui direto para a agencia. Uma movimentação estranha se fez assim que entrei no prédio, uns cinco seguranças subiam correndo pela escada, algo sério estava acontecendo.
— O que houve? – perguntei para uma das recepcionistas fofoqueiras.
— Uma agente se trancou com a Baronesa lá na sala de interrogatório, parece que... –
Nem esperei ela terminar de falar e corri até o elevador para ir ao sexto andar. A única pessoa que se trancaria em uma sala e causaria esse alvoroço todo, era minha mulher, que tinha passado de todos os limites possíveis.
Sai do elevador e dobrei no primeiro corredor a direita, John e mais um segurança tentavam abrir a porta manualmente, enquanto os outros quebravam a cabeça para tentar ligar a maquina de arrombamento.
— Miah, abre essa maldita porta. – John ordenou.
Nada.
— A quanto tempo ela esta ai dentro? – perguntei.
— Se trancou agora, ela não quer aceitar que a Baronesa Wheaton não é Lorraine Carter e sim a irmã gêmea dela. – falou John.
Olhei para o lado e encarei Caden que parecia alheio a situação.
— Por que deixou ela entrar sozinha? – perguntei.
— O senhor quer mesmo que eu responda? – perguntou com um ar sugestivo.
“Eu conheço minha mulher” – pensei.
— Tanto faz. Você poderia... – apontei para a porta.
Ele fez sinal para que nos afastássemos e com um chute abri a porta, fazendo com que a cadeira que bloqueava voar longe, e nem isso fez com que Miah parasse, ela havia colocado a Baronesa Elizabeth contra a parede – literalmente – e tentava despir a mulher. Eu e John corremos até ela e tiramos Miah de cima da mulher.
Segurei Miah pelos braços contra meu corpo, para tentar acalma-lá, enquanto os seguranças acompanhavam a Baronesa até a saída.
— O que eu falei sobre NÃO TOCAR NELA? Teremos que arcar com um processo por sua causa. – John estava extremamente irritado, — Miah soltou-se dos meus braços e ficou encarando John. – Nathan tira-a daqui.
Segurei seu braço novamente, mas antes que pudéssemos dar um passo em direção da porta, dois agentes do FBI entraram na sala.
— Não será preciso. Miah Calleigh você esta presa pelo assassinato de Olívia Martinez e agora por abuso de poder contra Baronesa Wheaton.
Senti Miah estremecer em meus braços.
— Presa por um crime que não cometeu? Você não vão leva-lá. – falei.
— Temos provas e um mandado de prisão... –
— Quem vocês tem que prender esta saindo daqui como uma simples inocente, é ela, a Baronesa é Lorraine Carter. – Miah falava enquanto tentava soltar seu braço de minha mão.
— Sra. Calleigh queira nos acompanhar, se colaborar será muito mais fácil para nos e para a senhora mesmo. – um dos agentes tirou as algemas.
— Ela não precisa ir algemada. – protestei.
Ele parecia não ter me ouvido, prendeu as algumas nos punhos da Miah e a conduziu a porta.
— Você não vai fazer nada? – perguntei para John que assistia calado quanto os agentes levavam sua irmã.
— O que quer que eu faça? Vou chamar um advogado. – disse sério saído da sala.
Miah e os dois agentes foram abordados por Caden no corredor, ele tirou seu blazer e colocou entre os braços de Miah para esconder as algemas. Eu e ele fomos seguindo os três até o térreo, vários agentes olhavam curiosos, enquanto Miah era levada, mas isso não iria ficar assim.
Quando chegaram no carro preto, Miah parou e olhou para trás onde eu estava, os agentes de entreolharam e soltaram seu braço, ela caminhou até mim e a abracei.
— Cuida da Sophia. – falou.
— Você não vai ficar muito tempo por lá. – falei beijando seus lábios.
— Eu te amo. – disse.
— Eu também te amo. – falei, fomos interrompidos pelo agente. – Logo o advogado estará lá. – beijei sua testa e a deixei ir.
Voltei para a sala do John e ele estava ao telefone, desligou assim que me viu.
— Então chamou o advogado? Não deveria ter deixado eles a levarem, ela esta grávida. – falei.
— Não cabia mais a mim, chamarei o advogado. – suspirou passado a mão no cabelo nervosamente. – Agora vai ficar com a Sophia, eu resolvo isso.
Aquele estava sendo um dia e tanto. Era muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, a Fênix atacando, a cisma da Miah com a Baronesa Elizabeth e agora esse surto que ela teve, era muita coisa para resolver sozinha, e o pior era que o John não estava preocupado com tudo que estava acontecendo.
Peguei meu carro e dirigi para a casa dos meus pais, precisava tirar Sophia o mais rápido possível da cidade e com o batalhão que meu pai carrega de seguranças, mais o Caden, daria para protege-lá. No caminha meu celular começou a tocar, era o numero da Miah, o que era estranho, já que ela estava presa.
— Miah? – perguntei quando atendi.
- Sr. Calleigh, aqui é o agente Phillips do FBI, sua esposa teve um surto e esta ameaçando tirar a própria vida com um objeto cortante que não identificamos, quer que o senhor venha até aqui, por precaução solicitamos a presença de um psiquiatra. O senhor tem como vir? – perguntou o agente, parecia mesmo preocupado.
— Merda. Estou indo para ai, qual DP vocês estão? – perguntei já dando o contorno na rua.
— No décimos terceiro, estamos aguardando o senhor. – disse e desligou.
Coloquei o celular no bolso e corri muito para o local onde Miah estava detida, no caminho liguei para Caden, pedindo para que ele fosse para a casa dos meus pais e avisasse que era para eles saírem da cidade, a coisa estava ficando séria. E agora a Miah ameaçando tirar a própria vida, ela estava brincando só podia.
Não tinha como o dia ficar pior.
Cheguei ao DP que o agente Phillips tinha informado, ele mesmo já estava esperando na portaria.
— Sr. Calleigh? Agente Phillips, tudo bem? – perguntou cumprimentando.
— Você acha que esta tudo bem? – perguntei um pouco rude. – Onde esta minha esposa? –
— Na sala de interrogatório, estava tudo correndo tranqüilo até que ela tirou um objeto e colocou no próprio pescoço dizendo que se alguém aproximasse, ela iria se matar. – falou enquanto subíamos pelo elevador.
— Vocês não fizeram nada a ela não é? Minha esposa esta grávida... –
— Nos sabemos senhor, por isso mesmo chamamos um médico, ou melhor, um psiquiatra.
Apenas assenti e fiquei em silencio, o que eles queriam agora? Internar minha esposa? Não, ela não estava louca, e sim estava a deixando louca, ou melhor, a todos nos, já não agüentava mais essa historia de Fênix, maldita hora em que permitiram que ela voltasse a trabalhar.
Chegamos ao décimos sexto andar e entramos na sala no final do corredor. A Pelo vidro espelhado dava par ver Miah caminhando de um lado com um caco de vidro, olhando ao redor, percebi que não havia nada quebrado, então de onde ela tirou aquilo. Logo a minha frente estava o tal psiquiatra que parecia mais um médico do hospital dos horrores. Ele estava com uma prancheta anotando o comportamento da Miah.
— Ela disse que quer falar com você. – falou o agente Phillips.
Apenas assenti e me dirigi até a sala onde ela estava. Assim que abri a porta ela colocou o vidro de novo no pescoço, mas quando viu que era eu, correu e me abraçou, deixando as lagrimas rolarem pelo seu rosto.
— Amor, você precisa que tirar daqui, eu tenho que acabar com aquela mulher, ela é culpada de tudo isso. – disse.
— Miah pelo amor de Deus, esquece ela e presta atenção no que esta acontecendo. – pedi segurando-a pelos ombros e fazendo sentar na cadeira, puxei a outra e sentei na sua frente.
— Mas é por culpa dela que eu estou aqui. – falou baixo.
— Entendi uma coisa, a Baronesa Elizabeth NÃO É A FÊNIX! – ela me olhou assustada. – Isso é coisa da sua cabeça. – Miah levantou e afastou-se de mim como se eu tivesse dito algo hediondo.
— Você esta que eu estou louca? – antes que eu pudesse formular uma frase, ela chutou a cadeira e gritou: — EU NÃO ESTOU LOUCA! Não estou, tudo que eu que eu quero é proteger os meus filhos. – ela começou a chorar novamente. Levantei e caminhei em sua direção, ela tentou recuar, mas a segurei forte, a abraçando.
— Eu não disse que você esta louca, mas tem que parar com isso. Miah você descobriu que esta grávida a pouco tempo, eu então nem se fala, e em nenhum momento pudemos curtir sua gravidez. – falei acariciando seu ventre. – Agora, eu vou pedir para te colocarem em uma sela especial até o fim da tarde, é o tempo que eu preciso para te tirar daqui ok? – ela assentiu. – Agora me dá isso aqui. – tirei o vidro de suas mãos.
Ela enfiou o rosto na curva do meu pescoço e começou a sussurrar coisas contra a minha pelo, algumas eu não entendi, mas uma parte me chamou atenção. Foi quando ela disse que tinha pegado esse vidro da pasta de evidencias do caso Olívia Matinez, quando olhei para o vidro parecia mesmo, já que estava sujo de sangue, seco, mas sangue.
— Amor o que quer que eu faça com isso? – perguntei colocando o vidro no bolso da jaqueta, mas antes que ela pudesse responder a porta foi aberta e o agente Phillips passou por ela, logo atrás estava o psiquiatra que eles haviam chamado. – Ela aceitou ir para a cela especial. – falei.
— Tudo bem, mas antes o doutor Carl quer fazer umas perguntas. – o doutor entrou na sala. – Carl essa é Miah Calleigh, Sra. Calleigh esse é Carl Paton médico psiquiatra.
— Quantas vezes eu vou ter que falar que não estou LOUCA? – Miah gritou a ultima palavra. Segurei seu braço, na tentativa de acalma-lá.
O médico sorriu.
— Sra Calleigh, não estamos em hipótese alguma dizendo que a senhora esta louca, eu só quero fazer alguma perguntas. – pediu humildemente. Miah me olhou incerta, mas aceitou sentando na cadeira que antes eu estava sentado.
O médico que fazia mais um estilo surfista por ser loiro, alto e pelo que puder ver, com músculos bem definidos, do que um psiquiatra sério pegou a outra cadeira que minha tinha chutado e sentou-se a sua frente. Eles nos olhou como se pedisse para deixa-los a sós, assenti e caminhei em direção a porta. Dei uma ultima olhada em Miah, que parecia mais calma. Bem nessa hora o tal médico surfista deixou sua caneta cair no chão, quando curvou-se para pegar, a manga do seu jaleco subiu mostrando a pequena fênix tatuada no antebraço.
Meu sangue ferveu nas veias, meu coração começou a bater mais rápido, tanto que estaria perto de ter uma arritmia cardíaca. O agente Phillips me chamou, mas eu não conseguia me mexer, quando o tal médico tocou na mão da Miah eu sai do lugar onde estava e caminhei rapidamente para o lado da Miah, a peguei pelo braço surpreendendo todo até mesmo ela.
— Agente Phillips, a Sra Calleigh não precisa de psiquiatra. Leve-a para uma cela isolada e não quero que ela não fale com ninguém até o advogado chegar. – falei.
— Mas Sr. Calleigh...
— Não era isso que vocês queriam? Prende-lá? Então façam, eu volto em alguma horas. – esperei até que ficasse sozinho com o médico e o agente Phillips.
Saquei minha arma e apontei para o médico, ele ficou assustado e levantou as mãos. O agente do FBI ordenou que eu guardasse a minha arma, mas não o fiz, não poderia perder a chance de ter um membro a Fênix vivo.
— Incrível, como ele consegue colocar vocês em todos os lugares?
— Não sei do que você está falando. – disse o medido surfista.
— Para a parede, agora. – o coloquei de frente para a parede e o revistei, e como sabia estava armado. Tinha um revolver guardado no tornozelo e algumas substâncias letais na pasta que ele carregada.
— Que tipo de psiquiatra é você? – perguntou o agente do FBI.
— O do tipo que quer matar a minha esposa. Por favor fiquei de olho nele, vou ligar para a SOD, alguém vai vir buscar esse verme. – falei pegando o celular virando de costas para eles.
Ouvi algo como “minha missão não foi cumprida”, mas não dei muita bola e segui falando com John no celular, até que ouvi um baque, me virei e o homem estava caído no chão, seus olhos reviravam, ele tremia e uma espuma branca saia de sua boca. O agente Phillips tentou reanimá-lo, mas já era tarde... o cara estava morto.
— Merda. – exclamei. – Vou dar uma saída, por favor não deixe ninguém falar, tocar ou até chegar perto da minha esposa, daqui a pouco eu volto. – falei saindo rápido dali.
Dirigi de volta para a SOD, corri até o laboratório onde Nick trabalhava. Nick era uma dos cientistas forenses da SOD. Como antes a SOD era uma empresa privada, não tínhamos o privilegio de receber os serviços da pericia forense do estado, tendo assim que montar o próprio laboratório no prédio. De dois anos para cá, ficamos e cargo do governos, não precisando assim ser mais os “agentes secretos” e sim apenas “agentes da SOD” como qualquer outro como da CIA ou FBI. Tenho que dizer que minha mãe quase morreu quando descobriu com o que eu trabalhava.
Nick tinha a pele branca e o cabelo castanho escuro, assim como a barba para fazer e usava óculos, como qualquer outro nerd.
— Nathan Calleigh, a lenda da SOD. Sabe pensei que nunca te veria na parte nerd da SOD. – falou rindo.
— Eai Nick. – o cumprimentei. – Tenho um trabalho para você. – tirei o vidro do bolso e entreguei para ele.
— Interessante. – falou analisando o objeto. – De que caso é? – perguntou.
— Hã...é...do.... – não sabia como explicar.
— Não é uma prova oficial né? – perguntou afirmando.
— Não, Miah me entregou isso, mas não disse o que era para procurar, pensei que podia quebrar esse galho para mim né? – pedi.
— Miah Calleigh a outra lenda vida da SOD? – perguntou fascinado.
— Ok, isso foi legalzinho quando era comigo, podemos voltar?
— Sim, acho que posso fazer esse favor. Onde ela conseguiu isso? – perguntou.
— É melhor você nem saber. – falei rindo enquanto saia da sala dele.
Primeira missão: Correr contra o tempo. Precisa arrumar um psiquiatra de confiança, por que cedo ou tarde eles chamariam outro e tenho certeza que a fênix mandaria outro mercenário para matar a Miah. Então, já que eu não sabia onde conseguir um, achei melhor criar um. Estava andando até o “guarda roupa” um lugar onde guardavam as roupas para disfarces, precisaria de um jaleco branco e lá era o melhor lugar para achar um.
Mas por obra do destino, um homem ia caminhando pelo corredor, era de estatura baixa e um pouco careca, usava um jaleco branco e era perfeito para o que eu queria fazer.
— Hey você. – chamei a atenção dele, que parou no mesmo momento. – Quem é você? – perguntei.
— Hector do laboratório . – falou um pouco confuso.
— Nathan Calleigh. – quando falei meu nome o homem ficou branco como papel. O que nos agentes não podemos nos misturar com os nerds? – Hector eu preciso da sua ajuda. – falei.
— Vo-você precisa da minha... ajuda? – perguntou incrédulo.
Ok, estava falando grego?
Assenti respondendo sua pergunta.
— E o que eu tenho que fazer exatamente? –
Expliquei tudo que ele teria que fazer e como deveria agir. Assim que acertamos todos os detalhes fomos para a sede do FBI. Depois que os crachás foram entregues subimos novamente para o quinto andar onde o agente Phillips nos aguardava junto com a Miah.
— Lembra de tudo? – perguntei para Hector que estava suando frio.
— Sim senhor. – falou nervoso.
— Ótimo, se você se sair bem, falarei com o John para te dar uma promoção. – falei sorrindo. Ele tentou falar algo, mas estava nervoso demais para conseguir dizer.
Fomos até o fim do corredor e um dos agentes já nos esperava.
— Sr. Calleigh, não brincou quando disse que voltaria rápido. – disse o agente Phillips.
— Nunca brinco quando se trata da minha esposa. – falei serio. – Esse é o Dr. Hector, ele é psiquiatra. Achei melhor traze-lo já que o outro meio que viro presunto.
— Entendo, pedirei para um dos meus homens trazer sua esposa... –
— Não, por favor, traga o senhor mesmo. – pedi educadamente.
Ele mesmo relutante foi, enquanto isso relembrei alguns detalhes com o Hector e depois fui para a sala de interrogatório para esperar a Miah. Dez minutos depois ela entrou, assim que me viu correu e me abraçou, aquilo estava começando a doer, mas teria que ser feito para a segurança dela e do bebê.
— Amor, esta tudo bem? – perguntei vendo as olheiras abaixo dos seus olhos. – Você comeu alguma coisa? – perguntei.
— Não. A única coisa que eu quero fazer é sair daqui e ver minha filha. – falou abraçando-me de novo.
— E vai querida, mas agora eu quero que você coopere e faça tudo que o Dr. Hector mandar ok? – falei no seu ouvido, ela me olhou confusa.
Fiz sinal para que Hector entrasse.
— Amor esse é o doutor Hector, ele é psiquiatra e esta aqui para te ajudar. – assim que falei isso Miah se afastou de mim, enquanto seus olhos se enchiam de lagrimas.
— Eu já entendi, você acha que eu estou louca, mas eu não estou. – ela segurou meu rosto, fazendo olha-lá nos olhos. – Você tem que acreditar em mim. – pediu.
— Amor, eu já falei que acredito em você. Isso é para te proteger. Não quero que fiquei presa nesse lugar, e vai ficar lá na clica só até eu resolver tudo.
— Você esta fazendo de novo, agindo pelas minhas costas. – as lagrimas agora corriam livremente pelo seu rosto.
Tentei falar, mas ela foi mais rápida e me deu um tapa na cara.
— Vamos acabar logo com essa palhaçada. – caminhou até o Hector, que até então se mantinha em pé ao lado da porta. – Eu aceito ir para a tal clinica. E você... – olhou para mim. – Não quero te ver, se for possível, nunca mais entendeu?
Fiquei em silencio, ela estava certa eu estava fazendo de novo. Fiquei sentado enquanto olhava ela se afastar, ela não estava chorando mais, mas era visível a raiva que ela estava sentindo naquele momento. Respirei fundo, peguei a chave do carro e desci até o estacionamento, quanto mais rápido começasse, mas rápido ela sairia de lá.
No caminho liguei para o Jason, para que ele e a Lauren começassem a investigação. Enquanto conversava com o grandão no telefone, de longe percebi que tinha um homem encostado no meu carro.
— Com licença esse carro é meu. – falei assim que me aproximei.
— Você é Nathan Calleigh? –
— Sim, e você é?
— Apenas o mensageiro, alguém muito importante quer te ver.
E a ultima coisa que vi e senti, foi um dardo com tranqüilizante atingir meu pescoço e depois tudo escureceu. Minha consciência foi voltando aos poucos, pude perceber que estava no banco de trás do carro, dois homens discutiam algo incompreensível, já que falavam em francês, mas uma coisa me chamou atenção, o homem que estava no banco do carona tinha uma tatuagem de fênix tatuada no pescoço.
— Que bom que acordou, já chegamos. – disse ele. – Como eu disse antes alguém muito importante quer te ver...
— É a fênix não é? Afinal o filho de uma cadela é homem ou mulher?
Ele riu alto.
— Lá dentro você vai saber. – disse colocando um saco preto na minha cabeça, impossibilitando de ver.
Caminhamos por mais ou menos quinze minutos até que fui forçado a sentar em uma cadeira, meus braços e pernas foram amarrados. Por dentro eu queria saber quem era a fênix e ao mesmo tempo não. Não queria saber que Miah estava certa sobre a Baronesa e eu te-lá trancado em uma clinica psiquiátrica por nada.
— Certo bonitão, vou tirar isso do seu rosto.
O saco foi tirado da minha cabeça, estava tudo escuro a única coisa que se via era a janela, que dava para ver que eu estava em uma mansão, até que a luz foi acesa...
— Jess?
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AVISO: Meninas e meninos, tomei coragem e criei um blog de designs. Lá você pode encomendar capas para suas fanfics, betagem, banners para caps, sinopses e também criticas para suas fanfics.
Bom e se alguma de voces sabe fazer isso, estou precisando de pessoas na equipe, clique ali em "vagas abertas" no canto esquerdo e se inscrevam!
Aqui esta o link: http://sweet-madness-sm.blogspot.com.br/
Amores que pediram capas aqui. Vou termina-las e depois quem quiser vai ser tudo lá pelo blog ok?
Notas finais
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Link do blog onde fui entrevistada: http://booksandlovesmilla.blogspot.com.br/2013/01/entrevista-com-escritora-little.html
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Beijos =D
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