Notas iniciais
Oii meus amores ^^ Mais um cap fresquinho!!
Queria agradecer a cada lindona que deixou review no ultimo cap, amei todos.
Fantasminhas apareçam, perdi muitos leitores, queria saber a opinião de vocês, antes de me abandonarem (mas não façam isso, não seria nada se mvoces, mesmo nao sabendo quem são kkk'). *--------*
*Marida se estiver lendo isso espero que não me mate pela demora. hehe*
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Acebei de ler 50 tons de cinza e tipo o livro é MUITO BOM, recomendo.
Achei interessante o modo que eles se comunicam atraves de e-mails e decidi usar na fic ^^
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Boa leitura e espero que gostem!!

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P.OV. Nathan Calleigh


Já não agüentava mais ficar longe da Miah e da minha filha, que passou praticamente o final de semana inteiro grudada em mim, o que fez com que a Miah ficasse com um pouco de ciúmes.


Eu e ela decidimos deixar nossa reconciliação em segredo, até mesmo dos nossos amigos e familiares. Os únicos que sabiam, era obviamente Jane e nossos advogados, que concordaram em fazer um documento falso de separação para acreditarem que nos separamos de verdade.


– Onde você se meteu? – perguntou Taylor me abraçando assim que entrei em casa.


– Estava viajando a trabalho. – falei retribuindo ao abraço.


Ela me olhou séria.


– O que foi? – perguntei.


– Você esta mentindo. – acusou-me. – Jason ligou para o irmão da Miah e ele disse que você esta de “castigo”, seja lá o que isso quer dizer, e que não vê você desde sexta. Sabe o quanto eu fiquei preocupada seu idiota? – falou me abraçando novamente.


Não pude evitar rir.


– Você esta falando como a Lauren. – falei.


Ela se afastou indo para o sofá e pegou a revista que lia antes de eu chegar.


– Falando em Lauren, ela ligou e disse que vai ter que ficar mais um tempo lá com a tia Grace, por que a “véia” não quer deixar ela ir embora. Parece que foi um amor a primeira vista pelo espermatozóide escolhido por Deus. – disse e rolou os olhos.


Cindy.


– E disse também para você deixar de ser idiota e contar a verdade para a Miah, antes que você perca sua mulher e filha. – ela fechou a revista e me encarou confusa. – Que verdade? – perguntou.


– A que eu estou tentando te contar, mas você não me ouve né pirralha. – falei e ela mostrou a língua. – Eu beijei a Olívia, por que ela ameaçou matar a Sophia se eu não me separasse dela. – falei.


– É uma vadia mesmo. É difícil para mim admitir que estou arrependida de ter trazido ela aqui para dentro. – falou com pesar.


– Com ou sem a sua ajuda ela viria de qualquer forma. – falei. – Mas a Miah não quer me escutar de jeito nenhum. –


Ri internamente ela já tinha escutado, me perdoado e me castigado. Sim ficarei sem sexo por um mês, contando com o que ela poderia fazer comigo, aceitei de bom grado a sentença.


– Falando na vadia cadê ela? – perguntei me jogando no sofá ao lado da Tay, colocando minha cabeça em suas pernas.


– Fez as malas ontem e disse que esta se mudando para um apartamento aqui perto. Algo me diz que ela não vai parar por ai. – falou abrindo novamente a revista sobre meu rosto.


Notei quando ela ergueu o braço, algumas marcas roxas que estavam embaixo do bracelete que ela comprou recentemente. Mas elas não paravam por ai, onde a camiseta de manga cumprida cobria dava para ver mais algumas. Virei um pouco minha cabeça para suas pernas e quase que invisível as mascas estavam em suas coxas.


– Cadê o Jason? – perguntei, já podia sentir meu rosto vermelho de raiva.


– Está no quarto dele. Me evitando desde que nós... – não a deixei terminar e corri para as escadas.


Entrei sem bater o assustando. Ele estava fazendo algumas flexões no chão do quarto. Fico em pé na minha frente. Jason estava sem camisa e suando feito um porco, só em pensar que foi ele quem fez aquelas marcar na minha irmãzinha eu tenho vontade de socá-lo, mas como ele é quase o dobro do meu tamanho uma conversa civilizada já ajudaria.


– Fala ai cara. – falou baixando o volume do som.


– Cara eu vou ser direto ao assunto eu vi as marcas que você deixou no corpo da Tay. – falei e ele me olhou confuso. – O que eu falei sobre transar dentro da minha casa? Nossa não gosto nem de imaginar você com isso... – apontei para ele fazendo careta. – Sobre o corpo frágil da minha irmã. – falei.


Ele deu uma gargalhada.


– Tudo bem, primeiro me explica que historia é essa de marcas? Eu nem toquei na Tay. – falou e foi minha vez de olhá-lo confuso. – Não esta vendo que eu malho feito um louco para manter minha mente ocupada e não agarrar a sua irmãzinha? – usou do sarcasmo.


– Então se não foi você, quem ou o que foi que fez aquilo? – perguntei intrigado.


– Não sei, depois eu descubro. Agora me deixa malhar estou pensando novamente em sexo. – falou deitando-se no chão e começando a fazer abdominais.


– Isso é constrangedor. – falei indo em direção da porta.


– Vai dizer que não pensa em sexo? Ainda mais longe da Miah por mais de um mês. – falou rindo.


– Não. – falei convicto.


– Eu disse que você era gay. Agora como fez a Soph eu não sei. – falou retomando o ritmo dos exercícios.


Sai do quarto do grandão e voltei para sala, Taylor continuava lá lendo a tal revista. Sentei-me ao lado dela e a fiquei encarando.


– Se esta esperando o almoço pode esperar sentadinho ai por que eu não vou cozinhar. – falou sem me olhar.


– Não estou com fome. Só curioso para saber o que são essas marcas nos seus braços e as pernas. – perguntei e ela me olhou.


Fiquei esperando ela responder, mas simplesmente ajeitou a manga da camiseta e arrumou o bracelete voltando sua atenção para a revista.


– Não vai responder? – perguntei sério.


– Não é nada. – falou.


– Se não foi o Jason que fez isso em você, quem foi? Ou o que foi? – perguntei.


– Você foi perguntar para o Jason? Faz quase um mês que ele mal me beijar, acha que teria condições de fazer essas marcas? – falou sorrindo debochada.


– Fui e encontrei ele fazendo exercício feito um condenado lá em cima para não pensar em sexo. – ri sendo acompanhado por ela. – Mas então, não vai responder? – perguntei novamente.


– Você não tem que trabalhar? Já passou do meio dia. – falou desviando do assunto, mas ela tinha razão em plena segunda-feira e eu não fui para a SOD pela manhã. – E por favor, contrata uma empregada se não quer ver sua irmã morrer de fome, até por que depois que a Miah foi embora nem você para mais em casa. – falou. Beijei sua testa e subi para meu quarto.


Tomei um banho mais que rápido, John iria comer meu fígado de colherinha se eu não chegasse pelo menos na hora do almoço. Coloquei a calça jeans preta, uma camiseta qualquer branca e o primeiro sapato que vi na minha frente. Peguei a chave do carro e sai.


Cheguei na SOD e fui para o lugar do castigo, o que ainda acho uma palhaçada, John era ara estar feliz por que ter protegido a Miah daquele latino nojento. Mostrei meu cartão de identificação para segurança e me dirigi para a sala que estava naquele mês. Parei no meio do corredor quando vi a Miah conversando com um dos agentes á moda Jason, por que o cara era um armário virado em músculos e ainda por cima estava tocando a sua cintura.


– Atrapalho?


P.O.V Miah Calleigh


Acordei e não vi o Nathan ao meu lado. Fui até o quarto da Sophia ver se ela ainda estava dormindo. Não tinha contado para o Nathan, mas de uns tempos para cá tenho tido pesadelos um tanto quanto perturbadores com a Soph e isso estava começando a me deixar com medo.


Voltei para o quarto e fui direto par ao banho, não queria me atrasar, ainda mais na segunda-feira. Coloquei uma calça jeans escura, um sapato preto de salto alto e uma blusa azul marinho um pouco justa e uma jaqueta de couro preta por cima. Prendi o cabelo em um rabo de cavalo e passei um pouco de maquiagem. Guardei o celular e o notebook na bolsa e sai.


Jane já estava na cozinha tomando café, pela sua cara deveria estar cansada já que dei folga para ela nesse final de semana para curtir mais a família e outra por que por algum motivo ela fica constrangida perto do Nathan.


– Bom dia Sra Calleigh. – disse o segurança.


– Ledger Phill, é Ledger. – o corrigi. Ele apenas assentiu com a cabeça e liberou a passagem.


Fui para a sala do “castigo”, na esperança de ficar um tempo sozinha com o Nathan, já que aquele lugar é mais deserto que o próprio deserto, mas ele não estava lá. Tirei o notebook de dentro da bolsa e mandei um e-mail para ele.



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De: Miah Ledger

13 de Abriu de 2012 8:30

Assunto: Cadê você?

Para: Nathan Calleigh


Está atrasado!!

Por que não me acordou hoje pela manhã??


Miah L.


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Esperei impaciente pela respostas, mas ela não veio. Decidi então trabalhar, liguei para Alan para que ele levasse os relatórios para a sala do castigo, assim ocuparia minha cabeça com alguma coisa.


Estava distraída com os vários papeis em cima da minha mesa, quando escuto o barulho de uma nova mensagem.



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De: Nathan Calleigh

13 de Abriu de 2012 12:40

Assunto: Chegando! Ledger??

Para: Miah Ledger


Bom tarde amor.

Já estou a caminho, me atrasei um pouco resolvendo uns assuntos da Tay e agora estou preso no trânsito.

Não te acordei por que você estava dormindo tão serenamente e creio que seu irmão não irá te punir por chegar atrasada.


Por que Ledger? Que eu saiba você é Calleigh há dois anos.


Nathan


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De: Miah Ledger

13 de Abriu de 2012 12:43

Assunto: Separados!!

Para: Nathan Calleigh


Para sua informação, aqui na SOD sou como qualquer outro agente, então se chegar atrasada serei “punida” como qualquer outro.

Ledger sim! Esqueceu que estamos separados?? Agora se me permite irei almoçar. Até daqui a pouco.


Beijos Amor

Miah L.


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Fechei o notebook sem esperar por uma resposta. Peguei meu telefone e fui almoçar.


Estava caminhando pelo corredor quando sou abordada por Charlie, ele era um dos amigos do Thomas. Confesso que nunca simpatizei com ele, mas era obrigada a tratá-lo bem pelo Thomas.


– Oi May, não sabia que já tinha voltado a ativa. – falou segurando meu braço me fazendo para.


– Oi Charlie, então é voltei. – sorri amarelo, não estava nada agradável.


– E mudada, esta mais linda do que eu lembro. – falou.


Onde ele esta tentando chegar?


– Soube que se separou, que droga. – falou, mas pude ver um sorrisinho no seu rosto.


– A noticias correm rápido por aqui não!? – falei e já ia sair quando ele colocou a mão na minha cintura.


– Estava pensando, já que esta separada, que tal irmos jantar uma hora dessas? Tipo amanhã de noite. – sugeriu.


Calculei as varias formas de derrubá-lo ou simplesmente quebrar seu braço, mas ele era maior que eu e destreinada do jeito que eu estou, qualquer golpe ia parecer cócegas no cara a minha frente.


Charlie era alto, bom forte até um pouco maior que o Jason, pele branca, cabelos em castanho escuro e olhos castanhos. Mas sempre foi desagradável, desde quando ele deu em cima de mim, quando ainda namorada o Thomas.


Quando eu ia responder a sua proposta escuto uma voz atrás de nos e pelo tom que eu usou, estava bravo.


– Atrapalho? – perguntou se aproximando lentamente. Dei um passo para trás fazendo com que a mão do Charlie saísse do meu corpo.


– Não, só estávamos conversando. Você é quem? – perguntou Charlie, quando Nathan parou ao meu lado, deixando seu corpo a centímetros do meu.


– Charlie esse é o meu ex-marido Nathan, Nathan esse é um velho amigo do Thomas. – falei e eles se encararam não amigavelmente.


– Então, aceita? – perguntou, os dois me encararam. Só então percebi que a pergunta é para mim.


E agora? Pense rápido! Riley. Claro!

– Desculpa Charlie, mas já tenho um jantar marcado com um amigo. – falei o mais simpática possível. Senti Nathan apertar minha cintura.


– Tudo bem, tchau. Foi bom te rever. – falou e saiu.


Nathan segurou meu braço e me puxou para a porta que tinha ali, que era o banheiro feminino por sorte estava vazio. Trancou a porta e caminhou até mim, segurou forte na minha cintura e me fez sentar na bancada da pia se colocou entre minhas pernas e enlaçou seus braços na minha cintura, eu enlacei os meus em seu pescoço e aterrei mais dedos em suas cabelos.


– Ele te convidou para sair? – perguntou um pouco bravo.


– Sim. – falei encarando seus olhos azuis.


Me arrepiei quando ele começou a beijar meu pescoço, dando leves chupões e mordidas.


Eu havia dito a ele que não iriamos transar por um mês, uma punição por não ter me contado a verdade, mas aquilo estava tão bom que até decidi abrir uma exceção.


– Gostei da desculpa. – falou entre beijos. – Jantar com amigo? Bem criativo.


Falo agora?


– Mas... Não foi uma desculpa. – falei e ele parou de beijar meu pescoço e ficou me encarando.


– Como assim não foi uma desculpa? Com quem você vai sair? – perguntou agora bravo. Não respondi. – É com aquele doutorzinho não é?


– Sim. – falei baixo.

Notas finais
Então gostaram? Mereço reviews? Fantasminhas vão aparecer??
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Dica mais que perfeita:
Somente Sem Sorte:http://fanfiction.com.br/historia/269815/Somente_Sem_Sorte/
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Assim eu estou com uma fic nova, esta meio sem gracinha no inico, mas vai melhorar eu prometo ¬¬' Caso tenham assim... curisidade aqui o link:http://fanfiction.com.br/historia/265863/Rescue_Me
Beijos e até o proximo!