Notas iniciais
Oi *--*
Primeiramente eu queria me desculpar por demorar tanto para postar. Não é para fazer charme ou algo do tipo, é que as vezes não flui mesmo. Como esse :/ Bom eu não gostei muito, não ficou como eu queria estou um pouco triste, mas não poderia deixar de postar.
Espero que gostem e se não gostarem eu vou entender ok?
Boa leitura

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P.O.V Nathan Calleigh

Agora eu entedia por que ela pediu para eu não fazer merda, mas como e não vou fazer nada vendo minha esposa só com roupas intimas na frente de um monte de caras tarados. Meu Deus essa mulher é casada e tem uma filha! Analisando bem o corpo da Miah continua espetacular, nem parece que já é mãe.

Foco Nathan, foco!” – pensei.

— Linda, não? – disse Ivan quando percebeu que eu olhava fixamente para a Miah.

— Sim, muito linda. – concordei e olhei para ele.

— Venha aqui querida. – chamou Ivan pegando a mão dela.

Respirei fundo, contei até dez... Tudo para não explodir quando ele à fez sentar em sua perna. Ivan passou seu braço esquerdo ao redor da cintura da Miah e ela passou seu braço direto sobre os ombros do latino. Seu rosto se afundou nos cabelos dela para logo depois descer para o pescoço, depositando beijos ali. Aquilo já estava me dando ânsia de vomito.

— Então... – falei tirando a atenção dele do pescoço da Miah. – Vamos tratar de negócios? – perguntei sorrindo.

— Claro. – falou, pegando os papeis que estavam na mesa. Enquanto isso Miah cumpria seu papel e ficou brincando com o cabelo dele.

Começamos a tratar sobre o falso negocio às vezes ele pousava a mão na coxa dela, eu me segurava na mesa para não avançar nele e quebrar aquela cara de um jeito que não desse para identificar o que é boca e o que é o nariz.

— Vamos assinar, ou você tem alguma objeção? – perguntou Ivan.

— Vejo que esta tudo certo. Vamos sim. – falei assinando o documento, logo ele assinou fechando o negocio.

— Steven Barker você é o meu novo sócio, tenho certeza que não irá se arrepender. – falou. – Tragam uma bebida para comemorarmos. A moça também bebe? – perguntou e a Miah assentiu.

Ivan falou algo no ouvido da Miah que a fez sorrir como boba. Depois voltou a beijar o pescoço dela, acompanhei com os olhos o trajeto de sua mão que foi novamente para a coxa da Miah. Uma mulher colocou as bebidas sobre a mesa, mas Ivan as ignorou. Tomei um pouco do whisky e quase me engasguei quando ele tocou a parte interna da coxa dela, ficando a centímetros da sua intimidade.

E ali foi o limite. O que esse cara estava pensando? Não poderia deixar ele tocar assim a minha mulher.

— Tira a mão dela. – falei. Ela e Ivan me olharam surpresos.

— Como? – perguntou ele.

Não há homem que agüente ver sua esposa sendo tocada tão intimamente por outro homem e ficar quieto né! Miah fez sinal me mandando calar a boca, mas naquela altura do campeonato eu não prestava mais atenção em nada. Só nele que ainda tinha aquela mão podres sobre a perna dela.

— Eu mandei você tirar a mão dela. – falei firme.

— Cara tudo bem que você é meu sócio, mas nas funcionárias mando eu. – falou.

— Cansei. – falei levantando. – Meu nome é Nathan Calleigh, sou agente da SOD e tenho um mandado de prisão para você. – Miah me olhou com os olhos arregalados. Acho que dei voz de prisão muito cedo para ele, mas precisava acabar com aquela palhaçada.

A mão que estava na Miah foi para baixo da mesa, provavelmente para pegar uma arma. Antes que ele pudesse tira-lá de lá joguei a bebida que estava no meu copo em seu rosto, o enchendo de socos logo em seguida.

Os dois seguranças que estavam na porta se aproximaram rapidamente. Miah saiu do colo do Ivan e acertou um chute no segurança que vinha por trás dela. Enquanto eu brigava com o outro.

— Por que fez isso, seu idiota? – perguntou assim que os homens caíram no chão desmaiados. Enquanto isso Ivan estava sentando no canto com o nariz sangrando.

Mas antes que eu pudesse formular uma resposta mais três homens apareceram. Um em particular era meio assustador, o cara conseguia ser maior que o Jason, em músculo e altura.

— Viu o que você fez? – me acusou, com razão. – Dá para chamar o John? – pediu.

— Eu meio que... – comecei então a brigar com o loiro do terno preto, enquanto tentava desviar dos golpes do grandão. – Eu... – por um momento de distração, levei um soco no estomago. – O meu comunica... – o grandão se aproximou para me dar mais um soco. – PORRA! EU POSSO FALAR? – gritei e todos pararam para me olhar. – ESTOU SÓ COM O PONTO, EU ENGOLI AQUELA MERDA.

— Idiota. – falou ela.

Ficamos nos encarando por alguns segundos. Me adiantei a começar novamente dando um soco seguido de um chute, fazendo com que o loiro caísse lá de cima sobre as mesas e algumas pessoas, as pessoas que estavam curtindo lá embaixo se assustassem e saíssem correndo. Olhei para o lado e vi quando Miah fez o cara dar com a cabeça na parede, caindo desacordado no chão.

— Você esta bem? – perguntei, quando vi um filete de sangue perto dos seus lábios.

— Sim, mas que merda foi essa? Por que se antecipou? – perguntou. Senti algo batendo forte na minha cabeça fazendo cair no chão e ficar tonto. Havia esquecido que o grandão estava intacto.

Abri os olhos para ver o que estava acontecendo ao meu redor. O cara caminhava em direção da Miah, que andava para trás, tentando esquivar-se dos golpes dele. Levantei ainda tonto e peguei uma cadeira e caminhei em direção deles.

— Hey. – chamei a atenção dele. – Não é bonito bater em mulher sabia? – falei acertando a cadeira com tudo nele, que caiu sobre os outros ainda desacordados.

— Vocês são muito bons. – falou Ivan sorrindo apontando uma arma para nós. – Então você não é uma stripper? Bem que percebi, você não é muito... Feminina. – falou ele andando em passos lentos até a porta. – Vou ser um cara bonzinho com vocês e os deixar vivos, claro se não virem atrás de mim, ou eu juro que atiro. – falou.

— Se eu fosse você não faria isso. – avisou Miah.

Miah deu um passo em direção dele e logo Ivan disparou. Caminhei rápido até ela que estava deitada no chão com o impacto do tiro, mas para o meu alivio foi só de raspão no braço. Vi quando John apareceu dando voz de prisão e algemando o Ivan.

— Acabou. – falei a ajudando a levantar.

— Tudo bem por aqui? – perguntou John se aproximando.

— Sim, foi um tiro de raspão, mas se esse idiota não quisesse se achar tudo sairia como tínhamos planejado. – falou ela e John me olhou sério. – Preciso fazer um curativo.

— Tem uma ambulância lá em baixo. – disse John.

Desci junto com a Miah até o pronto atendimento.

— Isso é culpa sua. – acusou ela. – Por que não esperou o meu sinal? – perguntou.

— Por que ele já estava em uma área muito perigosa. – falei e ela me olhou com raiva.

— E por que se importa tanto? Se você não sabe esse é o meu trabalho. – falou parando no meio do caminho ficando de frente para mim. – E não deve se meter mais na minha vida. – falou.

— Você ainda é minha esposa, eu não poderia deixar ele te tocar daquele jeito. – falei.

— Ai que você se engana Nathan, eu não sou mais sua esposa, e foi você que preferiu isso, então não se meta mais na minha vida. – falou e saiu andando, mas parou. – Esqueci de te dar isso quando sai da sua casa. – falou me entregando a aliança de casamento. – Tchau Nathan.

Eu não conseguia acreditar. Até então a aliança era a única coisa que ainda havia sobrado para representar o nosso amor e o nosso casamento e até isso foi devolvido.

Eu a perdi... E para sempre.

Notas finais
Então, é pelo menos aceitavél??
Sério gente, desculpa o proximo eu vou tentar fazer melhor ok?
Beijos e até o proximo cap.