Hi, I'm Bryan Lee Blackstar
5 Merry Christmas
Notas iniciais
Uma noite de natal é festejada por uma família linda, feliz, com uma garotinha Angie, sua mãe Helena e seu pai Peter, todos sorridentes, trocando presentes e sorrindo, fogos de artifício são ouvidos junto a música animada.
– Feliz Natal papai mamãe. – Diz Angie com seus 6 anos de idade, seus cabelos negros e lisos balançam de tanto que ela pula, e a luz da felicidade é vista em seus olhos verdes escuros que combinam com sua pele pálida.
– Feliz natal Angelina querida. – Disse Helena, com seu rosto sorridente abraçando a filha, seus olhos verdes escuros, quais a filha herdou, estão brilhantes igual, seu cabelo negro e liso está desarrumado também, e sua pele morena quente, de tanto pular está quase suando.
– Felicidade para nós e todo mundo. – Disse Peter ainda pulando, com seus cabelos cacheados ruivos balançando, e sua pele pálida ficando vermelha com o esforço de pular, e o natal deixa ele com seus olhos azuis com um brilho especial também.
Todos fazem sua ceia de natal, e cantam músicas e dançam mais, nada poderia dar errado...
A luz de sua casa acaba, e Angie pula de alegria com isso, mas logo se cansa já que não tem música para incentivar ela, seus pais não parecem dar bola para o que aconteceu, mas logo eles notam que é só na casa deles que está sem luz.
– Deve ser alguma bombinha que pegou no fio ou algo assim, logo voltará eu acho. – Disse Peter com um ar calmo.
Algum tempo passa e todos ficam no tédio, sem luz, e os fogos acabaram, está quase tudo em silêncio, mas logo se pode ouvir arranhões feitos em uma parede, todos ficam aflitos com aquilo. Mas Hel fala que é um gato e todos ficam mais calmos, mas o ruído não para, e fica mais alto, e quando Angie da um grito de medo pelo barulho é ouvida uma risada, alguém está dentro da casa deles.
– Querida, cuide de Angie, eu vou ver se tem alguém mesmo aqui!
– Sim, mas, cuidado, estou com um mal pressentimento sobe isso.
Peter pega uma faca grande em sua cozinha americana e sai pela casa escura a procura de algo.
Peter entra no seu quarto e está tudo escuro, nem a lua ilumina ali.
E no fundo do quarto, com os olhos acostumados já com o escuro Peter vê uma silhueta de um homem não muito alto, com media de 1,75 cabelos nos ombros, ele está parado de pé, aparentemente de costas.
– Hey, quem é você e por que está na minha casa? Me responde agora!
Nada é falado ali, Peter com um instinto protetor corre para o homem e golpeia ele com sua faca nas costar, mas nada é ouvido, e quando Peter nota ele golpeou um manequim, apenas isso, e quando se vira, se depara com a mestra forma, mas de frente para ele, e desta vez em movimento, e ele golpeia Peter na garganta, e no mesmo instante bebe o sangue do homem agonizando sem voz ou ar.
O homem assovia uma daquelas musicas de ninar andando devagar pela casa, com sua faca com sangue humano.
Helena esta na cozinha com sua filha, que está tão apavorada quanto a mãe, pois só a sua casa não ter luz, e agora com aquela risada, e arranhões, não pode ser coincidência!
O assovio fica mais alto e o medo delas também.
Passos foram ouvidos, mas de uma forma proposital, e ao notar isso elas continuam no mesmo lugar.
– Não saia de perto de mim mamãe. – Diz Angelina com voz de choro.
– Nunca minha filha. – Helena abraça sua filha e fecha seus olhos e ao abrir, com a luz fraca da lua iluminando pelo menos essa parte, vê um rosto parecido com o de um palhaço.
Helena grita e corre com sua filha, mas em vão, pois o homem é rápido e com uma movimento quase acrobata fica na frente delas rindo, só rindo. Helena se aproxima do ouvido de Angie.
– Filha, corra, e se esconda no seu armário, a mamãe já volta, apenas corra.
– Mas mamãe...
– VÁ ANGELINA, EU TE AMO.
Angelina corre para cima, em direção a seu quarto, e o homem vai atrás dela, mas Helena alcança ele nas escadas e joga ele para baixo e fica em cima dele, segurando ele.
O homem com seus braços abertos e imobilizado olha nos olhos de Helena com seu olhar frio, e ele meche devagar, passando seu corpo no de Helena, que bate nele com raiva.
– É assim que eu gosto. – Disse o homem com uma voz rouca.
– Seu filho da puta, pelo sangue em sua faca e seu rosto você matou meu marido, eu não vou perdoá-lo.
– Isso, não me perdoe, deixe sua raiva tomar conta de você HAHAHAHAHA.
– Não fale nada seu pedaço de merda.
– Vagabunda.
O homem apenas estava se fingindo de fraco pelo o que parece, pois ele levantou ela e jogou ela no chão apenas com os pés, e fica em cima dela, contornando a situação.
O homem sorri e se aproxima de Helena e cheira ela, e ri mais, logo morde ela no pescoço forte, mas não faz sangrar, ele quer brincar.
O homem beija o pescoço dela e morde lentamente, no inicio Helena lutava com suspiros de raiva mas seus suspiros parecem de prazer, Helena chora.
O homem para olha para Helena, e parece sofrer um choque emocional, e fica de olhos fechados por um tempo, mas abre eles logo depois.
– O... O que eu estou fazendo. – Sua voz mudou.
– Como assim, você é louco, seu filho da puta. – Helena nota que o homem está fraco agora, e o joga no chão e pega a faca e bota na garganta do homem.
– Por favor, não faça isso.
– Você matou meu marido me diga por que não fazer isso.
– Porque o que matou seu marido não fui eu.
– Como assim, tem sangue em você e sua faca seu idiota. – Helena nota que o rosto do homem está misteriosamente normal, e seus olhos emitem a verdade.
– Eu sofro de dupla personalidade extrema, eu apago e viro um assassino sangue frio, eu não queria fazer isso.
– Você acha que eu vou acreditar nisso?
– Essa é a verdade.
Helena não sabe se acredita no homem que acaba de matar seu marido ou mata ele.
– Me diga seu nome agora.
– T... Travor Style.
– Hum, como você tem essa dupla personalidade que você disse?
– É possivelmente por um trauma de minha infância, eu não sei, acho que o choque que tive em meu cérebro eu não faço a mínima ideia.
Travor fica triste no chão, ele realmente disse a verdade, mas a verdade não o fará voltar no tempo.
Travor fica em choque, e desmaia, mas seus olhos logo se abrem e ficam frios e negros. E seu sorriso aparece mais uma vez.
– Você está fodida agora sua filha da puta. – O possível segundo Travor da uma cabeçada em Helena e perde o foco, e logo é golpeada no pescoço com as unhas grandes de Travor que rasgam sua pele, ainda viva, Helena tenta afastar-se do monstro que está ali. Mas em vão. Travor rasga a roupa dela, e contempla o corpo nu de Helena com um sorriso macabro.
Logo o monstro sobe em cima de Helena.
– Olá, eu sou Bryan Lee Blackstar, prazer em conhecer você, bom, o pequeno Travor aqui disse a verdade, eu sou uma segunda parte dele, eu posso controlar ele, pois eu sou o desejo dele pelo mal que todos tempos, mas eu dominei ele totalmente.
– ... – Helena não consegue falar, seu ar está acabando.
– O que foi doçura? O gato arrancou sua língua? Hahahaha miau
Travor beija Helena. E ela grita de agonia, e um som de algo se partindo é ouvido, Helena está cheia de sangue, com sua boca... Vazia.
Helena sangra e agoniza no chão e Bryan estupra ela como se estivesse com fome, fome de sangue, de sexo, de tudo que tem no mundo.
– Sua amiguinha aqui em baixo é bonitinha. – Diz Bryan esfaqueando os braços de Helena enquanto machuca a vagina de Helena com seus dedos até sangrar.
– Feliz natal, feliz natal, feliz natal hahahahahahaha. — Repete Bryan gritando enquanto esfaqueia o corpo de Helena.
E por fim, e por felicidade de Bryan, e sofrimento de Helena, ele enfia a faca na cabeça de Helena e morre na hora enquanto Bryan ri e dança no sangue de Helena.
No dia seguinte a policia acha o corpo de uma garotinha multilada no próprio armário, com sua mãe e seu pai ao seu lado, como se estivessem lá com ela o tempo todo.
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