Hey Lord!
24 Sua governanta, família unida
Notas iniciais
deixem-me explicar o porque da demora, vou fazer uma lista: escola, provas, recuperação, primeiro emprego, curso de inglês, etc... precisa explicar mais que isso? ah sem contra que eu comcei outras fics, e estou com um mega bloqueio de criaatividade e-e mas ja to começando o proximo cap...
eu ri quando disseram que minha fic fazia sentio, mas eu reli ela toda, porque tinha esquecido e tals, mas ela ficou legalzinha mesmo... tem um presente no meio do cap, aproveitem, não me responsabilizo por pessoas que perdem a visão e muito menos por telas de pc quebradas u-u
Pov. Keyko
Entramos em casa correndo, subi as escadas e fui ate o banheiro por a banheira para encher. Ciel foi até o quarto dele separar seu pijama (porque agora ele usa rs). Depois de arranjar as coisas pro banho como toalhas e etecetera. Bocchan me deu um grito do andar de baixo dizendo que iria dar uma olhada no reator. Eu apenas ri, imaginando o que ele poderia fazer sobre aquilo. Nada, mas deixa ele.
Fiquei de olho na banheira até ela encher, e quanto mais ela enchia mais nervosa eu ficava, seria um pouco embaraçoso tomarmos banho juntos depois de tudo, mas sei que não há com o que me preocupar, é só um banho, e não estaremos nus...
A banheira estava quase cheia quando eu apareci na janela e o chamei, a única resposta foi um “Ai, droga!”.
– Bocchan, aconteceu alguma coisa?- perguntei tentando acha-lo no meio do escuro la em baixo
– Ta, eu só levei um choque, nada de mais- ele disse- já estou subindo
Não falei nada, apenas ri baixinho para que ele não ouvisse e procurei pela caixa de primeiros socorros e deixei separada. Logo ele chegou no banheiro, adentrou no mesmo e fechou a porta.
– Bem, melhor tomarmos logo esse banho- ele disse um pouco envergonhado
Eu apenas acenei que sim com a cabeça e logo ele se virou de costas pra mim e começou tirando a camisa e logo fiz o mesmo. Não nos encaramos por nenhum segundo até chegarmos a ducha.
O espaço era grande o suficiente para os dois, mas meio que combinamos de primeiro cada um tomava um banho mais do que básico na ducha de cada vez e terminar o banho corretamente na banheira, como normalmente as pessoas fazem. Ele foi primeiro e depois eu, porém aquilo foi apenas para tirar a lama que havia no nosso corpo.
Corremos rindo de frio até a banheira onde ficamos sentados de frente um para o outro.
– Conseguimos- ele sorriu- achei que não ia dar tempo
– É...- eu ainda estava meio sem jeito o que o fez rir
– Sei que é meio embaraçoso, mas não precisa ficar com vergonha, estamos só tomando banho, não tem nada de mais- ele disse um pouco corado
Nós “tomamos um banho rápido” na banheira, que virou uma pequena bagunça que jogou muito água para fora da banheira, pois com toda certeza somos dois adolescentes maduros e nada infantis. Nem fizemos guerra de água... Ok, fizemos sim. Mas foi divertido.
– Ei key, deixa eu lavar seu cabelo- ele disse pegando o shampoo – vira ae
– Que?- falei um pouco embaraçada- n-não, posso fazer isso sozinha- eu ri
– Deixa de ser fresca garota- ele disse me virando de costas pra ele
Ele colocou o shampoo em mãos e começou a passar no meu cabelo, aquilo era muito gostoso, eu fechei os olhos e deixei ele terminar o serviço.
Logo ele ligou o chuveirinho que tinha na banheira e jogou água bem na minha cara.
– Pronto condessa- ele riu- afe, meu dedo ta ardendo agora- ele disse colocando o dedo indicador na boca
– É o que você levou um choque?- perguntei me virando pra ele
– É sim
– Bem, deve ter queimado um pouco, nada de mais, vamos sair agora antes de a luz acabe de vez e fiquemos no escuro, assim eu já faço um curativo nisso
Ele apenas assentiu com a cabeça e ambos saímos da água. As toalhas estavam bem perto, eu as alcancei e entreguei uma a bocchan. Ele parecia de bom humor, isso me deixou um pouco mais alegre.
Involuntariamente eu fiquei encarando ele enquanto se secava, e senti um pequeno rubor subindo pelo meu rosto. Antes que ele percebesse que eu estava encarando-o eu me enrolei na toalha e fui até a pia do banheiro onde eu havia deixado a caixa de primeiros socorros. Peguei um bandaid e uma pomada para queimaduras. Fui até ele e pedi para que me deixasse ver o que aconteceu com seu dedo.
– Não foi nada de mais –eu ri- deixa eu colocar um curativo nisso pra não te incomodar mais- ele passei um pouco de pomada onde estava vermelho e coloquei o curativo por cima- pronto conde- brinquei
– Muito obrigada- ele me deu um beijo na bochecha e saiu do banheiro em direção a seu quarto
Senti meu rosto queimar, o que foi isso?
Corri a meu quarto para colocar roupas intimas secas e meu pijama. Após isso, a energia acabou de uma vez. Ficamos ambos no escuro, então ele me chamou até seu quarto, onde ficamos conversando até que eu cai no sono, eu estava meio desacordada pelo cansaço mas pelo que eu vi de relance ele apenas se deitou do meu lado e nós dormimos juntos.
Acordei um pouco tarde no dia seguinte, mas estava mais disposta, abri os olhos e vi que estava dormindo abraçada com ele. Meu rosto queimou. Eu o observei bem, até que ele abriu os olhos e me deu bom dia.
– Dormiu bem?- ele disse ainda um pouco sonolento
– D-dormi sim- eu disse ainda um pouco envergonhada- e você?
– Melhor impossível- brincou me dando um beijo na testa- melhor a gente se levantar, se seu pai resolver vir pra ca cedo e descobrir tudo isso ele me mata- ambos rimos
Nós nos levantamos e eu ajudei ele a organizar o quarto. Descemos as escadas e eu preparei o café, coloquei o mesmo na mesa e me sentei junto a Ciel. Nós tomamos café em silencio, até que ele com sua risada meio sínica quebrou o gelo da conversa.
– Pensei que quando você acordasse eu ia ser espancado- ele disse irônico- acho que você curtiu termos tomado banho e depois dormido juntos
Eu apenas abaixei a cabeça e com o rosto completamente corado eu não disse nada, o que o fez rir de novo.
– Seu silencio alega que sim- ele disse tomando mais um pouco de seu chá e colocando a xicara na mesa- enfim, eu digo que gostei, e você sabe porque, agora só queria saber o que você sente, preciso te perguntar algo depois- eu assenti com a cabeça- seu rosto esta vermelho- ele disse voltando a me provocar
– P-pra com isso- eu disse meio que rindo e escondendo o rosto com as mãos- não ta vermelho!
– Ta sim- ele cantarolou
– Não- eu disse chorosa
– Sim- ele me imitou rindo
– Ta,ta,ta, você venceu, meu rosto ta mais vermelho que uma pimenta- eu disse descobrindo meu rosto e olhando pra ele- satisfeito?
– Não- ele continuou rindo- já que perguntou, quero saber o que você sente sobre mim- ele falou sério
– E-eu... Eu...- as palavras estavam na ponta da língua, mas eu estava nervosa, as palavras não saiam da minha boca
– Entendo- ele disse desapontado e abaixando a cabeça- não se preocup...
Eu o cortei quando me levantei bruscamente da cadeira enquanto apoiava as mãos na mesa.
– E-eu... Eu te amo Ciel!- eu disse quase sem voz
Ele me encarou com os olhos arregalados, mas logo sorriu em vitória como quem diz “é, eu sabia haha”. Ele se levantou, veio até mim e me deu um abraço carinhoso, eu retribui o mesmo quase chorando.
– Eu também te amo Keyko, te amo muito- ele me deu um beijo na testa- me desculpe por tudo que eu fiz antes, mas eu estou apaixonado por você e as pessoas apaixonadas fazem coisas retardadas
Eu queria falar algo, responder suas falas mas eu não conseguia falar, eu o apertei mais naquele abraço gostoso, levantei a cabeça e o olhei nos olhos.
– Eu é que peço desculpas Ciel, como eu pude ter sido tão idiota a ponto de te deixar de lado por tanto tempo?- eu disse um pouco chateada
– Pois é, ta ai uma coisa que eu também queria saber- ele riu irônico- mas você mesma me disse uma vez, passado é passado, vamos apenas seguir em frente, afinal temos uma vida bem longa daqui em diante- ele riu
Nossos rostos se aproximavam cada vez mas, fiquei nas pontas dos pés e o beijei. Diferente de todas as outras vezes, aquele era um beijo de verdadeiro amor, com sentimentos, era doce a calmo. Por conta do maldito ar, precisamos nos separar, mas mesmo assim, com um lindo sorriso ele chegou mais perto de meu ouvido e sussurrou.
– Então, você aceita ser a lady Phantonhive?- ele disse terno com um sorrisinho fofo voltou a me encarar
Eu não disse nada, apenas voltei a beija-lo como resposta.
Pov. Milena
Acordei ainda um pouco sonolenta, olhei para o relógio na cabeceira da minha cama marcavam dez e meia, já era mais do que tarde. Olhei em volta, meu quarto estava uma bagunça, minhas roupas e as roupas de meu marido jogadas por todo canto, a cama bagunçada, almofadas e cobertores pelo chão. É, eu me diverti muito ontem, se é que vocês me entendem.
Olhei para o lado e lá estava ele, eu belo e sedutor marido, sem suas vestes e coberto pelo fino lençol da minha cama. Depois de tantos séculos me admiro que ele continue o mesmo em todos os sentidos. Dei um beijo em sua testa esperando que ele acordasse.
– Bom dia querido- eu disse doce me sentando na cama e acariciando seus belos, macios e negros cabelos
– Bom dia- ele sorriu e se sentou – dormiu bem?- ele disse selando meus lábios
– Dormi sim, e você?
– Bem, eu não preciso dormir, mas sim, dormi- ele riu
– Obrigada por ontem- eu encostei a cabeça em seu ombro com um sorriso tímido- foi muito bom
Ele não respondeu nada apensa me deu outro beijo. Escutei passos no corredor e logo sem pudor algum a porta do meu quarto se abriu.
– Milly porque esta demorando tanto?- Will apareceu
Com um pequeno grito eu me cobri com o lençol e Sebastian assustado fez o mesmo. Ele apenas ficou nos encarando assustado e com a face rubra.
– Ele dormiu mesmo aqui?- ele ajeitou os óculos- com licença- disse ele saindo e fechando a porta
William é meu irmão mais velho, e não se importa muito com o fato de bater na porta do meu quarto quando esta preocupado comigo, mas acho que ele se esqueceu que Sebas-chan dormiu aqui comigo.
– Ele não sabe bater na porta não?- ele disse rindo e irritado ao mesmo tempo
– Ele só estava preocupado comigo, acho que se esqueceu de que você estava aqui- eu ri- vamos tomar um banho, se não se importar queria que você me levasse até a casa onde você e a Keyko moram, eu queria muito passar o dia com ela
– Mas é claro porque não?- ele sorriu
Nós seguimos dali ao banheiro que havia na minha suíte, tomamos banho juntos, conversamos bastante e depois saímos para dar uma volta juntos. Fomos então até a mansão onde minha filha mora.
Pov. Keyko
Hoje foi um dia um pouco estranho, mas até agora deu tudo certo. Esta um dia ensolarado, todos ao meu redor de bom humor, eu estava namorando, e feliz por finalmente ter esclarecido a ele o que eu sentia.
Diferente dos últimos dias, o tempo estava muito bom, estava quente, então chamei bocchan para irmos até uma sorveteria qualquer, ele aceitou. Subi as escadas e fui até eu quarto trocar de roupa. Eu não estava com a mínima vontade de me arrumar pra sair, vesti qualquer coisa que achei, um short jeans, uma camiseta e um tênis.
Nós estávamos saindo quando a porta da frente se abriu e de la entraram meu pai e minha mãe sorridentes.
– Bom dia filha, bom dia Ciel- minha mãe disse alegre
– Bom dia- dissemos juntos
– Estavam saindo?- ela perguntou
– É... Nós só íamos tomar sorvete, nada de mais
– Hm, podemos ir junto, ou seria um incomodo pro encontro de vocês?- ela disse irônica
Eu não falei nada na hora, pois meu rosto ficou vermelho e eu fiquei um pouco sem graça.
– Claro que não, podem ir sim- Ciel disse com a face corada
Bem, foi isso, por hoje. Saímos juntos, com meus pais... Eles acabaram descobrindo que estávamos namorando, e meu pai mentalmente estava torturando Ciel das piores formas possíveis. Minha mãe queria me conhecer melhor, e por isso me fazia muitas e muitas perguntas.
Logo entardeceu, fizemos muitas coisas, mas voltamos para casa. Milena disse que infelizmente eu e meu pai não poderíamos morar com ela, não no apartamento dela, já que le ficava no prédio de administração dos shinigamis, mas indiscretamente pediu para bocchan deixar ela morar conosco.
Ele não sabia o que responder, muito menos eu e menos ainda meu pai. No fim ele acabou cedendo essa. O que foi muito esquisito. Bem, de qualquer forma, acho que uma pessoa a mais nessa casa não trará problemas, principalmente pelo fato de ela ter dito que fica bastante tempo fora de casa por conta do trabalho de ceifar almas...
Meus pais continuaram na sala conversando e logo iriam preparar o jantar, então eu e Ciel subimos as escadas e fomos até o quarto dele pra jogar vídeo game, de novo. Hoje era domingo, o que significa que amanha teríamos aula e toda aquela chatice. Tivemos que ir dormir cedo, mas secretamente e sem que meu pai descobrisse, Ciel invadiu meu quarto durante a noite porque estava com frio e disse que eu tinha que esquentar ele... Sei. Não vou reclamar, dormimos abraçadinhos de novo.
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