— E se incentivássemos o contágio em massa para que todo mundo ganhe imunidade?

— Por favor, Iggy. — O francês estava horrorizado. — Quantos não morreriam?

— É o mais lógico. O que fará, Alfred?

— Eu sou um herói. — Glorificava-se terminando o segundo copo de milk shake, sem ao menos esvaziar a boca de batata-frita para falar. — Nenhuma gripe é capaz de me derrubar. – Retirando a arma do coldre, estava decidido a matar o vírus a tiro.

— Desculpa, senhor Iggy, mas é possível adquirir o vírus mais de uma vez. — Comentava o Canadá e, apesar de todos ali sentirem escutar algo, não tinha tanta certeza.

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Por um longo período, eles (excluindo o Canadá) ficaram unidos no top do ranking de contaminação e mortes.

Até um brasileiro entrar na batalha bastante obstinado. No fim de maio, o Brasil ultrapassou o Reino Unido e só perde para o Alfred. Mesmo assim, como brasileiro não desiste nunca, aposto que irá superá-lo.

Notas finais
Finalizei, pois depois que eu vi os USA fazendo fila pra comprar arma e as notícias do Brasil começaram, confesso que não tive psicológico para acompanhar. Link da notícia https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2020/03/em-meio-a-pandemia-de-coronavirus-americanos-estocam-armas-e-municao.shtml Talvez, quando as coisas acalmarem, eu processe tudo e escreva um pouco mais.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!