Notas iniciais
Chegay de novo desu!
Andiamo!
Espero que gostem

Em um lugar distante, muito distante mesmo, chamado... Ah, qualquer lugar (esqueci o nome). Pois é, em algum lugar frio de um mundo que não é este, Lituanna acordou.

— Ai, que hora é?- levantou-se e se olhou no espelho – Mas o quê? Eu tô de vestido?! Incorporei o Polônia-san?

— Lituanna, olha só que loucura! Acho que o Senhor Inverno me deu poderes...

A voz era de Rússia. Ele não podia desobedecer ao chefe, né? E foi receoso até lá.

— Russia-san... – sem comentários. O cara tava mesmo de vestido também?! E por que eles eram crianças?!

— Lituanna, olha só!

— “Lituanna”?

Antes que pudesse dizer qualquer coisa foi atingido por um tipo de clarão azul seguido por um grito de guerra típico do Rússia “Kol!”.

E ele caiu no chão inconsciente.

— Ah, desculpa Lituanna – riu Rússia sem ligar – Acho que o Senhor Inverno é meio mal, né? Hehe

Quando Lituanna... Quer dizer, Lituânia acordou:

— Ah, que diabos aconteceu? – não lembrava de nada além de seu nome e que o Rússia estava de vestido. Olha o que a criatura lembra!

Foi procurar o outro, mas o castelo estranho era tão grande. E não havia ninguém.

— Poxa, o que foi que aconteceu?

Até que viu uma placa idiota numa porta, nela escrito: “Entre e morra”. Se sentiu muito idiota por não tê-la visto antes e sabia muito bem que Rússia estava lá.

Todo trêmulo pelo aviso na porta, chamou.

— O que você quer? – perguntou o outro trancado.

— Ah, Russia-san, o que está acontecendo? Onde estamos? Do nada acordei aqui menor e você ainda me chamou de “Lituanna”...

— Da’ svidania.

Silencio mortal.

— Russia-san – chorou.

— Kol kol kol – o olhar yandere assustador do pequeno Rússia apareceu na fresta da porta.

Com um ganido estranho, Lituânia já estava fora do castelo.

— Meu Deus! O que aconteceu com o Russia-san?! – acabou tropeçando na porcaria do vestido e caiu em cima de um garoto num barco.

— Ah, seu bastardo! Sai de cima de mim! – rosnou o estranho.

— Desculpa! – se apavorou o outro – Romano, é você?

Só agora que ele percebeu que já estava grande. E Romano, o Itália do Sul estava em sua frente.

— Não sou de Roma! Sou Hansmano! – corrigiu o outro com raiva.

“Ah, Deus! O que está havendo aqui? Todo mundo endoidou?” pensou.

— Ei, você não é o príncipe princesa deste lugar? – percebeu Hansmano – Preciso me casar com você.

— É... O que?! – apavorou-se. Romano estava pedindo-o em casamento?!

— É! Portanto case-se comigo, idiota! Não aguento mais viver com o bastardo do Spain e aquele France imbecil! Fora que sempre meu irmão é melhor que eu e blá blá blá – reclamou – As regras são essas: casa comigo, me dê tomates todo dia, me deixe dormir e não fale comigo. Mas o mais importante: não segure meu fio de cabelo!

— Por quê? – Lituânia não se aguentou de curiosidade (quem se aguentaria?).

— Chigi! – ronronou Hansmano envergonhado e impotente – Bastar... Chigi... Chigi... Para!

A cabeçada mortal dele e Lituânia morreu por um tempo.

Quando acordou pela terceira vez (Ele vive desmaiando), era hora da festa da coroação do Rússia. Ele só aguentou a risada porque estava louco de medo.

Até que Hansmano apareceu e estragou tudo ainda mais.

— Eu e esse cara que não sei o nome vamos nos casar! – contou ele pra Rússia segurando firme a mão de Lituânia.

— Kol kol kol... Não – sorriu o rainha rei. É rei ou rainha?

— Vamos sim, eu não devo ser um marido significante – disse Romano se irritando.

— Não – resistiu.

— Russia-san – Lituânia já estava com medo da mão do outro apertando seu pulso cada vez mais forte.

— Não – aquela cara yandere apavorante de novo “Você quer ter seus miolos estourados?” dizia mentalmente.

— Ah – olhou para o Romano, outro louco com cara tsundere bem irritada pra ele. O que faria?

Viu o Estônia e o Letônia (que nunca sei quem é quem) com placas “Tire as luvas do Rússia”.

Sem opções foi o que ele fez.

Saiu gelo pra todo lado, uma gritaria tão estranha se seguiu e por algum motivo, de repente Rússia estava indo embora.

“Se você não me encontrar... eu te encontro, kol” ameaçou mentalmente. E simplesmente desapareceu na neve.

— Droga... – murmurou pela trigésima oitava vez – Eu só queria ser uma pessoa normal, com uma vida normal.

Rússia havia ganhado poderes de neve, ótimo. Muito normal isso. Ele não podia tirar aquele vestido, perfeito. Duas pessoas na neve... Se pegando? Oh, muito normal isso. O Suécia e o Finlândia??

— Okay, nunca vou ter uma vida normal sendo um país – lamentou – Será que países podem se suicidar?

E ele viu, no horrível frio (rimou), a luz da esperança... Ou talvez a luz da desgraça.

— Oh, Lit-san! Estava te esperando pra te dar uma coisinha!

“Oh, shit! O Polônia!” Com seu pônei na neve, sorria daquele jeito folgado e desligado (parece até eu).

Enquanto isso, do outro lado do mundo de Arendelle, Rússia divava na neve, tentando fazer um castelo de gelo.

— Let it kol! Let it kol!

O Lituânia vai me encontrar

Ele não, ele não

Não vai se casar

Com o Romano porque eles: não são e não, nunca serão um shipp mesmo!

Pois é, tava critico pro Lituânia porque o Polônia queria dar a bunda carona pra ele, e seria chato demais. Porém, eles estavam congelando e ele teve que aceitar.

— Ah, Lit, eu deveria ser a garota, não acha? – começou os papos estranhos do outro – Você fica estranho de vestido.

“Como se você ficasse bem”.

Até que eles encontraram uma outra coisa ridiculamente idiota: um boneco de neve falante, e isso não é o pior, era o Itália.

— Ve? Quem são vocês? – perguntou o pequeno – Tem pasta?

— Ah! – Lituânia se assustou e chutou a cabeça dele longe.

— Wa! Você me fez perder a cabeça! Eu só queria pasta! – chorou.

— Itália? É você? – assombrou-se Lituânia.

— Wow, que massa...

— Pasta? – perguntou Itália – Meu nome é Olafitália – apresentou-se o boneco de neve – Estou procurando meu irmão que sumiu!

— Ah... – ele não queria falar do casamento com o Romano – Nós procuramos o Rússia.

— Eu procuro ser feliz – riu Polônia – Mas ora, eu já sou...

— Posso ir com vocês? – questionou Olafitalia.

Não podia ser pior: um frio desgraçado, três idiotas na neve procurando o Rússia psicopata que estava bem belo em seu castelo cantando “Winter”, enquanto Itália do Sul estava super irritado à procura do Lituanna pra se casar e fugir do Spain e do France.

Chegaram ao castelo do Rússia depois de muita enrolação e ajuda do Estônia e do Letônia pra subir.

— Ah! Não me deixem sozinho! – pediu Olafitália sem conseguir subir – Eu me rendo, não consigo...

Lituânia se surpreendeu ao ver Rússia.

— Uau, você está... – segurou o riso, “ridículo” a palavra certa.

— Pois é, você me encontrou kol – desceu as escadas com aquele olhar assustador.

De repente, saiu atirando neve pra todo lado acertando o Lituânia e amendrontando-os.

— Vá embora, kol!

— Mas você falou pra eu te encontrar!

Yandere 100%. Vai encarar?

Saíram correndo, gritando como loucos e caíram na neve.

— Até que isso foi maneiro, né? – comentou Polônia sem noção rindo.

Malneiro, você quer dizer.

— Ei, por que a gente tava gritando mesmo? – Olafitália realmente não havia visto o Rússia.

Lituânia começou a passar mal, havia sido atingido pela magia de neve do Rússia.

— Lit! Você está bem? – preocupou-se Polônia – Você está tão ridículo! Mais do que o normal...

Uma mecha de seu cabelo havia ficado branca.

— Uau, que legal! Nem precisou pintar!

— Ve?

Vamos apressar as coisas com um resumo: países nórdicos apareceram, idiotaram, shipparam Lituânia e Polônia, brigaram e disseram finalmente que ele tinha pouco tempo de vida por causa disso e aquilo, blá blá blá.

Hansmano apanhou do Rússia e chorou as mágoas para o Spain que foi correndo ajudá-lo.

Polônia levou Lituânia até o palácio em seu pônei e descobriram que Spain iria matar Rússia. Apavorados (só o Lituânia, porque Polônia tava ocupado demais rindo de um mangá que tirou não sei da onde), correram pela neve e só foram feitos de idiota, porque Spain nem estava lá. Só Rússia esperando para ferir alguém. Com tanto frio, Lituânia virou gelo.

— Tarde demais – disse Polônia acariciando o pônei, nem aí pra nada.

— Ah, mas ele vai voltar – sorriu Rússia também nem aí – Se não...

Só faltava mijar nas calças depois desse olhar maníaco.

— Tô vivo! Tô vivo! – descongelou rapidinho.

— Kol kol, nada de casar com o Romano – lembrou Rússia.

— Vai casar comigo, claro – falou Polônia.

Outro olhar demoníaco dele. Mas Polônia está imune, ele só viaja.

Tudo ficou bem, Spain não brigou com ninguém porque disse que era muito frio e queria ficar tocando flamenco; Romano voltou pra casa resmungando e em choque por seu irmão ter se tornado um boneco de neve; Polônia continuou viajando na maionese dos pôneis; Lituânia se deu mal porque Rússia ainda era o Rússia; Itália foi ele mesmo e no fim... isso é um final feliz?

Notas finais
E isso foi praticamente o filme Frozen versão se esses personagens estivessem no lugar delas.
Seria melhor se tivessem lido no Social Spirit, tinha imagem, mas acho que isso não importa muito.
Tá, eu ri um pouco, espero que vocês tenham curtido e achado pelo menos um pouco de graça T.T Não sou expert em comédia.
Tive que apressar um pouco as coisas, fiquei com preguiça hehehe
Mas ainda não acabou!!!
Posso demorar a postar o próximo, mas aguardem onegaiiii!!!
Ainda há muito para acontecer!!!
Hetalia is frozen!!!!!!!!!

~chuu
~voei
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.