Hetalia World Camp
1 A Frigideira da Justiça da Hungria
Notas iniciais
Ninguém gostava de concordar com o Inglaterra. Ele era o tipo de pessoa que ficava dizendo coisas como "Eu sabia que tinha razão" e "Eu bem que avisei", motivo pelo qual ninguém gostava quando ele estava certo. Contudo, ele estava certo sobre uma coisa: Aceitar a ideia de Alfred e fazer a reunião mundial num acampamento parecera uma boa ideia a princípio, mas estava ficando cada vez mais claro que não era.
Ainda no ônibus que os levava ao dito acampamento de América, Grécia e Túrquia começaram uma briga épica que poderia ter resultado numa guerra se Japão não tivesse se descontrolado e aplicado um bom tabefe na nuca de cada um. Túrquia estava tão chocado que não fazia nada além de ficar na ultima cadeira do ônibus encolhido enquanto choramingava. Grécia, por outro lado, segurava uma câmera e, ignorando o galo em sua cabeça, perguntava ao envergonhado e arrependido japonês se ele não poderia fazer aquela expressão furiosa outra vez.
A Itália estava causando sua cota de problemas também: Não sabiam ao certo o que França havia feito a Romano, mas havia despertado tal fúria em Espanha que os dois simplesmente começaram um duelo de espadas no corredor do ônibus. Veneziano acabou comendo algo vindo da mochila do Inglaterra — Aparentemente, alguém achou que seria engraçado dar comida inglesa a ele — e Itália não tinha parado de vomitar o suficiente para contar a Alemanha quem era o culpado.
Também era incerto o por que de Prússia estar pendurado de cabeça para baixo na frente do banheiro como uma múmia de cordas. Comentava-se que a Hungria havia feito aquilo quando Prússia tentou bagunçar o cabelo do Austria, embora ninguém tivesse visto quando isso foi feito. Havia um galo na cabeça de Prússia, como se alguém lhe tivesse acertado o cocuruto com uma frigideira pesada. Ninguém tinha vontade de ir até lá e soltá-lo, especialmente por que fazê-lo os obrigaria a desamordaçá-lo e ninguém queria ouvir os berros escandalosos de Prússia outra vez.
O americano promotor da confusão estava ocupado demais na frente do ônibus enfiando todos os hamburgueres que podia na boca ao mesmo tempo em que escutava música alta com fones de ouvido e jogava animado algum game portátil que pegara emprestado do Japão.
Favor, não colocar seus países dentro de um ônibus. Altos riscos de uma terceira guerra mundial.
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Uma paz relativa seguiu-se quando estava perto de anoitecer. Talvez eles tivessem cansado de fazer bagunça. Quase todos estavam sentados em seus lugares, exceto Prússia que estava um tanto enjoado depois de viajar por três horas pendurado de cabeça pra baixo. Os irmãos Itália haviam sentado juntos e conversavam tranquilamente no fundo do ônibus.
- Deve ter muitas garotas americanas aqui, não é fratello? — perguntou Veneziano, animado.
- É verdade. — concordou Romano, apenas superficialmente interessado.
- Americanas costumam ser loiras... O que você acha de garotas loiras?
- Prefiro morenas. — respondeu Romano sem emoção.
- Que tipo de morena?
- Do tipo alta. Cabelo castanho. Pele bronzeada. Olhos verdes.
- Ah. Que nem o irmãozão Espanha? — perguntou Feliciano, inocentemente.
- É. — Pequena pausa. — CAZZO, VENEZIANO! O QUE MERDA VOCÊ QUIS DIZER COM ISSO?
- Waaaaaaa! Calma, fratello! Não me bata por favor! AAAAAH! Alemanha! Socorro! Eu... FRATELLOO!
- CHIGIIIIIIII!
E, na confusão, o cabelo de Veneziano enrolou-se no de Romano. Lá se vai a paz.
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A primeira coisa que América fez ao chegar no campo foi correr para fazer uma fogueira, enquanto os outros ocupavam os pequenos chalés espalhados pelo acampamento. Inglaterra tomou para si a tarefa de carregar as malas da ex-colônia para o chalé. Não demorou muito até que todos tornassem a se reunir, desta vez ao redor da fogueira de América para assar marshmallows e conversar. No fim, não tinham tanto o que conversar assim... O silêncio estendeu-se exceto pelo crepitar da fogueira.
- Eu acho que vou tomar banho. — falou Argentina levantando.
- Bom banho. — desejou Brasil com um estranho sorriso sádico no rosto.
- É isso aí! — berrou Prússia de repente, sobressaltando a todos. — Eu tenho uma pergunta incrível a fazer! Quem sabe o que a mãe do Japão disse quando soube que ele virou aliado do Itália?
- Eu estou com medo de perguntar — murmurou Alemanha -, mas o que?
- "Kiku, não se misture com essa Hetalia" Keseesseesee.*
- Mas que merda. — gemeu Brasil — Eu podia ir dormir sem essa.
- Eu não estou certo se entendi o trocadilho. — comentou Japão, preocupado.
Eles podiam ter continuado a discussão, mas foram interrompidos por um terrível grito. Todos olharam na direção do som. O único ausente era Argentina... O que teria acontecido com ele? Todos levantaram-se, preparando-se para ir ver o que estava acontecendo. Itália agarrou o braço de Alemanha. Fora o barulho das chamas, passos nas folhas secas foram ouvidos. Japão pôs a mão na espada que estava embainhada. Do meio das árvores, uma figura alta veio aproximando-se, completamente branca. Um fantasma? Um espírito furioso?
A estranha figura saiu da escuridão e entrou no raio de iluminação da fogueira revelando ser...
- Argentina! — gritou Inglaterra — O que m...
- Eu fui até o meu chalé pegar uma toalha... E uma tigela de amido de milho caiu em cima DE MIM! — berrou o argentino indigano. Brasil caiu na gargalhada:
- Eu não sabia que você era chegado num pó, como seu Maradona, Argentina!
- Foi você, não foi, seu brasileiro malandro dos infernos?
- Eeeeeu? Eu protesto! Você está levantando falso testemunho contra mim sem nenhuma evidência!
- Sem nenhuma evidência, o caramba! — berrou Argentina agarrando a frente da camisa do brasileiro — Você também está naquele chalé, você armou pra mim! Você é tão ruim nas piadas quanto é no futebol!
- O que? Repita isso, hermano! Eu não vou ter meu futebol criticado por alguém que foi eliminado da copa do mundo de quatro a zero! DE QUATRO!
- De quatro, você disse? — perguntou França com um sorriso maldoso enquanto Brasil e Argentina cairam no chão aos tapas.
- Ooh! Então aquele é o Brasil? — perguntou América, perfeitamente sorridente enquanto os outros tentavam separar a briga. — Eu achava que ele era mais parecido com um índio.
- Aquele cara não faz nada além de te imitar e você ainda acha que ele parece com um índio? — replicou Inglaterra, ligeiramente desgostoso de sua ex-colônia.
HETALIA
Usando uma frigideira tirada só Deus sabe de onde, Hungria conseguiu separar a briga dos sul-americanos. Argentina pode tomar seu banho, Brasil teve de limpar o amido de milho espalhado no chão do chalé, França teve de pedir desculpas por fazer piadas de duplo sentido e América prometeu ler mais sobre o resto do mundo algum dia. Ninguém contesta uma mulher com uma frigidera na mão.
- Eu sei o que todos devíamos fazer! Um teste de coragem. — América exclamou de repente.
- O que quer dizer com isso? — perguntou Inglaterra.
- Num mangá que o Japão me emprestou, o pessoal fazia um teste de coragem no acampamento. Eles tinham que sair em pares para a floresta no escuro para alcançar algum objetivo e ganhava quem alcançasse o objetivo primeiro. Eu preciso cumprir esse teste para mostrar minha coragem. Quem está comigo?
- Isso é uma oportunidade perfeita para que eu mostre o quanto eu sou awesome! Vamos nessa! — gritou Prússia pondo-se de pé, extremamente disposto.
- Esperem! — exclamou Alemanha — Esta reunião foi promovida para que pudéssemos discutir os problemas mundiais, não para a diversão.
- Vamos nos divertir primeiro. — pediu Brasil — Deixem os problemas pra depois, pra depois.
- Ei, Brasil! Não seja tão irresponsável!
- Eu proponho uma votação! VOTAÇÃO! — berrou Turquia levantando — Japão! Você primeiro!
- Eh... Eto... — Japão gaguejou recusando-se a olhar diretamente para alguém. — Um acampamento não é um acampamento de verdade sem um teste de coragem. E devemos considerar que esta reunião é de extrema importância. É esta a minha opinião.
- Eu concordo com o Japão. — falou Grécia, sonolento, o que indicava que sequer havia ouvido o que o japonês havia dito.
- Ei Grécia! Não concorde com a falta de opinião do Japão! — Suíça gritou, impaciente.
Votações são um problema quando todos votam nas duas opções.
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- Certo! — exclamou Hungria assumindo a liderança. — Então vamos fazer o teste de coragem e discutir o futuro do mundo amanhã de manhã. Vamos nos dividir em pares.
Os outros, cada um com um belo galo na cabeça vindo da frigideira de Hungria, não tinham outra opção se não concordar.
- Eu vou com o Áustria. — ela anunciou sorridente. — Espanha, você cuida do Itália Veneziano. Cuide bem do meu Itazinho. Prússia, vai com o Alemanha. Ele é o único que pode controlar você. Japão, pode ir com o Grécia, já que ele está dormindo ao seu lado mesmo. Inglaterra, acompanhe o França, por favor. Brasil, vá com o Argentina. América vai com a Seychelles. Rússia, você pode ir com a Bielorússia. Suécia e Finlandia. Suíça e Liechtenstein.
Hungria continuou dando ordens e dividindo todos enquanto Austria permanecia ao fundo afinando cordas de um violino. Mesmo Brasil e Argentina não reclamaram por ir juntos, já que já tinham três galos cada um. E no fim...
- Ei, eu fiquei sem par! — reclamou Romano.
- Com licença... Romano... Eu posso ir com você.
- Eh? Quem é você?
- Sou o Canadá.
- Hungriaaa! Eu não quero ir sozinho com esse ursinho! — gritou Romano apontando para Kumajirou, o urso do Canadá.
No fim, o Canadá é mesmo invisível.
HETALIA Inglaterra levava a lanterna enquanto França tentava seguí-lo sem olhar para ele. Era quase uma dor física andar tão perto de Inglaterra e não poder começar uma briga. Não era bom brigar no meio da floresta, pois podiam atrair alguns animais ou mesmo a furiosa Hungria e sua frigideira da justiça. Inglaterra era o único dos países que ainda não havia levado uma frigideirada, exceto Austria e Veneziano, e não estava ansioso pela experiência.Era melhor não começar uma briga com França ali. Os dois estavam trêmulos de vontade de bater um no outro. — Pois é... C-como anda sua economia, Angleterre?
- Estável. E a sua?
- Ótima.
Longo silêncio. França não podia mais aguentar.
- Engraçado que l'Amérique não compreenda os outros países... Ele se diz um herói, mas não olha para ninguém além de si próprio. Talvez você não tenha educado ele direito.
- Aquele irresponsável egocentrico... — murmurou Inglaterra e, ao notar o que França havia dito, gritou: — Ei! Não é muito educado falar sobre uma pessoa que não está aqui para se defender.
- Uuuh... Defendendo l'Amérique, Iggy? Como esperado de você... Sempre defende os outros. Ou... Espere! Você só defende aquele americano comedor de hamburguer. Por que será? — França abriu um sorriso pervertido.
- Cale a boca, seu sapo pervertido! Doido do vinho!
A lanterna caiu no chão quando Inglaterra voou no pescoço de França. O que diabos a Hungria estava pensando quando forçou aqueles dois a irem juntos?
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- América! Você ouviu isso?
Seychelles agarrou o braço do americano ao ouvir alguns gritos estranhos, mais parecidos com gemidos. A floresta escura como breu parecia muito ameaçadora. Uma ave qualquer levantou voo de um dos galhos, sobressaltando a garota. América não pareceu nada abalado.
- Vamos lá ver o que é! Deve ser algum panaca tentando nos assustar. Não se preocupe, você está com um herói.
Sem nenhum medo aparente, América avançou nos arbustos. Ele devia ser mesmo muito corajoso. Ou muito idiota. Hesitante, Seychelles o seguiu: Era melhor estar com ele do que ficar sozinha. De qualquer modo, ele estava com a lanterna.
-Ah! Como eu supeitei! — exclamou América apontando para as moitas. — É só o França e o Inglaterra brigando!
- Parem com isso, vocês dois! — Gritou Seychelles.
Levou um bom tempo até que Seychelles conseguiu afastar seus adorados europeus. Ela gostava muito de França e de Inglaterra, que cuidavam dela sempre que não tinha comida o suficiente, então ficava extremamente incomodada com a inimizade entre os dois. América não parecia se importar ou talvez estivesse acostumado demais das guerras entre os dois, pois tudo o que fez for rir enquanto Seychelles se descabelava para acabar com a briga.
- O que há com vocês dois?! — ela exclamou, irritada. — Francamente, por que estavam se estapeando assim?
- Foi o Anglaterre! — acusou França. — Eu só estava comentando l'affaire que ele tem com l'Amériq...
- Se você não calar agora le boca, seu le francês pervertido, eu vou dar le chute na sua le bunda.
- Já chega! — Seychelles exclamou — Não vou deixá-los se matar. Por favor, Sr. Inglaterra, troque de par comigo. Eu vou com o Sr. França e você vai com o América.
- Será que é uma boa ideia deixar l'Amérique e Anglaterre andarem sozinhos no meio do mato no escuro? — um sorriso maldoso surgiu no rosto do francês.
Na velocidade da luz, Inglaterra estava em cima de França outra vez tentando enforcá-lo.
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Enquanto isso, ainda na linha de partida, Japão cutucava Grécia com um graveto. Um dos gatos do grego estava pendurado na cabeça do japonês.
- Grécia-san... Acorde, por favor. Não vamos completar a prova se não sairmos do lugar.
Mas Grécia se recusava a acordar.
- Desista, Japão, ele não vai levantar. — Falou Suíça comendo o seu marshmallow tranquilamente.
- Você não vai participar da corrida, Suíça-san?
Em vez de responder, Suíça apontou para Liechtenstein, que dormia tranquilamente com a cabeça apoiada no colo do seu irmão. Ele não ia acordar sua amada irmãzinha para participar de uma competição estúpida. Apesar de criticar o Japão por sua falta de opinião, Suíça costuma se manter neutro sobre muitas coisas.
HETALIA
Itália não parecia muito preocupado, apesar de estar andando na floresta durante a noite. Talvez ele confiasse no seu irmãozão Espanha e se sentisse seguro ao lado dele, embora todos soubessem que ele gostaria mesmo de estar com o Alemanha. Talvez o Alemanha também preferisse estar com Itália, mas Hungria considerava Veneziano seu pequeno filhinho, então não gostaria que ele andasse na floresta com qualquer um. Espanha também estava satisfeito com seu parceiro de teste de coragem, afinal fazia muito tempo desde que encontrara Veneziano.
- Irmãozão Espanha~ Estamos muito longe?
- Mais uns dez minutos, Ita. — Espanha afastou alguns galhos com a mão livre quando apontava a lanterna para o chão à frente.
- Veh~ Estou com fome. Me pergunto se o fratello está bem. — Itália suspirou. — Sabe, o fratello deve estar com raiva de mim por que eu disse que ele gosta de mulheres como o irmãozão Espanha.
Espanha ergueu as sobrancelhas, sem entender, e estava prestes a perguntar o que Veneziano queria dizer quando um grito agudo cortou a noite. Um grito agudo que soava como "CHIGIIIIII".
- Fratello? — Itália exclamou, preocupado.
- Romano... — foi tudo o que Espanha teve tempo de dizer antes de correr o mais rápido que podia na direção do som.
Não ouviu Veneziano chamá-lo de volta, não prestou atenção no caminho que percorria para não se perder: Apenas correu. Milhares de situações lhe passavam pela cabeça. O alegre e caloroso Espanha podia ser muito assustador quando provocado e ele definitivamente mostraria seu lado assustador se alguém fizesse alguma coisa com seu Romano. O que faria Romano gritar daquele jeito? E se ele tivesse esbarrado com o pervertido do França no escuro?E se ele estivesse machucado, perdido?
- ROMANO!
- Espanha!?
Romano estava lá, parecendo desarrumado e sujo, mas não estava ferido. Vários gravetos estavam presos em seus cabelos, inclusive no cachinho polêmico. E então espanha notou o motivo do grito: Romano estava caído de quatro no chão, o pé claramente preso numa pedra. Provavelmente uma torção.
- Romano! Você está bem?
- Claro que não, cazzo! Eu estou preso aqui. Torci o pé.
- Está tudo bem, eu vou ajudá-lo.
Espanha abriu um sorriso. Romano corou e sentiu a necessidade de desviar o olhar. Com a ajuda do seu ex-chefe, pode soltar-se daquela pedra, mas tampouco podia andar. Espanha teria de carregá-lo, o que ele fez com um sorriso no rosto, embora Romano achasse aquilo tudo muito humilhante. Tecnicamente estavam voltando para o acampamento sem atingir o objetivo do teste de coragem — que era encontrar uma bandeira branca no meio da floresta -, mas face ao ferimento de Romano, Espanha achou melhor desistir. Andaram... E andaram... Romano estava envergonhado por ter de ser carregado nas costas pelo maior. Estavam quase alcançando o acampamento quando Romano falou pela primeira vez:
- Eei, Espanha... Se você está aqui, onde está o Veneziano?
Os dois foram iluminados pela luz quase extinta da fogueira logo adiante. Japão, Grécia, Liechtenstein e Suíça já eram visíveis logo depois das árvores. Espanha parou de andar.
- Eu... Eu... — ele pareceu assustado. — Eu esqueci o Ita...
- O QUE? SEU BASTARDO, VOCÊ PERDEU O MEU IRMÃO!?
Alguém reparou que o Canadá sumiu? Acreditem se quiser, a autora esqueceu dele e realmente não sabe como encaixá-lo outra vez na história. É um problema quando a própria autora esquece dos personagens. Enquanto isso, no meio da floresta...
- Veeh~ — Itália chorava encolhido junto a uma árvore — Alguém me salve!
Por favor, não perca seus países no meio da floresta, especialmente se ele não tem nenhum senso de direção como o Itália. Esperemos que o Alemanha o encontre logo.
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