Hesitate

14 Nothing and everything


Notas iniciais
Heey!
Olha eu linda postando aos sábados de novo! o/
Hope you like it!
Cenas +18 ahhaha [sorry por não ter ficado tão bom u.u]
Thanks Saáh! Se não fosse você esse troço não tinha saido! kkk'
Beeijo gente, see yah.
[sorry pela capa tbem, nada ficou bom hje.. kkk']


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Amanhã seria meu aniversário e Jimmy simplesmente não parava de me encher o saco, dizendo que eu precisava comemorar.
A verdade é que a ideia de comemoração era péssima porque eu não queria ver a maior parte das pessoas que eu conhecia, principalmente o melhor amigo dele.
Me refugiei na garagem, sentada dentro do carro e encarando a rua praticamente deserta, enquanto ouvia a rádio e cantava as músicas conhecidas e pensava no que faria sobre Zacky.
O carro preto estacionou logo em frente a minha casa e o moreno saiu dele, aparentemente assobiando, desliguei o som e saí do carro, caminhando rapidamente para o jardim da frente.
– Hey! — Chamei e ele me olhou sorrindo
– Sim?
– Seu irmão está em casa?
– Provavelmente.
– Sua irmã insuportável está lá?
– Com certeza não.
– Ótimo. — Disse dando as costas para ele e voltando para a garagem.

Ouvi Brian entrar em casa enquanto eu colocava o capacete e saia pela rua, o porteiro me olhou confuso quando parei em frente a porta de vidro, mas sorriu e abriu-a mesmo assim.
– Bom dia Sam.
– Bom dia. O Zacky tá ai?
– Está sim senhorita.
Agradeci e fui até os elevadores, apertando o botão e esperando até que ele chegasse ao térreo.
O tempo até parar em frente ao 901 passou comigo relembrando o que tinha acontecido entre mim e Zacky desde a porcaria daquele show do Metallica onde minha vida tinha ficado três mil vezes mais complicada.
Toquei a campainha e ouvi-o gritar que já vinha, arrumei meu cabelo, sinal claro de nervosismo, e mordi meu lábio encarando o chão.

A porta se abriu e eu levantei os olhos, encontrando um Zacky surpreso, que logo abriu um sorriso alegre.
– Sam! Oi! Eu… Não esperava que você…
– Oi. — Eu disse sorrindo.
– Entra. — Ele disse saindo da frente para me dar passagem.
O apartamento estava mais desarrumado do que normalmente, provavelmente alguma das festas de Brian.
– Tudo bem? — Perguntei sorrindo.
– Bem, e você?
– Também.
Ele olhou em volta e coçou a nuca — Jimmy disse que você viajou…
– É…
– Foi legal?
– Foi sim.
– Então… O que… Quer dizer… Algum problema ou…? — Ele parecia confuso e incerto, então sorri.
– Eu vim conversar.
– Ah… Bom. Conversar… Sobre? — Perguntou franzindo a testa
– Sobre nós.
– Oh, bem… Legal, eu acho.
Ri, Zacky era tão confuso e fofo quando ficava nervoso.
– A gente pode sentar? — Perguntei divertida.
– Claro! Claro! Vamos pra sala. — Ele disse rindo nervoso e me puxou pelo pulso até o sofá.

Sentei-me de frente para ele, que parecia ainda mais nervoso do que eu estava.
– Eu… Queria te pedir desculpas.
Ele me olhou um pouco surpreso, então olhou em volta — Desculpas pelo que?
– Por tudo… Eu devia mesmo ter acreditado em você.
– Já se desculpou por isso Sam.
– Eu sei, mas…
Ele riu — Tanto faz tá? Não é bem como se eu fosse a perfeição em pessoa. — Disse fazendo uma careta fofa.
– Pior que é Zacky, o pior é que você é a perfeição em pessoa. — Choraminguei baixando a cabeça e ele riu, chegando mais perto de mim e apoiando sua testa em minha nuca.
– Não Sam, eu não sou.
– Pra mim você é. E não está em discussão agora. — Reclamei e ele riu, beijando minha bochecha. — Eu não sou boa nesse tipo de coisa Zacky…
– Que tipo de coisa? — Perguntou puxando meu rosto para que eu o olhasse.
– Ugh! Por favor Zee, é óbvio!
– Sim… Mas o que você veio fazer aqui? — Perguntou divertido e eu lhe lancei um olhar irritado — Que? — Se fingiu de inocente.
Rolei os olhos — Eu te odeio, que fique claro. — Comentei e ele me puxou, me abraçando.
– O que foi que você veio fazer aqui? — Perguntou rindo.
– Você sabe!
– Mas eu quero te ouvir!
Bufei irritada e baixei a cabeça, murmurando as palavras — Vim pedir pra voltar.
– Como? Não te ouvi Sam.
Empurrei-o para longe irritada — Pra pedir pra voltar! — Disse alto — Ouviu agora? Ou quer que eu te mande um SMS?
Ele riu e me puxou — Agora eu ouvi.
– Ótimo. — Grunhi
– E sim, eu quero voltar com você. Pirralha mimadinha.
Soquei-o e ele riu, puxando minha boca para a dele.

Só agora eu tinha me dado conta do quanto sentia falta de Zacky, ele era fofo, carinhoso e tudo de mais perfeito, além de ser óbvio que ele jamais faria uma coisa daquelas comigo ou com qualquer outra pessoa no mundo.
Ele me puxou para o colo passando os dedos por minha nuca e aprofundando nosso beijo. Suas mãos passearam pela minha cintura por dentro da blusa enquanto enrolava meus dedos por seu cabelo e os puxava com um pouco de força.
Zacky sorriu entre o beijo e suas mãos subiram pela minha coluna enquanto meu corpo era atingido por arrepios e sentia meu coração disparando pela adrenalina.
Suas mãos desabotoaram o feixe do meu sutiã e ele nos girou no sofá, ficando por cima de mim e retirando minha blusa e o sutiã de uma vez enquanto eu o ajudava.
Ele parou por alguns segundos me olhando e se aproximou novamente beijando meu pescoço e em seguida segurando meu rosto entre suas mãos enquanto me dava um breve selinho nos lábios.
– Você é linda Sam. Não sabe o quanto senti sua falta.
Me perdi por um momento olhando para os olhos verdes que pareciam brilhar enquanto ele falava e quando percebi já puxava seus lábios para os meus, agora com mais urgência.

Enlacei sua cintura com as pernas enquanto puxava a camisa preta que ele usava, Zacky quebrou nosso beijo para retirar e depois jogá-la no chão, voltando a boca para a minha no mesmo instante.
Suas mãos passavam pelo meu corpo, acariciando cada centímetro de pele exposta. Ele me puxou para cima e nos colocou de pé, me guiando para o quarto enquanto ainda nos beijávamos.
Ele me empurrou delicadamente para a cama e terminou de tirar nossas roupas carinhosamente, enquanto me elogiava como sempre.
Zacky era sempre perfeitamente fofo em tudo e aquilo me fazia sorrir, ele voltou a boca a minha.
Ele se posicionou entre minhas pernas e me olhou como se pedindo permissão, eu ri, e puxei-o de volta, mordendo seu ombro.
Zacky começou a impulsionar o quadril contra mim devagar, a medida que ele aumentava a velocidade, eu mordia os lábios para conter os gemidos e suspiros
Arranhei suas costas e mordi seu pescoço a medida que ele aumentava a velocidade, gemíamos alto, o que me fez agradecer por estar sozinha com ele.
Chegamos ao ápice e ele gemeu, caindo sobre mim ofegante, passei os braços por suas costas brincando com os cabelos negros, respirando com dificuldade e sorrindo para os olhos verdes brilhantes que eu tanto amava.

Acordei entre os braços dele e ri baixinho, Zacky ainda dormia, então me desvencilhei com cuidado dele e me levantei, pegando uma de suas camisas no guarda-roupas e caminhando para a sala, juntando nossas roupas e voltando com elas para o quarto e colocando-as sobre o rack.
Voltei para a sala e me dirigi até a cozinha, pegando um copo d’água.
– Oi Sam. — A voz dele era divertida e profunda, quando me virei para a porta, todo o meu corpo tremeu e sinceramente não sei como não derrubei o copo. Brian me olhou de cima a baixo e ergueu uma sobrancelha — Vou assumir então que vocês voltaram.
– Aham. — Murmurei em concordância e ele rolou os olhos rindo.
– Boa sorte com isso. — Disse irônico e eu franzi a testa.
– Que quer dizer?
Ele deu de ombros — Nada oras. Mas se não deu certo da primeira vez, por que daria agora?
– Deu certo da primeira vez. — Eu disse irritada — O problema foi que eu me confundi e fiz merda.
– E quem disse que não está se confundindo agora? — Perguntou sentando na mesa à minha frente.
– Eu não estou. — Disse séria e ele sorriu.
– Não é uma boa ideia achar que sabe tudo, eu já te disse isso Sam.
Semi cerrei os olhos irritada — Você não sabe de nada Brian, isso é só o que você pensa.
Ele sorriu e se levantou, aproximando-se de mim — Não Sam. — Comentou passando a mão no meu rosto e tirando o cabelo que caía na frente dos meus olhos. — Você só está cega por todas as suas decisões erradas. — Disse e sorriu — Mas eu já disse que eu vou te salvar, então pode ir se foder a vontade.

Assim que saí do meu transe, joguei toda a água do copo em seu peito, ele fez careta e tirou a blusa, jogando-a no ombro.
– Me deixa em paz Brian. — Grunhi e ele sorriu.
– Deixo sim, mas lembre-se de não pensar em mim no próximo round. — Disse piscando e saiu da cozinha.
Tive que reprimir minha vontade de atirar o copo contra suas costas, mas assim que superei, coloquei-o na pia e fui até o quarto de Zacky, me vestindo e saindo para o corredor.

Ouvi um latido baixo e me virei para ver Pinkly pulular em volta do dono, que agora estava apenas de bermuda jogado no chão da sala.
Ele agitava um ossinho rosa de plástico e ela pulava atrás do brinquedo enquanto ele ria e a incentivava a pegar, até que ele desceu a mão e deixou-a alcançar o brinquedo e arrancá-lo de sua mão.
Pinkly pulou sobre seu peito e se deitou, mordendo o ossinho que fazia um barulho fino e baixo, Brian riu e acariciou-a antes de ligar a TV em um seriado qualquer. A cachorrinha era aparentemente ciumenta e queria a atenção dele só para si, porque assim que ela percebeu que ele estava concentrado na TV, largou o brinquedo e andou até pisar em sua bochecha com as duas patas.
Brian grunhiu e segurou-a, levantando a pequena bolinha de pelos no ar e sacudindo-a de leve.
– Sua chata, eu já te dei seu brinquedo, me deixa ver TV. — Sem querer eu ri para a cena e ele virou o rosto para me ver. — Que foi? Ela é uma chata monopolizadora.
– Ela é linda. — Eu disse ainda sorrindo, era bizarro como eu estava tendo transtornos de personalidade.
– Claro que é, puxou o dono. — Disse rindo e voltando-a para o peito, onde acariciou sua cabeça.
– Você consegue ser convencido até quando elogiam seu cachorro? Nossa.
Ele riu e se sentou, colocando Pinkly no chão, mas ela logo pulou para cima da coxa dele.
– Não sou convencido, eu só tenho espelho. — Rolei os olhos e ele riu, se levantando e pegando Pinkly. — Segura ela pra mim. — Disse empurrando a bolinha de pelos nos meus braços.
– Eu… Não…

Brian me ignorou completamente e seguiu pelo corredor, Pinkly latiu e se debateu nos meus braços, claramente querendo ficar com o garoto.
– Calma menina, vamos lá, eu te levo até seu dono chato. — Eu disse passando a mão em sua cabeça e seguindo o moreno pelo corredor, mas assim que entrei em seu quarto, ele chutou a porta do banheiro.
– PORRA SAM!
– Que?
– Eu te pedi pra segurar ela com um propósito!
– Que é?
– Poder mijar. — Disse e eu ouvi o barulho da descarga, depois o da torneira e ele saiu do banheiro. — Agora se você fizer muita questão de vir pro banheiro comigo beleza, mas deixa a Pinkly pra fora porque ela costuma atrapalhar.
– Ridículo. — Eu disse colocando a cachorrinha, que voltara a se debater, no chão.
– Você não estava indo embora? — Perguntou chegando muito perto de mim.
– Sim, mas aí você jogou sua bolinha de pelos em mim e…
– Pronto, ela já está no chão.
Lhe dei um sorrizinho irônico e me virei para ir embora, mas ele segurou meu pulso e me puxou, fazendo-me virar para ele e bater em seu peito.
– Você não disse tchau. — Ele disse sorrindo
– Não foi porque eu esqueci. — Eu disse e ele fechou a porta do quarto com o pé, me encostando nela. — O que você… — Comecei, mas ele me beijou, obrigando-me a parar de falar.
Antes de eu ter qualquer reação, ele afastou a boca da minha rindo — Zacky é tão bonzinho.
– Como assim? — Perguntei irritada e ele sorriu mais.
– Ah, você não quer que eu comente sobre isso. Acredite.
– Me larga Brian!
– Tchau Sam. — Ele disse sorrindo e me puxou, desencostando-me da porta e abrindo-a, depois me empurrou para fora e, com uma última piscada, bateu-a na minha cara.

Saí de lá irritada e carregando a minha sina, eu não podia mais lutar contra aquilo, por mais que eu odiasse, por mais que eu quisesse…


Enemy, familiar friend
My beginning and my end
Broken truth, whispering lies
And it hurts again
What I fear and what I try
Words I say and what I hide
All the pain, I want it to end
But I want it again

And it finds me
The fight inside is coarsing through my veins
And it's raging
The fight inside is breaking me again

It's still the same, pursuing pain
Isn't worth the lie I've gained
We both know how it will end
But I do it again

Inimigo, amigo familiar
Meu começo e meu fim
Quebrando verdades, sussurrando mentiras
E isso dói de novo
O que eu temo e que eu tento
Palavras que eu digo e que eu escondo
Toda a dor, eu quero que acabe
Mas eu quero isso de novo

E ele me acha
A luta interior corre através de minhas veias
E é irado
A luta está quebrando dentro de mim de novo

É ainda o mesmo, perseguindo a dor
Não vale a mentira que eu ganhei
Nós dois sabemos como isso vai acabar
Mas eu faço de novo

Notas finais
Música Nothing and everything do Red: http://letras.mus.br/red/1535962/traducao.html
Sim eu amo Red...
kkk'
Hope you liked it...
Sorry por ter sido uma bosta o hentai da Sam e do Zacky, mas é que é muito complicado escrever ele porque o Zee é fofo! E isso meio que me atrapalha, é u.u